Archive for Outubro 14th, 2011

14/10/2011

Agenda Cultural

14, 15 e 16 de Outubro

Atividade: 2° FESTA- Festival Estudantil de Artes de Ponta Grossa: Modalidade “MÚSICA ”

Promoção: Prefeitura de Ponta Grossa/ Secretaria de Cultura e Turismo

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A

Horário: 18h

Ingressos: Entrada Franca

 

15 de Outubro- Sábado

Atividade: “Expô-Anime Matsuri” – Exibição de Animês ( desenhos animados japoneses), exposição de

Mangá, Stands de vendas de produtos, Mesa de RPG, Exposição de Ilustrações, Oficinas de Mangá e

Origami, Matsuri Odori e Vendas de produtos gastronômicos típicos.

Promoção: Associação Cultural Project Yume ( Regional Ponta Grossa) e SMCT

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Horário: das 12h às 19h

Ingressos: R$ 4,00 ( Preço único)

Informações: Diego- 99054731

 

Atividade: Concerto do Coro Cidade de Ponta Grossa – Oratório “Elias” de Mendelssohn

Promoção: Secretaria de Cultura e Turismo e Conservatório Maestro Paulino Martins Alves

Local: Primeira Igreja Presbiteriana

Horário: 20h

Ingressos: Atividade Livre

Atividade: Stand Up Comedy- Com Comédia S/A

Local: Cine-Teatro Ópera-B

Horário: 21h

Ingressos/ Informações: Fone 9960-0929

Classificação Indicativa: 12 anos

 

16 de Outubro- Domingo

Atividade: Concerto do Coro Cidade de Ponta Grossa – Oratório “Elias” de Mendelssohn

Promoção: Secretaria de Cultura e Turismo e Conservatório Maestro Paulino Martins Alves

Local: Igreja Luterana ( Witmarsun)

Horário: 19h30

Ingressos: Atividade Livre

 

Atividade: 2° FESTA- Festival Estudantil de Artes de Ponta Grossa: “ Solenidade de Premiação dos

Vencedores de todas as Modalidades”

Promoção: Prefeitura de Ponta Grossa/ Secretaria de Cultura e Turismo

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A

Horário: Após encerramento do Festival de Música

Ingressos: Entrada Franca

14/10/2011

O ‘Informativo Sintespo’ é dos poucos periódicos isentos de propaganda e que trabalha exclusivamente para seu público

Com cores chamativas, textos direcionados, e fotos de movimento e passeatas, o Informativo Sintespo, organizado pelo Sindicato de Técnicos e Professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), é um ótimo exemplo de periódico popular e que se mostra de resistência. O informativo é composto pelas cores azul e vermelho, que se destacam pelo cabeçalho do informativo que é marcado por essas cores.

Os textos do Informativo Sintespo são direcionados ao público acadêmico e aos funcionários da UEPG. Porém, a cobertura é compreendida como parcial pelo destaque que o informativo deixa para com suas manifestações. Nesse caso, o informativo é uma exceção, pois não é considerado um estilo de jornalismo, mas um referencial para quem procura eventos relacionados à luta sindical dos professores e técnicos do serviço publico estadual. Com seus próprios critérios de noticiabilidade, o Informativo Sintespo claramente se diferencia do universo do jornalismo noticioso.

O Informativo e dividido em quatro páginas, e não conta com a segmentação por editorias. Um exemplo gráfico importante que o Informativo Sintespo apresenta e com o uso de caixas e fotos que encontram muito espaço nas páginas.

Apesar da simplicidade com que o conteúdo é apresentado, parece conter um equilíbrio entre texto, foto e elementos gráficos. E, além disso, muitas das informações que o Informativo disponibiliza estão integradas com outros sindicatos e entidades que protestam por melhorias nos seus respectivos setores. Portanto, o Informativo Sintespo consegue alcançar seu objetivo de resistir a falta de melhorias e reformas, caracterizando-se como um dos poucos informativos dedicados ao público sindicalista de Ponta Grossa.

Por Gildo Antonio

Serviço:

Informativo Sintespo Nº3 03/2011
Data: Setembro de 2011
Distribuição Gratuita
1000 exemplares.

Imagem: Gildo Antonio

14/10/2011

Falta leitura para o incentivo

Limitação de títulos em livrarias pontagrossenses desagrada leitores 

Ponta Grossa tem um grande problema no que diz respeito a livros. Com poucas livrarias e sebos à disposição do público leitor e, mesmo nos estabelecimentos disponíveis, há dificuldade em encontrar exemplares que fujam dos grandes lançamentos internacionais, livros da literatura clássica nacional ou mesmo best sellers. O espaço destinado para livros ponta-grossenses é mínimo perto do destaque dado às publicações mundiais. Os livros locais, pelo menos em livrarias da cidade, deviam receber algum destaque, de forma que a leitura desses exemplares seja incentivada.

