Archive for Junho 14th, 2013

14/06/2013

Lixo, vidros quebrados e mau funcionamento

outros-giros21Praça da Vila Estrela não possui bancos e abriga Unidade de Saúde com os vidros quebrados e banheiros trancados

     A Praça João Montes Filho, localizada na Vila Estrela, foge a regra das praças de Ponta Grossa. O local, que ocupa uma quadra inteira, não possui bancos. Quem passeia pelo lugar precisa buscar assento na escadaria do campinho de futebol da praça.

     O local também abriga a Unidade de Saúde Dr. Jayme Gusmann. Pichada em todas as paredes, a unidade parece sempre fechada, mas quem passa perto pode escutar vozes no interior devido às janelas quebradas, que deixam os documentos e medicamentos visíveis. O lixo acumulado em volta do prédio reforça ainda mais que só é possível saber que é uma Unidade de Saúde lendo a placa.

DSC_0491Foto: André Jonsson

     Moradores da Vila Estrela improvisaram uma barranco de terra para as crianças praticarem o BMX (Bicicross). Todos os finais de semana, um grupo de amigos se reúne na praça para conversar e praticar o esporte. Já o campinho de futebol aparenta ser pouco usado, pois a grama começa a tomar o lugar do saibro.

    Além de não poder sentar, quem visita a praça não tem banheiro. Os sanitários, que estão nos fundos da Unidade de Saúde, estão trancados. Ao chegar à praça, pela Rua Nilo Peçanha, a primeira coisa que se avista é o prédio pichado, denunciando uma situação de descaso.

   Em meio ao lixo, pichações, janelas quebradas e banheiros fechados, espera-se do poder público, atenção para a Praça João Montes Filho, para a Unidade de Saúde Dr. Jayme Gusmann e, principalmente, para os moradores da Vila Estrela que, como muitos em Ponta Grossa, precisam de local para o lazer.

André Jonsson

Serviço: A Praça João Montes Filho fica na Rua Nilo Peçanha, Vila Estrela, Bairro Oficinas, Ponta Grossa.

14/06/2013

Pouca pluralidade, muita descrição

entre-linhas12Política em jornal local é descritiva, tem diagramação e fontes repetidas e não dá muito espaço para abordagem regional

     A editoria Política do jornal local Diário dos Campos encontra-se na página 3A, e é escrita apenas pela jornalista (graduada) Aline Rios. A diagramação da página é sempre a mesma: contém uma matéria principal com foto centralizada, linha de apoio, box e, às vezes, olho. A matéria principal, na maioria das vezes, fala sobre a Câmara Municipal (vereadores), nas terças e quintas, dia posterior à sessão, repercutindo o principal assunto da sessão. Nos outros dias o texto principal trata de assuntos secundários da sessão ou publica suites sobre a matéria anterior.

    A matéria secundária também vem com foto centralizada. Ao lado encontra-se a ‘Coluna DC’, que contém sempre cinco notas curtas, sendo duas delas com fotos de rosto de algum político, uma aspas de algum personagem sobre um fato do momento e, abaixo, as ‘Rápidas’, geralmente três, que falam sobre algum projeto aprovado ou posição de políticos locais sobre determinado tema. A maioria das fotos é da face dos políticos, ao que parece tirada durante a sessão da Câmara ou do arquivo do jornal.

DSC_0421Foto: Isabela Almeida

      As fontes são escassas, geralmente os próprios políticos da cidade, vereadores, prefeito e vice ou algum especialista. Raras vezes são entrevistadas fontes populares, revelando preferência pelas oficiais, como donos de empresas que prestam serviços públicos ou políticos. A linguagem do texto é simples e acessível, por não contextualizar tanto o tema das matérias, e se limitar à descrição de acontecimentos pautados na Câmara, o que torna a leitura mais simples. Vale destacar que a autora não se posiciona partidariamente em nenhum texto.

