Posts tagged ‘angélica szeremeta’

17/09/2013

Voltei ao Flicampos, sem ler o Ombudsman

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     Na semana em que ocorreu o Flicampos, entre 7 e 15 de setembro, o Crítica de Ponta continuou pautando o evento. Agora, cobrindo as atividades. No texto ombudsman da semana passada foram dadas algumas indicações para a construção e edição do texto. Porém, baseada na nova remessa de críticas, alguns autores não as leram antes de partir novamente para a cobertura.

     Um indicativo dessa falta de leitura prévia foi a repetição da palavra Flicampos no tíitulo “Diferentes temas atraem público para Flicampos”, “A beleza que tem um samba’ na manhã da Flicampos”, “apesar das melhorias, Flicampos precisa de ajustes”. As demais titulações estavam mais soltas e extrovertidas. Nos outros sete textos, a crítica ficou melhor construída, além de, como já dito antes, deixou a leitura do blog como um todo menos cansativa. Um ponto positivo para a equipe do Crítica de Ponta, que lê o ombudsman.

     O que se notou, também, foram melhoras no que se diz respeito às longas descrições: há mais crítica do que nas duas semanas anteriores. A descrição entrou para complementar e dar base aos apontamentos, e não como instrumento único nas produções.

     Algumas críticas merecem comentários a parte, como é o caso de “Criatividade e inovação versus parcialidade”, que acertou tanto na escolha do tema, quanto no uso direto e simples de recursos que contextualizavam para depois criticar. Usar linguagem muito rebuscada pode desconstruir uma crítica, como acontece no texto “existe competência, falta inovação”, que abordou as músicas que embalaram a FIicampos com riqueza de pauta, porém, deixou o texto confuso.

     Um momento que exemplifica essa confusão é quando o autor diz “uma grande salada musical marcava presença nos autofalantes”, e logo em seguida afirma que “…foi apenas uma engraçada amostra da ortodoxa sonorização do evento”. Ortodoxa, segundo os dicionários da língua portuguesa, significa algo rígido, sem modificações, permanente, que não admite o novo. Como algo que se denomina ortodoxo pode ser “uma salada”? É válido utilizar palavras mais rebuscadas na crítica, porém é preciso ficar atento aos significados.

     Errar faz parte do aprendizado. Cabe, agora, refletir sobre as produções já realizadas para, na próxima oportunidade, ajustar as (singelas) pendências que ainda rondam a equipe. Não a desperdicem, e, leiam o ombudsman.

Angélica Szeremeta

 

 

10/09/2013

Onde estas tu, organização?

ombudsman12-112            Realizar cobertura de evento em forma de crítica, que aborda diferentes angulações da atividade em questão é uma ideia louvável. Porém, se mal organizado, o tiro acaba saindo pela culatra. O Crítica de Ponta mirou no alvo certo: a realização do II Festival Literário dos Campos Gerais (Flicampos). Mas, em alguns momentos, a bala acertou no pé.

Dos nove textos elaborados, sete trouxeram o evento como tema, exceto as editorias ‘Pratos & Drinks’ e ‘Moda e Estilo’. Apesar de não seguir a linha editorial da semana, por motivos compreensíveis de falta de pauta correspondente à proposta, foram as que mais acertaram na hora de criticar: trouxeram títulos criativos, contextualizaram o tema e principalmente trouxeram serviços. De que adianta uma crítica sem serviço, já que a função da mesma é orientar o leitor para o consumo ou não do material?

Além da falta de serviços em alguns textos, a titulação deixou a desejar. A crítica permite brincar mais com o jogo das palavras na formação do título. “Jornais de PG pouco divulgam II° Flicampos”, “Cinema e literatura na 2ª edição do Flicampos” “Imaginação presente no II Flicampos” são repetitivos em excesso, quando se pensa a leitura do site como um todo.

A edição deveria ter reformulado a titulação ou então uma reunião a priori que organizasse o formato dos textos (já que é uma cobertura especial) resolveria o problema. Faltou planejamento.

Já que se fala em edição e serviço, a postagem tardia do texto ombudsman semana passada ficou atrasada, quase uma semana após as publicações dos textos. É importante saber que o ombudsman deve ser lido e disponibilizado ao leitor, não somente para consumo interno dos acadêmicos, pois, se fosse assim, não seria necessário a postagem do mesmo.

