Archive for Março 16th, 2012

16/03/2012

AGENDA CULTURAL

Projeto “Circo Roda” – Espetáculo “Caravana – Memórias de um Picadeiro”

16/03 a 25/03, Cine-Teatro Opera- Auditório A

Promoção: CCR RODONORTE e Ministério da Cultura em parceria com a Prefeitura de Ponta Grossa

Local: Cine-Teatro Opera- Auditório A

Horários:

Dia 16/Sexta: 20h30

Dia 17/Sábado: 16h e 20h30

Dia 18/Domingo: 16h e 19h

Dia 20/Terça: 20h30

Dia 21/Quarta: 20h30

Dia 22/Quinta: 20h30

Dia 23/Sexta: 20h30

Dia 24/Sábado: 16h e 20h30

Dia 25/Domingo: 16h e 19h

Ingressos Antecipados : R$ 15,00 ( inteira) R$ 7,00 ( meia-entrada)

Vendas: Shopping Palladium

Projeto Sexta às Seis “Ja May Roots”

Local: Parque Ambiental

Horário:18:00h até 19:00h

Dia:23/03/12

Apresentação Musical em homenagem ao centenário de Mário Lago e ao Dia Internacional da Mulher

Local: Theatro São João

Horário: 20:00h até 21:30h

Dia:24/03/12

Apresentação do Projeto “Conservando o Choro” – Professor Rodrigo

Local: Conservatório Artístico Musical Maestro Paulino Martins Alves

Horário: 20:00h até 21:30h

Dia: 28/03/12

16/03/2012

Há mais livros na estante

Livrarias Curitiba alia  praticidade, conforto e diversidade para a compra de livros na cidade princesina

 

          No final do ano passado, o Shopping Palladium de Ponta Grossa inaugurou uma nova ala. Um espaço à esquerda de quem entra no prédio, ainda com lojas vazias, mas com novidades interessantes. Entre elas, uma das inovações que mais chama a atenção é a incorporação de uma filial das Livrarias Curitiba.

       Maior do que as outras livrarias da cidade, seu estoque de livros é bastante diversificado. Sem divisões aparentes e distintas, a livraria conta com várias estantes divididas em categorias gerais e razoáveis, que vão desde “religiões e doutrinas” até “culinária”, com uma seção de “papelaria” ao fundo da loja. Isso ainda no térreo do estabelecimento.

        Ao topo das escadas se encontra uma larga variedade de jogos, equipamentos de informática, CDs, DVDs e livros acadêmicos. Ao que tudo indica, é muito difícil sair da livraria sem encontrar o produto que entrou procurando. Para facilitar tal procura, o sistema da livraria conta com uma ferramenta de busca que pode auxiliar o usuário. Ainda, caso o título buscado não exista na loja, os atendentes – em grande quantidade circulando pelo espaço – prontamente se oferecem para encomendar. Uma vez feito o pedido, o produto leva, no máximo, 10 dias para chegar.

       Além disso, parece que a livraria acabou ultrapassando um pouco a característica de estabelecimento comercial. Vê-se muita gente que entra na loja e vaga por entre estantes, observa os livros distraidamente e conversa com outros consumidores, dando ao lugar uma cara de espaço de interação social.

Rubens Anater

 

Serviço:

Endereço: Livrarias Curitiba. Rua Ermelino de Leão, 703 – Loja S 98/99/100.

Shopping Palladium, piso superior – Olarias – Ponta Grossa

Telefone: (42)3219-5650. E-mail: pontagrossa@livrariascuritiba.com.br

 

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16/03/2012

Descontração, comida caseira e simplicidade

Restaurante N’Osni aposta em descontração e cardápio variado para conquistar universitários

            Localizado na rua Francisco Burzio, Centro de Ponta Grossa, N’Osni é conhecido pelos universitários que não são da cidade, por substituir a comida de casa. O restaurante tem somente 2 funcionários, Osni da Rosa, o proprietário, e a cozinheira (e esposa) Darlene Fernandes. Por não ter empregados, uma das estratégias adotadas por Osni foi manter o buffet fixo e apenas modificar o prato principal. Arroz, feijão, “macarronese” (macarrão com molho de maionese), farofa, salada e vinagrete são pratos que não saem do cardápio.


            Há duas opções no N’Osni, a primeira é por quilo, na qual o cliente se serve e pesa o prato. A segunda é um valor de R$ 7,00 em que somente o prato principal é racionalizado. Para oferecer preço acessível ao estudante, o yakissoba, por exemplo, é feito com macarrão instantâneo. Bife acebolado, frango, feijoada e batata frita são servidos pelo dono do restaurante com direito a apenas uma porção. O feijão preto, típico paranaense, foge do cardápio, pois oferece somente o feijão carioca, bem temperado e com gosto caseiro. Na parte de pratos frios, a salada é fresca e com grande variedade.