Isabela Almeida

 Serviço:

Jornal Diário dos Campos, editado em Ponta Grossa

Circulação: Arapoti, Carambeí, Castro, Curitiba, Guamiranga, Imbaú, Ipiranga, Irati, Imbituva, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Reserva, São João do Triunfo, Sengés, Teixeira Soares, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.

Tiragem: 12 mil/dias úteis, 15 mil/domingo

Periodicidade: terça-feira a domingo

14/06/2013

Do choro ao riso, um passeio pelas emoções

em-cenaApresentação da Companhia de Teatro Breque, do Circuito SESI, interpreta ‘o beijo’

     O circuito cultural do SESI trouxe até Ponta Grossa a peça teatral O Beijo, do grupo Companhia de Teatro Breque, da cidade de Curitiba. A apresentação aconteceu no auditório do SESI (Serviço Social da Indústria). Aproximadamente 50 pessoas, entre jovens e adolescentes, compareceram para assistir a peça.

     Com um atraso de 15 minutos, a apresentação inicia com falas em inglês, o que deixa o público que não domina o idioma perdido no enredo, já que não entende o que está sendo falado. A trama acontece na sala do apartamento de uma garota chamada Hélison, que é apaixonada pelo amigo, Denis. Este pede para a amiga que lhe ensine a beijar, pois sua antiga namorada dissera que ele beijava mal. Depois de muita resistência por parte da amiga, o beijo acontece no final.

foto o beijoFoto: Sidnei Sassaki

     O cenário é bem simples, há apenas uma poltrona e dois banquinhos de madeira. Três refletores fazem a iluminação, que permaneceu a mesma do começo ao fim da peça. Há um momento, que além de interpretarem papéis, os atores dançam e cantam, numa mistura de romance, drama e comédia.

     Ao todo são 45 minutos de apresentação, divididos em dois momentos. O primeiro com figurino dos anos 1980 e o segundo com trajes e linguagem mais recentes. A interação do público aconteceu em várias partes do espetáculo, através de aplausos, risos e silêncios emocionados.  As poltronas da frente do palco estavam todas lotadas, e depois de iniciado o teatro, não chegou ninguém atrasado, o que revela a pontualidade dos espectadores em relação ao horário.

Sidnei Sassaki

Serviço:

A apresentação aconteceu no dia 12 de junho, no SESI de Ponta Grossa, situado na Rua João Manuel dos Santos Ribas – 405.

14/06/2013

Cardápio musical à luz de velas

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Apresentação musical de ‘Joãozinho e Cachaço’ acompanhou os jantares românticos do Dia dos Namorados no Leeds English Pub, em Ponta Grossa

     As mesas iluminadas por velas e a incidência de luz indireta no palco davam a atmosfera romântica ao salão. O “cardápio musical” distribuído aos casais presentes já mostrava o que seria aquela noite de comemoração de Dia dos Namorados em 2013: canções de rock, pop rock, MPB e um pouco de reggae por ‘Joãozinho e Cachaço’.

     A apresentação começou no horário previsto, quando todas as mesas internas do Leeds English Pub já haviam sido ocupadas. As primeiras canções eram conhecidas de quem costuma frequentar o local. Depois disso, o repertório foi por conta das escolhas do público, que mandou pedidos durante toda a apresentação.

179732_312179065582965_1308429337_nFoto: Divulgação

     Apesar do recurso de cardápio musical ter agradado, durante o intervalo entre uma música e outra permanecia um silêncio, já que os próprios músicos conferiam os pedidos e comandavam a técnica. Além disso, o cardápio se restringia ao ambiente interno, o que fazia com que quem estava na parte de fora do pub não fizesse pedido. Entretanto, devido ao pouco fluxo de pessoas nos dois ambientes, o som não foi um problema para quem acompanhava a apresentação no ambiente externo, já que a porta que separa as duas partes permaneceu aberta.

   Mesmo o cardápio contendo aproximadamente 40 músicas, a maioria das opções ganhou interpretação em quase todas as apresentações da dupla. Mas o show pareceu agradar os casais, que acumularam pedidos de canções a noite toda. Joãozinho e Cachaço também se destacaram por terem as próprias versões de cada canção e contribuírem com o romantismo do ambiente com a combinação de voz, violão acústico e bateria elétrica de fundo.

