Posts tagged ‘Festival Universitário da Canção’

20/06/2013

“Quem disse que você é legal?”

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No palco do FUC, um pouco mais do que você já escutou e viu por aí… em PG

        A banda Cadillac Dinossauros está habituada em se apresentar nos bares da cidade, interpretando covers, embora algumas vezes intercalam com músicas próprias. Mas o que se viu no palco do Cine-Teatro Ópera, no encerramento da primeira noite (19/06) do 26º Festival Universitário da Canção (FUC), foi o show inédito “O compositor é!”, com músicas de autoria, o que explicaria o silêncio do público. Para não perder o costume, os Cadillacs e os músicos convidados também tocaram covers.

        Baixo, guitarra, bateria e violão formam a base instrumental. Em algumas canções se introduz o clarinete ou flauta transversal, um diferencial melódico oferecido pelo grupo, que consegue atingir a proposta de ser uma banda de rock, com resquícios do samba. A experiência dos músicos contribui para a qualidade sonora.

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Foto: lente quente/João Henrique

        As letras migram de tentativa de crítica social, reflexão à contação de história e fogem de temas clichês. Percebe-se, em algumas canções, rimas pobres, aparentemente propositais. A voz do vocalista é levemente rouca, afinada, e consegue atingir notas altas, demonstrando domínio musical, talvez apenas um tanto ardida, podendo desagradar alguns ouvidos.

        Apesar da presença, o Cadillac Dinossauros não ousa e não oferece um material diferenciado. Na primeira vez que se escuta, as músicas passam a impressão de serem parecidas, principalmente no ritmo e interpretação.

        Durante a apresentação no FUC, a banda interagiu com o público e a reprodução de canções alheias contribuiu para animar. Uma encenação cômica com atores, porém desnecessária durante uma música arrancou risos da plateia, que aplaudiu de pé no final, indicando uma aceitação pública.

Letícia Augusta

Serviço:

Canção: Todo compositor é

Letra: Cadillac Dinossauros

Música: Cadillac Dinossauros

Músicos: Integrantes da Banda e convidados.

20/06/2013

Pra quem não sabe, meu nome é tropeiro

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Quarta apresentação do 26º FUC se destaca pela simplicidade e sensibilidade da letra

        Depois de três apresentações com bandas trazendo ritmos mais agitados, o quarto candidato da primeira noite do 26 º FUC, Alessandro Trappel Gonçalves da Silva veio com um ritmo mais suave, com a música Meu nome é Tropeiro, de autoria própria. A música foi apresentada em voz e violão, o que diferenciou a apresentação das outras, criando uma quebra do clima agitado das outras.

        Antes de apresentar a canção, o compositor disse que se tratava de uma homenagem aos tropeiros e aos Campos Gerais. A música tem um tom de saudade e de homenagem mesmo, descreve as andanças de um tropeiro pela região dos Campos Gerais. O ritmo da música e a voz de Alessandro tornaram a música sensível, numa apresentação que se destaca pela simplicidade.

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 Foto: Lente Quente/André Jonsson

        Falar de um tema como os tropeiros não parece inovador, sendo que o saudosismo e o amor pela própria terra são muito retratados em concursos não só de música. O que diferencia esta canção é o ritmo, que apesar de mais suave, com os olhos fechados pode-se imaginar uma cavalgada, por ser constante e juntamente com a letra formar a cena de quem anda por lugares dos campos regionais.

        Nos versos “e pra quem não sabe/Eu fui o primeiro/Plantei a semente/Meu nome é tropeiro” a letra mostra todo o orgulho de quem ajudou a construir a história do Paraná. Uma apresentação não contou com muitos recursos instrumentais como as outras concorrentes, mas se destacou pela simplicidade e pela homenagem presente na composição.

