Archive for Novembro 11th, 2011

11/11/2011

“Toca um samba aí…”

Grupo Inimigos da HP se apresenta no Centro de Eventos de Ponta Grossa

     A animação da festa que comemorou o encerramento dos Jogos Inter Atléticas (JOIA) ficou por conta do grupo musical de pagode Inimigos da HP. Os jogos reuniram nove associações atléticas de cursos da Universidade Estadual de Ponta Grossa-UEPG e a festa ocorreu no sábado, dia 5, no Centro de Eventos da cidade.

     O show de abertura foi realizado pela dupla Johnny & Rodrigo, que tocou o sertanejo universitário mais conhecido das rádios. O Inimigos da HP se apresentou com certo atraso, mas o período antes do show não diminuiu a animação daqueles que compareceram.

     No show, que teve mais de duas horas de duração, prevaleceu o pagode, principal gênero do grupo, que, no entanto, também cantou axé, samba e até mesmo algumas sertanejas, variando o repertório o máximo possível a fim de agradar a plateia. Mesmo com a extensão do local onde o show foi realizado, durante a apresentação, o público se aglomerou em frente ao palco e cantou as músicas mais conhecidas do grupo.

   

     O curioso nome do grupo se deve à abreviação da marca Hewlett Packard, empresa fabricante da calculadora HP50g. Como o grupo é composto por cinco engenheiros, um publicitário e um advogado, e o manuseio da calculadora, necessária na profissão da maior parte dos integrantes, é complicada, daí surgiu a ideia para o nome Inimigos da HP.

     A principal atração da festa das atléticas da UEPG surgiu em 1999 e, desde então, já gravou quatro cd’s e quatro dvd’s. O grupo conta com várias músicas que marcaram presença entre as mais escutadas na época de lançamento, como ‘Toca um samba aí’, ‘Vem buscar o que é teu’ e ‘Nosso filme’.

Patrick Inada

Serviço:

Show do grupo Inimigos da HP

Data: 5 de novembro

Horário: 23h

Local: Centro de Eventos de Ponta Grossa

Ingressos: R$ 40,00

11/11/2011

Leitura clara em meia página

Jornal da Manhã faz mudança no site, mas a leitura só melhorou na metade superior da página

   O Jornal da Manhã, diário de Ponta Grossa, mudou recentemente o design de seu endereço eletrônico, que é http://www.jmnews.com.br. O site agora explora a verticalidade, dispõe as manchetes e chamadas de forma mais clara, o que facilita a leitura. O jogo de publicidades e conteúdo traz harmonia à página, sendo devidamente separados.

    A metade inferior da página tem menos espaços em branco, o que pode tornar a leitura confusa e ‘sujar’ a página. Apesar disso, as editorias são devidamente separadas, com títulos, linhas e cores que diferenciam as notícias de determinados assuntos. O site também disponibiliza muitas imagens, o que é um atrativo para o leitor, que muitas vezes foge da leitura de páginas sisudas e com muito texto.

    Com relação ao conteúdo, o site coloca as matérias escritas de forma diferente que na versão impressa, pois a íntegra das reportagens só pode ser acessadas pelos assinantes. O endereço eletrônico do periódico também traz notícias de última hora, vídeos, notícias mais lidas e recomendadas, espaço para variedades, coluna social, opção de busca e enquetes e indicações de colunas e blogs de jornalistas.

    O site atualiza automaticamente para que o leitor confira as últimas notícias postadas. É fornecido também o clima e o tempo para o dia acessado pelo leitor. Projetos apoiados pelo Jornal da Manhã, como CineArte e Vamos Ler, são dispostos em links que direcionam o navegador para a respectiva página digital, com informações como galeria de fotos, últimas notícias e apoiadores de cada um dos projetos.

