Posts tagged ‘Isabela Almeida’

22/11/2013

Pouco pano, mas muita ousadia no look

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As blusinhas curtas são a nova aposta do verão, mas cuidado para não faltar pano e sobrar pele

        A blusa cropped é a nova tendência de verão. Além de se ajustar às exigências do clima, a vestimenta também pede por discrição e bom senso na hora de usá-la para que não fique vulgar. Ao contrário dos tops que fizeram sucesso na década de 1990, os croppeds vêm com um toque de refinamento que, apesar de curtos, não têm a intenção de mostrar o corpo.

        O cropped pode ser justo ou largo, mas sempre acima do umbigo, porém a regra principal para usá-lo é justamente não mostrar o umbigo, e assim mais uma tendência da moda surge sem pesar o look, o cós alto. Pode ser calça, saia ou shorts, mas o importante é que o umbigo fique escondido.

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Foto: Divulgação

       Interessante é o equilíbrio de proporções, tanto de tecidos quanto de tamanho, na hora de montar o look. Se o cropped for justo, uma saia larga. Se o cropped for de um tecido fino, vale apostar em um shorts jeans. E se quiser abusar da combinação inteira colante não esqueça de jogar um casaco por cima para não ficar vulgar.

         Mas cuidado! Como toda tendência de moda, nem tudo fica bom para todos os corpos. Por marcar demais e exibir um pouco mais de pele, os croppeds não são recomendados para as mulheres que estiverem um pouco acima do peso, pois apesar de não exibir a barriga, o cropped também não esconde as formas. E, aí, vale a regra do bom senso!

        Quem souber montar um look diferente na moda pode apostar, com tudo nos croppeds, além de serem ótimos companheiros para o verão, a pessoa que usar conseguirá ser sexy sem ser vulgar, além de seguir as maiores tendências de moda verão 2013/2014.

Isabela Almeida

Serviço:
Os croppeds podem ser encontrados nas melhores lojas de roupa da cidade.
Os preços variam, mas podem ser a partir de R$50,00.

12/11/2013

“Detergente, detergente, detergente” e uma limpeza social

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Peça sugere entender na arte como saída para a libertação das amarras das doenças para uma outra (nova) sociedade
O Espetáculo ‘A confecção da queda’ mostra a história de duas mulheres, que estão presas em situações diferentes, mas são prisioneiras das doenças da sociedade atual. A primeira (Sofia) está em regime de escravidão sexual, enquanto a segunda (Laís) sofre de um Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e acaba por se isolar no apartamento, fugindo do trabalho de dentista para tentar melhorar.
No palco as duas dividem o mesmo cenário e uma linguagem psicológica, muitas vezes marcada por elementos de vozes ao telefone. O que mais surpreende são objetos simples utilizados no cenário, que acabam todos fazendo parte da encenação e, aos poucos, se elevam do palco para formar uma surpresa ao fim da peça.
O espetáculo choca logo de início com uma das atrizes penduradas de ponta-cabeça, esperando o público entrar no teatro. E, ao fim, a outra também acaba fazendo parte do cenário. Durante a peça, que tem sonoplastia e emoções das personagens sempre muito intensas, os sustos com os sons é inevitável, e consegue deixar o público na mesma tensão e apreensão das personagens.
Foto: Luana Caroline Nascimento

Foto: Luana Caroline Nascimento

Ao final, quando o corpo de uma morte misteriosa de uma das personagens emerge na enchente da avenida Nove de Julho, a outra personagem consegue se libertar das próprias amarras, encontrando um caminho bem diferente para a ‘salvação’. O público é convidado a subir ao palco, meio sem saber se o espetáculo acabou ou não e, talvez com medo de intervir, nem todos sobem, pois a maioria ficou na dúvida se o espetáculo tinha acabado ou não.
Isabela Almeida

 Serviço:

Grupo: Cia. Fábrica São Paulo – SP

Duração: 60 min

Direção: Roberto Rosa

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25/10/2013

Plugados no Estado do Paraná

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Programa com proposta jovem da RPC tem variedade de assuntos e está atento aos assuntos regionais

          O programa Plug, que passa na RPCTV todos os sábados às 11h30 da manhã, tem como proposta ser um programa jovem sobre música, moda, comportamento, lazer e debates a respeito de causas sociais que envolvam a juventude. A abertura do programa, colorida e com música dançante, reforça a proposta de foco na faixa etária pretendida pelo Plug. Jairo Nascimento e Michelly Correa apresentam o programa e conversam de maneira descontraída, em linguagem simples e com uso de gírias e brincadeiras. A apresentação é levada com clima de amizade.

          Por ser um programa regional, muitas das matérias são feitas nas cidades do interior do Paraná, principalmente as que tratam sobre lazer, que mostram os pontos turísticos do estado. As reportagens sobre música mostram artistas de todo o país, mas também dão espaço aos músicos e bandas locais.

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                                         Foto: Divulgação

          O programa, que tem em torno de meia hora de duração, é dividido em três blocos, que geralmente tratam de um assunto em cada bloco. As enquetes feitas nas ruas de Curitiba e os debates gravados no estúdio com a plateia enriquecem o projeto com a opinião do telespectador. E, isso, contando com as redes sociais, que atualizam o que está acontecendo na produção e compartilham publicações dos espectadores.

          Plug também tem conteúdos exclusivos para a web, que não são tão atualizados, pois seguem o ritmo de programa semanal. Os vídeos são de chamadas para os próximos programas, campanhas e o making off das gravações. Além de publicar fotos do público com os apresentadores e as inscrições para o ‘Estúdio Plug’, que chama as bandas locais a se apresentarem.