Bianca Machado

 

Serviço: O show de ‘Joãozinho e Cachaço’ aconteceu no jantar de dia dos namorados do Leeds English Pub, dia 12 de Junho.

14/06/2013

Cores e flores para a estação fria do ano

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Calças com cores fortes e estampas, que aquecem, voltam como tendência para o inverno 2013

     As calças coloridas estão presentes nos guarda roupas femininos há muito tempo. Esses modelos são vistos com mais frequência no verão, em tecidos como o jeans e malhas leves para modelos mais confortáveis. Atualmente elas estão voltando para as ruas, mas dessa vez voltam no inverno, com cores fortes e quentes, assim como os tecidos que dão forma aos modelos.

     Não é preciso ir a muitas lojas para encontrar os modelos com as cores mais diversas e estampas variadas. As cores mais encontradas são os vermelhos em tons mais fechados; alguns tendendo para o bordô, verdes, azuis e roxos escuros. No inverno 2013 essa variedade de cores foge das calças jeans e passa a ser mais encontrado em leggings. As calças em tecidos mais flexíveis, que se adaptam as formas do corpo, geralmente são de algodão com elastano, porém nessas modelagens de veludo, e também recortes de couro ecológico, listras e estampas florais.

DSC_0034Foto: Rafaela Oliveira

     As calças coloridas e com couro sintético estão, pouco a pouco, caindo no gosto popular. Por esse motivo lojas populares vendem as peças cada vez mais barato. Com isso fica fácil encontrar pessoas vestindo calças iguais nas ruas da cidade. As estampas maiores e mais chamativas são vistas esporadicamente e quase não se encontra mulheres que as usem no cotidiano. Apesar de oferecerem um colorido a mais para a estação mais fria do ano é preciso não dar importância para os olhares curiosos que surgirão, assim como as expressões de reprovação. Afinal nem todos gostam de novas ideias. E os mais tradicionais não apoiarão a tendência.

Rafaela Oliveira

Serviço:

As calças podem ser encontradas a partir de R$ 20,00

14/06/2013

Tradição e qualidade marcam o ‘Rancho do Caju’

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Programa sertanejo consegue unir gerações ao redor do rádio, contribuindo para a união das famílias

      O Rancho do Caju é um programa de música caipira e sertaneja de raiz, que vai ao ar na Rádio Castro, pela frequência AM 1.130 Khz, de segunda a sexta em dois horários: das 6h00 até 9h30 e das 16h00 às 18h00. O programa é apresentado pelo ‘compadre Caju’, que trabalha em emissoras da região desde a adolescência. A programação pode ser ouvida também na plataforma online da rádio.

     Além da programação musical, Caju também possui a utilidade pública de dar recados. Como por exemplo: alguém liga na emissora para avisar que tal pessoa já saiu do hospital e que a família deve ficar despreocupada porque tudo está ocorrendo bem.  O sistema de recados é utilizado principalmente para avisar pessoas que moram mais no interior (área rural). Os ouvintes também ligam ao programa para relatar coisas que foram perdidas ou roubadas.

2Foto: Hellen Gerhards

     O compadre Caju consegue manter a audiência fiel que o acompanha há anos, com carisma e bom humor, envolvendo quem está ouvindo o programa e fazendo os ouvintes sentirem-se à vontade, convidando-os a participar. Caju é uma figura conhecida na cidade de Castro, em que a tradição de escutar o programa é transmitida de geração em geração: os avós passam para os filhos que, depois, passam para os netos.

     A programação musical consegue se diferenciar de diversos programas sertanejos. O restante do programa possuiu características exclusivas que possibilitam que os ouvintes possam matar a saudade da terra natal, Castro, e comunicar-se com os parentes que ficaram na cidade. A fórmula de gostinho do interior do Rancho do Caju mostra que não só aquilo que é das grandes cidades pode fazer sucesso.

