Archive for Agosto, 2012

25/08/2012

A crítica como instrumento da preservação cultural

 

   O exercício semanal da crítica é uma atividade enriquecedora para o desenvolvimento do profissional de Jornalismo. Mas chega uma hora em que parece difícil encontrar novas pautas para as mesmas editorias, especialmente quando o blog é restrito à área de Ponta Grossa e região. Essa dificuldade, no entanto, pode ser facilmente superada quando se procura enxergar algo novo naquilo que passa despercebido, nas coisas que já estamos tão acostumados e não dispensar um olhar mais atento.

   A Casa da Memória é um exemplo disso. Passamos por ali quase diariamente e a beleza do local praticamente nem chama mais atenção. A editoria “Outros Giros” consegue, todavia, apresentar uma nova abordagem com uma pauta oportuna sobre a necessidade de resgate e preservação dos prédios e monumentos antigos da cidade. Ponta Grossa possui um rico patrimônio histórico e cultural que está sendo destruído pela falta de conservação dos proprietários e vontade política dos governantes para realizar o tombamento destes imóveis. Muito embora a Casa da Memória seja um prédio já tombado, o pequeno número de visitantes reflete o desinteresse da população pela cultura local.

   A análise do Programa do Jô, por sua vez, não tem qualquer relação com a cidade ou região. Por mais interessante que seja, ao comparar o mesmo programa em duas mídias diferentes, acaba desfavorecendo o próprio blog, que perde em autenticidade ao se desvirtuar da proposta original. Na categoria “Vitrola”, descrição e crítica se complementam. A adjetivação dos ritmos musicais e os demais elementos trazidos pela autora favorecem o texto e explicam porque o grupo conseguiu levar tanta gente para a pista de dança.

   Em “Livro Aberto”, a crítica retrata o sentimento de pertencimento e o lado bucólico da vida no campo. Há que se tomar cuidado, no entanto, ao escrever que o livro “é um pedaço de arcadismo em terras princesinas”. Nem todos os leitores tem a obrigação de saber o que é arcadismo. A utilização de termos específicos deve vir acompanhada do significado da palavra.

   “Na Tela” desta semana, ocorre certa confusão entre programa e emissora. Não dá para saber se a análise recai sobre a TV Guaráou sobre o informativo Tribuna da Massa. Falta um pouco de foco sobre o assunto. É importante ainda verificar títulos e linhas de apoio para não dizerem a mesma coisa com palavras diferentes.

    No texto “Quando a publicidade é eleitoral”, se a palavra “exprimido” quer dizer apertado ou comprimido pela propaganda comercial, ela dever ser grafada “espremido”. Caso contrário, se o sentido for de expresso, a frase fica sem sentido. Além disso, a crítica torna-se contraditória ao afirmar, no início, que o conteúdo dos jornais é praticamente nulo, e no final, dizer que sobra espaço e falta o que escrever.

   Lembrem-se: reler o texto é essencial!

Fernanda Rosas

19/08/2012

AGENDA CULTURAL

“Preciosa Graça” – Hinos Sacros com o Coro Cidade de Ponta Grossa

19 de Agosto, Domingo, Igreja Luterana Bom Pastor

Sessão Solene de “Denominação de Ruas e Praças de Ponta Grossa”

21 de Agosto- Terça-Feira, Cine-Teatro Ópera- Auditório A

Projeto Tela Alternativa – Exibição do Filme “Minha vida em cor-de-rosa”

21/08, terça-feira, Cine-Teatro Ópera – Auditório B

“Clarinete Brasileiro: Paulo Moura, vida e obra” – Professor Rodrigo

22 de Agosto, Quarta-Feira, Conservatório Maestro Paulino Martins Alves

Espetáculo de Teatro para Crianças  “O caminho para a Felicidade”

23 e 24 de Agosto, Cine-Teatro Ópera- Auditório B

Espetáculo de Teatro para crianças “Uma Professora Muito Maluquinha”

