O palco também é lugar de premiação

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Onze espetáculos, eleitos pela comissão julgadora, foram premiados durante a noite de encerramento do FENATA

 Eram exatamente 20h30 quando o organizador do evento, Cláudio Guimarães iniciou a cerimônia de premiação das peças da 40ª edição do FENATA. Ao todo foram 206 apresentações e uma estimativa de público de 35.350 que puderam assistir às peças apresentadas nas ruas escolas e no Cine Teatro Ópera durante nove dias de evento. O cerimonial foi simples e rápido, se comparado à cerimônia de abertura, que pecou pelo excesso de tempo. Passada exata uma hora do início da premiação, o espetáculo de encerramento Lavadeiras da memória começava a ser apresentado.

Ao todo, 25 troféus foram distribuídos entre as categorias, melhor texto original, maquiagem, sonoplastia, iluminador, cenógrafo, figurinista, atriz e ator coadjuvante, melhor atriz e ator, diretor, melhor espetáculo infantil e melhor espetáculo. O júri popular também opina e elege o melhor espetáculo, uma escolha a parte da decisão da comissão julgadora, onde as três maiores médias são consideradas, um indicativo de que a opinião de quem participa tem vez numa competição nacional.

No decorrer da premiação alguns problemas técnicos, como a falha do som em um dos vídeos apresentados, desnortearam o andamento da premiação, mas foram superados com o tratamento despreocupadamente cômico de quem apresentava que arrancou risos do público. A entrega de troféus também pareceu tumultuada, talvez por conta da duração e pelo fato de ser um evento nacional, alguns grupos não permanecem na cidade até o dia da premiação. Decorrente a isso, seria interessante – e possivelmente necessário – que houvesse um representante fixo para receber o prêmio pelos ausentes, o que evitaria a dúvida e o improviso da organização ao delegar um(a) responsável para receber os troféus.

Ao final da cerimônia o espetáculo infantil mais premiado foi O reino da gataria, do grupo Companhia Atores in Cena, do Rio de Janeiro, que levaram troféus em cinco categorias e uma nomeação pelo Prêmio especial para categoria espetáculo para crianças. Já no espetáculo adulto a peça com mais nomeações foi Portela, patrão. Mário, motorista, do grupo Boa Companhia, de Campinas. Entre os troféus estava o de melhor espetáculo, que não foi individual, já que a comissão julgadora decidiu nomear também Deus e Diabo na terra do sol, da Cia Provisória, do Rio de Janeiro, nessa categoria.

Troféus de agradecimento aos envolvidos no festival também foram distribuídos, assim como um troféu foi sorteado entre as pessoas presentes, como uma homenagem ao público do festival.

Caroline Belini

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One Comment to “O palco também é lugar de premiação”

  1. Poderia ter feito entrevistas e transformado o texto em uma matéria, pois está longe de ser uma crítica. Seria interessante colocar no serviço a premiação completa, mesmo que excedesse o número de caracteres estabelecido pelo padrão Crítica de Ponta.

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