Archive for Setembro 20th, 2013

20/09/2013

Agenda Cultural

agenda

1 a 30 de setembro
Setembro em Dança
Local: Teatro Ópera – Centro de Cultura – Outros locais
Realização: Fundação Municipal de Cultura
Endereço: Rua Julia Wanderley, 936 – Centro
Telefone: (42) 39011604
Site: http://www.pontagrossa.pr.gov.br
E-mail: cirillobar@yahoo.com.br

 
19 de setembro
Exposição “Pé no Palco”, de Eduardo Godoy
Local: Centro de Cultura de Ponta Grossa
Entrada franca

 

20 a 22 de setembro
Semana do Tropeiro e Acampamento Farroupilha
Local: Centro de eventos de Ponta Grossa
Sexta-feira às 17h
Sábado às 9h
Domingo às 8h

 

5° Easy Road
Local: Centro de Eventos de Ponta Grossa
Nome: Ponta Grossa Convention & Visitors Bureau
Endereço: Rua General Aldo Bonde s/ no – Vila Margarida
Telefone: (42) 3220-7250
Site: http://www.pontagrossacvb.com.br
E-mail: info@pontagrossacvb.com.br

 

21 de setembro

Especial Seu Jorge + Guaiamum
Local: Leeds English Pub
Endereço: R. Dr. Paula Xavier, 1070, Centro
Telefone: (42) 3301-9939
Horário: A partir das 18h

 

27 de setembro
Raimundos Cover
Local: Choperia Baviera
Endereço: Barão do Cerro Azul, esquina com Senador Pinheiro Machado
Reservas: 3027 1008/ 3025 3891
Horário: A partir das 21h

28 de setembro
Núcleo de dramaturgia
Local: Centro de Cultura de Ponta Grossa
Horário: 13h30 a 17h3

 

20/09/2013

“Não quero as tuas terras”

projetor322Produção de terror, filme ‘Invocação do mal’ faz jus ao gênero com história baseada em fatos

Quarenta anos após a estreia do clássico O Exorcista, filmes com temática de exorcismo e demônios são lançamentos frequentes todos os anos. Porém, abordagens clichês são resultados da maioria das produções. Dirigido por James Wan, e estrelado por ícones do cinema como Patrick Wilson e Vera Farmiga, Invocação do mal traz para as telonas uma história bem estruturada e muitos sustos.

A história, baseada em fatos, se passa em 1971, quando um casal muda-se para uma casa isolada, com as cinco filhas. Apesar do início comum e desmotivador, o filme torna-se mais elaborado e cativa o público à medida que o sobrenatural entra em cena. Na pele de investigadores paranormais, Wilson e Farmiga são chamados para solucionar o mistério.

foto divulgação 2Foto: divulgação

O enredo é rico em detalhes, pois a possessão seria resultado de uma maldição lançada por uma bruxa, para proteger as terras da fazenda. A casa é cheia de fantasmas, vítimas do feitiço. O filme instiga o espectador a solucionar o mistério e prende a atenção ao desfecho. Cada detalhe torna-se importante. A mescla entre som e imagem, através da trilha sonora nas cenas de terror, cria uma sensação de mistério e intensifica os sustos.

Ponto negativo é que, ao final, não se pode concluir se o espírito da bruxa foi ou não vencido, uma vez que se encontrava preso à casa, e o exorcismo o retirou apenas do corpo da vítima. A produção também deixou a desejar na construção da cena, pois, ao contrário do público, motivado a gritar, os atores aparecem todos limpos e penteados na última cena, logo após de estarem sujos e em luta no exorcismo.

            Crys Kühl

Serviço:

O filme esteve em cartaz, dublado, no Multiplex Palladium entre os dias 13 a 19 de setembro, com classificação indicativa de 14 anos. Com horários de apresentação na segunda-feira, quarta-feira, sexta-feira, sábados e domingos às 14h30, 16h45, 19h e 21h25, e na terça-feira e quinta-feira às 16h45, 19h e 21h45.