25 de Agosto, Sábado, Cine-Teatro Ópera- Auditório

18/08/2012

Macio, simples e com mostarda

 Com simplicidade e aconchego, bar Fiuzza conquista uma relação de amizade com os fregueses

 

Localizado na Rua Marechal Floriano, número 12, no centro de Ponta Grossa, o bar Fiuzza atende por este nome como indicação do dono, “Seu Fiuzza”, pois na fachada não há qualquer indicação. A falta de cardápios, os times antigos do Operário estampados na parede, os enfeites e até um chapéu mexicano oferecem ao ambiente um tom acolhedor. O bar é direcionado ao público mais velho, que opta por um happy hour após o trabalho.

O prato principal que o estabelecimento oferece é o sanduíche de pernil, preparado com pão francês, pernil, cheiro verde e mostarda escura. A mostarda e o cheiro verde não são colocados em excesso no pão o que descarta a possibilidade de um gosto “forte” ao saborear a refeição. O pão fresco acrescenta sabor e deixa o sanduíche macio, além das fatias finas de pernil que facilitam a degustação. O lanche é seco, não contém gordura no meio do pão, o que sugere um acompanhamento líquido. Para quem aprecia temperos mais fortes o lanche pode parecer “sem sal”.

O preço é R$ 5,00, acessível se comparado a outros estabelecimentos, e não aceita qualquer tipo de cartão de crédito. A freguesia se reúne ao redor do bar para conversar e, eventualmente, assistir ao jogo de futebol transmitido. O tempo de espera é estimado pelo garçom (Fiuzza) de 10 a 15 minutos. A disposição das bebidas (deitadas em fileira) e o modelo do balcão aproximam o ambiente de um bar de bairro. O local não possui rampas de acesso a cadeirantes, limitando o acesso do público. Para quem busca uma opção simples e barata, o Bar Fiuzza é uma boa indicação.

                                                                                                                               Gustavo Dornelles

Serviço:

Bar Fiuzza

Endereço: Rua Marechal Floriano, 12. Centro – Ponta Grossa

Atendimento: De segunda a sábado, das 16h 30 às 21h

18/08/2012

“Lá onde tem o trenzinho?”

Casa da Memória de Ponta Grossa guarda riquezas históricas da cidade, mas é desconhecida pela população

 

Nos arredores do Parque Ambiental Governador Manoel Ribas, centro de Ponta Grossa, encontram-se diversos prédios antigos. Marcos histórico de tempos que, por vezes, são esquecidos e desconsiderados pelo povo e, mais ainda, pelos governos que deveriam honrar o valor histórico que ostentam. Entre eles, um chama a atenção por ter a locomotiva de uma velha Maria Fumaça estacionada no quintal. O prédio, geralmente referenciado pelos pontagrossenses como a “casa do trenzinho” ou a “Estaçãozinha”, sedia hoje a Casa da Memória Paraná.

O lugar é uma espécie de museu, que reúne jornais, revistas, livros, parte do acervo do antigo Museu Ferroviário, entre outras coisas. Para cuidar disso, a Casa tem quatro funcionários e eventuais estagiários que se voluntariam para ajudar na catalogação. Os funcionários que conduzem as visitas demonstram simpatia e prontidão para exibir e contar a história de todo o acervo.

Créditos: Rubens Anater

O local possui aquela beleza histórica inerente aos prédios antigos, mas, ao observá-lo de perto, notam-se sinais claros de deterioração. Nada preocupante, mas que poderia ser recuperado sem grandes investimentos. A Maria Fumaça, que marca o lugar e fica ao ar livre, desprotegida das intempéries do clima, também demonstra progressiva degeneração.

Além da deterioração física, a Casa da Memória também enfrenta o desconhecimento de boa parte da população. Segundo os funcionários, os visitantes são quase exclusivamente universitários, que fazem pesquisa acadêmica ou pessoas de fora da cidade. Assim, riquezas históricas da cidade permanecem esquecidas pelo povo de Ponta Grossa.

