Archive for Agosto 16th, 2013

16/08/2013

Agenda Cultural

agenda

 

17 de agosto – Sábado

– Núcleo de Dramaturgia

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Horário: 13h30

Ingressos: Atividade Dirigida

 

Abertura da Exposição Flora do Paraná

Local: Casa Lacerda

Horário: 11 horas

– “Fala Conto Fala”: contos portugueses, africanos e indígenas

Local: Cine Teatro Ópera – Auditório B

Horário: 15 horas

 

– Peça “4 estações”

Local: Teatro Marista

Horário: 8 horas

 

18 de agosto – domingo

– Concerto do Coro Cidade de Ponta Grossa  “Madrigais de Veneza” (Monteverdi)

Local: Igreja Luterana Bom Pastor

Horário: 19h

Ingressos: Atividade Livre

 

– Espetáculo de Dança  “Tango em Dois Atos” – Com Cia do JAZZ de União da Vitória

Local: Cine-Teatro Ópera- Auditório A

Horário: 20h

Ingressos:  R$ 13,00 ( inteira) e R$ 6,50 ( meia-entrada)

 

– Folclore em Cores 2013

Local: Parque Ambiental

Horário: 15 horas

 

19 de agosto – Segunda-feira 

 

– Palestra sobre Sustentabilidade

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Horário: 13h

 

20 de agosto – Terça-feira

 

– Palestra sobre  Meio Ambiente

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Horário: 19h

 

– Projeto Tela Alternativa – Exibição dos Filmes:

1-       “Zelig” (Zelig)

Direção:  Woody Allen, 1983, 79 min

2-      “Skhizein”

Direção: Jérémy Clapin, 2008, 13 min

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B

Horário: 19h30

Entrada Franca

Classificação: 16 anos

 

 

– Concerto do Coro Cidade de Ponta Grossa  “Madrigais de Veneza” (Monteverdi)

Local: Igreja Luterana Bom Pastor

Horário: 20h

Entrada Franca

 

– Lançamento do livro ‘Serenatas e Seresteiros: o evento Noite de Serestas da UEPG’

Local: Premium Vila Velha Hotel

Horário: 19h30

  

21 de agosto – quarta-feira

 

– Seminário com temática “Violino” – Prof. Ubirajara Souza

Local: Mini Auditório – Conservatório

Horário: 14h20min/19h30min

Etiquetas:
16/08/2013

Um canal para aprender a fazer rádio

antena11

Web rádio é produzida por estudantes de Jornalismo da UEPG há quatro anos

     A RádioWeb é um projeto de extensão vinculado ao curso de Jornalismo da UEPG, coordenado pela professora Zeneida Assumpção, desde 2008. O conteúdo varia entre cultura, educação, saúde, assuntos e eventos que envolvem e aconteçam na Universidade.

     Os alunos que integram o grupo produzem boletins de notícias três vezes por semana. Além disso, no site da rádio estão publicações dos áudios que os demais alunos do curso de Jornalismo – não ligados diretamente ao projeto – produzem nas demais disciplinas para rádio.

     No site é possível encontrar os áudios gravados anteriormente pelos alunos, que podem ser ouvidos a qualquer hora e quantas vezes se achar necessário. A qualidade de locução e texto varia de aluno, e as técnicas adquiridas por cada ator, já que o projeto conta com acadêmicos de diferentes séries da graduação. Não existe possibilidade de transmissão ao vivo, nem há interatividade com o público. Um déficit mais relativo à elaboração do site do que da organização do projeto.

logoFoto: Divulgação

     A iniciativa não possui uma identidade própria, segmentação, nem público alvo definido. Por ser um projeto que visa o aperfeiçoamento profissional, os alunos necessitam exercitar todas as áreas do radiojornalismo. E também outros setores do rádio não jornalístico, como a produção de radionovelas e adaptação de textos literários para radiodifusão.

