Archive for Abril, 2013

26/04/2013

Agenda Cultural

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Shakespearience: Uma ópera de rock de Emerson Rechenberg

Data: Sexta – 26 de Abril

Local: Cine Teatro Ópera

Horário: 20h30

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia entrada, antecipados e grupos fechados)

 

Concerto da Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa (Orquestra de Cordas)

Data: Sábado – 27 de Abril
Local: Cine Teatro Ópera A
Horário: 20h

Festival em comemoração ao Dia Internacional da Dança
Programação:

26/04- 18h- Terminal Central

27/04- 12h- Ponto Azul

28/04- 15h- Shopping Total

29/04- 20h – Cine-Teatro Ópera

Entrada Franca

 

Exposição de 20 telas a óleo da artista plástica: Marga Nye Comynato

Data: 29 de abril à 18 de maio

Local: Biblioteca Pública Municipal Professor Bruno Enei

 

Projeto Tela Alternativa- Exibição do Filme: “Loucos de Amor (C.R.A.Z.Y.) “

Data: Terça-feira – 30 de abril

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B

Ingressos: Entrada Franca

Horário: 19h30

Classificação: 16 anos

XXVII Semana da Cultura Bruno e Maria Enei

Data: 3 à 12 de maio

Local: Teatro Ópera – Centro de Cultura – Outros Locais

Realização: Fundação Municipal de Cultura

Endereço: Rua Julia Wanderley, 936 – Centro

Telefone: (42) 3901.1604

Fax: (42) 3901-1598

Site: http://www.pontagrossa.pr.gov.br

E-mail: cirillobar@yahoo.com.br

 

Conversa entre amigos – 1º Encontro Cristóvão Tezza

Data: 03 de junho

Local: Grande Auditório da UEPG Centro, Bloco A.

Horário: 19h30

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26/04/2013

Música para todos os gostos e estilos

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Diferentes ritmos chamaram atenção na Praça Barão do Rio Branco, em Ponta Grossa

 A II Feira Cultura Plural mostrou no sábado, 20 de Abril, porque tem o adjetivo “plural” no nome. Durante a manhã, cinco apresentações animaram o público. A primeira apresentação foi a discotecagem de Marcelo Mara, que começou no horário previsto, e tocou do rock internacional à música popular brasileira, com um volume agradável que permitia aos que chegavam à feira conhecer as outras atividades da praça.     Guilherme Rudnik, representante do Hip Hop, se apresentou com músicas de crítica social que, com bom ajuste do microfone, puderam ser entendidas pelo público.Entretanto, a longa apresentação atrasou as outras atividades previstas.

Foto: Roseli Stepurski

Foto: Roseli Stepurski

Os professores do Conservatório Musical, Nicolas Pedrozo, Leandro Gaertner e Marcelo Ijaille apresentaram chorinho e jazz. As músicas instrumentais prenderam pouco a atenção do público, mas agradaram aos ouvidos de quem passou conferir de que se tratava a atividade na praça.

O trio de música caipira Zé Garcia, Sereninho e André da Sanfona se apresentaram com músicas de autoria própria como a canção “Campos Gerais”. A apresentação começou um pouco desafinada devido o nervosismo dos cantores, mas logo a apresentação tomou “corpo” e conquistou quem estava prestigiando o evento. A última apresentação foi do Coro Cidade de Ponta Grossa, que apresentaram músicas celtas. Devido ao difícil entendimento das canções, o coro chamou atenção apenas pelo entrosamento dos artistas e não pelo repertório escolhido para a apresentação na praça, que poderia ter sido mais popular.

Aline Czezacki

Serviço:

II Feira Cultura Plural – Aconteceu no dia 20 de abril
Local: Praça Barão do Rio Branco – Horário: das 9h às 12h
Divulgação do CD Zé Garcia e Sereninho “Tropeiros dos Campos Gerais”
Pode ser adquirido com os próprios cantores – Preço (do CD): R$10,00

26/04/2013

E se ficar insosso, vai servir para variar o gosto

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Programa tenta trazer alegria e interatividade através dos clichês do dia-a-dia

Presente nas manhãs de domingo desde 2008, o programa de rádio Arranca Toco, conduzido por Toco, Juca Bala e Claudinho, que incorporam os personagens e apresentam com descontração e animação. Direcionado para o público adulto e antiquado, já faz parte da cultura de ponta grossense.