Além disso, a cidade conta com sete instituições de ensino superior, entre públicas e privadas. No entanto, os estudantes têm dificuldade em encontrar livros de literatura obrigatória estipulados pelos professores. Fernando Morais, estudante do segundo ano de Economia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), reclama da falta de acordo entre livrarias e universidades: “é comum não encontrar livros exigidos pelo curso nas livrarias de Ponta Grossa. Muitas vezes, temos que pedir pela internet ou mesmo nas livrarias, mas os exemplares demoram a chegar, quando chegam a tempo de uma prova ou entrega de trabalho. Não é possível que os mesmos cursos de diferentes faculdades peçam livros tão diferentes”.

Sem essa disponibilidade de publicações voltadas para estudantes, as livrarias e sebo locais acabam perdendo clientes para a internet. Os estudantes também perdem, já que devem pagar a taxa de frete e aguardar o tempo de entrega, muitas vezes superior a dez dias.

Por Nayra Gazafi

14/10/2011

Falta de redundância prejudica informação

Programa da Rádio T foge do estilo entretenimento e prioriza formato de entrevista

O programa T News, ao contrário dos outros programas da Rádio T, que seguem um gênero radiofônico musical e de entretenimento, pretende trazer notícias relacionadas a política, esportes e temas recorrentes em Ponta Grossa. O T News tem duração de apenas 30 minutos e vai ao ar de segunda a sexta, das 8:00 as 8:30 da manhã. Por ser um programa que foge do estilo da Rádio T e que prioriza outros tipos de informação, torna-se uma opção para o ouvinte que gostaria de se manter informado logo no período da manhã.

A locução do programa é feita por Antônio Laroca, Altair Ramalho e Márcio Martins. As notícias são transmitidas em formato de conversa, o que faz com que o programa tenha maior dinamismo e proximidade com o ouvinte, porém sem fugir do tom de seriedade e responsabilidade que a notícia exige. O programa utiliza recursos interessantes como entrevistas ao vivo, seja pela presença do convidado ou por telefone. E a escolha dos entrevistados também é relevante já que o T News procura trazer participações que saibam ou possuem proximidade com certos assuntos pautados na cidade ou no Paraná.

Entretanto, o T News não explora de modo correto seu tempo de duração. Já que algumas entrevistas ocupam a maior parte do programa, deixando-o um pouco massante e não abrindo espaço para outras notícias. Percebe-se que, por essa falta de controle no tempo, algumas notícias não são apresentadas e outras são transmitidas de forma superficial. Assim, apesar do tema interessar ao ouvinte, ele não vai conseguir prestar atenção ou compreender inteiramente a informação que lhe é passada.

A audiência de uma rádio é rotativa e um aspecto indispensável é a redundância. Entretanto, o T News deixa esse fator a desejar, porque não menciona o nome dos entrevistados mais de um vez, e informações de serviço como previsão do tempo e horário oficial também não tem prioridade.

Por Diandra Nunes

Serviço: 

Programa: T News
Rádio T : 99.9 FM
Segunda á sexta-feira
Duração: 8h as 08:30h da manhã

Imagem: divulgação

14/10/2011

Um filme de premonição, previsível


Premonição 5 chega aos cinemas sem surpresas em relação aos filmes anteriores da saga

Estreou em setembro o quinto filme da série Premonição. O longa segue a linha de desenvolver o filme a partir de uma visão do futuro. Antes mesmo de entrar em cartaz, o espectador já sabe o que vai acontecer: uma premonição seguida das mortes, baseada na ideia do filme de que não se pode escapar da morte. Tal história pode parecer repetitiva caso não se considere que essa é a ideia do filme, e que tal repetição não é um defeito, levando em conta que já foram 5 produções e a sequência é uma das mais lembradas quando se trata de produções de terror.

Premonição 5 não escapa da estrutura de roteiro previsível, típica de filmes franquia. Pode-se apostar no fato de que o que atrai o público são as cenas fortes e não a historia em si, já que ela se repete.

A premonição da vez acontece quando Sam (Nicholas D’Agosto) tem uma visão do acidente em uma ponte, e consegue salvar os seus amigos antes do acidente acontecer. Seguindo a historia original do filme, um a um os envolvidos no acidente durante a visão de Sam não escapam da morte e morrem de maneiras trágicas.

Apesar das mortes criativas e do contexto bem definido, as cenas esperadas são apenas as da morte. Os momentos do filme onde as tragédias não acontecem não chamam a atenção e “esfriam” o filme. O longa abusa do escatológico e peca no desenvolvimento da trama. Tenta-se fazer outras histórias desenrolarem entre as mortes – ponto alto do filme – como relacionamentos amorosos, mas a fórmula não dá certo, seja pela má atuação do elenco ou a preocupação em não perder o foco principal.