     A RádioWeb, mesmo sem transmissão ao vivo, tenta suprir a inexistência de uma rádio universitária na UEPG. Porém, não exige dos alunos integrantes a necessidade de uma programação periódica. A sua existência é um tanto obscura para os estudantes dos outros cursos da UEPG, talvez pela escassa divulgação.

Letícia Augusta

Serviço: http://radioweb.uepg.br/

16/08/2013

Uma boa “garapada” da disposição

pratos

Bebida extraída da cana-de-açúcar, que traz energia aos consumidores, pode ser encontrado em feiras da Cidade

     O produto tem cor e aparência de gasolina. Faz espuma ao ser despejado e, às vezes, pode adquirir a consistência de um suco de abacaxi. É apenas o líquido natural extraído da cana-de-açúcar. Com essas características e um gosto açucarado, o caldo de cana se torna uma opção de energético para o dia a dia. Diferentemente de outras bebidas, não é encontrado nas prateleiras dos supermercados.

     Embora não seja regra, as máquinas de produção de caldo de cana são instaladas em Kombis. Dar de cara com uma Kombi azul e branca, por exemplo, e esperar que lá dentro estejam várias canas prontas a serem moídas é pretensão demais. Em muitas cidades, o local ideal para encontrar a bebida açucarada são as feiras públicas, como as de terças e sextas feiras que acontecem no Jardim Carvalho, em Ponta Grossa.

DSC_0005Foto: Keren Bonfim

     Lá está a Kombi. As portas laterais abertas denunciam a presença da máquina de preparo. Ao preço de R$ 2,00, é possível adquirir a bebida. E como consumi-la? Gelada ou na temperatura ambiente, com limão ou abacaxi. Fato é que, ao primeiro gole, a garganta estranha o alto teor de açúcar, mas nada que mais dois goles não resolvam a situação. Quando se percebe, um copo de mais ou menos 200 ml foi ingerido goela abaixo. É preciso, porém, resistência para acabar com toda a “garapa”, nome dado ao líquido que resta no recipiente.

     O indivíduo que prepara a bebida é o mesmo que cobra pela venda. Se o consumidor fechar os olhos para as mãos que mexem com a cana e depois pegam no dinheiro, pode saborear um refresco no final da tarde. Se a fome bater, o bom e velho pastel de carne pode acompanhar.

Keren Bonfim

Serviço: O caldo de cana pode ser adquirido todas as terças e sextas feira no Jardim Carvalho. O preço varia de R$ 2,00 a R$ 5,00.

16/08/2013

Apenas mais uma ficção

projetor322

Filme de monstros, que emergem do mar versus humanidade, retoma clichê antigo do cinema

     O longa metragem dirigido por Guillermo del Toro fala de criaturas monstruosas conhecidas como Kaiju que saem dos mares e iniciam uma guerra contínua com os seres humanos. Para destruí-los, os homens criam robôs gigantes de última geração, os Jaegers, controlados por dois pilotos por conexão neural. A história muda quando a humanidade perde poder e precisa optar por um velho robô aposentado comandado então por um ex piloto, Charlie, e Rinko, uma treinadora.

     O filme, que apesar de trazer imagens gráficas que atendem ao critério de técnica qualificada, não traz nada de novo. A proposta de renovar o ideal de uma versão melhor produzida, com ideias mais modernas, dos famosos filmes clichês com monstros gigantes destruindo cidades, como Godzilla, falha em mais uma ficção que não sai do mesmo (contexto). Outra ideia, que não foge do comum, é a paixão repentina e com um final feliz entre o ex-piloto e a treinadora, que “viveram felizes para sempre”, tornando-se os heróis da história. O mesmo se pode dizer da tentativa de mostrar a capacidade cooperação entre as nações para vencer a guerra.

filmeFoto: Divulgação

     A proposta de trazer criaturas cuspidoras de ácido, que se parecem animais comuns como tartarugas, dinossauros ou tubarões, faz das cenas de ataque o principal clímax da história, mas cria uma imagem longe do real. Entretanto, o longa é executado de forma inteligente. Mesmo feito para aqueles que gostam de viajar na ficção, o filme atende o critério de uma ação empolgante, perceptível em todas as cenas.

