Archive for ‘Moda e Estilo’

22/04/2014

 Poder da Gravata

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O tradicional acessório da vestimenta masculina nunca perde o charme

Um dos elementos mais usados para montar um bom look é a Gravata, que passa imagem de masculinidade e elegância. Executivos, empresários, artistas ao irem a eventos, reuniões, festas sociais ou de gala, tentam mostrar essa marca forte e tradicional do guarda roupa masculino, pois “A primeira impressão é a que fica!”

Especialistas divergem sobre o exato local onde a gravata surgiu. Há quem afirme que a gravata surgiu no Egito, uma espécie de cordão com nó, de ouro ou cerâmica, que se chamava: “Sangue de Ísis”. Para a cultura deles o adorno tinha a função de proteger os mortos dos perigos da eternidade.  Há também quem diga que surgiu na China, quando os guerreiros do imperador chinês Shih Huang Ti, usavam um cachecol amarrado no pescoço. Uma outra versão da história diz que a peça surgiu em Roma, pois era uma tira de pano usado por oradores, envolta do pescoço, mas não há consenso e aceitação na história deste adorno.DolceGabbana-terno-masculino-com-gravata-slim-e1326999693808

Foto: Divulgação

O oficial aceito por especialistas de moda foi que a Gravata surgiu em 1635, com nome de “Kravata”, de origem croata. Os croatas lançaram a moda quando se aliaram ao rei Luís XII para apoiá-lo na Guerra dos trinta anos. O adereço do vestuário do exército croata era uma tira de pano vermelha muito chamativa, que era vista de longe na linha de front. Por isso a gravata passa a idéia de masculinidade, já que eram usados por soldados.

Atualmente existem vários tipos de gravatas, cada uma de acordo com uma ocasião e tipo de roupa.

Gravata borboleta: Tem formato de laço, geralmente são feitas de seda e são mais usadas em trajes de gala;

Gravata: Slim/Skinny: São finas e delicadas e modernas;

Gravata Clássica/Standard: São de seda ou de lã e largas, também conhecida como gravatas“tradicionais”.

Nilson de Paula

Serviço: Gravatas podem ser encontradas em várias lojas da cidade. O seu preço varia muito dependendo da marca e da loja em que se compra.

11/04/2014

Cada ida ao banheiro é um flash

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O autorretrato deixou de ser exclusividade de pintores e outros artistas e passou a fazer parte do cotidiano dos usuários de diversas redes sociais

No quarto, na academia, na escola e até mesmo no banheiro, todo lugar é lugar para se tirar uma selfie. Escolhida como palavra do ano de 2013 pelos organizadores do dicionário Oxford, o termo “selfie” surgiu de self-portrait, termo inglês para autorretrato. Retratar a si mesmo tornou-se costume entre pintores renascentistas e ficou cada vez mais frequente entre artistas a partir do século XIX, como Vincent Van Gogh.A mania de tirar fotos de si mesmo para divulgar em redes sociais foi crescendo juntamente com a popularização dos smartphones e da internet móvel, e dominou a web nos últimos meses.

A selfie se consolidou em definitivo após a foto tirada na cerimônia de entrega do Oscar pela apresentadora Ellen DeGeneres, junto com grandes estrelas de Hollywood, que bateu recordes de compartilhamentos em várias redes sociais. A alta frequência de aparecimento das selfies é vista constantemente como um fenômeno que reflete o desenvolvimento (ou a falta de) das características e perspectivas singulares das novas gerações nascidas e criadas no século XXI e conectadas ao mundo digital prematuramente.

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Foto: Ellen DeGeneres

            Nessa nova década, onde as relações humanas se tornam cada vez mais estreitas e frágeis, e onde as dificuldades de aceitação e autoafirmação estão permanentemente rodeando quem convive com essa realidade, a selfie surge com certa dualidade. Ao mesmo tempo em que pode interferir positivamente na vida de seus adeptos, colaborando para o desenvolvimento de personalidades e na construção de uma autoestima saudável para grande parte das pessoas, a linha entre o amor próprio e o egocentrismo é tênue. A intensidade do hábito é o que difere uma boa autoimagem de uma compulsão por compartilhar-se com o mundo diariamente.