Marcela Ferreira

 

Serviço:

Canção: Meu nome é tropeiro

Letra: Alessandro Trappel Gonçalves da Silva

Músicos: Alessandro Trappel Gonçalves da Silva

20/06/2013

Canção bairrista abre 26º FUC

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Músico e compositor, Álvaro Bueno Filho volta ao festival e canta memórias ferroviárias 

        O 26º Festival Universitário da Canção (FUC) abriu com um veterano de festivais da canção de Ponta Grossa: Álvaro Bueno Filho, vencedor da etapa regional do FUC de 2011. O músico também é o autor do hino do Operário Ferroviário Esporte Clube, eleito em 2012.

        Álvaro concorre no FUC 2013 como autor e intérprete de Velha Estação, canção bairrista que conta as belezas da região do terceiro planalto paranaense. Acompanhado de Divaldo (acordeão), Cristian (violão) e Alessandro (baixo) – o mesmo da banda do FUC -, Álvaro Bueno Filho e seu violão apresentam em 4 minutos e 30 segundos um arranjo simples e elaborado sobre uma letra saudosista que relembra o transporte ferroviário brasileiro e que tem como marca a antiga estação ferroviária do centro de Ponta Grossa, hoje conhecida como Estação Saudade.

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Foto: Lente Quente/João Henrique

        A letra tem uma introdução declamada pelo próprio autor e intérprete num verso corrido que conta a história de um rapaz com 18 anos recém-chegado em Ponta Grossa que descobre uma terra boa para plantar, colher e ter seu “ganha pão”.

        A música vai num ‘crescendo’ e a letra acompanha a frase que um cita lugar fundador da história da cidade, como a praça da Catedral. Uma microfonia atrapalha o estribilho entre o verso e que separa o curto solo de acordeão que antecede o dedilhado de violão, do tipo cítara, para voltar em versos crescentes que afirmam que a terra escolhida pelo autor – que não é pontagrossense, e sim castrense – é sua terra. Por fim, uma inovação do 26º FUC, um vídeo de 30 segundos quase inaudível, no qual Álvaro Bueno fala sobre a importância da música em sua vida.

Marcelo Mara

 

Serviço:

Canção: Velha Estação

Letra: Álvaro Bueno Filho

Música: Álvaro Bueno Filho

Músicos: Álvaro Bueno Filho, Divaldo (acordeão), Cristian (violão) e Alessandro (baixo)

20/06/2013

Cadillac nada, quero um calhambeque!

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Homenagem a Roberto Carlos equilibra criatividade musical entre clichê e gospel

        No clima de um evento cada vez mais “festivaleiro” e menos universitário, o 26º Festival Universitário da Canção e a nona edição do FUC regional iniciou com 25 minutos de atraso.  O já acostumado com os palcos ponta grossenses, Joãozinho (João Francisco Rangel de Abreu) fugiu do clichê característico do FUC de falar sobre “as belezas e dádivas dos Campos Gerais”. A oitava música apresentada na primeira noite do Festival homenageou Roberto Carlos na música Aquelas do Rei.

        Em tom de ‘Potpourri’ a composição da letra é feita sobre títulos de canções famosas de Rei. Divididas nas “fases” da carreira do cantor da ‘vanguarda’. Com a sonoridade no início lenta, a canção foi embalada pelo saxofone e pelo violão, seguido pela voz calma do Joãozinho e pela percussão. No meio da música é que se chega ao clímax e a parte mais agitada e dançante da música.

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Foto: Lente Quente/João Henrique

        A segunda parte da música não é tão dançante quando o ‘refrão’, mas segue ritmada. Novamente o saxofone entra no final da música, dando um ar sofisticado à interpretação. Curioso é que o mesmo músico que toca saxofone, toca o teclado, o que cria uma dinâmica engraçada e, ás vezes, desesperadora no palco.

        O publico reagiu de modo variado à apresentação, alguns comentavam partes da letra, outros cantarolavam os sucessos de Roberto Carlos, cujos títulos compunham a letra da música apresentada. A música foi suave, divertida e ritmada, intercalando voz, violão, saxofone e percussão.  A apresentação deixa o FUC com cara de festival ‘mpb’ e menos com cara de festival de hino regional.