O programa mistura música sertaneja de raiz e gaúcha. A transmissão dessas categorias musicais resgatam as origens regionais, fugindo da “modinha” do sertanejo universitário e reforçando a tradição e qualidade da verdadeira musica de raiz, caipira e brega. Faz com que o saudoso ouvinte puxe a esposa da cozinha para dançar na sala, se debatendo nos móveis.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Porém, o principal enfoque do programa é o humor, que ganha mais espaço, com a intenção de descarregar o estresse da semana. Piadas que partem de histórias, informações, paródias, “conversa fiada” e do próprio ouvinte que liga contando causos. Sem usar recursos pejorativos, o grupo transparece ter sintonia e afinidade, com brincadeiras entre os locutores e o uso de palavrões para gozação de uns aos outros. O programa se resume em falar bobagens.

Com o acompanhamento de mais de uma edição, percebe-se piadas repetidas e internas do grupo. O público fiel se identifica, mas esse recurso repele novos e jovens possíveis ouvintes a se adaptem ao estilo do programa.  Às 4h de transmissão se tornam cansativas, previsto que se desligue o rádio antes do fim.

Desta forma, Arranca Toco assume a responsabilidade de satisfazer as pessoas que acompanham esse formato de programa radiofônico como um ritual das manhãs de domingo enquanto prepara o almoço em família.

Letícia Augusta

Serviço:

Rádio T – Frequência: 99,9 FM

Domingos das 9h às 13h – Site: www.radiot.com.br/

26/04/2013

Prato oriental conquista adeptos no Brasil

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Presença do Yakisoba na cozinha Nacional, no início do século XX, já foi incorporada aos hábitos alimentares do País

O Yakisoba é um prato de origem chinesa muito conhecido na culinária japonesa e apreciado pelo paladar brasileiro. O preparo não é difícil e consiste em “fritar” o macarrão em uma grande frigideira ou tacho e depois acrescentar os ingredientes que irão dar gosto ao prato típico. Por ser de rápido preparo e muito saboroso, logo se tornou um sucesso no mundo todo.

O prato foi introduzido no Brasil já em 1908 com a vinda dos primeiros imigrantes japoneses. De lá para cá, o prato caiu no gosto dos brasileiros, sendo um dos mais consumidos em restaurantes e festivais japoneses pelo país. O macarrão é colocado num tacho grande, acompanhado de legumes como cenoura, pimentão, brócolis, repolho e couve flor, dependendo da preferência de cada pessoa. A carne pode ser misturada em pequenos pedaços, tudo regado pelo tradicional molho a base de soja, o shoyu.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O Yakisoba é encontrado na maioria dos restaurantes orientais, como no China in box no centro de Ponta Grossa, e servido em pequenas caixinhas padronizadas pela empresa. Um ‘box’ como é conhecido, de tamanho pequeno chega a custar o preço de R$ 18,90.

O preparo no Brasil passou por algumas adaptações de paladares, resultando num prato mais ao molho de Shoyu, o deixando-o mais “molhado”, o que se pode observar também no China in box, porém, o paladar do prato aproxima do gosto original. É de costume todos os clientes que passam pelo estabelecimento, receberem de brinde o biscoito da sorte, que traz no seu interior uma mensagem de esperança e auto ajuda.