            As sextas e aos sábados, N’Osni abrange o público que volta de festas, servindo lanches durante a madrugada. O sanduiche denominado “Maroto” é um dos mais pedidos: uma mistura de cheedar e frango, que parece “matar a fome” dos fregueses após a farra. A falta de funcionários causa demora na entrega dos lanches, aproximadamente 25 minutos. O proprietário do restaurante brinca com seus clientes entre um prato e outro. Vale a pena conferir pelo atendimento bem humorado e o preço em conta.

Gustavo Dornelles

Serviço:

Restaurante N’Osni

Atendimento: das 11 às 14 hrs e às sextas e aos sábados durante a madrugada

Local: Rua Francisco Burzio, 661 – Centro de Ponta Grossa/PR

Fone: (42) 3222-8754

16/03/2012

Repaginada, Maria Gadú em página virada

Cantora aposta em participações especiais e se renova no segundo álbum, ‘Mais uma Página’

             Maria Gadú lançou, em dezembro de 2011, seu segundo cd Mais uma Página, que possui 14 faixas e duração de aproximadamente 58 minutos. Este álbum, esperado pelos fãs, chega como um teste do talento da cantora. Possui participações especiais, como Lenine, na faixa “Quem?”, do português Marco Rodrigues, em “A Valsa”, e a composição de Ana Carolina, em “Reis”. Maria Gadú também traz faixas em Inglês (“Like a Rose” e “Long Long Time”) e em Espanhol (“Extranjero”).

             Mais uma Página possui ritmo diferente do primeiro disco. Gadú se divide entre violão e guitarra. É notável sua segurança no segundo disco. A voz suave às vezes peca nos vocais forçados nas canções em espanhol e inglês. Para quem gosta do estilo Shimbalaiê, a faixa “Teregué” vai se tornar a preferida, por conter aspectos da natureza na composição. Ela mescla novos instrumentos, como piano, saxofone e percussão. É uma boa evolução do primeiro disco para esse. A Maria Gadú tímida do primeiro disco está mais solta neste álbum, diferenciando-se de algumas cantoras de MPB que não renovam sua música.

            A capa de Mais uma Página dá ares de elegância e suspense ao álbum. Suspense que também esteve presente no comercial, que começa com um trecho das músicas “Axé Capella”, de ritmo forte e bem marcado. Sobre o título, a própria cantora diz que “as páginas de um livro podem ser iguais, diferentes ou em branco, mas continuam fazendo parte da mesma história.”. E completa: “como ainda não morri, esse disco é mais uma página do mesmo livro, que é a minha vida”. E isso dá liberdade até mesmo para que ela se repita, se quiser.

Marcela Ferreira

Serviço:

Álbum: Mais Uma Página, de Maria Gadú
Gravadora: Som Livre
Gênero: MPB. Lançamento: 2011
Duração: 54m:38s. Preço: aproximadamente 29,90

16/03/2012

Informação ou propaganda

Web Jornal dedica maior espaço para propaganda do que para noticias dos Campos Gerais

         Acertar os salários no fim do mês é uma tarefa difícil para a maioria das empresas no mundo todo. E,talvez, seja até  mais complicado para jornais, sejam eles impressos ou online.  Para fechar o caixa com saldos positivos e ainda pagar seus funcionários, a maioria dos canais de informação se vê obrigados a ceder espaço para anúncios. A prática da publicidade é extremamente comum e aceitável entre os jornais. Afinal, para qualquer negócio existir é preciso lucro. Entretanto, alguns meios exageram nessa pratica.

        O jornal online Plantão da Cidade é um exemplo desta pratica em demasia. O periódico tem como função trazer informação e conteúdo relacionados à Ponta Grossa e toda região dos Campos Gerais, mas o que mais se vê é um festival de propagandas pela página.

        Somente na homepage são encontrados 17 spots comerciais, distribuídos entre as partes superiores, inferiores, laterais e meio da página. O que mais chama atenção são algumas chamadas de notícia entre as propagandas, causando ao leitor a impressão de que as chamadas fazem parte do anuncio.

Nas páginas referentes às notícias e colunas a cena muda, os anúncios publicitários ficam entre três e cinco por página – a maioria na parte superior e na lateral direta.  Em raras ocasiões, encontra-se na parte inferior, logo após a notícia. O conteúdo publicitário, em ambas as páginas, resume-se a anúncios de lojas e serviços da região, links para blogs de políticos dos Campos Gerais, rádios e para a página oficial da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa.


Lucas Matos

Serviço: Plantão da Cidade.  http://www.plantaodacidade.com/

16/03/2012

Programação regional não é para todos pontagrossenses

Maioria dos programas da televisão da cidade está disponível apenas em canais pagos e é voltada para a classe alta

            É comum em cidades de porte pequeno ou médio do País a falta de programas regionais de qualidade. Em Ponta Grossa não é diferente. Aqui na cidade, muitos dos programas regionais são restritos à televisão paga. A única emissora aberta que atua com programação dos Campos Gerais é a TV Educativa (TVE PG), que também reproduz programas da TV Cultura (Fundação Padre Anchieta, de São Paulo).