 

Mariana Fraga

Serviço: As selfies podem ser encontradas por toda a internet, em particular na rede social Instagram, a partir da hashtag “selfie”

04/04/2014

“Essa lourinha tem cabelo Bombril”

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Loiro platinado é buscado por mulheres de todos os estilos, mas não combina com todas

Tendência antiga, o loiro platinado nunca caiu de moda. Foi a onda do último verão, impulsionado por atrizes que mudaram o visual, e entrou no gosto popular. O tom quase branco combina mais com quem possui a pele bem clara, pois ilumina o rosto e, por ser uma cor marcante, atrai olhares.

O cabelo loiro sempre foi um estigma. No Império Romano, as mulheres nobres mantinham escravas loiras para que tivessem material para perucas. A deusa grega do amor, Afrodite, sempre foi representada com as madeixas douradas, e o símbolo máximo dessa cor de cabelo é a diva Marilyn Monroe, atriz de grande sucesso nos cinemas – e nos relacionamentos. Tanto é, que seu filme de maior sucessos é intitulado “Os homens preferem as loiras”.

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Foto: Divulgação

Mas não é simples chegar ao tom desejado: é preciso ter paciência e procurar um profissional, já que o descolorante resseca e destrói as pontas, principalmente dos cabelos escuros, alisados e cacheados. É preciso manter as madeixas sempre bem hidratadas, e cuidar com o amarelamento através de tratamentos e shampoos pigmentados. Há quem tinge a sobrancelha do mesmo tom, o que acaba apagando e forçando o visual. O ideal é mantê-la dois tons acima do cabelo, para que não fique nos extremos.

As novas loiras devem estar preparadas pra viver no salão e investir no cabelo. Em cabelos platinados, raiz aparente não cai bem, e o ressecamento muito menos. Maquiagens muito fortes também não são indicadas – o cabelo já chama atenção o bastante! O clássico batom vermelho é uma boa aposta para completar o estilo. E que estilo! O loiro é buscado por quem deseja inovar e mudar, mas é preciso lembrar que uma cor de cabelo não muda uma personalidade, mas uma personalidade pode, sim, mudar uma cor de cabelo.

Millena Sartori

Serviço: Para a mudança, os preços variam de R$ 300 a R$ 400 para cabelos curtos e R$ 400 a 500 para cabelos compridos. Para manter, o investimento mensal é de R$ 100 a R$ 200.

28/03/2014

Camisetas de banda eternizando gerações

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Estampada no peito, a camiseta de banda é sinal de identidade ou modismo?

Mais do que meras homenagens às suas bandas favoritas, a camiseta de banda remete a identidade de quem a usa, a pertencer á algum lugar. Surgiram aproximadamente em 1956, com ícones como The Beatles e Dave Clark Five sendo os precursores da febre, que fabricavam diversas unidades e as vendiam em turnês. Essa estratégia de marketing logo foi adotada por outras bandas, e em pouco tempo se popularizou. A princípio representavam uma quebra de padrões, um símbolo da contracultura, de identidade, paixão e lealdade, que marcou toda uma geração, mas hoje em dia foram banalizadas.
É bem comum ver as pessoas nas ruas usando camisetas de diversas bandas, especialmente das clássicas como Ramones, The Beatles e Rolling Stones. Muitas vezes essas pessoas as usam mais por modismo, do que por gostarem de fato das bandas que carregam no peito, o que tem revoltado muito os fãs dessas bandas. Antes não era tão fácil e comum achar essas camisetas pelas lojas, normalmente se vendiam apenas em lojas especializadas e custavam caro. Desde o ano passado, lojas de departamento como Renner, Marisa e Riachuelo, começaram a comercializar as peças, ajudando em sua popularização.

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Foto: somecards.com

As camisetas foram criadas com o propósito de passar uma mensagem, sair nas ruas estampando uma ideologia, linguagem, opinião, cultura e até mesmo uma identidade. Desbotada, rasgada ou velha, como for, a camiseta de banda é uma forma de eternizar um momento específico da vida, independente de idade ou das pessoas que fazem mau uso dela.

