Archive for Novembro 3rd, 2013

03/11/2013

Conteúdo ‘monotemático’, se não fosse uma receitinha

entre-linhas12

Jornal Show da Fé, da Igreja Internacional da Graça de Deus, distribui conteúdo cristão para todo País

O jornal Show da Fé é composto por depoimentos e palavras de conforto para os que acreditam na mensagem que transmite. Com 22 páginas coloridas de formato tablóide, o impresso tem a praticidade de ser pequeno e facilmente manipulável. O jornal faz um uso acentuado de pautas frias, que passam a ideia de algo antigo. Mas é compreensível a opção temática adotada, por tratar-se de um veículo mensal.

Imagem

Foto: Divulgação

Em geral, as notícias transmitidas pelo jornal são perfis de pessoas que obtiveram bênçãos divinas e compartilharam a experiência. Dentre os indivíduos beneficiados pode ou não existir membros da Igreja Internacional da Graça de Deus, responsável pela edição do periódico. As reportagens plurais também não compõem as páginas do veículo, que trabalha com poucas fontes de informação.

Por possuir aproximadamente 99% de conteúdo religioso, o Jornal Show da Fé, possui um grupo de leitores mais segmentado que outros jornais religiosos, a exemplo da Folha Universal, que é multitemática. Porém, acaba ganhando uma característica de impresso monotemático, incomum em uma época em que os meios de comunicação então cada vez mais variados. Essa característica não deixa de ser um ponto a favor do produto que ganha ou busca atingir leitores fiéis.

Não existe uma página de opinião no impresso. Mas há colunas disponíveis para receber carta de leitores, como o Espaço do Leitor e Abrindo o Coração. Dessa maneira, o veículo mantém uma interação com os leitores. Na seção Abrindo o Coração, o leitor ou leitora pode enviar questões para o líder da Igreja, Missionário R.R. Soares, e ter as perguntas respondidas e publicadas.

Rafaelly do Nascimento

 

Serviço:

Jornal Show da Fé

Produção: Igreja Internacional da Graça de Deus

Circulação: Nacional. Tiragem: 1.100.000 exemplares. Periodicidade: Mensal.

Valor: R$ 1,00, mas também é distribuído gratuitamente por membros da Igreja durante atividades de evangelização.

03/11/2013

Manhã de variedades da T

antena

Programa de emissora FM de radiodifusão Investe em programação bem humorada para conquistar o público ouvinte 

Com uma programação típica do horário matinal, o Manhã da T é apresentado por Marcilio e Michele na Rádio T FM, frequência 99,9 MHz, e tem uma duração de duas horas, das 8 às 10 horas, de segunda a sexta-feira.

O programa é dinâmico e atende os requisitos para ir ao ar no horário ocupado, onde é necessário priorizar uma relação com variados segmentos, seja em casa ou no trabalho, principais ouvintes das programações. São apresentadas pequenas notas sobre o que acontece na cidade, junto de cobranças por serviços públicos locais (Prefeitura), músicas de vários gêneros, horóscopo, datas comemorativas (como o dia do Saci, em 31 de outubro), por exemplo, voltando ao tema algumas vezes com comentários e explicações no caso de datas folclóricas. O programa apresenta, também, a previsão diária do tempo e a cotação da bolsa de valores.

antena

Foto: Divulgação

As propagandas são intercaladas e não deixam o programa pesado, fluem de forma leve durante a programação, entrando de maneira rápida e sem ocupar muito tempo. E, dependendo da propaganda, são divulgadas vagas de emprego e o estabelecimento que utiliza esse espaço.

Com mensagens recebidas pelo celular ou pelas redes sociais, os apresentadores interagem na maior do tempo com o público. Nas conversas entre eles, os radialistas abordam temas cotidianos, tanto femininos, por conta de uma apresentadora, e masculinos, como os resultados após rodadas de futebol, com direito a comemorações e provocações.

É provável que o programa consegue atingir seu público-alvo e conquistar a fidelidade dos e das ouvintes, por manter a dinâmica de interação e deixar claro que o programa é feito para o público.

            Leandro Oliveira

Serviço:

Programa: Manhã da T

Rádio T FM – 99,9 MHz. Horário: 8h às 10h

Etiquetas: ,
03/11/2013

A banda mais pesada da cidade

vitrola21

Proposta do ‘Protect the Honor’ tenta renovar o cenário musical de Ponta Grossa

As diversas ramificações do Emocore dos anos 1990 deram origem à mescla de vertentes que formam o Metalcore. O vocal gutural aprimorado do Screamo, que em alguns casos reveza com partes melódicas, junto das guitarras rápidas e constantes do Hardcore, e as quebras de ritmo do breakdown originário do Metal são estruturas básicas do gênero.