Giovana Paganini

Serviço:

Canção: Aquelas do Rei

Letra: João Francisco Rangel de Abreu

Música: Escrete Canarinho

Músicos: João Francisco Rangel de Abreu e Trio

 

20/06/2013

“Minha vida é assim, eu não dou ouvido a ninguém”

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Compositor de Ponta Grossa trás música e histórias de vida intercaladas por um ritmo de samba

        Como quem “sabe esperar a hora de chegar e realizar todos os seus sonhos”, a nona apresentação do 26º FUC e 9º FUC Regional, Viva Assim, cantada por Juliano G. Carneiro, trouxe aos palcos do Festival na noite de quarta-feira (19) o samba, que foi pouco usado pelos cantores selecionados no festival de 2013, se comparado a outros anos onde tinha presença marcante.

        Afinado e com presença de palco, Juliano tocou um cavaquinho que compôs a melodia com a banda do festival. Apesar da interação do cantor com o público durante a apresentação e do ritmo animado, a música não chamou atenção da plateia, que demonstrou pouca empolgação. Durante a canção, Juliano também fez menção ao pai e avô que o incentivaram a gostar de música e principalmente o samba.

ImagemFoto: Lente Quente/André Jonsson

        Mesmo com volume equilibrado do microfone do cantor, o som alto da banda durante a apresentação prejudicou a audição do público e o entendimento da letra para quem não a acompanhava pelo caderno da programação, o que pode ter contribuído para o pouco interesse pela canção.

        De autoria própria do intérprete, a letra da música tem um refrão curto que é pouco repetido e não chama mais atenção que os demais versos. A letra destaca que o importante é viver bem sem ligar para a “’onda’” de modismo”, e que o “o style é ser natural, e seguir sua cabeça”.

        Em uma noite de pouco brilho, a música do cantor ponta-grossensse Juliano Carneiro ficou com a 3ª colocação da etapa regional e disputa a próxima fase nacional do Festival, no Cine Teatro Ópera.

Aline Czezacki

Serviço:

Canção: Viva Assim

Letra: Juliano G. Carneiro

Músicos: Juliano G. Carneiro

20/06/2013

Na essência, musicalmente falando

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Sexta canção apresentada no FUC reflete sobre o sentido da existência humana

        “Dedicada aos amigos”, como disse o violeiro no início da apresentação, a canção Essência foi a sexta música interpretada na etapa regional da primeira noite do FUC. Sob um ritmo harmonioso, cincos integrantes mostraram afinação no teclado, violino, violão e duas vozes femininas, que juntas igualaram-se ao som de um tom equilibrado e condizente com o estilo musical “relaxante”. O ritmo foi mantido do inicio ao fim, sem mudanças significativas.

        Apesar da interpretação atender ao desafio de qualidade instrumental e vocal, alguns apontamentos técnicos devem ser citados. Um dos principais e, o primeiro a se destacar, foi a entrada tardia da violinista, aparentemente proposital, ao palco. A estratégia da entrada, enquanto os demais já estavam cerca de 40 segundos executando a música, foi colocá-la para tocar somente na hora que inicia o refrão, o que confundiu um pouco a apresentação, já que acabou dispersando o foco de olhares para a violinista.

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Foto: Lente Quente/André Jonsson

        Os integrantes também não demonstraram interação com o publico como ferramenta. Até mesmo no início da apresentação, quando, no FUC, os cantores usam alguns segundos para explicar os motivos e as inspirações da canção, o grupo optou por não fazê-lo.

        Sobre a letra do compositor Sergio Luiz Waldmann Junior, os versos remetem ao sentimento da essência do viver a vida. Do descontentamento e solidão à persistência do valor do amor, a composição provoca o ouvinte a um pensamento, como a própria letra diz: “sozinha não, lutaremos pra viver”!. E, assim, a canção cumpre papel proposto de repensar a verdadeira essência do existir.