Sidnei Sassaki

 

Serviço:
China in Box. Rua Coronel Dulcídio, 1632 Centro – Ponta Grossa
Telefone (42) 3025 4646

26/04/2013

Aposta excelente, estrutura precária

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O Thribus Snooker Bar compensa o ambiente despreparado com ótimas atrações

 A primeira vista, o Thribus Snooker Bar mostra-se um lugar sujo e desorganizado, com opções limitadas para atrair e manter clientes, além do espaço físico que o torna precário. Porém, a cerveja de baixo custo, mesas de sinuca, e apresentações musicais, fazem do Thribus um lugar bastante procurado pelo público jovem, na região central de PG.

Ambiente alternativo, dividido em sete salas grandes, mostra que o local não foi planejado. Cinco, das seis mesas de sinuca, ficam no caminho entre o bar e o espaço onde acontecem as apresentações musicais, o que dificulta a circulação de quem quer passar, assim como o jogo dos que optam pela sinuca. A iluminação é insuficiente em todo o estabelecimento, e o espaço da pista de dança (onde o teto é baixo), não tem ventilação adequada.

Foto: Crys Kuhl

Foto: Crys Kuhl

O ponto positivo da divisão em salas é o som da música limitar-se ao espaço destinado para ela, sem atrapalhar o público que frequenta o local para outros fins (como assistir a jogos de futebol) com interferência de ruídos. Os aparelhos de TV distribuídos em pontos estratégicos funcionam de forma eficiente nas salas onde há mesas para acomodar as pessoas. Nas vendas, existe preferência para bebidas alcoólicas.

Para os fumantes, o local oferece uma parte externa improvisada. Não há uma estrutura previamente preparada para a demanda, existe apenas um ‘puxadinho’. Vale ressaltar que o Thribus é um bar universitário, que cumpre com êxito sua proposta. Independente da falta de luxo, seja pela cerveja barata ou espaço grande e despojado, a casa que, comporta até 150 pessoas, raramente recebe menos de 1/3 de visitantes.

Crys Kühl

Serviço:
Rua Penteado de Almeida, 363, Centro – Ponta Grossa
Nos dias em que há apresentação musical, cobra-se uma entrada a partir das 22h.

Horário de funcionamento: 19h30 – 02h00
Página no facebook: https://www.facebook.com/thribus

26/04/2013

Notícias literárias em rascunho

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O Jornal Rascunho articula 32 páginas de qualidade sobre o universo dos livros e autores do Brasil

O jornal Rascunho dedica-se a trazer as notícias da literatura no Brasil. Publicado mensalmente, o periódico chega ao mês de abril na edição número 156, que traz a capa sobre Paulo Leminski e a ilustração de Rafael Campos Rocha, ocupando 73% da página, enquanto outra chamada sobre a prosa de João Antônio ocupa 2,7% da capa.

As matérias são extensas, com uma média de 9,5 mil caracteres. Porém, ao abrir a página, não se têm a impressão de uma leitura pesada, pois de 22 matérias da edição 156, apenas 16 têm fotos ou ilustrações. As notícias ganham leveza pelas colunas ao lado (algumas na direita, outras na esquerda) contando quem é o autor que a matéria se refere, que livros lançou, onde nasceu e trechos do livro.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O periódico têm 32 páginas e, no entanto, três contam com propagandas. A predominância é de folhas em preto e branco, somente a capa e quatro folhas são coloridas. Das oito fotos presentes no jornal, duas não vêm de divulgação. O impresso tem um equilíbrio entre as oito fotos e dez ilustrações desenhadas por diferentes artistas.

Os colunistas são todos escritores, quatro dos 16 são jornalistas formados. Para um jornal de literatura do Brasil, a maior parcela dos colunistas se concentra no Rio de Janeiro, já que seis deles moram no estado e correspondem: 37% do total. Os demais estão divididos no exterior onde vivem dois, mesmo número em Recife, um em João Pessoa, três em Curitiba cidade matriz do periódico e um que optou por não colocar a localização.

Maria Luísa Cerri

Serviço:

O Jornal Rascunho é mensal

Algumas edições são distribuídas gratuitamente nas livrarias Curitiba.

