Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço

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Cobertura do FENATA feita pela RPC fica marcada por tropeços ao vivo e pouco acompanhamento

 A 40ª edição do FENATA entrou na pauta da RPC TV Esplanada, afiliada da Rede Globo em Ponta, nos dias 5, 6, 8, 13 e 14 de novembro. Em 5 de novembro, data que antecedia o início do festival, a matéria apresentada buscou resgatar a história e agendar o público para evento.

No dia da abertura, a 1ª edição do telejornal entrou ao vivo com entrevista do coordenador do festival, Cláudio Guimarães, ao repórter Flávio Bernardes, que incomodou o coordenador ao errar e confundir o nome e chamando-o de Carlos. A matéria não trouxe nenhuma informação nova, apenas funcionou como uma forma de agenda. Durante a 2ª edição, a repórter Vanessa Rumor entra ao vivo direto do Cine Teatro Ópera com a coordenadora da categoria adulto, Andréa Firmino. Novamente a entrevista não apresenta nenhum diferencial capaz de fugir ao folder de divulgação do festival.

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Foto: Reprodução

Na noite do dia 8 a emissora apresenta uma matéria feita por Viviane Mallmann. Este é o primeiro VT em que a cobertura foge das fontes oficiais do festival, entrevistando o público da mostra infantil, um ator e uma professora. O principal aspecto em que as transmissões da emissora deixaram a desejar foi mostrar apenas o teatro de sala/auditório. Durante os telejornais em que o FENATA entrava na pauta, a sensação do espectador era que mostras como os Espetáculos de Rua, por exemplo, não existiam, pois nada foi comentado pela emissora de maior audiência na Região.

Na 1ª edição do dia 13 de novembro a âncora do telejornal avisa que o festival está chegando ao fim, mas deixa a ressalva de que ainda há muita coisa para o público acompanhar. O acompanhamento da RPC termina horas mais tarde, com a presença ao vivo do repórter Flávio Bernardes no Cine Ópera. Novamente, confundem-se nomes (desta vez, a vítima foi a peça de encerramento) e o repórter anuncia o fim dos ingressos para a noite de premiação.

Apesar de dedicar em média dois minutos (em telejornal é um tempo considerável) para falar sobre o festival em cada um dos dias citados, a cobertura feita pela emissora foi bastante rasa e repetitiva de sinopses e agendas. A impressão que fica, ao fim da cobertura, é que as transmissões buscavam incentivar o telespectador a fazer algo que eles mesmo não deram conta: acompanhar o FENATA.

Cássia Miranda

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One Comment to “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”

  1. Realmente a cobertura da RPC foi ‘fraquinha’, porém, se comparada aos anos anteriores, a emissora evoluiu muito.

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