Mariana Okita

Serviço:

Filme: Círculo de Fogo

Duração: 2h 10min

Censura: 14 anos

Exibição em Ponta Grossa:

-Shopping Total: http://www.cinemaslumiere.com.br/programacao/Shopping+Total/8

-Shopping Palladium: www.cinearaujo.com.br/salas.asp?cin_id=34

16/08/2013

‘Vem comigo’ e cola nos eventos da cidade

Programa de entretenimento revela dinâmica, mas falta talento de apresentadora

     O programa Vem comigo, apresentado pela ex-miss Franslaine Kozan, na emissora Tv Vila Velha (pelo sistema a cabo local), vai ao ar todas as terças feiras, às 23 horas, e conta com reprise aos sábados no mesmo horário. O programa traz conteúdos de eventos que acontecem no cenário ponta-grossense com entrevistas de organizadores e populares que participam, além de veicular matérias com dicas de saúde e beleza.

     Vem Comigo se encaixa no perfil talvez elitista da cidade, que já registra um ciclo com apelo das coberturas de eventos da chamada high society. A produção é marcada por merchandising de empreendimentos, como apartamentos de luxo e concessionárias de carros. O programa fala sobre os eventos das empresas de Ponta Grossa e faz como se fosse um test-drive em um dos programas, em alguns casos ‘viajando’ para mostrar o novo ônibus de uma empresa. Vem Comigo também possui um canal no YouTube onde é possível encontrar blocos sobre os eventos que foram cobertos por Franslaine.

DivulgaçãoFoto: Divulgação

     As entrevistas são agradáveis e têm uma dinâmica televisiva, mas a apresentadora apela e, em alguns momentos, deixa o programa cansativo para quem assiste, talvez por não dominar a entrevista, deixando-a forçada. Se fosse mais natural, poderia dar dinamismo com o entrevistado e o público que assiste.

     O programa tem parcerias notáveis, que representa segundo o slogan: “vida inteligente pela mídia televisiva em Ponta Grossa”. As pautas realizadas sugerem uma produção planejada, mas o programa não atende à grande massa, pois não informa a população.

Kauana Mendes

Serviço:

Programa Vem Comigo.

Tv Band / Vila Velha – Canal 16 (Net cabo local)

Apresentação: Terça-feira, 23 horas, com reprise aos sábados, 23 horas.

16/08/2013

Cabeça quente no frio do inverno

moda-e-estilo1

Na estação mais fria do ano uma das opções para esquentar a cabeça e orelhas são as toucas

     Coloridas, de lã, feitas à mão, entre outros recursos. No inverno, quando o assunto é esquentar as orelhas e a cabeça, as toucas entram em cena. Atualmente, elas são vistas também em outras estações do ano, por darem um ar descontraído ao look, e podem variar de tamanho, comprimento ou desenhos. Algumas têm abas laterais e pompom.

    Um dos modelos mais usados é a ‘touquinha’ de estilo peruano, feitas de tricô com fios de lã coloridos e desenhos na trama. Alguns gorros têm cordas nas abas das orelhas, que podem ser amarradas sob o queixo. As verdadeiras toucas andinas são chamadas de chullos, feitas de lã de alpaca, vicunha, lhama ou ovelhas, usadas de diferentes tipos e cores, tem um significado entre os indígenas andinos.

--1Foto: Luana Caroline Nascimento

    As toucas beanie ou caidinhas também são um dos modelos mais populares. Com um formato maior que as demais, elas deixam um pouco de tecido caído nas partes de trás da cabeça. Elas podem ser trançadas, plissadas ou enrugadas. Esse modelo não é usado só no inverno, mas também nas outras estações do ano, pois trazem um estilo mais hipster ao look. As ‘touquinhas’ andinas são usadas tanto por homens como mulheres.

    Acredita-se que as primeiras toucas surgiram entre o século XII e XIII. As mulheres confeccionavam uma espécie de gorro, feito de algodão ou seda que serviam para proteger do frio. No século XVI os operários passam a usar toucas feitas de brim. E, a partir do século XIX, elas começaram a ser usadas também nos campos esportivo e militar.