Para completar o clima morno da produção, a trilha sonora não chama atenção e não contribui em nada para o desenvolvimento do filme. Os efeitos são usados apenas nos momentos onde as mortes acontecem e no começo do longa – trecho onde a premonição acontece – que mostra o colapso de uma ponte em construção.

Premonição 5 é exibido em 3D. A tecnologia, porém, não faz grande diferença no filme, já que é usada em poucos momentos, os quais onde o mais chocante era a forma que as mortes acontecem e não o susto com o objeto que vai em direção ao público. O final do filme também deixa a desejar. O ultimo personagem morre esmagado por um lustre, em uma cena rápida e fria que chega a parecer cômica.

Por Marrara Laurindo

Serviço:

 

Premonição 5 (Final Destination 5)
Ano: 2011
Duração: 92 min.
Gênero: Terror
Classificação: 16 anos
Direção: Steve Quale
Roteiro: Eric Heisserer e Jeffrey Reddick
Elenco: Nicholas D’Agosto, Emma Bell, Tonny Todd, Peter Friedkin, David Koechner e Jacqueline MacInnes Wood

Imagem: divulgação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

14/10/2011

Um doce lugar

Nova doceria de Ponta Grossa conquista clientela com tortas de fabricação própria

Desde o dia 9 de setembro de 2011 a Rua Tiradentes, no Centro de Ponta Grossa, está mais doce com a presença da “Doçuras.com”. O estabelecimento conta com bolos, tortas, salgados, sucos e cafés. Os produtos são de fabricação própria e o que tem chamado mais atenção dos clientes são as tortas, pois se assemelham as da Frederica’s Koffie Huis, localizada na cidade de Carambeí. Apesar de se assemelhar no sabor, as delícias não parecem no preço. Cada pedaço custa R$5.00 e não segue um padrão de tamanho (pequeno, médio ou grande).

Mesmo oferecendo salgados, o pão de queijo é a única opção para vegetarianos. Os produtos são feitos pela dona do estabelecimento, Elizabete Uliana. Os doçuras vão desde os sabores mais comuns – torta de limão – até outras mais elaboradas – com pedaços de nozes.

Além de ir até o local, o cliente pode ainda saborear as gostosuras em casa, porque a “Doçuras.com” aceita encomendas. O funcionamento é de terça a domingo. O ambiente da “Doçuras.com” é arejado e os tons pastéis combinados ao marrom escuro dão ao lugar uma dimensão maior do que aparenta ter. O estabelecimento tem 7 mesas, 4 internas e 3 externas. Os clientes podem se deliciar e observar o vai e vem de carros e pessoas que passam pela rua.

Novo na cidade, o local parece ainda não ter atraído uma grande clientela, mas os que vão até a “Doçuras.com” provavelmente tornam-se frequentadores assíduos. Em meio à correria do dia-a-dia nada melhor do que parar e adoçar um pouco mais a vida com um pedaço de torta.

Por Marina Alves

 Serviço:

Doçuras. Com
Rua: Tiradentes, 583 (próximo ao Sepam – Centro)
Fone: (42) 3301-62 00 / 9115-05 07
Horário de Funcionamento: Domingos, terças e feriados: 15h às 19h / Quarta à sábado: 9h às 19h

Imagem: Adrian Delponte

14/10/2011

O que faz um festival de rock internacional?

Mesmo com a volta do Rock in Rio ao Brasil, rádios são amplamente dominados pelo sertanejo

Foram 10 anos de espera para os fãs do velho Rock ‘n’ Roll. Bandas de renome internacional, que chegaram a possuir os álbuns mais vendidos do mundo, como os norte-americanos do Guns ‘n Roses, parecem não ter influenciado muito o gosto atual dos ouvintes de música nas rádios de Ponta Grossa. Um grande exemplo é a rádio MZ FM 90,7. Das 10 primeiras colocadas, apenas as músicas ‘Moves Like Jagger’, da banda pop Maroon 5 junto com a também cantora pop Christina Aguilera, e ‘Nunca Amei Alguém Assim’, da cantora Ivete Sangalo, que mistura axé e pop estiveram presentes no Rock in Rio.

O cenário mostra que o panorama não mudou para nenhum outro estilo. Apesar do Rock in Rio ser um dos maiores festivais do mundo e, com isso, ter uma influência sobre o gosto musical do ponta-grossense, outros gêneros que saíram do berço nacional, como samba e MPB, perdem cada vez mais espaço para músicas comerciais, que têm seu ‘boom’ com o avanço da internet e que são passadas para quem escuta rádio. Há ainda gêneros que chegaram ao top das paradas radiofônicas de Ponta Grossa, e que hoje em dia são pouco aceitos pelo grande público, como o reggae.