No Lumière Cinema, do shopping Total, a produção estreou, legendada, no dia 13, sem previsão para sair de cartaz. Os horários de exibição são 14h, 16h20, 18h40 e 21h.

 

20/09/2013

Informação e religião para quem tem fé

entre-linhas12De tiragem mensal, em formato e diagramação previsíveis, o jornal ‘A Boa Nova’ traz informações da Diocese de PG

O Jornal A Boa Nova circula nos municípios da Diocese de Ponta Grossa, como Carambeí, Castro, Ventania, entre outras cidades. Formado por dois cadernos e seis folhas, o jornal noticia os acontecimentos religiosos para os integrantes da igreja católica. O número de imagens no jornal chama atenção, algumas matérias chegam a ter três fotografias ilustrando a notícia.

A diagramação, principalmente da capa, deixa espaços não preenchidos que incomodam a leitura. Em todas as edições há no canto da capa uma tripa do começo ao fim da folha, com pequenas manchetes, poucas têm fotografia. A cor da capa também é constante: os títulos em vermelho, o da manchete em azul e box em bege queimado.

Os textos se diferenciam pelo gênero jornalismo literário, onde a notícia é repassada usando o recurso da ficção com o objetivo de contextualizar a realidade. Porém, o chamado ‘lide’ não é abandonado. A técnica do ‘lide’ consiste em colocar as principais informações no primeiro parágrafo do texto. Observa-se, ainda, no jornal um tom catequético na escrita. O recurso de colocar a matéria em um box está presente tanto na capa, como no interior d’ A Boa Nova, deixando algumas páginas carregadas em conteúdo.

A impressão não prejudica a leitura das fotografias. Em algumas matérias a fotografia não é do jornal, mas de arquivo pessoal de um entrevistado. Apenas nestes casos a foto tem crédito, o que gera uma desarmonia porque algumas fotos têm crédito e outras não. A edição mais recente (setembro/2013) usou na capa e em uma página interna o recurso de colocar o texto do título por cima da fotografia, uma técnica ainda não usada anteriormente.

Luana Caroline Nascimento

Serviço:

O jornal é distribuído em igrejas da diocese da igreja católica e tem tiragem mensal

aboanova@diocesepontagrossa.com.br

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20/09/2013

Performances atrasadas

em-cenaSESC PG promove Semana Literária, mas fica devendo em organização e cumprimento de horários

Contar histórias foi uma das atividades na Semana Literária do SESC & 32 anos da Feira do Livro, que aconteceu de 16 a 20 de setembro. No primeiro dia Suelen Galvão Jansen e Hugo Jansen Galvão contaram histórias para crianças e jovens, do 3º ao 8º ano das escolas Humberto Cordeiro, Loise Foltran Lara, Colares e Instituto de Educação.

Com o tema baseado nas obras infantojuvenis de Bartolomeu Campos de Quieroz, Hugo representou um senhor de idade chamado por “Veio”, enquanto Suélen (“Véia”) era uma dona de casa que gostava do marido e fazia tudo por ele. A interação com o público começou logo nos primeiros minutos, conversando com as crianças e chamando alguns na frente.

Foto André BidaFoto: André Bida

A primeira história falava de uma fada que realizava os desejos de um menino e o ajudava a conseguir tudo o que queria. A “Véia” pedia a participação das crianças para o andamento da história, enquanto o ”Véio” acompanhava tudo sentado tomando chimarrão. O segundo conto abordava um homem chamado ‘Seu Queiroz’, que a todo momento estava bravo. Em ambas as narrativas havia no final uma lição de moral.

O ponto negativo foi a falta de organização, que não cumpriu com os horários estabelecidos na programação disponibilizada. A mesma informava que no período da tarde a contação de histórias seria realizada em dois horários, com duração de uma hora. Enquanto isso, uma segunda atividade seria feita em outro espaço do local. No entanto, as atividades foram realizadas no mesmo espaço e a contação de histórias encerrou as atividades com a duração de apenas 30 minutos.

André Bida

Serviço:

A contação de histórias aconteceu entre os dias 18 e 20 de setembro no Espaço Cultural Chic-Chic do SESC no centro de Ponta Grossa.