Em Ponta Grossa, os conjuntos de rock mantêm os olhos voltados para os anos 80, e fazem do cenário musical da cidade uma sequência de “hits inesquecíveis”. Com uma forte influência do cristianismo, as bandas que participam da cena princesina de Metalcore apresentam canções com letras questionadoras, cantadas por vocalistas que, para muitos, só berram ao microfone.

vitrola

Foto: André Jonsson

A banda independente Protect the Honor quebra com esse padrão de estilo e aposta em um movimento que está em alta no Brasil. Há um ano, o lançamento da música “Holding Onto Hope” mostrou de forma bem executada todas as características que definem atualmente o Metalcore. A composição afirmou a proposta do grupo composto por cinco integrantes, que se dividem entre baixo, duas guitarras, bateria e vocal.

Pela vertente mais pesada do rock, Protect the Honor possui público mais específico. Logo, será difícil encontrar os músicos dividindo palco com bandas locais, a exemplo de Cadillac DinossaurosHyntra. Como alternativa para conseguir espaço, o conjunto mantém o eixo Ponta Grossa – Curitiba na agenda, junto de outros grupos que tocam o mesmo estilo musical. E assim, em uma mesma noite, o público pode assistir cinco bandas com o valor de uma entrada.

André Lopes

 

Serviço: A música da banda Protect the Honor está disponível no canal no youtube.com/protectthehonor

Etiquetas: ,
03/11/2013

Tradição em uma comida simples

pratos

Os Churrasquinhos do tio Oda atraem as pessoas, principalmente, pela simplicidade, valor e qualidade do produto

É comum encontrar, no centro da cidade, pessoas que vendem cachorro quente, pipoca, sanduíches, espetinhos e outros produtos. Na esquina da Avenida Balduíno Taques com a rua Barão do Cerro Azul, em frente ao Colégio Estadual Julio Teodorico, os Churrasquinhos do tio Oda, há mais de dois anos, fazem sucesso durante a noite ali na região, principalmente, com os estudantes.

Os espetinhos apresentam pedaços de carnes maiores do que geralmente é vendido em outros lugares. A carne é bem temperada e macia. Além disso, o cliente pode complementar o tempero com molho e farofa disponíveis. O comerciante vende cinco opções de espetinhos: carne bovina, frango, coração, somente queijo e cafta (uma espécie de almôndega, originária da Àsia Central) com queijo. O preço é o mesmo para todos sabores: R$ 3 cada.

O espaço lota todas as noites, principalmente, por estar próximo de faculdades e de um hospital e por ser um lugar muito movimentado, exceto quando chove. Algumas vezes, as pessoas ficam no meio da rua pela falta de espaço para serem atendidas, o que também atrapalha a passagem de transeuntes pela calçada. Outro problema é a fumaça que o carrinho faz por conta da comida. Embora, isso seja mesmo inevitável, quando o assunto é churrasco.

O atendimento é de qualidade, apesar da ‘comunicação limitada’ ao negócio. Para aquele momento que você está com fome, mas também está sem tempo para ir a uma lanchonete/restaurante e esperar o lanche ficar pronto, uma das opções é um espetinho, por ser um produto barato e que não demora ficar pronto.

Julian Vieira

Serviço:

– Churrasquinhos do tio Oda fica em frente ao Colégio Julio Teodorico, Avenida Balduíno Taques com a rua Barão do Cerro Azul, Centro de Ponta Grossa. A unidade do espetinho custa R$ 3,00.

03/11/2013

Voz aos bairros ponta-grossenses

na-tela

Estudantes do 3º ano de Jornalismo produzem o Jornal Comunitário, veiculado na TV Com da cidade

A produção laboratorial faz parte da formação do jornalista, independente da mídia em questão. O Jornal Comunitário é produzido pelos alunos do terceiro ano do curso de Jornalismo da UEPG e visa destacar principalmente, mas não unicamente, problemas estruturais da cidade. Nas produções veiculadas na TV Comunitária (pelo sistema a cabo Net TV, no canal digital 17) nos dias 21, 22 e 23 de outubro, boas pautas foram selecionadas e há pluralidade de visões.

Destaque para matéria da falta de pavimentação na rua S. Vicente de Paula, pela dinamicidade no desenrolar a matéria, bem como pluralidade de vozes consultadas. As matérias sobre cultura ucraniana e candomblé também se destacam ao apresentar tais crenças e costumes além de características e problemas enfrentados. Vale ressaltar os serviços disponíveis no final de algumas matérias, que auxiliam o telespectador que possa ter o mesmo problema retratado na reportagem. Outro recurso utilizado é o de informações por infográficos, mapas entre outros recursos visuais.

na tela

Foto: Divulgação

O problema recai na parte técnica de produção, com algumas imagens escuras ou muito próximas, áudio baixo ou estourado, por exemplo. Faltou, portanto, “afinar” a produção no fechamento dos jornais, já que áudio e imagem são a alicerce da produção em telejornalismo. Outra questão é, por vezes, a repetição da informação dada pelo apresentador logo no início reportagem.

