Posts tagged ‘Jéssica Natal’

25/10/2013

‘Tire seu piercing do caminho que eu quero passar’

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Utilizado há séculos, piercing desafia culturas e sobrevive ao ganhar novos significados

          Ele está presente em orelhas, lábios, umbigos e outras partes inimagináveis do corpo de jovens e até de idosos. Uns chamam de penduricalhos, outros o veem como uma forma de expressão de suas atitudes. De todas as formas, o piercing é utilizado ao longo da história como uma forma de modificação corporal.

          Os furos no corpo, hoje, mais populares em pessoas comuns em todos os lugares, já foram carregados de significados para quem o usou. Na Índia, por exemplo, o piercing era sinônimo de riqueza; quanto mais piercings, mais alta era a casta a que o indivíduo pertencia. Mais próximas (culturalmente), tribos indígenas utilizam grandes enfeites no rosto para demonstrar poder e autoridade perante a tribo.

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Foto: Divulgação

          Mas os tempos mudam e as ‘cabeças’ das pessoas também. Como que um sinal de novos tempos, não se faz mais necessário ter um motivo concreto para usar piercing em alguma parte do corpo. Auto-afirmação, ter um estilo próprio, ser diferente do restante ou simplesmente fugir dos ideais conservadores, muitas vezes, podem ser motivo para fazer um furo no corpo.

          É só parar e observar nas ruas e lugares movimentados da cidade. Ao olhar no rosto de cada um, percebe-se que muitas pessoas  usam piercing. É bonito ou pura extravagância da moda? O fato é que se tornou costumeiro ver tais adornos ao redor ou mesmo no próprio corpo. O significado do objeto, hoje, contudo, é diferente daquele tão apreciado pelas culturas antigas. Mas deve-se pensar ‘aqui, nada se cria, tudo se copia’. Adapte-se a um estilo de vida.

Jéssica Natal

Serviço:

A peça custa entre R$ 20 e R$ 30 em estúdios. Para o furo e aplicação de piercing no corpo é cobrado o adicional de R$ 10.

17/05/2013

São tantas emoções…

421901_474440039270676_1442201556_nMúsicos interpretam canções de Roberto Carlos em homenagem ao dias das mães

     Aplausos, risos, choros e declarações de amor às progenitoras marcam o dia 12 de maio. Mães e filhos reuniram-se no Cine-Teatro Ópera para ouvir ‘Cadillac Dinossauros’ e Orquestra Sinfônica, pelo segundo ano consecutivo, para homenagear Roberto Carlos na 27ª Semana Bruno e Maria Enei. Apesar das músicas entoadas serem o foco da apresentação, detalhes de uso de palco, luz e interação do público com os músicos ganham destaque na noite.

     Tudo escuro, luzes escassas apontam apenas para os mais de 30 instrumentos no palco. De repente, alguém, bem ao centro, terno azul com as mãos no microfone canta “Quando eu estou aqui, eu vivo este momento lindo”. O cenário fica mais claro, o público aplaude, grita e canta junto. A interpretação do cantor chama a atenção dos espectadores. Os outros músicos que dividem espaço com o vocalista ajudam a compor o cenário.

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Foto: Luana Caroline

     A disposição de cada pessoa no palco deixa clara quem são Cadillac e quem compõe a Orquestra. A interação entre o público vai conforme as nuances de luz, quando o cantor pedia para que cantassem ou aplaudissem, as luzes se acendiam, uma forma de convite à participação da plateia.

     Um ponto negativo da apresentação seria a disposição dos músicos no palco, todo ele utilizado. O espaço disponibiliza cada centímetro para os instrumentos e deixam o vocalista, músicos e o maestro espremidos na frente. Backing vocals, na maioria das músicas, cantavam mais alto que a primeira voz.

     Após o término do cover, agradecimentos da mesma forma que Roberto Carlos faz nas apresentações. Rosas são jogadas.

 Jéssica Natal

Serviço:
O show em homenagem ao dia das mães ocorreu em 12 de maio, 20h, no Cine-Teatro Ópera, Centro de PG.
Valor antecipado dos ingressos: R$ 15,00 inteira e R$ 8,00 meia
Valor na hora: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia

22/03/2013

Detalhes que custam caro

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Produtos artesanais cobram preços altos aos compradores que procuram algo que não é vendido em grandes lojas

    Tapetes, panos de prato, bijuterias, roupas de lã, bonecas de pano, artigos decorativos todos feitos à mão. Transeuntes que passam pela Praça Barão do Rio Branco encontram variedades de objetos artesanais como opção de presente a amigos e familiares. Produtos e peças únicas, que eram tradicionalmente feitos em casa, para o consumo da família, não comercializados, agora, são expostos para o público.

    A exclusividade de cada trabalho são aliados da Feira, e motivo para que ela continue toda a semana no mesmo local. Por se encontrar perto do calçadão de Ponta Grossa, onde muitas lojas vendem algo vindo de fábrica, produzido em série, e com baixa validade, pessoas encontram uma produção alternativa, duradoura e cheia de detalhes de compra e consumo. O ponto fraco do comércio é a falta de variedade de artesanatos, uma grande parte dos produtos colocados à venda são repetidos de barraquinha a barraquinha, sendo majoritariamente chinelos de panos e produtos de decoração, como caixinhas de madeira. Apesar da repetição de produtos, os preços variam de acordo com cada artesão.

Outros Giros - Jéssica

    Foto: Jéssica Natal

   Alguns produtos da Feira demoram mais para ficarem prontos e demandam uma habilidade maior do artesão, ganhando assim, um preço mais caro dos que estão à venda no restante do comércio da cidade. Compradores, interessados por produtos diferentes, precisam desembolsar mais dinheiro que o de costume, e ainda enfrentar algumas vezes o mau-humor das vendedoras. Comerciantes cobram o preço que querem, por ser um trabalho único, feito à mão e rico em detalhes.

 Jéssica Natal

Serviço:

Local: Praça Barão do Rio Branco- Centro- Ponta Grossa, Paraná.

Dias de funcionamento: Quarta e sexta-feira

Horário: Das 08 às 17h