O amplo domínio do chamado ‘sertanejo universitário’ não encontra grandes rivais no município como encontra no resto do Brasil como o chamado ‘teen pop’, liderado por nomes como a banda brasileira Restart e o cantor canadense Justin Bieber, que fez shows no Brasil nesta semana. A expectativa fica sobre a forma como o público vai receber o show de Bieber, já que o mesmo foi transmitido na TV aberta, e comparar com o efeito causado pelo Rock in Rio. Assim, pode-se entender se o que mudou foi o gosto da nova geração ou a facilidade com que a música chega até os ouvintes.

Por Dhiego Tchmolo

Serviço:

Top 30 músicas da rádio MZ FM 90,7: http://www.mzfm.com.br/top10.php

Imagem: divulgação

14/10/2011

Estilo pontagrossense não parece bem definido

Programa Alto Estilo é exibido pela TV educativa e foge da realidade da maioria dos pontagrossenses

A TV educativa apresenta aos domingos, 13:00 horas, e reprisa nas quartas-feiras, as 22:00 horas, o programa “Alto Estilo”. O programa é apresentado por Ana Claudia Gambassi e possui três quadros: o gourmet, o e turismo e um terceiro sobre animais de estimação, sendo que este último é mais visto como uma propaganda de um dos pet shops da cidade.

O cenário de “Alto Estilo” não é tão estiloso assim. A apresentadora passa os quatro blocos de programa sentada em uma cadeira e entrevista personalidades princesinas que se sentam logo a sua frente. Entre eles há apenas um vaso de flores sustentado por um suporte de metal.

No site do programa consta que o aprofundamento do jornalismo existe pelo fato de que a apresentadora Ana Claudia tem 20 anos de experiência na área. Não é bem isso que se vê ao longo das reportagens apresentadas. No geral o conteúdo passa por dicas de vestimenta, aniversários de 15 anos e jantares de pessoas financeiramente influentes de Ponta Grossa. Ana Claudia Gambassi faz entrevistas válidas no sentido de conteúdo e atende ao interesse dos telespectadores, porém a apresentadora ainda peca quando a gravação pede algo mais espontâneo. Gaguejadas e esquecimentos são frequentes.

Aparentemente, o programa é voltado para a elite da cidade de Ponta Grossa. Os gostos, os locais mais visitados e as boutiques preferidas das famílias tradicionais da cidade, estão sempre presentes. Talvez, o estilo da maioria dos cidadãos, que vivem aqui, ainda não tenha sido descoberto pelos produtores do programa.

Por Juliana Zavadzki

Serviço: 

TV Educativa.
Canal 58 em rede aberta e canal 8 na TV à cabo
Site http://www.programaaltoestilo.com.br

Imagem: divulgação

14/10/2011

Simples e belo

Grupo Sem Tal utiliza elementos simplórios para compor uma história criativa e peculiar

Vestido branco, fitas no cabelo e maquiagem forte. Foi assim que as cinco atrizes adolescentes se apresentaram durante toda a peça ‘Tereza diz Bonapetit’, do grupo de teatro Sem Tal. A apresentação, no Centro de Cultura de Ponta Grossa, na segunda-feira, dia 10, teve seu ponto forte na simplicidade do cenário, do roteiro e dos movimentos.

A peça conta, de uma forma bem peculiar, a vida de Tereza, uma menina sonhadora que resolveu viver para ajudar aos outros. A narradora muda em cada cena, e à medida que a protagonista vai crescendo, muda também a atriz. As meninas mostram bom desempenho durante todo o espetáculo, caracterizando bem os personagens. Já o único menino do elenco, que apareceu em apenas algumas cenas, demonstrava timidez.

Toda a história foi contada em apenas um cenário, com todos os elementos, como bancos, televisão e cama, feitos de madeira. Mas o pequeno cenário não atrapalhou o roteiro, e as atrizes exploraram toda a sala, andando abaixo do palco e entre a plateia. O que dificultou foi a saída de cena das personagens, que sempre chamava a atenção, pois elas não ficavam escondidas do público.

O que mais atrapalhou foram os problemas técnicos. A sonoplastia era feita por um projetor de vídeo que ficava a mostra, disputando a atenção com a peça. Em alguns momentos os efeitos sonoros não saíam corretos, mas eram improvisados pelas atrizes. A luz estava iluminando apenas o centro do palco, dificultando a visão ao redor dele.

Porém, a apresentação simplória e criativa, que apenas trocava de acessórios para mudar de cena e alegrava ao contar sobre a vida de um personagem, ganhou a atenção do público ao fazer o simples ficar belo.

Por Luana Stadler

Serviço:

Espetáculo: Tereza diz Bonapetit
Grupo: Sem Tal
Local: Centro de Cultura de Ponta Grossa
Dia: 10/10
Horário: 19 h
Entrada Franca