Posts tagged ‘Luana Caroline Nascimento’

12/11/2013

Tem uma galinha solta no palco

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Interação do público infantil com o ‘Mistério da Bomba H’ destaca mostra infantil no quinto dia do Fenata
Criança gosta de brincar e, por isso mesmo, ‘o teatro tem um ar mágico’. Foi o que disse uma menina ao entrar no teatro Marista, Em Ponta Grossa, para assistir a peça “O Mistério da Bomba H___” da categoria teatro para crianças do 41° FENATA. E o ‘Grupo Oriundo de Teatro’ não deixou a expectativa barata.
A peça mistura falas e música, o que animou a criançada que acompanhou com palmas todas as canções. O que mais encantou aos pequenos era o trejeito de cada personagem, um prefeito gagá, que precisava de ajuda para terminar um discurso, uma galinha que estava apaixonada por um amor impossível e um galo sob efeito de um laxante. Os personagens secundários também chamaram a atenção pelo figurino e também pela interação com o público, além do Capitão Coruja e do Cabo Pescoço. Havia também uma galinha, que via o futuro num ovo de cristal e lia penas, porém o que destacou na personagem foi a atuação e a presença no palco.
Foto: Luana Caroline Nascimento

Foto: Luana Caroline Nascimento

Os cinco atores usavam microfones e, em alguns momentos, por falha no som não se podia ouvir o que a personagem falava, seja porque o microfone estava mudo ou com chiado. Mas o contratempo técnico parecia não desanimar a criançada, que interagia com a peça mesmo sem os atores pedirem. A brincadeira do nome da peça foi entendida pelos meninos e meninas logo no começo da apresentação, confirmado nogrito em coro… “A bomba H linha”.
Com direção de Anna Campos, figurino de Ivanil Fernandes e cenário de Daniel Ducato, os cinco atores que viviam 11 personagens diferentes cantaram, dançaram e fizeram crianças e alguns adultos presentes rir do começo ao fim da peça.
Luana Nascimento
Serviço:
Grupo Oriundo de Teatro – de Belo Horizonte (MG)
Duração: 60 minutos. Direção: Anna Campos. Autor: Antonio Hildebrando
Direção Musical: Tatá Santana. Figurino: Ivanil Fernandes
Cenário: Daniel Ducato. Iluminação: Yuri Simon
12/10/2013

Pavão Misterioso, pássaro formoso em Ponta Grossa

Exposição proporciona aos noveleiros da cidade a sensação de conhecer e até pertencer a Saramandaia/Bole-Bole

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Uma maquete e para cada personagem, uma lembrança. A novela Saramandaia regravada pela Rede Globo este ano (junho – setembro) já terminou, mas aqueles que acompanharam a história de cada personagem podem revisitá-los na exposição Saramandaia, no Shopping Palladium, aberta dia 4 de outubro. A exposição tem uma maquete da cidade de Bole-Bole onde a trama central da novela desenrola. Na maquete é possível reconhecer a igreja, o centro cívico da cidade, a farmácia, a prefeitura e os dois coretos que ficavam em frente da delegacia.

IMG_6500Foto: Luana Caroline Nascimento

Há também a imagem do Santo Dias, personagem incorporado na reprise que se refere ao autor da primeira versão da telenovela. Os personagens representados são a dona Redonda, o professor Aristóbulo, Tibério, João Gibão, Zico Rosado e o Belisário. Cada personagem tem um diferencial, seja por soltar formiga pelo nariz, comer até explodir, virar lobisomem ou criar raízes.

Um conjunto pequeno de objetos torna a exposição curta e de rápida visitação. Há também um aparelho de televisão que exibe trechos da novela, além de tocar o começo da música de abertura da primeira versão que se tornou famosa, Pavão Misterioso, de Ednardo, que conta a história de um cordel. O objetivo da amostra é o público se caracterizar dos personagens e fotografar. Alguns personagens importantes para a trama ficaram de fora da seleção para dar preferência aos que esteticamente chamam mais a atenção. Uma dessas personagens seria a Vitória Vilar, que não está nos personagens expostos e a principal característica dela era se derreter de amores.

Luana Caroline Nascimento

Serviço: A exposição Saramandaia fica no Shopping Palladuim, Centro de PG, até 20 de outubro das 10h às 22h, entrada franca.

31/08/2013

História do chorinho no palco do Ópera

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Livro lançado no mês de agosto traça a trajetória da Noite de Seresta da televisão até o Cine Teatro Ópera

     A ‘Noite de Seresta’ é uma tradição vinda da televisão, no canal 7, que passou para a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Em uma noite por ano, músicos de chorinho e serenatas se reúnem para fazer um som. A apresentação, antes transmitida pela televisão, agora é organizada pela UEPG no Cine-Teatro Ópera. Para eternizar o costume, o professor Cláudio Jorge Guimarães e as alunas Andréa Fermino Gonçalves e Jéssica Baum lançaram na semana passada, pela editora Estúdio Texto, o livro Serestas e Seresteiros: O evento Noite de Seresta da UEPG – PR.