A versão em PDF pode ser acessada no site: http://rascunho.gazetadopovo.com.br/edicoes-anteriores-2/

A assinatura do Jornal pode ser feita pela internet e custa R$80,00 por ano

26/04/2013

Histórias de sexo e violência

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Primeira edição da revista em quadrinhos ‘Banhero Selvagem’ não é recomendada para menores de 18 anos

O quadrinista e ilustrador ponta grossense, Pietro Luigi lançou, em outubro de 2012, a primeira edição de Banhero Selvagem, uma revista em quadrinhos, com produção autoral, desde o material gráfico até a captação de recursos.

Impressa em papel offset, tamanho A4, com 24 páginas e inteira colorida, Banhero Selvagem mostra quatro histórias de personagem diferentes, como, por exemplo, o frango de supermercado “Henry Catraca”, com seu cigarro sempre aceso na ponta da asa e hábitos machistas. Ou, então, a série “As satisfações fajutas de Sheila”, que conta histórias da garota ninfomaníaca à espera da sua 30ª vez, seja especial, mas que se diverte enquanto alimenta frustrações.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A seção ‘Radiola Selvagem’ é o espaço musical da publicação, na qual um DJ tarado, meio réptil e alienígena, apresenta algum disco imaginário especial para determinada situação. Outras ilustrações mostram temas do cotidiano como a dificuldade de se encontrar um orelhão que funcione, e o inusitado encontro de Batman e Mônica, numa reprodução que remete à última página do gibi de Maurício de Souza.

A única parte de Banhero Selvagem não desenvolvida por Pietro Luigi é o texto do compositor e escritor carioca Rogério Skylab, que assina os versos da seção ‘Descarga’. O enredo das histórias e traços do autor apontam influências de nomes importantes das histórias em quadrinhos escatológicas e que misturam sexo e violência, tais como Robert Crumb, Gilbert Shelton, e nomes brasileiros como Marcatti, Angeli e Allan Sieber.

Marcelo Mara

 Serviço: Lançada numa tiragem de 1000 exemplares, o material reunido em Banhero Selvagem pode ser adquirido no site www.bselvagem.com.br ou pelo sítio virtual da loja de camiseta Crânio: www.craniocamisetas.com

26/04/2013

Jaqueta de couro não é mais ‘o bicho’

moda e estilo.

A peça, que agrada gerações, volta repaginada com cores chamativas e materiais sintéticos 

O uso das jaquetas de couro começou na 1ª Guerra mundial, a partir da necessidade que os EUA tinham de uma vestimenta que pudesse proteger seus soldados e aviadores do frio, e que, ao mesmo tempo, fosse resistente. A jaqueta foi, então, agregada aos uniformes e, em seguida, divulgada por atores conhecidos do público. No pós-guerra, a peça foi associada à adrenalina e aos motociclistas, sendo que a Harley Davidson chegou a distribuir jaquetas de couro para motociclistas.

Nas primeiras décadas, o material era o verdadeiro couro de animal, mas hoje a maioria das jaquetas é feita de couro sintético. A troca é interessante, apesar do material ter menor durabilidade, porém é mais ecológico e permite uma variedade maior de cores e modelos, além de ser mais leve e maleável. O que dominava antes eram as jaquetas de couro pretas, associadas aos motoclubes e ao rock’n’roll. Hoje há um verdadeiro arco-íris de jaquetas de couro, que vão das mais sóbrias até aquelas extravagantes, deixando um ar artificial à peça.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

As jaquetas combinam com os mais variados estilos e dão um toque diferenciado a produções mais clássicas. Entretanto, o uso das coloridas, essencialmente as de cores chamativas como verde e laranja, por exemplo, podem deixar a produção descontraída de mais, e com certas combinações, beirando ao “brega”.

 O uso desse tipo de jaqueta hoje também faz parte de uma levada rock’n’roll que a moda tem feito. Infelizmente, esse estilo mais agressivo aparenta ser muito forçado. Para quem já gostava, a facilidade de encontrar as peças é uma grande vantagem da volta e popularização das jaquetas de couro.