Hellen Gerhards

 

Serviço:

Rádio Castro, frequência AM 1.130 Khz, de segunda à sexta em dois horários: das 06h00 até 09h30 e das 16h00 às 18h00. Encontra-se também online no site da emissora: http://www.radiocastro.com.br/

14/06/2013

Tema central é incerto no filme ‘Depois da Terra’

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Filme procura abranger várias temáticas distintas, mas a trama surpreende em nenhum aspecto

     Depois da Terra, lançado em junho de 2013, é um filme que mistura ficção-científica com ação em uma história, que mesmo aos olhos do leigo, perceptivelmente não possui um foco certeiro. O drama familiar dá o tom do filme, mas também há uma mensagem ambiental, pois na trama os seres humanos abandonaram a Terra após acabarem com seus recursos. Em alguns momentos a maior preocupação é mostrar a corrida contra o tempo dos personagens principais. Essa variação de focos prejudica no envolvimento entre o público e a trama.

     A história do filme se passa no futuro. Um milênio após os seres humanos abandonarem o Planeta Terra, a nave onde Cypher, interpretado por Will Smith, e Kitai, interpretado por Jaden Smith, filho de Will também na vida real, moram é atingida por uma chuva de meteoros e os protagonistas acabam na Terra, após o pouso forçado. Cypher fica gravemente ferido após a queda da nave e o filho precisa superar os medos, para enfrentar o local até então desconhecido e poder voltar para casa.

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Foto: Divulgação

      A presença de Will Smith e seu filho como protagonistas, atuando como pai e filho também no filme, soa como uma espécie de muleta para a história, que não possui aspectos surpreendentes. É uma tentativa de atrair o público, colocando pai e filho como uma dupla, o que na maioria das vezes cativa quem assiste, ainda com a popularidade destes atores.

    Apesar de aspectos positivos, como cenários que saltam aos olhos de quem assiste e efeitos visuais que surpreendem o público em alguns momentos, Depois da Terra não é o tipo de filme que fica por muito tempo na memória do público.

João Henrique Santos Souza

 

Serviço:

Depois da Terra – Título original: After Earth

Direção: M. Night Shymalan

Classificação: 12 anos

Em cartaz no Multiplex Palladium diariamente às 15:30, 17:30 e 19:30.

14/06/2013

Vagas promessas de um romance sem emoções

livro-abertoLivro apresenta sobreposições de vozes e deixa leitor confuso, desafiando-a desmontar sozinho o romance

     Relatos de decepções com amores e amigos decorridas de suas escolhas, questionando a própria existência. Estes são os temas que encabeçam o livro Vastas Emoções, Vagas Promessas, da escritora e especialista em Literatura e Língua Portuguesa, graduada na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Michele Pupo.

     A autora tenta se aventurar em descrever a historia de uma personagem, mas foca sua própria história, através de interpretações que caracterizam uma autobiografia, o que deixa o leitor confuso. Michele tenta trazer o que era muito usado nos romances do século 18, em que histórias eram escritas em cima de relatos de experiências (romance epistolar), quebrando a expectativa do leitor, já que começa de uma forma e segue outro caminho.

      O livro traz pontos de vista que afirmam quem realmente está relatando as próprias experiências, como “Tenho medo de palavras. Elas têm o poder de nos erguer ou afundar. Contudo ainda assim, machucam menos que o silencio” (p.43), e já fala de Mariana: “Hoje Mariana acordou infeliz, fraca, cansada.” (p.43) no mesmo capítulo, não deixando claro sua principal mensagem.

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Foto: Kauana Mendes

       A obra traz também pontos positivos, como uma leitura fácil, já que os capítulos são curtos, mas peca no ultimo capítulo, deixando perguntas aos leitores sem respostas, já que as mesmas ficam a cargo do público descobrir. Os leitores não estão atrás de serem questionados, mas sim terem respostas prontas para aquilo que questionam. Outro deslize aparece quando o questionamento central do livro é a própria existência, pergunta que, em geral, muitas pessoas fogem da discussão.