É preciso que equipe (editorial) do Crítica de Ponta visualize o site como um projeto integrado e não somente os textos isolados. A falta de uma logística adequada acarreta o que se vê nesta edição: repetições, atrasos nas publicações e falta de criatividade para redigir o texto, além da falta de informações de serviço. A cobertura de eventos é efêmera e se esvai com o passar das horas. Deve ser um trabalho rápido e planejado. O tempo é escasso para todos e é preciso lidar com esta limitação.

Angélica Szeremeta

23/11/2012

Quem sabe faz rápido, saudável e ao vivo!

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Fundado há quase 50 anos nos EUA, a rede de sanduíches Subway é conhecida pelos sanduíches e saladas inspirados na culinária de várias localidades

Uma quebra na comida fria, muitas vezes, com gosto de requentada. Um fast food saudável em comparação a outras franquias de redes americanas de comida (nem sempre) rápida. Por essas características, a Subway é uma opção ideal para pessoas que procuram uma refeição saudável preparada num curto espaço de tempo. Todo o processo de criação do sanduíche é feito pelo cliente e divido em três etapas: a escolha do tipo de pão – Italiano, Branco, Integral, Parmesão e Orégano, 3 Queijos e Integral com aveia e mel -e duas opções de tamanho – 15cm e 30 cm-, escolha dos queijos – Prato, Suíço ou Cheedar – até as saladas: alface, tomate, cebola, pepino e pimentão, rúcula, pickles e azeitona. Por fim, a escolha dos molhos: Parmesão, Barbecue, Cebola Agridoce, Mostarda e Mel e Chipotle.

A variedade de sabores, além dos 16 tradicionais oferecidos pela Subway e a opção de assistir o preparo do alimento, se destaca no cenário culinário da cidade, pois poucos estabelecimentos oferecem estas duas características. O que dinamiza o atendimento é o sistema de produção ‘fordista’, onde três atendentes montam cada parte dos sanduíches. Em horário de pico, geralmente entre as 12h e 13h30 de dias úteis, e aos domingos, entre as 20h e 22h, a fila para o pedido chega a ter mais de 20 pessoas, mas o tempo de espera não ultrapassa os 10 minutos.

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 Foto: Divulgação

A Subway não possui sistema de Drive Thru, como em outras empresas do gênero. Porém, na filial localizada no centro de Ponta Grossa, existe a opção de estacionamento interno gratuito. Um ponto positivo devido a dificuldade de encontrar vagas perto do estabelecimento em plena hora do rush na Avenida Baldúino Taques.

Angélica Szeremeta

 

Serviço:

Subway

Horário de Funcionamento: 11:30h às 23h

Preços: de R$ 5,95 à R$15,40.

Além de sanduíches são servidas saladas e cookies.

R. Balduino Taques, 853, Ponta Grossa, PR 84010-050, Brazil

Praça de alimentação Shopping Palladium

15/11/2012

Quem gosta curte, quem não gosta compartilha

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Reações de agendamento e poucos comentários críticos em relação ao Fenata marcaram redes sociais durante o festival

As redes sociais proporcionaram ao meio da comunicação um rol de opções no que trata da difusão informativa, propagação em tempo real e dinamização da cobertura midiática. Estas características contribuem, em grande parte, para a assessoria das produções em eventos. Durante o 40º Festival de Teatro de Ponta Grossa (Fenata), a organização teve presença desfocada nas mídias sociais, perdendo espaço para divulgações do festival oriundas de entidades externas ao circulo organizacional: o público e projetos, como é o caso das ações extensionistas no Curso de Jornalismo da UEPG.

Durante as duas semanas que antecederam o evento, manifestações de agendamento feitas pelo público, que aparentava ser fiel ao palco do Fenata, registravam diariamente expectativas sobre o início da 40ª edição. Ao longo do festival, comentários via twitter sobre a peça do dia anterior eram registrados. A maioria elogios. O viés crítico e questionador se viu um tanto apagado em meio aos 140 caracteres. Falta de espaço ou verdadeiras impressões sobre os espetáculos?

Fotos e textos eram publicados no facebook, assumindo uma forma de registro diário das peças. Os comentários não eram tão frequentes, e quando apareciam, não eram questionadores. Os projetos extensionistas da UEPG, em específico, de Jornalismo, ‘ponturam’ no quesito divulgação e periodicidade nas publicações. Porém, assim como o público teatral externo a universidade, não discutiu as peças, e limitou-se a lançar links que guiam até os respectivos textos e críticas de cobertura. Aqui, faltou a criatividade, um chamado irreverente e livre para a matéria, que é permitido nas redes.