Marcela Ferreira

Serviço:
As jaquetas de couro sintético podem ser encontradas em várias lojas da cidade com preços que variam a partir dos R$100,00.

26/04/2013

Para rever a cultura da Princesa dos Campos

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Conferência pauta debate sobre o setor das artes cênicas do município de Ponta Grossa 

Ao tratar de políticas públicas, não se ignorar a 14ª Conferência Municipal de Cultura, que discute a cultura como um direito do cidadão. Na reunião setorial das artes cênicas, que aconteceu dia 24/04, teatro, dança e circo foram os focos temáticos do referido evento.

Atualizações do texto das políticas culturais de Ponta Grossa foram feitas pelos presentes, buscando identificar o perfil cultural da cidade. A falta de otimização dos veículos de publicidade locais fragilizam a divulgação dos eventos culturais, levando a uma falta de estímulo da participação da comunidade.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Ressalta-se que, em todos os setores que envolvem contribuição pública, se faz necessário assumir ao menos uma parcela de responsabilidade com a cultura, financiando ações ou iniciativas culturais. Nesse momento, compreende-se a necessidade de descentralização das atividades culturais, objetivando a participação da comunidade àquilo que é de direito (social). Afinal, está se falando de políticas públicas.

Mesmo com a finalidade de acolher o novo, é perceptível a resistência a novas contribuições. Vale destacar uma confusão de atribuições, pois ao solicitar a inclusão de uma (outra) demanda no que diz respeito a um núcleo de discussões que seja independente das transições de governos, por vezes, esquece-se a existência do Conselho Municipal de Políticas Culturais, que é a instância legal da discussão, como prevê o Art. 39, da LEI N° 11.048, de 09 de julho de 2012, do Sistema Municipal da Cultura.

Larissa Rosa

Serviço:

14ª Conferência Municipal de Cultura

De 22 a 27 de Abril de 2013, das 19:30h às 22:00h

Centro de Cultura – R. Dr. Colares, 436

Plenária Final, dia 27/04, às 14h

26/04/2013

Sucesso com pouco conteúdo

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Produção norte-americana aposta em fotografia e filmagem, mas não varia no enredo entre personagens

Um grupo de malfeitores invade a Casa Branca, centro político do mundo, determinado a dominar o planeta. Tudo parece perdido até que uma tropa de bravos soldados aparece e salva a pátria. Ao ler a descrição, certamente todos se lembram de algum filme que já assistiram com um enredo semelhante. A produção ‘G.I. Joe: Retaliação’ não foge ao estilo das produções de ação hollywoodianas.

Com um elenco de atores de renome, como Bruce Willis e Dwayne Johnson, o filme retrata a história de combatentes que tentam recuperar a paz mundial e salvar o presidente dos EUA das garras de criminosos. A trama traz cenas de ação e ficção científica entre as personagens, além do fato de ser em 3D, o espectador se sente mais dentro do cenário.

A fotografia e os cortes das câmeras trazem uma dinamicidade à história: tudo é rápido, os tiros e golpes são o essencial de todo o enredo para que haja emoção. Músicas, em sua maioria instrumental, são raras entre uma cena e outra. O que se ouve é o som ‘seco’ dos tiros.

Foto: Divulgação

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Com mocinhos bonitos, musculosos, e com um toque de bom-humor a produção cinematográfica deixa a desejar quanto ao aspecto novo da história. O enredo é típico dos filmes americanos desse estilo: exalta o país, a casa e o homem mais poderoso do mundo através de salvamentos difíceis, com muita luta e tiroteio.

Resta analisar apenas pelo lado da boa imagem já que o conteúdo do filme é deixado em segundo plano. Grandes produções geram grande capital, para compensar os gastos dos produtores. Para gerar lucro, vale apostar nas velhas histórias e no gasto com montagens cinematográficas.

Jéssica Santos

Serviço: O filme tem duração de 110 minutos, com classificação para maiores de 14 anos. Ficou em cartaz até o dia 26 de abril nos cinemas de Ponta Grossa.