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03/11/2013

Tradição em uma comida simples

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Os Churrasquinhos do tio Oda atraem as pessoas, principalmente, pela simplicidade, valor e qualidade do produto

É comum encontrar, no centro da cidade, pessoas que vendem cachorro quente, pipoca, sanduíches, espetinhos e outros produtos. Na esquina da Avenida Balduíno Taques com a rua Barão do Cerro Azul, em frente ao Colégio Estadual Julio Teodorico, os Churrasquinhos do tio Oda, há mais de dois anos, fazem sucesso durante a noite ali na região, principalmente, com os estudantes.

Os espetinhos apresentam pedaços de carnes maiores do que geralmente é vendido em outros lugares. A carne é bem temperada e macia. Além disso, o cliente pode complementar o tempero com molho e farofa disponíveis. O comerciante vende cinco opções de espetinhos: carne bovina, frango, coração, somente queijo e cafta (uma espécie de almôndega, originária da Àsia Central) com queijo. O preço é o mesmo para todos sabores: R$ 3 cada.

O espaço lota todas as noites, principalmente, por estar próximo de faculdades e de um hospital e por ser um lugar muito movimentado, exceto quando chove. Algumas vezes, as pessoas ficam no meio da rua pela falta de espaço para serem atendidas, o que também atrapalha a passagem de transeuntes pela calçada. Outro problema é a fumaça que o carrinho faz por conta da comida. Embora, isso seja mesmo inevitável, quando o assunto é churrasco.

O atendimento é de qualidade, apesar da ‘comunicação limitada’ ao negócio. Para aquele momento que você está com fome, mas também está sem tempo para ir a uma lanchonete/restaurante e esperar o lanche ficar pronto, uma das opções é um espetinho, por ser um produto barato e que não demora ficar pronto.

Julian Vieira

Serviço:

– Churrasquinhos do tio Oda fica em frente ao Colégio Julio Teodorico, Avenida Balduíno Taques com a rua Barão do Cerro Azul, Centro de Ponta Grossa. A unidade do espetinho custa R$ 3,00.

21/06/2013

Graças ao divino que me fez um homem

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Paulistano retrata a realidade da vida através da música no estilo rock and roll 

            No dia 20 de junho, segundo dia de apresentações do Festival Universitário da Canção (FUC), nove canções foram interpretadas pela etapa Nacional, no Cine Teatro Ópera. A sexta música da noite, Teimosia, sem dúvida, foi uma das mais animadas da noite.

         O paulistano, Adolar Marin interpretou a música Teimosia, enquanto a Banda Scratch Canarinho, formada pelos músicos Marcelo Teixeira, Sérgio Falcão, Fernando Tubarão e Sergio Amaral, que tocaram na maioria das canções da noite, ficou responsável pela parte instrumental (guitarra, baixo, bateria, percussão).

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Foto: Lente Quente/ Camila Gasparini

                 Marin tirava mais a atenção do público pelo seu jeito descontraído, irreverente e pelos vários gestos que fazia do que pela letra da música. Outro problema foi o som dos instrumentos da Banda que estavam mais altos do que o do microfone do intérprete, o que dificultava no entendimento da letra da música.

              A letra produzida por Marin junto com Léo Nogueira, fala da graça da vida, dessa teimosia em viver mesmo quando passamos por dificuldades, além de ser uma letra forte, que choca quem a ouve. “Com o tempo, nós aprendemos/ A nos fartar com o de menos/ Desgraça pouca é de graça/ Nossas feridas lambemos”.

              O ritmo se aproxima ao rock, mas que apesar de agitado, a canção sugeria um tom de sofrimento. A apresentação teve duração de quatro a cinco minutos por ter uma letra extensa, apesar do ritmo acelerado da música, ela também explora o instrumental da banda. Amanhã o FUC segue com as apresentações e também sai o resultado da etapa Nacional, na qual Adolar Marin concorre com a canção Teimosia.

Julian Vieira

Serviço:

Canção: Teimosia

Etapa: Nacional

Música: Adolar Marin

Letra: Adolar Marin e Léo Nogueira

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