A produção está interligada com o site Portal Comunitário (www.portacomunitario.jor.br) em um diálogo entre as duas mídias. Afinal, o acompanhamento dos bairros e associações de moradores é realizado constantemente pelos estudantes de Jornalismo.

Gabrielle Koster

Serviço:

As produções passaram na TV Comunitária PG, nos dias 21, 22 e 23 de outubro, as 19 horas e continuarão sendo exibidos na próxima semana.

Canal 96 analógico e 17 digital – NET cabo TV

Site do Portal: http://portalcomunitario.jor.br/

Facebook da TV COM: facebook.com/pages/TV-COM-PG/160915797334728

03/11/2013

‘Il mio passato mi condanna’

projetor322

Série de TV ganha extensão e chega às telonas (de PG) com um humor escrachado

O filme ‘Meu passado me condena’, com Fábio Porchat e Miá Mello, direção de Júlia Rezende, conta a história dos personagens que se conheceram apenas um mês antes do casamento. A partir disso, a história gira em torno do passado que um não conhece sobre o outro. O longa é uma adaptação da série de TV homônima que passa no canal a cabo Multishow.

A maior parte da história acontece em um passeio de cruzeiro, que sai do Rio de Janeiro para a Itália. No cruzeiro, os protagonistas encontram Beto, ex-namorado de Miá, e Laura, casada com Beto e antiga paixão de escola de Fábio. Em uma situação constrangedora, os atores colocam muito humor, principalmente com o personagem de Porchat, nas cenas mais inusitadas.

proj

Foto: Divulgação

No entanto, o filme perde a dinâmica ao longo de 1h40 de duração. O roteiro aborda de forma muito cansativa o problema vivido pelos protagonistas, como terem se casado com apenas um mês de namoro e conhecerem pouco um do outro, e reencontrarem antigos amores. As falas e brigas dos atores também não são muito elaboradas e, muitas vezes, são repetitivas.

As melhores cenas ficam por conta do ator Fabio Porchat, que usa um humor cômico e não necessariamente escrachado para fugir do tradicional e dar mais emoção a algumas cenas comuns, que poderiam ser facilmente cortadas pela diretora. O filme deixa o telespectador com vontade de quero mais para assistir a série de TV, que passa em forma de trailer antes do início da sessão, mas também deixa uma impressão de que o filme é apenas um jogo para divulgar o canal onde é veiculado, além do próprio seriado.

Aline Czezacki

Serviço:

Shopping Palladium

Sala 1 – Segunda, Quarta, Sexta, Sábado e Domingo: 15h30, 17h30, 19h30 e 21h30

Terça e Quarta: 17h30, 19h30 e 21h30. Sala 2 – Diariamente 20h30.

Etiquetas: ,
03/11/2013

A arte pede licença

em-cena

Intervenção cênica em ruas de Ponta Grossa marcou abertura das atividades da Virada Cultural

Calçadão de Ponta Grossa, sábado, 26/10, 11h30. Camelôs por todos os lados, locutores de ofertas nas lojas populares anunciando ao microfone. Perto dali, um ator discreto, caracterizado de guarda de trânsito, rosto pintado de palhaço – que pode ser uma crítica ou apenas fantasia – parte da esquina e cumprimenta o senhor que atravessava a rua, o qual sai sorrindo. Pára o trânsito e inicia a apresentação, mas não param os pedestres que continuam ao seu rumo.

Entra em cena um bêbado e um carro de papelão. A história cômica e educativa, sobre o motorista embriagado que é parado pelo guarda, se desenrola por 15 minutos. Um enredo clichê, produção simples, porém encenada com a perfeição que só o tom de improviso e descontração pode conter. Não feita para ser brilhante, mas para intervir e colorir a rua com a arte, para os que passam poderem entrar no clima da virada cultural em Ponta Grossa.

Porém, enquanto os atores encenavam, o locutor da loja ao lado abafava o diálogo entre os dois personagens, embora as expressões não verbais fossem mais significativas. O ponto escolhido, na rua de travessia de carros e pedestres, tornou a parada para assistir incômoda. O vendedor performático de ilusões, a poucos metros de distância, que prometia que a água suja na garrafa curava tudo, roubou a atenção de alguns pedestres e chamou mais atenção que os atores. O fato é que muitos ponta-grossensses não conseguiram ver os dois atores e parar para assistir – alguns paravam e logo seguiam caminho – a singela intervenção cênica.