             A precariedade dos serviços é um dos problemas, além do programa de televisão regional não ser disponível para a maioria da população pontagrossense. A TV Momento, por exemplo, sofre com grandes buracos na programação que são comprados por pessoas com interesses diversos, ou seja, não são feitos para todos os públicos. Outro ponto em questão é a falta de audiência, e os programas acabam marginalizados na televisão paga.

            Ponta Grossa não oferece um programa regional alternativo, já existente em outras cidades. Em Maringá existem diversos programas que atendem a uma demanda popular de notícias, como Pinga Fogo, Maringá Urgente, entre outros. Mesmo sensacionalistas, são programas marcados pelo populismo e prestam serviços à população. Esse é um fato que por aqui não acontece: os programas regionais, além de pagos, são voltados para uma pequena parcela da sociedade que pode pagar a televisão a cabo.

            Sem informação regional diversificada e de qualidade, não voltada para a maioria da população, as emissoras locais sofrem com a grade de programação incompleta que, por interessados diversos de Ponta Grossa, traz informação sem o propósito de transmitir conteúdo noticioso ou cultural com informações relevantes aos telespectadores, que já são poucos.

Guilherme Artoff

Serviço:

TV Vila Velha – Canal 16 – NET cabo PG. site: http://www.tvvilavelha.com.br/
Rede TVM (Tv Momento) – Canal 28 – canal pago. site: http://www.redetvm.com.br

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16/03/2012

Não só de boas intenções vive o esporte

Campeonato Regional de Futsal atrai times da região, mas ainda não alcança o público esperado

               A Liga de Futsal dos Campos Gerais decidiu mudar. Substituiu o Campeonato Regional de Futsal pela I Recopa dos Campos Gerais. A nova competição contou com os campeões das disputas realizadas em 2011. A mudança buscou atrair mais equipes, já que os custos da Recopa são bem menores.

              Em sua primeira edição, o campeonato obteve mais retorno do que o esperado com a inscrição de oito equipes. Um feito considerável, num espaço esportivo tão pouco valorizado como o de Ponta Grossa – o desafio agora é alcançar o público. A média de espectadores nos jogos foi de apenas 70 pessoas, com exceção do jogo entre Lojão do Keima e Esporte União em que compareceram quase 200 espectadores no Ginásio Zucão, local dos jogos, em Ponta Grossa.

             A ausência da torcida é perturbadora porque a entrada para assistir às disputas da Recopa era gratuita e as partidas ocorreram sempre à noite, na maioria das vezes aos sábados.

             A final da competição ocorreu dia 13/03, terça-feira, entre os times Keima x Ivaí. Nada além do esperado, já que os dois times são os representantes da região no Campeonato Paranaense de Futsal. O vencedor da I Recopa foi o Ivaí Esporte Clube, batendo o Lojão do Keima por 4×3.

             A proposta da Liga de Futsal dos Campos Gerais é, de fato, boa, embora precise encontrar maneiras efetivas de atrair o público aos jogos. Eis aí o desafio das próximas edições (que se espera que ocorram) da Recopa: fazer com que as pessoas da região apaixonem-se pelo futsal e comecem, porque não, a lotar ginásios como os apaixonados por futebol fazem com os estádios.

Hellen Bizerra

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16/03/2012

Todo mundo em Pânico

Apesar da falta de organização, programa Pânico lidera a audiência na rede Jovem Pan com o uso de humor escrachado

               Descontração. Não se encontra palavra que melhor defina o clima do programa Pânico, exibido em toda a rede Jovem Pan no Brasil. São 11 radialistas, gerenciados pelo âncora Emilio Surita, responsáveis por conduzir entrevistas que envolvam pessoas e fatos polêmicos.  O programa, exibido de segunda à sexta-feira das 12h às 14h, sofreu, desde sua estreia, há 18 anos, diversas modificações na estrutura.

            Durante o programa diversas músicas são tocadas, mas o estilo não difere das outras apresentadas em toda a programação. Contudo, o espaço destinado à música parece não ser programado. A impressão que o ouvinte tem é de que são colocadas no ar pela falta de preparo da equipe ou que a entrevista fugiu ao controle dos radialistas.

             O horário não aparenta ser apropriado à atração. Muitas vezes, os assuntos são insinuados, porém não finalizados. É uma espécie de (auto) censura que acaba por deixar o ouvinte confuso e curioso.

            Claro que o horário de almoço garante público ao programa, principalmente o jovem que é o foco de audiência. E justamente por isso que se aposta no uso de backgrounds durante as entrevistas, da interação dos ouvintes através das redes sociais e dos diversos recursos de edição, que acabam por garantir maior dinâmica ao programa.

            Talvez, o Pânico deva pensar formas de diversificar os quadros, pois durante as duas horas de exibição o formato de entrevista é predominante. Outro ponto importante a se repensar é a organização das falas, que muitas vezes são sobrepostas, causando ruídos na comunicação com o ouvinte.

Karina Chichanoski

Serviço:

Programa Pânico

Horário: segunda à sexta-feira das 12h às 14h

Frequência: FM 103.7 (Jovem Pan em Ponta Grossa)