Isabela Almeida

Serviço:

O programa Plug vai ao ar todos os śabados, às 11h30, na RPC TV (canal 5 da TV a cabo ou pelo sistema aberto de TV). O conteúdo online está disponível emhttp://redeglobo.globo.com/pr/rpctv/plug/videos/

 

04/10/2013

Ciência fácil de entender

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Revista que trata sobre ciência, produzida por estudantes de Jornalismo, tem linguagem e assuntos atraentes

     A revista trimestral Ciência Nuntiare é produzida pela turma do quarto ano do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). A segunda edição da revista em 2013 saiu em julho e traz como matéria principal a discussão atual das redes sociais para a mobilização do país nas manifestações nas ruas.

     A revista é dividida em editorias, que são todas sobre os avanços da ciência, variando entre tecnologia, saúde, exatas, agrárias, humanas e sociais aplicadas. Por mais que a revista seja apenas científica, ela consegue variar os assuntos e não se tornar repetitiva. A linguagem é simples e direta, e quando encontra termos técnicos explica-os de maneira acessível, facilitando a compreensão dos temas pelo leitor.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

     O design da capa da revista é limpo e não contém muitas chamadas, apenas uma foto grande e uma margem colorida, o que não atrai tanto o público pouco habituado com a circulação do periódico. A diagramação interna é padronizada e contém muitas ilustrações, o que chama a atenção do leitor e não torna a leitura muito cansativa, além de veicular gráficos explicativos que ajudam na compreensão dos temas.

    Os textos não são longos, mas ainda assim conseguem aprofundar os assuntos, mas sem esgotá-los e oferecer informações que não interessam o leitor que não é ligado à ciência. O conteúdo da revista como um todo consegue ser interessante mesmo que seja voltado apenas para a área das ciências E, assim, a revista busca prender a atenção de todo o tipo de público.

Isabela Almeida

Serviço:

Próxima edição: previsão para final de outubro

Tiragem: 500 exemplares

Circulação: Campus Central e Uvaranas da UEPG

Versão Online: http://www.youblisher.com/p/709903-Nuntiare-Ciencia-2/

20/06/2013

Bossa nova também teve espaço na primeira noite do FUC

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Grupo que passou para a fase nacional apresentou música calma e sem muitas rimas

        Música que passou para a próxima fase do Festival Universitário da Canção leva segundo lugar na votação do júri técnico e conquista júri popular. Se vai idade foi a última música a ser apresentada na primeira noite do FUC. O título vem de um trocadilho que diz que o tempo leva a “idade” e a “vaidade” das pessoas. Com três integrantes, duas moças e um rapaz, divididos entre vocais, piano elétrico e violão, a apresentação passou uma sensação de paz à plateia e seguiu um estilo bossa nova com o canto-falado.

        Os instrumentos estavam afinados e em sincronia, já a vocal no começo se mostrou um pouco mais nervosa que os outros e acabou desafinando em algumas notas no início. A presença de palco foi pouco explorada, com os integrantes localizados na esquerda do palco e bem próximos uns dos outros. Os instrumentistas estavam sentados e a vocalista não se mexeu muito.

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Foto: Lente Quente/João Henrique

        As roupas dos integrantes não foram o ponto alto da apresentação, talvez ao contrário de alguns grupos, que pareciam ter combinado o figurino. E como todos os outros grupos, esse também teve alguns problemas técnicos na hora de instalar os instrumentos e começar a tocar. A letra é leve e não tem muitas rimas, fala sobre aproveitar a vida com mais leveza e menos preocupação, no refrão a melodia fica um pouco mais animada.

        O encerramento da música registra apenas uma combinação instrumental. O grupo parece ter agradado a plateia e reduzido o cansaço da noite de 10 apresentações, pois os artistas foram aplaudidos e receberam gritos da plateia.

Isabela Almeida

Serviço:

Canção: Se vai idade

Letra: Fernando Bertani Gomes

Música: Fernando Bertani Gomes

Músicos: Fernando e Aline Ansbach Garabeli

27/03/2013

Uma emissora (de muitos) feita para muitos

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Programas com linguagem e gosto popular estereotipado marcam sucesso em rádio veterana de PG

Com slogan “o povão se encontra aqui”, a Rádio T (FM 99,9) tem programação musical voltada principalmente para o público sertanejo, insinuando que esse é o estilo preferido da massa.  A emissora se nomeia como ‘a poderosa’. Em abrangência, ela realmente é, com cobertura nas principais cidades do Paraná, ajudando a personalizar a programação noticiosa, já que a musical é a mesma para todo o estado.

Com dez programas na grade, a rádio dá mais importância ao entretenimento. São programas populares, como o Clube dos Pobres e o Fofocando, que dão atenção às coisas banais do dia-a-dia dos ouvintes e dos famosos, além de contar com a participação do público, através do Torpedo da T.

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Foto: Divulgação

A locução tem linguagem simples e coloquial, mas às vezes exagera no uso das gírias, o que dá impressão de desvalorizar o público ouvinte. Sem contar os risos e piadas internas dos locutores, que fogem totalmente do entendimento daqueles que ouvem esporadicamente os programas.

Na divulgação de notícias, principalmente as políticas, é expressa a opinião do locutor com entonação forte. Interessante recurso usado, pois não deixa o ouvinte perdido entre informação e opinião.

A programação da manhã é leve e variada, com notícias locais, horóscopo e músicas atuais. Os comerciais ocupam pouco espaço, são bem distribuídos e não fazem o ouvinte esperar muito pela próxima música.

A Rádio T não foge ao padrão das demais emissoras de Ponta Grossa, pouca programação noticiosa na grade e músicas sem variações de estilo. Mas os ouvintes fiéis da rádio se sentem próximos dos locutores e devem se identificar com o gosto musical.

Isabela Almeida

Serviço:

Frequência 99,9 FM
site: www.radiot.com.br/

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