Letícia Augusta

Serviço:

Intervenção Cênica – Centro de Estudos Cênicos Integrados (CECI)

Apresentado no dia 26 de outubro no Calçadão da Rua Coronel Cláudio, às 11h30.

Tempo: 15 minutos

03/11/2013

Alguns bichos ‘pegam’ tendências da moda

moda-e-estilo1

Estampas que imitam pele e rostos de animais continuam em alta na temporada (primavera/verão)

Não é de hoje que “animal print”, peças que imitam a pele de vários animais, estão na moda. Onças, zebras, cobras e tigres estão presentes no guarda roupa da maioria das mulheres, se não em roupas, em alguns acessórios, como sapatos, cintos ou bolsas. A tendência mais recente surgiu há aproximadamente dois anos, é o “print animal” ou “animal face”, roupas estampadas de rostos e corpos de animais.

As estampas que reproduzem peles de animais, quando combinadas com peças neutras ou utilizadas apenas em algum acessório da composição, criam um aspecto mais sóbrio e elegante. Além disso, elas imprimem um diferencial em roupas neutras. Entretanto, quando utilizadas em excesso, ou ao mesmo tempo, carregam a imagem e chegam a se tornar “brega”.

Já no “animal face” geralmente são usadas imagens de animais selvagens, como leões, tigres, lobos, ursos e gorilas, mas também é comum encontrar estampas de rostos de gatos e cachorros. São usadas em composições mais jovens e urbanas, deixando o “look” mais despojado. Mas como são estampas grandes que ocupam toda a blusa, também pedem complementos de peças sem estampas, geralmente com cores mais neutras.

Imagem

Foto: Divulgação

“Animal prints” podem ser encontrados em todas as peças de roupa, mas quando utilizadas em grandes quantidades, as duas estampas ficam exageradas e carregam a imagem. Como em todo tipo de estampa, é necessário bom senso na hora de vestir para não se tornar ‘cafona’. Os dois tipos de estampas são indicadas para pessoas que gostam de roupas mais vivas.

Lorraine Almeida

Serviço:

As peças com estampas animais podem ser encontradas em lojas de roupas e acessórios da cidade ou pela internet. Os preços variam de acordo com a peça desejada, que podem ser encontradas a partir de R$ 10,00.

03/11/2013

As tripas e o coração de Ponta Grossa

outros-giros21

Quem usa o transporte público de Ponta Grossa com certeza já presenciou estas situações no terminal central

               O terminal central de ponta grossa passou recentemente por uma reforma, mas alguns pontos precisam ser melhorados. Logo no acesso às plataformas, nos deparamos com uma escada em péssimo estado de conservação, onde muitas pessoas circulam por dia, representando um perigo para a população. Os banheiros melhoraram consideravelmente, apesar de sujos seu estado é bem melhor para a utilização.

                O terminal possui uma entrada na lateral, pela questão da acessibilidade, porém esta entrada é pequena e limitada a quem usa cartão. Um problema da entrada principal do terminal são os cambistas que abordam todas as pessoas que querem entrar no terminal, a fim de vender passagens com preços menores, de maneira que acabam atrapalhando e deixando a entrada mais lenta no terminal central.

giros foto dcFoto: Arquivo DC.

    O espaço do terminal é amplo, mesmo em horários com maior movimentação os passageiros conseguem circular normalmente, apesar dos aglomerados. O terminal central não tem bebedouros, e possui apenas duas bancas que vendem lanches, sorvetes, doces e bebidas não alcoólicas.

                Normalmente as pessoas passam apressadas pelo terminal central, principalmente nos horários de pico. Mas se houver observação do local, podem-se perceber vários hábitos e cenas da população nos terminais, desde os cigarros fumados na espera dos ônibus, a mania de comer pipoca doce cujo cheiro toma conta do ônibus inteiro, os casais que “perdem” vários ônibus para aproveitar momentos juntos, as brigas, pessoas passando mal, a doçura de alguns idosos e o mau-humor de outros, até mesmo os cachorros que parecem dominar alguns locais. Um lugar onde todo tipo de pontagrossense passa, com ou sem pressa. As tripas e o coração da cidade.

Marcela Ferreira

Serviço:

O terminal central fica entre as ruas Fernandes Pinheiro e Vicente Machado, centro de PG.

O site com os horários dos ônibus é : www.vcg.com.br

A passagem de ônibus custa R$ 2,60 para pagamento em dinheiro, R$ 2,50 para cartão, R$1,25 para estudantes beneficiados e R$ 2,40 com cambistas.