Nayra Gazafi

Serviço:

http://jmnews.com.br/

11/11/2011

Malabarismo e bom humor

Atores conquistaram o público com simpatia e jeito irreverente de se vestirem

    O grupo de teatro ‘The Pambazos Bros’, de São Paulo, encenou o espetáculo ‘Magikamerluza’, na última segunda-feira (07/11), no Calçadão Coronel Cláudio. O grupo já se apresentou em Ponta Grossa em 2010, com um espetáculo de rua no Festival Nacional de Teatro (Fenata). Marcado para começar às 10 horas, a peça teve início com 10 minutos de atraso por alguns problemas no som, primeiro ocorreu microfonia e depois o som estava baixo.

    Para quem leu a sinopse na programação do 39º Fenata, acreditava que a apresentação seria o desenvolvimento de uma história, mas o que se viu foi algo bem diferente. Os artistas Nono, Kalaca e Kishi apresentaram um espetáculo que envolvia bom humor, malabarismos e mágica.

 

     A peça também contou com música ao vivo, Kishi fez a trilha sonora com uma guitarra e outros recursos de uma mesa de som. Apesar dos atores mostrarem, em alguns momentos, que dominam as técnicas de malabarismo de bolas e facas, isso não foi tão explorado. O forte do espetáculo se tornou o jogo de cumplicidade com a plateia. Cada número feito era um ‘motivo’ para fazer brincadeiras com o público e atrair mais atenção das pessoas que passavam. Também chamaram quem estava assistindo para realizar números, como o da guilhotina e levitação.

    Como no teatro de rua o público é fundamental, os atores tiveram que lidar com várias pessoas que passavam no meio do local ‘reservado’ para a peça e atrapalhavam a apresentação. Com um jeito irreverente de se vestir, roupa básica preta e capas, tangas de oncinha e acessórios de cowboy, os atores conquistaram a plateia que a todo o momento os aplaudiam.

    O espetáculo ‘Magikamerluza’ atraiu as pessoas não só pelos números de malabarismo, mas também pelo carisma que os artistas tinham com todos. Nem mesmo o sotaque espanhol atrapalhou a apresentação, que divertiu o público com o propósito de levar a arte da representação cênica ao centro de Ponta Grossa.

Melissa Eichelbaun

Serviço:

Autor: The Pambazos Bros

Direção: Diego Martinez e

Jorge Zargazazu

Grupo: The Pambazos Bros

Cidade: São Paulo – SP

Local: Calçadão

Duração: 45 minutos

Classificação: livre

11/11/2011

Em Castro, meio-dia!

   

Programa Antena Repórter tenta dar novos moldes ao noticiário radiofônico

    Encontrar bons programas jornalísticos que variem na forma de apresentação parece um desafio árduo nas transmissões radiofônicas dos dias atuais. Tentando variar esse modelo pré-estabelecido, o programa Antena Repórter, da rádio Antena Sul FM 102.7, de Castro (PR), disponibiliza informações e prestações públicas no horário do almoço. Começando às 12h15 até às 13h, o programa mescla curiosidades, notícias de acidentes, política, momentos de fé e bom humor.

    Com um carisma característico das figuras marcantes do rádio, o apresentador principal, Bira “O Repórter”, abre o programa com falas bem-humoradas. Ele dialoga bastante com o colega Emerson Bittencourt, preparando o público para os blocos seguintes. Com uma mensagem de reflexão após a apresentação rotineira, o Antena Repórter traz um lado mais sério. As notícias que mais ocupam espaço são de informação pública sobre tragédias, como acidentes e óbitos, criando uma atmosfera pesada para um noticiário da hora do almoço.

   

    O informativo regional consegue pluralizar mais o programa. Cidades da região de Castro e dos Campos Gerais ganham destaque no noticiário. A linguagem informal na maneira de se noticiar, com comentários ‘descompromissados’ e que aguçam o público, reforçam uma característica procurada pelos ouvintes do rádio em programas jornalísticos.

    A exclusão de intervalos comerciais contrasta com uma carregada publicidade no programa que, muitas vezes, separa o mesmo bloco de notícias. O Antena Repórter encerra de forma mais leve, com um toque de humor aliado a notícias curiosas, além de uma mensagem de fé do apresentador Bira.