Nábila Fernanda

Serviço: As toucas podem ser encontradas nas lojas da cidade com o valor a partir R$10,00 e podem chegar a R$50,00. Ou, se você souber fazer tricô, confeccione a sua própria touca.

16/08/2013

Café com plástico em violão e voz do compositor

vitrola21

Cássio Murilo insere ritmo e sopro em disco independente com 12 faixas musicais

     O cantor e autor Cássio Murilo lançou, há poucos meses, o cd independente Café com plástico. O disco é distribuído em 12 faixas gravadas em estúdio, sem reparos e com a presença de uma pequena plateia. No início de cada música, Cássio fala brevemente a respeito da próxima canção, conta sua história e apresenta a ‘Canção do Sereno’, uma música inédita à plateia.

A primeira canção é animada e a característica forte é o instrumento de sopro que contribui para a harmonia da faixa. Na sequência, a temática romântica predomina e em seguida há uma homenagem ao piloto de Fórmula1, Ayrton Senna, num relato sobre a morte e o sofrimento de uma fã ao perder seu ‘Herói’ – título da canção.

critica cddd Foto: Roseli Stepurski

     A canção número cinco titulada com o nome ‘Dois’, conta com a participação da cantora Julia Francisquini, que acrescenta uma destacada voz feminina ao trabalho. No disco há a presença de músicas compostas em inglês e também um cover da banda Los Hermanos, onde Cássio reproduz Pierrot, deixando o cover como ponto alto do disco. Algo que destoa, nas músicas de cunho sério, é a modificação da voz do cantor para que ela fique mais forte em tons muito baixos. Ele não mantém constância e por muito pouco não desafina ou sai do tom.

     As melodias são variadas e surpreendem o ouvinte. A sequência de músicas apresentadas proporciona um ritmo marcante à obra. Outro ponto que vale destaque são as canções que demonstram a presença do violão e voz, que remete o ouvinte à boemia da noite, nos bares onde se toca música ao vivo.

Marília Maciel

Serviço: CD pode ser adquirido com o Cássio Murilo, por R$8.

Contato: https://www.facebook.com/jim.murdoc?fref=ts

16/08/2013

Quando a invenção desapareceu…

entre-linhas12

Após nove edições, revista cultural de Curitiba, que apresentava inovações, interrompe produção

     Inventa é uma revista cultural da capital paranaense, uma publicação de caráter informativo com circulação gratuita, editada pelo grupo IEME comunicação. Criada em março de 2009, a revista tinha tiragem de 5.000 exemplares. E oito das nove edições estão disponíveis online.

     Todas as capas do periódico são distintas, valorizadas por ilustrações, outras com montagens, todas coloridas e divertidas. O que mostra a criatividade e versatilidade da revista. E, por ser um projeto cultural, os assuntos abordados são muitos, mas design, fotografia, arquitetura e cinema se sobressaem. Assuntos também encontrados são moda, teatro, música e, até mesmo, gastronomia.

     A revista não é destinada somente ao público jovem, mas nota-se pelo layout e escolha dos assuntos que o público leitor é “antenado”. Como toda revista, ela contém publicidade que, de início não era exagerada, cresceu ao decorrer das edições.

revista-inventa-edicoes0-1-2-3-e-4

   Foto: Divulgação

     Além da existência da revista existe um blog com pequenas matérias informais, e com uma estrutura que foge do padrão jornalístico, muitas vezes colocando o lead ao final do texto. No entanto, o blog é divertido, de leitura fácil, rápida e agradável.

     A revista saiu de circulação em 2011 e não se sabe o motivo, mas estagnou após a nona edição. No editorial da última edição, aparentemente, a publicação parecia bem, falava sobre novas parcerias e até mesmo aumento de tiragem. No entanto, o resultado foi outro, com a produção suspensa. Embora não haja mais a revista em si, o blog ainda é atualizado, dando um “gostinho” do que era a Inventa.