O debate e amplitude oferecido no âmbito da internet sobre um festival de caráter nacional na cidade de Ponta Grossa foi utilizado de forma tímida e manhosa. Um momento anual de importância no cenário teatral dos Campos Gerais foi tratado pelos que se dizem ‘fãs’ festival como um teatro de bairro, de escola. Tanto organização como população deixaram a desejar no debate público sobre a maior movimentação cênica no cenário princesino.

Angélica Szeremeta

Serviço:

www.facebook.com

www.twitter.com

28/09/2012

Barão do Rio Branco, bem-vinda, de volta!

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Cultura Plural pretende resgatar espaço cênico da cidade princesina com feira artística

Estudantes e professores que integram um projeto extensionista da UEPG realizam a Iª Feira Cultura Plural, que acontece na praça Barão do Rio Branco, centro de Ponta Grossa, a partir das 10h, do sábado, 29/09/12. Os destaques das apresentações cênicas ficam por conta do gupo de capoeira Gingando por Jesus, da companhia de taikô Fuurinkazan, duplas de viola e apresentação teatral infantil de Lucélia Clarindo, além da presença de inúmeros atores culturais da Cidade. Um aspecto louvável da iniciativa é que o espaço da divulgação das produções culturais é aberto à participação da comunidade e, assim, qualquer pessoa que atua na área pode inscrever sua arte para mostrar ao público.

As apresentações acontecerão em frente à Concha Acústica da praça, já que o espaço físico, propriamente dito, encontra-se inutilizado, devido ao estado de um monumento no local. A proposta do Cultura Plural é reativar o espaço da Barão do Rio Branco, local utilizado em anos anteriores, destacando o período dos anos 1940 e 70, onde eram realizadas apresentações e transmissões de programas via RAF (rede de auto falantes) que movimentaram o cenário cultural de Ponta Grossa da época. A iniciativa também é importante para movimentar espaços de divulgação da cultura, em especial, patrimônios públicos em ritmo de ‘esquecimento’, tanto da população como da administração local.

Espera-se que, com a feira, a praça volte a ganhar visibilidade. Além das atividades cênicas, haverá também exposição fotográfica e banca com escritores locais. O encerramento das atividades está previsto para as 12h, podendo ocorrer variação no horário, de acordo com o andamento das apresentações.

 Angélica Szeremeta

Serviço:

Incrições para as apresentações pelo fone: (43) 9986-3515 – Eduardo Gody, integrante da equipe Cultura Plural.

Local: Praça Barão do Rio Branco

Horário: a partir das 10h

Dia: 29 de setembro.

07/09/2012

Em meio à telona, havia um caminho

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Diretor de Dois Filhos de Francisco, Breno Silveira, conquista pelo enredo, imagens e trilha sonora

Com um passado conturbado, e implorando pelo esquecimento, um caminhoneiro encontra coragem para a solução dos problemas com ajuda da inocência de um órfão. Este é o tema principal do nacional À Beira do Caminho. Interpretado por João Miguel, o rústico caminhoneiro João percorre as estradas do Brasil há anos, tentando fugir do passado e dos sentimentos que as lembranças diariamente trazem a tona. Em uma situação cotidiana da rotina viajante das estradas, João encontra Duda, interpretado por Vinícius Nascimento, um menino que perdeu a mãe e está em busca do pai que nunca conheceu, e sabe apenas que mora na cidade de São Paulo.

Crédito: divulgação

Imagens do interior do Brasil acompanham durante todo o filme, em um legítimo road movie. A trilha sonora é embalada pela voz de Roberto Carlos, uma vez que o filme foi inspirado em uma das canções do Rei: “Sentado à beira do caminho”.  O drama é contado em cenas do presente que se fundem com memórias do protagonista, João, explicando e contextualizando a história do personagem. Esse flashback prende a atenção do público e provoca reações emotivas durante todo o filme.

Direção e produção valeram-se dos aspectos culturais regionais do povo do interior do Brasil – como modo de falar, roupas, expressões tradicionais e trejeitos de determinadas regiões – para compor os personagens secundários. O ponto questionável é horário em que o filme é rodado na cidade, às 17h, pois há cenas de nudez e insinuação de sexo, impróprias para o horário, já que a classificação indicativa é 12 anos.

Angélica Szeremeta

 

Serviço:

Multiplex Palladium

Elenco Principal: João Miguel, Vinícius Nascimento, Ângelo Antônio e Dira Paes.

Classificação: 12 anos

Programação 31/08 a 06/09

Meia entrada:  R$6,50. Inteira: R$ 13,00