Manha: 08h30 às 09h30 / 10h00 às 11h00

Tarde: 14h00 às 15h00 / 15h30 às 16h30

* Na quarta-feira (18) no período da tarde aconteceu às 15 horas apenas.

20/09/2013

Programação diária, mas nem tanto

outros-giros21Semana Literária Sesc apresenta lacunas na organização, que prejudica o evento

A Semana Literária Sesc (Serviço Social do Comércio) Ponta Grossa e Feira do Livro 32 anos iniciou na segunda-feira, 16/09, e homenageou, nesta edição do evento, o autor mineiro Bartolomeu Campos de Queirós, que escreveu mais de 40 livros, a maioria infantojuvenil. Pelo material de divulgação, estavam agendadas durante toda a Semana algumas de atividades, entre elas o Cine Sesc, nas instituições de ensino, e a programação diária, contação de histórias, oficinas, workshop e mesa redonda,  no salão do Sesc PG.

Primeiramente, as descrições das contações, por ser um evento se curta duração, poderiam ter mais detalhes da obra apresentada. As oficinas são as mesmas durante todos os dias do evento. Olhar para o folder de divulgação da semana pode deixar muitas dúvidas, pois tanto a programação da manhã quanto da tarde são exatamente as mesmas, além de se repetirem diariamente. Pessoas que souberam do evento no dia 18, por exemplo, mesmo interessadas, não podem participar das atividades, pois todas elas necessitam de inscrições prévias.

semanaliterária_sescFoto: divulgação

Dos dias 16 a 20, ocorrem o Cine Sesc e a venda de livros, porém as atividades foram programadas apenas a partir do dia 18. Talvez seja por falta de pessoas para ministrar as oficinas e contações, ou por não terem atividades mais diversificadas para preencher o cronograma, mas independente do motivo, essa lacuna na programação é uma falta de aproveitamento cultural no evento.

Rafaela Oliveira

20/09/2013

Um comportamento integrado à estética

moda-e-estilo1As diferentes expressões do hip hop, originário de periferias urbanas, que formam uma marca cultural

A moda é volátil, e facilmente se percebem transformações e novas tendências. Em Ponta Grossa, o estilo hip hop roubou a cena. Algumas lojas e também eventos culturais, como exposições e shows, mostram o avanço do estilo na cidade. O hip hop é um movimento cultural e abrange o break, o rap e o grafite, ou seja, abraça diferentes formas de expressão como dança, música e desenho.

Inspirados pela moda que observavam nas discotecas e ao mesmo tempo desenvolvendo uma nova estética, na década de 1970 jovens usavam calças largas, camisetas coloridas, e tênis confortáveis. A origem do vestuário é afro-americana, da costa leste dos Estados Unidos. As roupas largas justificam-se pela dança, para facilitar os movimentos, causando um reconhecido efeito visual.

Sem mudanças bruscas, ao decorrer dos anos, o estilo hip hop passou por adaptações e incluiu outros acessórios à vestimenta, como o uso de bonés, lenços e correntes. A moda tornou-se muito popular, fazendo com que cada vez mais pessoas se habituassem ao estilo. Entretanto, a popularidade causa um problema: modismo. Indivíduos seguem o estilo, em alguns casos, apenas por estética e esquecem que o hip hop é uma subcultura.

Como oposição à cultura dominante, o vestuário é apenas um dos itens que caracteriza a expressão, que envolve o comportamento, as gírias, marcas ideológicas e outras particularidades. No caso do hip hop, a atitude, a contestação, o protesto e a ascensão da voz das ruas. Quem segue o estilo por modismo, talvez, apenas compõe uma “nova safra” de adeptos.

Rafaella Feola

Serviço

Peças de roupa que compõe o estilo hip hop podem ser encontradas em variadas lojas da cidade, a partir de R$ 30,00 , podendo chegar até  R$ 500,00.