Dhiego Tchmolo

Serviço:

Antena Repórter – Rádio Antena Sul FM 102.7 – Castro

Horário: de segunda a sexta das 12h15 às 13h

11/11/2011

Terça-feira é dia de feira

Feira, que acontece próximo ao Campus Central da UEPG, atrai moradores do jardim carvalho e estudantes universitários

    Todas as terças-feiras acontece, na Rua Eusébio Batista Rosas, uma feira que atrai a classe média de Ponta Grossa e os universitários que moram sozinhos ou em repúblicas, nas proximidades do Campus Central da UEPG. Eles veem na feira uma oportunidade de alimentação saudável sem muito custo.

    Os feirantes são atenciosos e o atendimento não deixa a desejar, eles trabalham na produção dos alimentos e em seguida nas vendas. São trabalhadores rurais e não é de se espantar com o linguajar típico, como: “Oi fio, quer ver que que nóis tem pra hoje?”.

     Na feira pode-se encontrar uma variedade de frutas, legumes e hortaliças, além de lanches rápidos e baratos como coxinhas, pastéis e pães de queijo. Nos sábados a mesma feira acontece no espaço destinado dentro do parque ambiental, porém a estrutura dos dois locais está longe de ser a mesma.

    Não há nenhuma estrutura de energia elétrica, água ou cobertura para as bancas. Sendo assim, a feira precisa fechar logo ao anoitecer e os dias de chuva atrapalham o comércio, impossibilitando, algumas vezes, que a feira ocorra.

    O poder público parece não estar investindo nos produtores locais, destinando um espaço impróprio para os feirantes.   Deve-se pensar que uma feira pode proporcionar alimentação saudável e sem agrotóxicos aos moradores da cidade e que a opção de não comprar nas grandes redes de supermercado deve ser mantida.

    Deve-se pensar também em segurança, para os consumidores e trabalhadores. A Rua Eusébio Batista Rosas fica logo ao lado da Av. Monteiro Lobato e, por isso, o tráfego é intenso durante todo o dia.  Não há razão para que as passagens não sejam interrompidas com cavaletes ou que o espaço não seja fechado.

Juliana Zavadzki

11/11/2011

Aprendendo a ensinar

A mostra juvenil desta quinta-feira trouxe lições morais ao público que lotou o teatro Marista

A companhia de teatro Trupe Kei atrasou o espetáculo em 20 min, mas as 14h:20min as crianças agitadas começavam a gritar ao ver que as luzes do teatro começavam a diminuir. Com um cenário simples e apenas três atores em palco, as luzes e as músicas tocantes foram o chamariz para toda a história.
A peça era “A menina e o menino” que conta de forma singela como as crianças devem ter na mente e no coração o sentimento de igualdade, compaixão e o espírito divertido de criança. A menina da peça aprende com o menino que roupas bonitas e solidão não fazem ninguém feliz.
Na platéia estavam meninos e meninas de menos de dez anos, encantados não só com a peça, mas também com a estrutura do teatro. Talvez aquela fosse a primeira ida ao teatro de muitas delas. Mas o pedido de silêncio das professoras acompanhantes não deixava transparecer este encantamento, nem mesmo nas partes engraçadas do espetáculo onde o normal era soltar a gargalhada.
O cenário era composto por alguns objetos como baldes e cordas, uma árvore coberta de pano de estopa e alguns cipós, estava localizada a esquerda do palco e dava ao público a impressão de um jardim simples, porém charmoso.
A voz dos atores e as músicas com letras impactantes como: “Ser diferente é legal, é normal… fazer careta faz bem e rir da gente também”, foram capazes de puxar a atenção do público mais velho, que estava ali em minoria. No decorrer da historia, a menina mimada aprende lições de moral com o menino pobre e divertido, mas do meio da peça em diante o que era uma amizade, se transforma em uma paixão inocente por parte da garota.
Talvez a peça tivesse um efeito maior nas crianças se a relação dos dois personagens ficasse só numa linda amizade. A paixão dos dois passa a ser um clichê desnecessário, era completamente possível que a mensagem de igualdade e alegria de criança fosse passada sem apelar para o romantismo. Crianças precisam aprender a viver sem o amor de novelas imposto pela indústria cultural a toda hora.
As rimas utilizadas no texto foram um recurso muito bem utilizado por parte da companhia devido ao ritmo que isto dá nas peças. Por muitas vezes o diálogo entre a menina e o menino eram inteiros compostos de rimas, o que agradou o público infantil. Outro aspecto que também agradou foi o figurino, escolhido de forma que os atores realmente tinham aparência de criança, além disso, eles
souberam interpretar de maneira excepcional todas as manias e gestuais da infância.