Mariana Okita

Serviço:

Canção: Essência

Letra: Sergio Luiz Waldmann Junior

Músicos: Sergio Luiz Waldmann Junior

20/06/2013

Marca regional vira música e leva prêmio

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Ode ao Ade, interpretada pela banda A Coisa, vence a etapa Regional do FUC

        Ode ao Ade, com letra de Kleber Bordinhão e música de Felipe de Oliveira, foi interpretada pela banda A Coisa na edição regional do FUC. A música faz uma reverência à Ponta Grossa, lembrando já no nome a típica interjeição ‘ade’. A letra é curta, com duas estrofes e seis versos. Todos na banda vestiam ternos pretos durante a apresentação e não se movimentaram muito no palco.

        Bateria, pandeiro, violoncelo, guitarra além dos vocais compunham a banda. O vocalista usou efeitos sonoros durante um pequeno trecho da música, o que não teve a intenção de mascarar alguma imperfeição na voz, já que o cantor não desafinou. Além disso, o grupo usou notas mais longas e agudas durante a canção com um alto potencial vocal.

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Foto: Lente Quente/André Jonsson

        O ritmo frenético criou um contraste agradável com instrumentos mais leves, como o violoncelo e o pandeiro. A própria banda definiu a música como “ácida e autêntica assim como Ponta Grossa”.  Apesar de poucas estrofes, a letra não é cansativa nem repetitiva.

        Não é a primeira vez que Kleber Bordinhão e a banda A Coisa, trabalham em parceria. Em 2012, a música Eu em você, teve como letra o poema de mesmo nome, feito por Bordinhão. A canção participou da coletânea musical do projeto Reversos – Instrumentalizando a Poesia do site sobre cultura alternativa, Nego Dito.

        A música foi vencedora da etapa Regional da edição 2013 do FUC e disputa a etapa Nacional juntamente com outras três músicas ponta-grossenses.

Gabrielle Koster

Serviço:

Canção: Ode ao Ade

Letra: Kleber Bordinhão

Música: Felipe de Oliveira

Músicos: Banda A Coisa

20/06/2013

Tempo para se sentir infinito

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Inspirados no ‘Tempo’, canção de Gilson Rocha e Banda apostou na combinação instrumental

        A sétima apresentação da primeira noite do Festival Universitário da Canção (FUC) ficou com a concorrente Tempo, por Gilson Rocha e banda. A disposição dos instrumentos e ajustes técnicos atrasou o início da apresentação, que demorou cerca de dois minutos para começar. Neste intervalo, o apresentador do FUC relembrou a plateia das próximas atrações da noite.

        A banda, de 10 pessoas, estava bem distribuída no palco, com roupas pretas, semelhantes umas as outras, esteticamente agradável de observar. O grupo usou vários instrumentos durante o desempenho: dois violões, bateria, gaita, chocalhos, xilofone, pandeiro e teclado, todos bem tocados, sem falhas graves ou perceptíveis. O único sem instrumento era o vocalista.

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Foto: Lente Quente/João Henrique

        A letra, que é uma reflexão sobre o tempo e como as pessoas o encaram, combina com a melodia. E quem ouve pode facilmente se identificar com o que é cantado. O arranjo entre os instrumentos tornou a música agradável de ouvir, exceto pelo refrão, onde o vocalista exagerou no volume, tornando difícil de distinguir o que dizia a letra. O excesso também marcou as expressões do cantor, ao forçar caras e movimentos desnecessários, que não combinavam com a letra e, talvez, menos ainda melodia de ‘Tempo’.

        Todos os integrantes atuaram com vozes de fundo, no decorrer da canção, bastante afinados, em sintonia com a letra e melodia, contribuindo ao arranjo. Nos cinco minutos e 54 segundos de duração, a música cativou a atenção do público que, ao final, demonstrou satisfação pelos aplausos.

Crys Kühl

 

Serviço:

Canção: Tempo

Letra: Antoninho Lopez e Gilson Rocha

Música: Gilson Rocha

Músicos: Gilson Rocha e banda

20/06/2013

Uma música para romper preconceitos

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Quinta apresentação da fase regional do FUC traz mensagem de libertação da mente e respeito aos irmãos

        A música Aos olhos de Deus, apresentada na primeira noite do Festival Universitário da Canção (FUC), tem três estrofes que abordam a vontade de corrigir erros e libertar a ‘corrente que envolve a mente’ para, então, sem preconceitos, poder cooperar e abraçar o nosso ‘irmão’. A primeira estrofe é interpretada pelo cantor Marcos Aurélio Camargo Ribeiro (que também compôs a música) junto com o som do violino. Na segunda quem canta é Beatriz Ribeiro, apresentada no evento como acompanhante vocal e a terceira e última estrofe é intercalada pelos dois cantores.