Rubens Anater

Serviço:

Localização:Rua Benjamim Constant, 318 – ao lado da Estação Arte, no Parque Ambiental Manoel Ribas.
Horário de Visitação:segunda a sexta-feira das 9hs às 17hs
Telefone:(42) 3901-1584

Entrada:Gratuita
E-mail:casadamemoria_pg@hotmail.com

18/08/2012

Uma nova alternativa de TV aberta na região

TV Guará é mais uma opção de jornalismo e entretenimento em rede aberta

 

A TV Guará terá quatro programas na grade local. O Destaque, que será um programa de variedades, um programa esportivo, um jornal local e o Tribuna da Massa, carro chefe da emissora e, que em Ponta Grossa, é apresentado por Jocelito Canto.

Jocelito já está acostumado com comunicação, pois apresenta programas de rádio há anos. Ele tenta imprimir seu estilo nas matérias de revolta, se inspirando em atitudes e linguagens que o próprio dono da emissora, o apresentador Ratinho, usava nos programas. Mas, mesmo com toda a experiência, Jocelito comete alguns equívocos (técnicos) na apresentação do programa.

O principal problema é a postura, que muitas vezes não é observada, pois o apresentador vira de costas ou muda os enquadramentos da câmera várias vezes em pouco tempo, o que acaba deixando o telespectador meio tonto, entre outros erros como a troca do nome dos repórteres, e não estar preparado para a volta da matéria ao estúdio.

Entretanto, estes detalhes podem ser apenas inexperiência do apresentador na TV. E quem sabe, com o tempo, os mesmos diminuam ou sejam menos evidentes para que a informação seja melhor entendida pelo telespectador. Com a melhoria de qualidade da atração, pode ser uma opção válida para quem quer informação de Ponta Grossa e região na hora do almoço.

Rebeca Gambassi

 

Serviço:

Emissora: TV Guará

Canal: 34 TV Aberta. 4 TV à cabo

18/08/2012

De almas perdidas a pessoas alcoolizadas

 

Diversidade de ritmos e a disposição do grupo animou o público que dançou e cantou as modas gaúchas

Créditos: Carola Shüller

O conjunto musical gaúcho ‘Porca Véia’, que consagrou o seu sucesso com a valsa ‘Almas perdidas’, fez mais uma de suas clássicas apresentações nos Campos Gerais do Paraná. O palco do evento foi o Clube Cultural e Recreativo 25 de Julho, na cidade de Castro, no dia 11 de agosto.

Os cantores do conjunto alertaram no início que se recusam a tocar com menos de dez casais na pista. O convite pessoal fez com que o baile fosse movimentado, levando mais casais do que o requisitado para a pista de dança. A venda de bebida alcoólica no local atrapalhou quem queria apreciar o show, pois a quantidade de pessoas alcoolizadas gerou tumulto.

As músicas tocadas, movimentadas, com batidas marcantes e convidativas, evitam que o salão se esvazie. O ritmo tocado pelo grupo Porca Véia foi variado, levando uma multiplicidade e agradando os mais variados gostos. Desde a simplicidade do dois-um da Vaneira, a batida forte do Bugio, a alegria da rancheira, sem deixar de lado o romantismo da Valsa, Chamamé e do Bolero bem tocados completam o show, juntamente com as letras que falam desde peão boiadeiro, a vida de fazenda, e é claro, das almas apaixonadas. A união dos elementos acima citados mantém preso às canções não apenas quem foi para dançar, mas quem queria apenas ouvir.

O volume do áudio em conjunto com a acústica do Clube cria um som agradável, não alto demais, e bem compreensível, sem criar ecos ou cacofonias. Os instrumentos usados pelo grupo – bateria, baixo, guitarra, a tradicional gaita e a voz grave do gaiteiro em harmonia – deram origem à música que atraiu mais de 100 pares para a pista de dança.