Juliana Zavadzki Maier

Serviço
Local de apresentação: Teatro Marista
Grupo: Trupe Kei
Paraguaçu Paulista-SP
Duração: 50 min

11/11/2011

“Qualquer um pode ser um grande artista”

Peça “Números” reflete, de forma divertida, dificuldade de trupes circenses em apresentarem-se com poucos recursos
Na quarta-feira, dia 9, foi a vez do grupo teatral Os Geraldos voltarem ao palco do Cine Ópera para encenar a peça “Números”. O grupo, de Campinas-SP, já havia se apresentado no FENATA com o espetáculo Hay Amor.
Números é uma espécie de comédia no gênero clown, ou seja, os personagens interpretam espécies de palhaços. A peça traz uma série de espetáculos circenses, numeradas de um a cinco pelo “apresentador” da noite, Cícero. Em alguns momentos a peça chega a se assemelhar com um musical, mas sem que os atores dialoguem em forma de música. Com boas escolhas para a sonoplastia, Números exige dos atores não só uma boa noção de encenação, mas também um pouco de dança.
A peça inicia com uma espécie de contorcionismo misturado com equilíbrio, onde o artista, comicamente, tenta equilibrar uma cadeira na cabeça e coloca-la no chão sem o uso das mãos. Em seguida, o ‘palhaço’ tenta alguns truques para subir na cadeira ou equilibrar na mesma. O fato do personagem não falar nenhuma palavra (somente emite alguns sons com a boca) deixa a peça mais chamativa para o público, que tenta se comunicar com o ator dando gritos a cada malabarismo que faz.

Em seguida entra o apresentador – Cícero – com uma sanfona para alguns efeitos sonoros e marcação de ritmos. O personagem tem, intencionalmente, a fala rápida e enrolada, o que tira alguns risos da plateia. No entanto, a fala rápida não permite que o público descubra o nome da personagem na segunda apresentação (não se sabe se foi intencional ou uma falha do grupo), uma espécie de “dançarina” bem deselegante, que arranca gargalhadas do público dançando de forma desordenada, fazendo gestos obscenos.
A próxima apresentação é de uma personagem chinesa (também de nome identificável), onde é chamada por Cícero de “mulher-elástico” e “esqueleto de água”. A personagem faz alguns ‘truques’ com as pernas atrás de uma espécie de balcão, onde durante o espetáculo fica visível (também intencionalmente) que os membros inferiores são, na verdade, de outro ator situado abaixado atrás do balcão.
A “Apresentação Número Três”, chamada por Cícero, é a que mais chamou a atenção e despertou risadas do público. O domador espanhol, Tobias, e seu animal, Tomás, entraram em cena, prometendo ao público que fariam uma apresentação de adestramento. No entanto, Tomás (um ator vestido de uma espécie de Lhama) não respeitava o adestrador e nem fazia nada que ele pedia. Ao final, Tomás molhou, com um fino jato d’água vindo da boca, algumas pessoas da plateia sentadas nas primeiras fileiras, além de também jogar água em algum atores.
Seguido por mais duas apresentações (um truque de mágica fajuto e uma apresentação de ballet cômica), o espetáculo chegou ao fim trazendo ao público as dificuldades que uma trupe circense tem para transformar a pobreza de recursos materiais em arte. De certa forma, o espetáculo mostra a real situação de pequenos grupos de artistas atualmente e cria uma metáfora com relação a situação do povo brasileiro, que precisa se virar para viver com pouco dinheiro.
Mesmo com muitas risadas e aplausos, ao final da peça o público parecia não estar satisfeito com a apresentação, talvez pelo fato de não ter uma história formada. Era possível ouvir, na saída do espetáculo, algumas reclamações sobre a peça, do tipo “esperava mais” ou “a outra peça [Hay Amor] era melhor”.
Rodrigo Souza
Foto: Gildo Antônio
Mais Fotos: flickr.com/lentequente