20/09/2013

PG de A a Z, mas sem o S de simplicidade

livro-abertoLivro de crônicas lançado no aniversário da cidade traz o vai e vem de PG, mas a linguagem não acompanha o movimento

O vendedor de churros, a rua, o sorriso das crianças estão ali. Detalhe não é o que falta na obra do jornalista Ben-Hur Demeneck. De A a Z, cada letra do alfabeto representa um aspecto de Ponta Grossa. Qualquer história, que talvez passe despercebida aos olhos do caminhante, não escapa das retinas de Ben-Hur. Mas quando o assunto é o tratamento com a linguagem, falta a leveza de uma folha que cai.

Toda vez que o leitor vira a página, depara-se com imagens de um ritmo da cidade, seja de um local que o jornalista visitou ou do assunto da crônica. Nelas, cada pedaço de PG conta muito mais que as próprias crônicas. São as fotografias do curitibano Alceu Bortolanza que mostram a princesa em detalhes. Isso compensa, quem sabe, as palavras não tão conhecidas. “Estética aristotélica”, por exemplo, está longe da cabeça de um leitor comum.

IMG_0575Foto: Keren Bonfim

Se por um lado as metáforas não bastam para transformar a cidade em palavras, servem como uma “sacada” do cronista. Mas aí, novamente, o jornalista se perde no pavilhão de informações que pretende selecionar para escrever. A crônica, nesse caso, torna-se uma crítica, o que contraria a proposta inicial do livro.

Não se pode negar, contudo, que PG de A a Z represente um panorama de uma cidade onde, conforme coloca Ben-Hur, “o possível esquece de acontecer”. O ‘possível’ jeito de contar uma “boa história” em poucas palavras, contudo, deixou de acontecer com o escritor. Se foi intencional para combinar com o estilo, não se sabe. Mas, os “intelectuais que me perdoem, simplicidade é fundamental”.

Keren Bonfim

Serviço:

O livro pode ser encontrado nas Livrarias Curitiba pelo preço de R$ 30,00. A livraria se localiza na Rua Ermelino Leão, 703 – Olarias – Ponta Grossa/PR

20/09/2013

Acordes de guitarra que levam para a Lua

vitrola21Rock’n’roll enérgico e clássicos dos anos 1960 e 70 predominam no repertório da banda curitibana

A banda curitibana SargentoMoon fez a sua primeira apresentação na sexta feira, 13 de setembro. O show aconteceu na festa open bar do curso de Jornalismo da UEPG, M’imprensa. A banda é fruto de algumas alterações feitas em um antigo grupo, chamado Extintores. Com a saída do baixista, os integrantes resolveram trocar o nome para iniciar uma nova fase na carreira.

SargentoMoon tocou clássicos do rock’n’roll dos anos 1960 e 70 e músicas mais atuais. A banda abriu o show conquistando o público com a enérgica ‘Highway the Hell’, do AC/DC. A escolha alterou bastante o clima da festa que, até então, estava sendo embalada por uma banda de reggae. Entre os covers da banda, foram tocadas canções do The Doors e The Hives.

sargentomoonFoto: divulgação

Na banda há dois guitarristas, baixo, bateria e vocais bem sincronizados, sendo que o principal vocal é feito por um dos guitarristas. As músicas escolhidas para a apresentação tinham ritmos agitados, que animaram a festa. Uma característica marcante da banda é a presença constante de backing vocals, que enriquecem a apresentação.

 Por ter se apresentado quase no final do evento, os ritmos mais agitados foram uma escolha oportuna, para que a festa não perdesse o pique, caso continuasse tocando reggae a noite toda. O único ponto ruim é que a voz principal estava baixa, quase ‘escondida’ em meio aos instrumentos, provavelmente um problema de regulagem de volume. A banda, por ser nova, ainda não possui data marcada para próximo show e nem divulgação em sites ou páginas em redes sociais.

Isabela Almeida

Serviço:

Contato: https://www.facebook.com/piercarlo.melatti Facebook do integrante

20/09/2013

O reinado marcante das “inhas”

pratosEmpadinhas Bonfati oferece aos ponta-grossenses opções na culinária dos diminutivos

Ao lado de um posto de gasolina, uma porta dá acesso a mais um estabelecimento gastronômico na cidade. Três mesas, além das banquetas perto da bancada, dão um ar familiar ao local. Uma senhora, com aparência de avó, apresenta a estufa de salgados e elenca as opções. Porque empadinha e coxinha lideram a lista?