Jaqueline Guerreiro

Serviço: Em lojas especializadas como o Lojão do Rock e a Brutal custam em média R$50,00. Também podem ser feitas á mão por Julia Francisquini através da marca “Canô”.

29/11/2013

O útil do século XIV é moda no século XXI

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Diversos modelos e cores em alpargatas dão outras opções de calçados para o verão

     Espadrilles. Conhece? São as famosas alpargatas. O primeiro nome é de origem francesa e o segundo espanhola. O calçado, comum nos anos 1980, volta a aparecer nas vitrines e nos pés de homens e mulheres. Mas, as alpargatas têm origem mais distante. Em meados do século XIV o calçado era usado por trabalhadores do campo por proteger os pés do frio, calor e umidade. Outra versão é a de que as alpargatas surgiram na década de 1930, usadas durante a guerra civil (espanhola). Hoje o calçado é produzido em tecido e têm solado de corda ou borracha. Entretanto, é comum se encontrar variações dos modelos originais.

      Alguns possuem cordas nas laterais e outros o detalhe é feito por um material alternativo que a imite. Há alpargatas com cordões, renda e até mesmo algumas variações com salto. O calçado é bastante versátil, fica bem com roupas mais esportivas ou casuais. Para as mulheres, independente de estar vestindo um short e camiseta ou vestido, os espadrilles acompanham bem a composição da roupa.

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Foto: Gabrielle Koster

    Mas, essa reinvenção da tendência é recente. Pouco se ouvia falar ou se viam alpargatas há cerca de três anos. Os calçados tinham um ar mais rústico e simples nos anos 80.

      No verão, os espadrilles ganham força por serem mais leves que os tênis, menos informais que chinelos e mais confortáveis que as sapatilhas. Os preços são acessíveis, apesar de terem produtos com o preço mais elevado. Logicamente, o consumidor deve saber usar o calçado, pois há possibilidade de machucar os pés em uma longa caminhada e, apesar de já ter sido calçado em tempos de guerra, atualmente o material não aguenta uma garoa mais forte.

Serviço:

As alpargatas podem ser encontradas nas mais diversas lojas de calçados de Ponta Grossa a partir de R$30,00.

Gabrielle Koster

22/11/2013

Pouco pano, mas muita ousadia no look

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As blusinhas curtas são a nova aposta do verão, mas cuidado para não faltar pano e sobrar pele

        A blusa cropped é a nova tendência de verão. Além de se ajustar às exigências do clima, a vestimenta também pede por discrição e bom senso na hora de usá-la para que não fique vulgar. Ao contrário dos tops que fizeram sucesso na década de 1990, os croppeds vêm com um toque de refinamento que, apesar de curtos, não têm a intenção de mostrar o corpo.

        O cropped pode ser justo ou largo, mas sempre acima do umbigo, porém a regra principal para usá-lo é justamente não mostrar o umbigo, e assim mais uma tendência da moda surge sem pesar o look, o cós alto. Pode ser calça, saia ou shorts, mas o importante é que o umbigo fique escondido.

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Foto: Divulgação

       Interessante é o equilíbrio de proporções, tanto de tecidos quanto de tamanho, na hora de montar o look. Se o cropped for justo, uma saia larga. Se o cropped for de um tecido fino, vale apostar em um shorts jeans. E se quiser abusar da combinação inteira colante não esqueça de jogar um casaco por cima para não ficar vulgar.

         Mas cuidado! Como toda tendência de moda, nem tudo fica bom para todos os corpos. Por marcar demais e exibir um pouco mais de pele, os croppeds não são recomendados para as mulheres que estiverem um pouco acima do peso, pois apesar de não exibir a barriga, o cropped também não esconde as formas. E, aí, vale a regra do bom senso!

        Quem souber montar um look diferente na moda pode apostar, com tudo nos croppeds, além de serem ótimos companheiros para o verão, a pessoa que usar conseguirá ser sexy sem ser vulgar, além de seguir as maiores tendências de moda verão 2013/2014.