Serviço:
Peça: Números
Direção: Roberto Mallet
Grupo: Os Geraldos – Campinas – SP
Cine-Teatro Ópera – Auditório A
Duração: 50 minutos
Classificação: 14 anos

11/11/2011

Lá vem o cordão da bicharada

Grupo do Rio Grande do Sul faz espetáculo infantil para adulto nenhum por defeito

O Sotaque gaúcho do grupo Os Arqueanos tomou conta do palco do Teatro Marista, na quarta feira (9). No espetáculo, como em todo musical, tudo virou musica.

Ao invés de uma historia em sequência linear, a peça Arca de Noé mostrava canções sobre animais, usando a história bíblica apenas como enredo.

Um nostálgico recurso marcou a sonoplastia. Sons como de chuva e vento vinham de objetos de sucata. Os animais eram cantados e imitados pelos cinco atores que encenaram a peça e se dividiam entre atuar, cantar, dançar e tocar instrumentos, desde o violão até um carrilhão improvisado feito de fio de nylon e chaves.

A prosopopeia no palco durou cerca de 60 minutos e arrancou gargalhadas do publico composto, na sua maioria, por alunos de oito escolas que ocuparam as cadeiras do teatro.

Na iluminação, nada de ousadia. As raras variações de luz foram favoráveis e um uso maior não fez falta na peça, que já apresentava cenário e figurino coloridos. O grupo entrou em cena pelos fundos do teatro. No corredor por onde entraram os espectadores, a trupe começou o espetáculo cantando e tocando instrumentos.

Como forma de interação, o grupo convidou duas crianças para participar da peça. Para uma delas, entoaram “Menininha do meu coração, eu só quero você, a três palmos do chão”. A Valsa para uma Menininha, de Vinicius de Moraes, transformou o diluvio que aterrorizou a arca de Noé em calmaria e encantamento.

Um espetáculo feito para crianças, a todo momento se firmava como mais envolvente para os adultos. Muitas das musicas cantadas eram composições antigas que encantavam os pais e professores da plateia. As cantigas infantis entoadas pelo grupo fazem parte de uma infância antiga. As crianças de hoje pouco conhecem musicas como “O Pato” e “A Casa”, o que ficou evidente pois a plateia não acompanhou o coro dos atores. Vale a tentativa de resgatar as cantigas de anos atrás.

As piadas inocentes se faziam entender pelas crianças e agradavam os adultos pela simplicidade. Os Arqueanos mostraram que é fácil fazer rir.

Em um ultimo momento, um musical que cantou os bichos não deixou de homenagear São Francisco de Assis, o protetor dos animais. A ultima canção do espetáculo foi em reverencia ao Santo.

A falta de uma historia fez com que o publico não se situasse em que momento a peça estava. Ao final, ficou a duvida, acabou?

Marrara Laurindo

Servico

Autor: Zé Adão Barbosa

Direção Geral: Zé Adão Barbosa

Direção Musical: Marcelo Delacroix

Grupo: Os Arqueanos

Cidade: Porto Alegre – RS

Local: Teatro Marista

Duração: 60 minutos

Classificação: a partir

de 2 anos