Carola Schüller

Serviço:

Twitter.com/porca_veia

Facebook.com/porcaveia

www.porcaveia.com.br

18/08/2012

Herança preservada na forma de rimas e versos

O Campo e a cidade formam o plano de fundo dos relatos saudosistas de Anibal Garcia Gonçalves

 

Ao todo, são 41 poemas que contam a história de um homem de 68 anos. “Rancho da Serra, herança perdida”, livro com aproximadamente de 100 páginas e leitura prática, é um pedaço de arcadismo em terras princesinas. Anibal Garcia Gonçalves reuniu na obra suas lembranças do campo e sua vida sem luxo em Itaiacoca. O prefácio é de André Lopes de Oliveira.

O livro começa com o poema “Minha Vida”, que narra desde o dia em que o autor nasceu até a criação dos filhos. A simplicidade é característica recorrente nos versos de Anibal, que relembra a juventude na serra, bailes antigos e entes familiares. Outras marcas da obra são a regionalidade e a religiosidade. Poemas como “A Viagem” e “Tempos de Piá” evidenciam traços linguísticos da região, assim como citação de santos e igrejas.

Apesar de não ter educação formal, o autor narra nos versos que saiu do seu “Rancho do Aconchego” em busca de melhores condições para os filhos em Ponta Grossa. Contando com dispersas ilustrações da vegetação típica paranaense, a opção para preencher o livro foi colocar os versos no centro das páginas, dando um toque visual ao “Rancho da Serra, herança perdida”.

A capa do livro mostra uma casinha de campo, em meio a vales e árvores, preparando o leitor para adentrar ao mundo do autor. Em função das rimas simples – muitas vezes simples demais – a leitura pode tornar-se cansativa.

A herança de Anibal Garcia Gonçalves, como o título do livro diz, pode ter sido perdida, porém a dos filhos e netos do autor está preservada. Através da capacidade de transferir sentimentos e histórias para os versos.

Laísa Brigantini

 

Serviço:

Livro: Rancho da Serra, herança perdida

Autor: Anibal Garcia Gonçalves

Editora: Toda Palavra – Série Lírica. Ponta Grossa/PR

Ano: 2011

 

 

18/08/2012

Quando a publicidade é eleitoral

Jornais princesinos publicam fotos de candidatos eleitorais nas páginas, limitando ainda mais o conteúdo publicado

 

Desde que surgiu na imprensa, a propaganda foi amplamente difundida por muitos veículos de comunicação. Os anúncios de produtos e estabelecimentos em geral são corriqueiros e, para quem gosta de autopromoção, há também a coluna social. Ao folhear alguns jornais de Ponta Grossa, neste momento eleitoral, o que se percebe é outro tipo de propaganda: a política. Espaços que antes eram ocupados com conteúdo agora têm fotos de candidatos com os respectivos números de votação.

Jornais como A Notícia, e o Jornal Ponta Grossa são exemplos da propaganda política, pois vários candidatos aparecem estampando seus rostos nas páginas dos veículos. O conteúdo, que já era exprimido pela propaganda comercial, se torna praticamente nulo, já que há páginas que estampam dois candidatos. Natural que jornais de distribuição gratuita, o caso de ambos, precisem tirar sua renda de outras fontes, entretanto a foto do candidato dá a impressão de que o jornal o apoia. A visão política do veículo parece exposta para todos com a divulgação explícita dos que aspiram um cargo, pelo menos os candidatos são de diferentes partidos.

Quem consome os produtos jornalísticos pode se sentir bombardeado com a quantidade de propaganda eleitoral, além de se sentir desconfortável, o que pode limitar a leitura. Em certos aspectos, se houver exagero, a credibilidade do serviço também pode ser questionada, pois os jornais se transformam em uma compilação de “santinhos” eleitorais. Isso acontece talvez pela sobra de espaço no jornal, talvez pela falta do que escrever.