Isabela Almeida

Serviço:
Os croppeds podem ser encontrados nas melhores lojas de roupa da cidade.
Os preços variam, mas podem ser a partir de R$50,00.

03/11/2013

Alguns bichos ‘pegam’ tendências da moda

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Estampas que imitam pele e rostos de animais continuam em alta na temporada (primavera/verão)

Não é de hoje que “animal print”, peças que imitam a pele de vários animais, estão na moda. Onças, zebras, cobras e tigres estão presentes no guarda roupa da maioria das mulheres, se não em roupas, em alguns acessórios, como sapatos, cintos ou bolsas. A tendência mais recente surgiu há aproximadamente dois anos, é o “print animal” ou “animal face”, roupas estampadas de rostos e corpos de animais.

As estampas que reproduzem peles de animais, quando combinadas com peças neutras ou utilizadas apenas em algum acessório da composição, criam um aspecto mais sóbrio e elegante. Além disso, elas imprimem um diferencial em roupas neutras. Entretanto, quando utilizadas em excesso, ou ao mesmo tempo, carregam a imagem e chegam a se tornar “brega”.

Já no “animal face” geralmente são usadas imagens de animais selvagens, como leões, tigres, lobos, ursos e gorilas, mas também é comum encontrar estampas de rostos de gatos e cachorros. São usadas em composições mais jovens e urbanas, deixando o “look” mais despojado. Mas como são estampas grandes que ocupam toda a blusa, também pedem complementos de peças sem estampas, geralmente com cores mais neutras.

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Foto: Divulgação

“Animal prints” podem ser encontrados em todas as peças de roupa, mas quando utilizadas em grandes quantidades, as duas estampas ficam exageradas e carregam a imagem. Como em todo tipo de estampa, é necessário bom senso na hora de vestir para não se tornar ‘cafona’. Os dois tipos de estampas são indicadas para pessoas que gostam de roupas mais vivas.

Lorraine Almeida

Serviço:

As peças com estampas animais podem ser encontradas em lojas de roupas e acessórios da cidade ou pela internet. Os preços variam de acordo com a peça desejada, que podem ser encontradas a partir de R$ 10,00.

25/10/2013

‘Tire seu piercing do caminho que eu quero passar’

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Utilizado há séculos, piercing desafia culturas e sobrevive ao ganhar novos significados

          Ele está presente em orelhas, lábios, umbigos e outras partes inimagináveis do corpo de jovens e até de idosos. Uns chamam de penduricalhos, outros o veem como uma forma de expressão de suas atitudes. De todas as formas, o piercing é utilizado ao longo da história como uma forma de modificação corporal.

          Os furos no corpo, hoje, mais populares em pessoas comuns em todos os lugares, já foram carregados de significados para quem o usou. Na Índia, por exemplo, o piercing era sinônimo de riqueza; quanto mais piercings, mais alta era a casta a que o indivíduo pertencia. Mais próximas (culturalmente), tribos indígenas utilizam grandes enfeites no rosto para demonstrar poder e autoridade perante a tribo.

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Foto: Divulgação

          Mas os tempos mudam e as ‘cabeças’ das pessoas também. Como que um sinal de novos tempos, não se faz mais necessário ter um motivo concreto para usar piercing em alguma parte do corpo. Auto-afirmação, ter um estilo próprio, ser diferente do restante ou simplesmente fugir dos ideais conservadores, muitas vezes, podem ser motivo para fazer um furo no corpo.

          É só parar e observar nas ruas e lugares movimentados da cidade. Ao olhar no rosto de cada um, percebe-se que muitas pessoas  usam piercing. É bonito ou pura extravagância da moda? O fato é que se tornou costumeiro ver tais adornos ao redor ou mesmo no próprio corpo. O significado do objeto, hoje, contudo, é diferente daquele tão apreciado pelas culturas antigas. Mas deve-se pensar ‘aqui, nada se cria, tudo se copia’. Adapte-se a um estilo de vida.

