Aos trabalhadores explorados e sem fama

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Cearense Maria Cristoilma interpreta música que critica a exploração dos trabalhadores 

           A primeira música da etapa nacional do 26º Festival Universitário da Canção foi Banana Bananeira – Uma história de atravessadores. A canção de Diná Nascimento foi interpretada pela cearense Maria Cristoilma. De pés no chão e vestido chamativo, Maria passou leveza para o público. Ao mesmo tempo em que transmitia suavidade na interpretação, a cantora e compositora prendia a atenção com a voz marcante e expressões fortes, que se adequavam a proposta da música.

                     A canção Banana, bananeira é uma critica social ao modelo exploratório que é aplicado aos plantadores de banana, babaçu, soja e cana. A letra faz menção a um país imenso e rico, mas doente. A grandeza do Brasil, que explora os trabalhadores. Esse aspecto pode ser observado no trecho: “Plantadores gente, Luta tão pungente. De um imenso e rico, País doente…”.

Banana Bananeira-Jonsson_CréditoPedroEstevam

Foto: Lente Quente/ Pedro Estevam

               Maria Cristoilma utiliza as repetições que a letra proporciona como elemento importante na retórica. “Naneira, bananeira, bananeira, banana…” produz rima e ritmo para a música. A frequência das repetições durante o refrão melhora a percepção desse efeito. O ritmo ternário, apresentado três vezes em cada refrão, adequa-se ao propósito da letra segundo a teoria. É adequado a significados relativos a desequilíbrio, impacto, violência.

             Apesar do atraso da organização do evento, que iniciou a etapa nacional do FUC vinte minutos atrasada, e do som parecendo mais alto que a capacidade do teatro, Maria Cristoilma proporcionou seis minutos de harmonia, carisma e muita movimentação no palco.

                                                                                                         André Jonsson

Serviço:

Canção: Banana Bananeira – Uma história de atravessadores

Letra: Diná Nascimento

Música: Maria Cristoilma

Músicos: Maria Cristoilma e banda “Escrete Canarinho” (banda do FUC).

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One Comment to “Aos trabalhadores explorados e sem fama”

  1. Wham bam thank you, ma’am, my quosniets are answered!

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