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Foto: Lente Quente/André Jonsson

Nos seis minutos que os músicos ficaram no palco houve conversas com o público, introdução à música e a canção propriamente dita. A música começa com o violino em um tom mais grave que as músicas anteriores, o que causa uma sensação de melancolia e introspecção, que é também o que a letra da música tenta passar, como no verso: “vamos refazer nossos planos, corrigir os enganos e rever as convicções, Sem aquele medo profano tirar todos os panos e nos mostrarmos nus, Vamos quebrar toda a corrente que envolve esta mente e romper os grilhões”. No palco, a banda do Festival também acompanhou a interpretação da música, na bateria e no teclado.

Na letra, podem-se observar vários termos religiosos, como Deus, pagão, profano e divina, porém também se nota uma certa universalidade do tema de pensar no futuro de forma crítica e do sentimento de limitação humana frente um universo tão grande. A violinista e os dois cantores estavam dispostos em uma linha reta na frente da banda de apoio.

Maria Luísa Cerri

Serviço:

Canção: Aos olhos de Deus

Letra: Marcos Aurélio Camargo Ribeiro

Música: Marcos Aurélio Camargo Ribeiro

Músicos: Marcos Aurélio e Beatriz Ribeiro

21/06/2012

Nem mais, nem menos: suficiente

Música que abriu festival de 2012 não transmitiu emoção que o público esperava e ficou fora da etapa nacional

Foto: Lente Quente/Giovana Paganini

 

Às 20h e 20 minutos, na noite da quarta-feira, 20/06, o auditório principal do Cine Teatro Ópera silenciava-se à espera da música que inauguraria o 25º Festival Universitário da Canção (FUC). No palco, o trio comandado por Gilson Rocha tinha em mãos a responsabilidade de abrir o evento e levar ao público, que saira de casa em um dia frio, chuvoso e preenchia boa parte dos lugares, a emoção que todos esperam do festival.

Sem acompanhamento da banda do evento e com um arranjo simples de vozes e violão, o trio fez o básico para garantir os aplausos da plateia ao final da apresentação. Nada de mais. A música ‘Olhares’ pouco prendeu a atenção do público, talvez pela postura dos integrantes no palco. Tímidos e nervosos, características de músicos jovens, que não fazem parte do ‘circuito de festivais’ e não tem a malícia que só o tempo traz, não conseguiram transmitir a emoção presente na letra.

Os 13 versos entoados em três minutos de música tem uma história interessante: foram compostos por Gilson Rocha, Estefane Bonin e Bárbara Mainardes, durante um trabalho para a disciplina de Teoria e Percepção, na grade do segundo ano de Licenciatura em Música pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Como o resultado em classe fora satisfatório, o gurpo trouxe a composição para o FUC.

Ainda no que diz respeito a letra, os versos “Dentre mil olhares só o seu/ Não quero que fales que sou teu/ Basta olhar pra mim”, assim como toda a música, seguiram a linha romântica do dia, também notada nas canções ‘Por onde for’ e ‘Deusa da beleza’.

Um arranjo melhor elaborado, utilizando uma base instrumental mais rica seria interessante, pois ajudaria os músicos a não ficarem tão expostos no que diz respeito à afinação. Após o show “Mistura Boa”, com a participação de Álvaro Bueno e grupo Sua Voz, no término da primeira noite, foram anunciados os vencedores, e o trio, ficou de fora da disputa na etapa nacional do evento e sequer entrou na lista do Júri Popular.

Edgar Ribas

Serviço:

Canção: Olhares

Música: Estefane Bonin e Bárbara de Sá Mainardes

Letra: Gilson Rocha

Duração: 3:00 (min)