Jéssica Natal

Serviço:

A peça custa entre R$ 20 e R$ 30 em estúdios. Para o furo e aplicação de piercing no corpo é cobrado o adicional de R$ 10.

12/10/2013

Salve a mata atlântica

Pelos pubianos, ou a ausência dos mesmos, dividem opiniões e gostos, mas demonstram transformações na vaidade de mulheres e homens

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Recentemente, um ensaio fotográfico de uma conhecida revista masculina trouxe uma atriz de telenovela da noite exibindo uma vasta quantidade de pelos na virilha. As fotos deram o que falar e lançaram uma questão sem novidade: pelos pubianos estão mesmo fora de moda?

O fato é que o Brasil exporta tecnologia e esteticistas especializadas na depilação íntima total, conhecida lá fora como “à brasileira” ou “brazilian wax” e criou-se, inclusive, um padrão de sensualidade assumido em várias partes do mundo. Entretanto, por aqui depiladoras inovam e oferecem não apenas o serviço “tira tudo”. É possível, no entanto, usar a criatividade íntima e abusar das formas. Coração, ursinho, estrelinha, raio, morango, bigodinho do Hitler e as iniciais do(a) parceiro(a) fazem parte das fantasias de homens e mulheres. Pode-se afirmar que o formato caracteriza personalidade, mas ainda não inventaram a psicologia da depilação.

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A vaidade das partes íntimas é uma invenção recente, de pelo menos 15 anos. Quer atestar? Pegue uma revista Playboy da década de 1980 que Claudia Ohana ou Maitê Proença vão lhe mostrar. Ou então, procure qualquer pornochanchada e você verá que naquela época nem se pensava na moda íntima nua em pelo.

A moda também está presente nos homens, seja no estilo “zero pelo” ou nos formatos diversos, com a diferença que nem todos os salões de depilação oferecem o serviço para homens. No caso masculino há uma vantagem, pois a ilusão de ótica pode lhe dar mais dois centímetros. Ops, melhor parar por aqui, pois este assunto é muito pentelho.

Marcelo Mara

Serviço:

Depilação Janice (Especializada em depilação feminina)

R. João Cecy Filho, n. 56, Centro – Ponta Grossa/PR

20/09/2013

Um comportamento integrado à estética

moda-e-estilo1As diferentes expressões do hip hop, originário de periferias urbanas, que formam uma marca cultural

A moda é volátil, e facilmente se percebem transformações e novas tendências. Em Ponta Grossa, o estilo hip hop roubou a cena. Algumas lojas e também eventos culturais, como exposições e shows, mostram o avanço do estilo na cidade. O hip hop é um movimento cultural e abrange o break, o rap e o grafite, ou seja, abraça diferentes formas de expressão como dança, música e desenho.

Inspirados pela moda que observavam nas discotecas e ao mesmo tempo desenvolvendo uma nova estética, na década de 1970 jovens usavam calças largas, camisetas coloridas, e tênis confortáveis. A origem do vestuário é afro-americana, da costa leste dos Estados Unidos. As roupas largas justificam-se pela dança, para facilitar os movimentos, causando um reconhecido efeito visual.

Sem mudanças bruscas, ao decorrer dos anos, o estilo hip hop passou por adaptações e incluiu outros acessórios à vestimenta, como o uso de bonés, lenços e correntes. A moda tornou-se muito popular, fazendo com que cada vez mais pessoas se habituassem ao estilo. Entretanto, a popularidade causa um problema: modismo. Indivíduos seguem o estilo, em alguns casos, apenas por estética e esquecem que o hip hop é uma subcultura.

Como oposição à cultura dominante, o vestuário é apenas um dos itens que caracteriza a expressão, que envolve o comportamento, as gírias, marcas ideológicas e outras particularidades. No caso do hip hop, a atitude, a contestação, o protesto e a ascensão da voz das ruas. Quem segue o estilo por modismo, talvez, apenas compõe uma “nova safra” de adeptos.

Rafaella Feola

Serviço

Peças de roupa que compõe o estilo hip hop podem ser encontradas em variadas lojas da cidade, a partir de R$ 30,00 , podendo chegar até  R$ 500,00.