     O lançamento foi no Premium Vila Velha Hotel com sessão de autógrafos e apresentação do grupo ‘Novos Malandros’. O livro se divide em quatro capítulos. O primeiro explica de forma acadêmica o que é seresta, seresteiros e serenata. O formato dificulta a leitura de quem não é do meio estudantil.

Foto: Luana Caroline Nascimento

Foto: Luana Caroline Nascimento

     O segundo capítulo recupera a história do evento, enquanto o terceiro mostra como são os bastidores da ‘Noite’ e o que é preciso para que seja realizada. O quarto e último capítulo descrevem a história daqueles que já participaram da Noite de Seresta. A obra é composta por referências de outros escritores e entrevistas colocadas como “informação verbal”.  Fotografias e cartazes das apresentações anteriores ilustram o livro.

     O desenho da capa com uma lua, um violão e uma luminária de rua, com a aparência de um lampião, lembra o cenário da Noite de Seresta do ano de 2012. A diagramação interna, por ser clara e limpa, torna a leitura mais simples e nada cansativa.

Luana Caroline Nascimento

Serviço:

O lançamento do livro foi no Premium Vila Velha Hotel às 19h. e 30 min. no dia 20 de agosto. Em breve, disponível para venda!

22/03/2013

Produção que não chega ao seu público

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Os produtos locais que muitas vezes não chegam aos moradores da cidade de Ponta Grossa

    É de direito a todos ter acesso à informação, mas quando o assunto é produção local, a maior parte está disponível apenas na TV a cabo, não sendo acessível a todos os lares da cidade e não tendo a visibilidade merecida pela maior parte da população, que muitas vezes não sabem quais são os programas nem seu teor.

Muitas vezes, as empresas de televisão a cabo não tem interesse em chegar aos bairros mais afastados da cidade, ou pelo contrário, as condições geográficas e econômicas dos moradores da periferia impedem-os de acessar conteúdos produzidos pelas televisões locais. Se a segunda opção for a recorrente, as empresas de TV locais tomam providências para solucionar os problemas?

Na Tela - Luana   Foto: Divulgação

A TV a cabo está nos bairros mais próximos ao centro onde os moradores têm condições me manterem por mês o serviço. Assim, há uma impressão de que o acesso é mais elitizado. As populações mais afastadas e muitas vezes mais necessitadas não acompanham o que é apresentado nesses canais ficando à margem da produção.

tvcomluana   Foto: Divulgação

    O que pode ser objeto de reflexão e melhora pelas redes de televisão locais, é por que dificultar o acesso de conteúdo produzido por eles para pessoas mais afastadas. É muito mais fácil e barato consumir programas produzidos por outros estados do que os feitos ao ‘seu lado’. A falta de incentivo e divulgação da programação local na TV a cabo também podem ser consideradas como empecilho para que a população sinta interesse em adquirir um pacote de canais pagos.

Luana Caroline Nascimento

Serviço:

TVM: http://www.redetvm.com.br/

TV comunitária: http://tvcompg.wordpress.com/

TV Vila Velha: http://www.tvvilavelha.com.br/

08/03/2013

De Londrina ao estado do Paraná

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Diário do norte paranaense quer chegar a todo o estado. Será que consegue?

Política, geral, esportes, mundo. Um diário, como a Folha de Londrina, procura focar diversas editorias. Com tiragem diária, o jornal tenta alcançar o Paraná inteiro com entrevistas, fotografias e reportagens. Política, cidade e geral tentam segurar a circulação local, abrangendo Londrina e o entorno da cidade. Porém, a agenda chega às outras cidades maiores ou menores, inclusive com espaço para a cultura popular.

Entretanto, a cobertura de cultura popular não vai além da agenda, aparecendo uma matéria ou outra esporadicamente, quando a data é forte como carnaval, semana santa ou folia de reis. Adentrando mais no jornal, toda sexta-feira sai o caderno “Folha de sexta”, com assuntos relacionados a um público teen, atingindo tanto os adolescentes quando seus pais. Outro destaque é a editoria de esportes que durante as últimas olimpíadas fez uma cobertura diária dos jogos e campeonatos.

Assim como a “Folha de sexta”, há na edição de sábado, a “Folha Rural”, com informações voltadas a fazendeiros e pequenos proprietários, e também a agenda de leilões da semana. A “Folha 2” retrata a cultura nacional, como estreia de filmes, documentários, bandas que estão em grandes mídias deixando assim pouco espaço para a produção local seja da cidade de Londrina ou do estado. Com tanta diversidade de cadernos, a Folha de Londrina chega do empresário pai de adolescentes ao pequeno agricultor sem grande dificuldade. Assim, o jornal do Norte PR está há 65 anos no mercado, registrando acontecimentos do Paraná e, algumas vezes, do Brasil.

                                                                                                                      Luana Caroline Nascimento

Serviço:

Jornal: Folha de Londrina – http://www.folhaweb.com.br/
Tiragem: 40 mil exemplares/dia. Preço: R$ 2,50. Contato: caf@folhadelondrina.com.br