Há 22 anos, Dona Cornélia está à frente da “Empadinhas Bonfati”. Apesar da variedade de salgados, as “inhas” ainda são as preferidas da clientela. A empadinha, que dá nome ao lugar, pode ser de frango ou palmito. Sempre na temperatura característica de recém saída do forno, a massa é suave e ‘no ponto’ – nem muito grossa, nem muito fina. O tempero é marcante, nada carregado. A presença da azeitona no recheio apresenta um pequeno perigo: por estar com o caroço, qualquer mordida mais forte pode causar um acidente.

críticaFoto: divulgação

A coxinha, frequente em festas de aniversário, é o segundo salgado mais vendido na lanchonete. A mistura da massa de trigo, frango cozido, ervas como tempero e farinha de rosca conquista os clientes. O fato de ser frita na hora é vantajoso ao consumidor, que come uma coxinha em temperatura agradável, crocante e com tempero dosado.

Após saborear o salgado, a pedida é um doce. A queijadinha, oriunda da culinária portuguesa, que mistura coco com queijo parmesão e leite condensado, é a sobremesa preferida na Bonfati. Considerada a ‘melhor da cidade’, depois de feita a massa exterior, esta é recheada com uma pasta que inclui o queijo fresco, característico do produto. Depois de dar uma forma de estrela com sete bicos e levadas ao forno, é só degustar!

Larissa Rosa

 

Serviço:

Empadinhas Bonfati – Av. Bonifácio Vilela, 250.

Ponta Grossa – PR

Telefone: (42) 3223-2128

Empadinha – R$ 2,00

Coxinha – R$ 2,20

Queijadinha – R$ 2,00

 

20/09/2013

Cultura dos pampas é foco no ‘Integração Gaúcha’

na-telaGino Gaúcho leva música e informação gaudéria para a TV pontagrossense com a linguagem típica riograndense

Você pode não ser gaúcho, não ter sido criado em galpão, pode até não ter descendência riograndense, pode ser ponta-grossense nato, daquele que compra no Tozetto e tem no lojão 10 e 15 a solução para todos os seus problemas. Se você é daqueles que no rádio não perde uma Bailanta Tropical e está sempre de olho no próximo evento ‘social’ ou festivo, a TVM traz o programa Integração Gaúcha.

Apresentado por Gino Gaúcho, o programa funciona como uma adaptação radiofônica para a linguagem televisiva. O apresentador vem de experiências com ouvintes e se comunica com o telespectador da mesma forma. O tratamento informal pode causar estranhamento para quem não conhece termos como “índio véio”, “china véia”, “ginetear”, “peleia” e outros tantos que surgem durante os 60 minutos do programa.

ilustracao  retirada do blog do Lira NetoFoto: divulgação

O cenário é composto por um fundo em cromaqui com imagem de um paiol no qual se vê instrumentos como arreios, cancelas e rodas de carroça. Nas entradas de bloco, Gino Gaúcho dá três passinhos para frente até entrar no enquadramento de plano médio. É o efeito do apresentador no cenário, a única câmera não muda o ângulo. Os quatro blocos do programa são preenchidos com músicas retiradas de DVDs de grupos de música gaúcha, a falta de cuidado da edição permite a leitura do sinal de “reproduzir” no canto superior esquerdo da tela.

A cada entrada de bloco há chamadas com grupos musicais tais como Porca Véia, Xirú Missioneiro, Baitaca e outros, todos afirmando serem parceiros do programa. Integração Gaúcha é voltado especificamente para os ouvintes e admiradores da música regional do Rio Grande do Sul.

Marcelo Mara

Serviço:
Programa: Integração Gaúcha

Apresentação: Gino Gaúcho

TVM, canal 14 da TV a cabo

Horário: Quartas-feiras às 17 horas