Thaís Belluzzo

Serviço:

Jornais A Notícia e Jornal Ponta Grossa

Distribuição gratuita

18/08/2012

Desmanchando o dia na noite princesina

Luz é o elemento essencial da peça de grupo gaúcho, que arranca aplausos em pé do público ponta-grossense

O Grande Auditório da UEPG, na noite de 15 de agosto, sofreu uma transformação, e quase se tornou um teatro, se não fosse o palco muito alto para as poltronas. Isso fez com que alguns elementos de chão não pudessem ser vistos pela plateia, atiçando a improvisação do ator.

Marcelo Bulgarelli, o ator. Energia, forte expressão facial e corporal, movimentos precisos e facilidade de levar sensações opostas ao público são alguns dos aspectos que o definem. A peça “Dia Desmanchado” trabalha primordialmente com luzes, sombras e música, que em sintonia, dispensam a fala para contar a história. Entretanto, não se trata de uma peça totalmente muda, Marcelo grunhi e resmunga em algumas partes, que, junto com os movimentos coreografados, quase uma dança, ajudam a emocionar.

Os elementos do palco são poucos, o destaque fica para duas “paredes” de tecido que se movimentam durante todo o espetáculo e formam cenários diferentes com a ajuda das luzes. O figurino também é um elemento do palco, pois o ator interage com ele durante todo o espetáculo, especialmente o casaco, o chapéu e a maleta. A maquiagem, com olhos escuros e profundos, ajuda na interpretação e caracterização psicológica do personagem.

O roteiro, inspirado na obra “O Ensaio”, de Benjamin Bradford, gera várias interpretações. Ler a sinopse anteriormente à peça é essencial para que o expectador não fique perdido na história. O espetáculo chega a ser um pouco confuso, mas talvez esse seja o objetivo da peça, que mistura vários níveis oníricos com um pouco de realidade. Repetindo o mesmo dia algumas vezes, o foco da peça é “brincar” com a sensação de tempo. A peça integra o circuito Palco Giratório, do Serviço Social do Comércio (SESC) e, além de Ponta Grossa, tem apresentações em outras cidades do Paraná.

Camila Gasparini

Serviço:

Peça: Dia Desmanchado

Grupo: Teatro Torto

Duração: 50 minutos

Classificação etária: livre

Site: http://diadesmanchado.blogspot.com.br/

18/08/2012

Entretenimento televisivo para as ondas de rádio

O Programa do Jô, transmitido em duas mídias diferentes, anima e é mais encantador pelo rádio do que pela televisão

“Ao vivo pela TV Globo e pela CBN…”. Jô Soares inicia assim o programa durante as madrugadas de segunda à sexta, logo após o Jornal da Globo, na TV e no CBN-Noite Total, pelo rádio. A transmissão pela televisão e rádio é simultânea.

O interessante da produção em dois veículos é a possibilidade de se ver a semelhança entre os dois formatos. Percebe-se que o Programa do Jô já é planejado para as duas mídias.  Entretanto, existem algumas diferenças entre a continuidade no rádio e na televisão. Por exemplo, no início do programa, que começa antes na televisão e só depois de um tempo é rodada a vinheta na rádio. Outro ponto positivo é a compreensão do programa para quem somente o escuta, não existem problemas de comunicação ou de “visualização” dos personagens entrevistados ou do que acontece dentro do estúdio.

O Programa do Jô no rádio é uma boa e bem sucedida proposta de um programa transmitido em diferentes mídias – e simultaneamente. E mesmo que haja necessidade de algum recurso visual, que seria impossível, o programa no rádio não perde nada do entretenimento e diversão que Jô Soares e seus convidados apresentam. Em algumas edições, a experiência de apenas ouvir o programa o torna mais “misterioso”, consequentemente prende mais o espectador para saber do que se trata o assunto. Porque, querendo ou não, quando o programa é assistido na televisão sempre se perde alguma imagem pela distração. Já no rádio, o Programa do Jô sabe muito bem como prender atenção do público.

Guilherme Artoff

Serviço:

Segunda à sexta-feira

0h15 – 1h15

CBN Ponta Grossa – AM 1300Mhz