 Rafaella Feola

Serviço:

Site: http://revistainventa.tumblr.com/

Revista online: http://issuu.com/revistainventa

16/08/2013

“Sábado é dia de open no Thribus”

outros-giros21

Thribus Campestre é um dos espaços mais procurados da cidade para realização de festas universitárias

    Localizada ao lado de uma das universidades de Ponta Grossa, a sede campestre do Thribus tem sido um dos lugares mais cotados da cidade para festas nos últimos cinco anos. Apesar de não se localizar na região central, os eventos no local atraem as mais variadas tribos de jovens da comunidade universitária, que também são os principais organizadores das festas.

    O Thribus é divido em dois ambientes, interno e externo, o que facilita para quem organiza as festas, porque garante sempre duas opções de sons durante os eventos. Os espaços para bares no local também são bem distribuídos e evitam filas para pegar bebida. Entretanto, em dias de chuva, a divisão não é tão favorável, pois o espaço fica reduzido e, algumas vezes, superlotado.

-2

Foto: Ingá Formaturas

    A principal reclamação dos frequentadores é a respeito dos banheiros. Os dois banheiros do Thribus Campestre não são suficientes para a quantidade de pessoas que vão as festas, o que causa transtorno devido às filas que se formam. Outro ponto negativo é o estacionamento pequeno, que normalmente é restrito apenas aos veículos dos organizadores das festas. Ao lado do local, existe um estacionamento particular, mas é necessário pagar uma taxa para usá-lo.

   A localização do Thribus no bairro de Uvaranas, que fica afastado da região central, não parece ser um problema para o público, que cada vez mais lota os eventos. Além disso, apesar de alguns problemas na estrutura, o local está entre os mais procurados da cidade para realização de festas universitárias.

  Bianca Machado

Serviço:
Thribus Campestre

Av Gen. Carlos Cavalcanti, 4671 – Uvaranas. Ponta Grossa/PR

16/08/2013

A história do filho que não era dele

livro-aberto

‘A flor que não é sua’ conta a história do amor paternal de um administrador por um menino de rua

     O livro A flor que não é sua, de trama simples e cativante, foi escrito por Matheus Lara quando o autor tinha apenas 16 anos.  Os personagens principais são o bem-sucedido gerente Lev Solitch, o menino de rua Dagô (Igor)  e a professora Monique. Suas vidas se encontram, mas cada um carrega uma história, um passado. As histórias são contadas ao leitor a partir do estilo de narrativa não linear, que segue o fluxo da consciência e não a cronologia do tempo, escolhido pelo autor.

     A obra trata da valorização das aparências e dos bens materiais. O gerente Lev teve um filho com uma ex-namorada e foi abandonado pouco depois da morte do menino. A partir disso, o trabalho se torna sua vida. Em Dagô, menino criado na rua por dois jovens rapazes, reencontra o afeto que sentia pelo próprio filho, o que lhe desperta o desejo de adotá-lo.  Depois de conseguir colocar Dagô provisoriamente em um orfanato, o menino passa a frequentar a escola, onde tem Monique como professora. Lev se envolve com ela, mulher bonita e ambiciosa, mas o relacionamento registra algumas conturbações.

cover_front_bigFoto: Divulgação

     A linguagem é simples e os erros e falhas de escrita são ofuscados pelo fluxo de leitura e o interesse que o livro proporciona.  As letras são grandes e há bastante espaço nas páginas, o que possibilita uma leitura de poucas horas. A escolha do narrador onipresente, bem como da escrita não linear, favorece a imaginação do leitor, que acompanha os flashbacks e entra na mente dos personagens. Matheus Lara mostra que, além de futuro jornalista, pode se sair bem como escritor.

Taís Borges

Serviço:

A flor que não é sua.

O livro é encontrado para venda no site: http://www.clubedeautores.com.br/book/125296–A_flor_que_nao_e_sua

O valor é R$ 30

Número de páginas: 152

Editora: Clube dos Autores

Ano: 2012