Kauana Mendes

Serviço:

Livro: Vagas emoções e vagas promessas

Autor: Michele Pupo

Editora: Penalux. Edição: n° 1. ano 2012.

Valor: R$ 28,00 – www.editorapenalux.com.br/loja

14/06/2013

Comida de boteco bem distante do Instagram

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Um dos bares mais tradicionais da cidade, o Rei das Batidas segue com petiscos para acompanhar aquela gelada

     Localizado na região central de Ponta Grossa, o ‘Rei das Batidas’ atrai clientes em qualquer horário do dia. Faça o teste: passe em frente ao bar e observe, sempre vai ter alguém tomando alguma bebida nas mesas, jogando sinuca às 10 horas ou tentando sociabilizar no balcão.

     A frequência quase ininterrupta de clientes tem razões que vão desde a localização (central) até os atrativos de bebidas e comidas. Sobre estes, não trazem nada demais, já que encontrar um pote de rollmops ou de salsicha ‘vina’ azeda, por exemplo, parece quase obrigatório em qualquer lugar que tenha cerveja gelada. Certamente não é para todos os gostos, mas representa parte da comida de boteco, assim como a azeitona, os tremoços, a cebola, o ovo cor de rosa, o pepino e a batatinha azeda. Esta, por sinal, recomendável.

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Foto: Marcelo Mara

     São comidas típicas de bar, ainda que longe do festival de gastronomia noturna e das fotos do Instagram. Não ganham prêmios e muitas vezes são tratadas à margem dos petiscos de outros bares da cidade. Entretanto, acompanham muito bem aquela cervejinha, que também não é artesanal, nem de banda, muito menos custará os ‘olhos da cara’. Outra sugestão é a batida de maracujá, produzida e engarrafada ali mesmo, atrás do balcão. Mas, cuidado, aprecie moderadamente!

     Se você achar pouco, na estufa do Rei das Batidas tem salgados fritos, tais como risóles e coxinha, e “para os (as) fortes”, têm torresmo e linguiça. No momento o bar não oferece os pratos especiais de terças e quintas, com costela bovina e suína, respectivamente. Ainda assim, vale a visita.

Marcelo Mara

Serviço:

Rei das Batidas

Avenida Vicente Machado, nº 67, Centro. – Ponta Grossa/PR

14/06/2013

Destaque para beleza e sertanejo

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Programa da TV Guará busca audiência do público feminino com temas recorrentes no gênero

     Apresentado por Giselle Alonso, diariamente às 11h, o programa ‘Destaque’, transmitido pela Rede Massa, afiliada da SBT, visa atrair o público feminino com matérias de assuntos leves e cotidianos, como estética, moda, horóscopo, culinária e decoração de interiores. Durante uma hora de duração são exibidas em média cinco a sete matérias, incluindo externas feitas por repórteres.

    Acontecimentos e discussões locais são focos bastante apresentados. O programa possui um espaço para interação com as telespectadoras. No quadro “Gi Mamãe”, a apresentadora responde perguntas enviadas sobre gravidez ou cuidados com os filhos, sempre acompanhada de especialistas na área.

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Foto: Divulgação

     Destaque também apresenta um quadro de entrevistas musicais com artistas locais e também aqueles que vêm a Ponta Grossa para fazer shows. Além de conversar com a apresentadora, os músicos fazem apresentações de suas canções no palco. A produção do programa não esconde a preferência por um único estilo musical, já que a maioria das participações é de cantores e duplas sertanejas.

     A agenda do programa é feita de acordo com épocas e datas comemorativas do ano, algumas das edições que caem nessas datas chegam a ser quase um especial sobre o assunto, com matérias de diferentes enfoques sobre o mesmo tema.

     A apresentadora expõe os assuntos com linguagem descontraída, mas às vezes fica um pouco presa ao roteiro e mostra uma certa dificuldade em lidar com o improviso, o que pode atrapalhar na naturalidade, uma vez que o programa é transmitido ao vivo.

Lorraine Almeida

Serviço:

Programa “Destaque” – transmitido pela Rede Massa, TV Guará

Segunda a sexta feira, às 11h

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