Archive for Outubro 7th, 2011

07/10/2011

Agenda Cultural

7 de Outubro – Sexta-Feira

Atividade: 2° FESTA- Festival Estudantil de Artes de Ponta Grossa: Modalidade “INTERPRETAÇÃO DE POESIAS”

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Horário: 19h30

Programação:

Dia 6/10 – Grupos 1 e 2 ( alunos de 9 a 12 anos) – Com 15 participantes de 7 escolas

Dia 7/10- Grupo 3 e 4- ( alunos de 13 a 17 anos)- Com 13 participantes de 7 escolas

Ingressos: Entrada Franca

 

7 de Outubro – Sexta-feira

Atividade: “Eu Conto… Você Conta”- Resgate de Causos e Lendas de Ponta Grossa- Projeto “Contar histórias: uma arte sem Idade”

Promoção: SMCT em parceria com o Departamento do Idoso/SMAS

Local: Sala de Leitura da FAPI/Praça Getúlio Vargas

Horário: 14h

Ingressos: Atividade Dirigida

Informações: Alfredo Mourão- Fone 3901 1588

 

7 de outubro – Sexta Feira

Atividade: Projeto Sexta As Seis- Show com a Banda “ Cold Turkey”

Promoção: PMPG/ SMCT

Local: Complexo Ambiental ( ao lado do Centro de Comércio Popular )

Horário: 18h

Ingressos: Atividade Livre

 

8 de Outubro – Sábado

Atividade: Projeto Cine-Arte – Exibição do Filme “Alô, Alô, Terezinha!”

Direção: Nelson Hoineff – Brasil – Documentário – 95 minutos – 2008

Promoção: JM NEWS e SMCT

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B

Horário: 17h

Entrada Franca – Classificação: 12 Anos

 

8 de outubro – Sábado

Atividade: 2° FESTA- Festival Estudantil de Artes de Ponta Grossa: Modalidade “DANÇA”

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A

Programação:
15h – GRUPO 1: Infantil – até 10 anos com 7 grupos

16h- GRUPO 2: Juvenil – de 11 a 14 anos, com 5 grupos

17h -GRUPO 3: Adulto – a partir de 15 anos, com 2 grupos

Ingressos: Entrada Franca

 

8 e 9 de outubro – Sábado e domingo

6ª etapa da Copa Peugeot – Rali de Velocidade

Local: Centro de Eventos Cidade de Ponta Grossa

07/10/2011

Ponta Grossa vê poesia em movimento

Projeto ‘Poesia no ônibus’ leva a literatura para todos os lugares da cidade

Poesias coladas nas janelas dos ônibus de transporte urbano. Essa é uma cena comum para os usuários do transporte público em Ponta Grossa. Desde 2008, o projeto ‘Poesia no ônibus’ seleciona poesias de autores ponta-grossenses – de trabalhadores da indústria até estudantes da rede pública de ensino – e divulga nos ônibus da cidade.

O projeto é uma oportunidade a mais para todos os cidadãos do município ter um contato com a literatura e é um incentivo para os ponta-grossenses produzirem mais na área da poesia. Apesar da oportuna iniciativa, algumas vezes, os textos acabam passando despercebido. O motivo mais comum é a falta de atenção, pois parece habitual usuários que nem sabem da existência do projeto. O excesso de pessoas no ônibus e o fato de, nem sempre, as poesias não ficarem em lugares visíveis para todos dificulta a leitura dos textos.

Já os usuários que costumam ler as poesias percebem que não há uma atualização constante dos textos, o que pode fazer que o interesse das pessoas pelas poesias no ônibus diminua. Uma atualização com mais frequência seria necessária, mas para isso é preciso uma produção ainda maior de poesia.

Apesar das críticas, os textos acabam surpreendendo, principalmente aqueles que acham que não é possível uma pessoa ‘comum’ produzir uma poesia. Textos bem construídos e com rimas legais chamam a atenção. A diversidade também é uma marca das poesias apresentadas, pois podem ser observadas algumas poesias com a linguagem do dia-a-dia e também textos que utilizam variados recursos e palavras da língua portuguesa. Os textos podem não ser clássicos, mas certamente possuem qualidade para serem publicados em outros lugares e ganharem mais atenção.

Por Thiago Terada

 Serviço:

Projeto ‘Poesia no ônibus’

Nos ônibus de transporte urbano

Preço da passagem: R$ 2,40

Horários de ônibus e mais informações: www.vcg.com.br

07/10/2011

Vamos comer algo que dona Bernadeth goste?

Por estar situada perto de colégios e universidade, Bernadeth Confeitos é ponto de encontro dos jovens

Na Rua Theodoro Rosas, nº240, no Centro de Ponta Grossa, está a Bernadeth Confeitos, um lugar difícil de ser descrito. Não é um café, nem uma padaria. A palavra confeitos está no nome, mas não existem apenas confeitos no local. O ambiente é caseiro, já que nada mais é do que a adaptação do primeiro andar de uma casa para o comércio. Lá são vendidos salgados, doces, bolos e tortas. Os salgados são fritos ou assados, porém não existem opções para os apreciadores de comidas mais leves e sem carne.

O preço médio dos doces e salgados é R$2,50, o que não é muito acima da média dos preços de cafeterias e panificadoras do centro de Ponta Grossa. O clima é familiar e a dona do local, Bernadeth, tenta deixar os clientes bem à vontade, o que se percebe quando ela fala para as pessoas se servirem das bebidas. Toda a casa é bastante limpa, e higienizada com álcool, a decoração é bem acabada, a pintura toda é baseada em flores, o que faz referência aos objetos decorativos: vasos com plantas.

Pode-se observar que os frequentadores são em sua maior parte moradores das proximidades, além de alunos dos colégios, cursinhos e da Universidade. Dá para perceber que todos os alimentos são preparados com bastante higiene. O que atrapalha um pouco no atendimento é que a dona fica ‘beliscando’ sempre alguma coisa que foi preparada recentemente, tendo que parar de comer para atender os clientes. O lugar também poderia servir café e chá, mas não serve porque a dona não gosta. Aliás, lá só é feito o que a dona Bernadeth aprecia, ficando muito preso a apenas um gosto particular.

Por Adrian Delponte

Serviço:

Bernadeth Confeitos
42-32243161
R. Theodoro Rosas 540 – Centro de Ponta Grossa/PR
das 8h às 20h

Foto: Adrian Delponte

07/10/2011

100% qualidade

Série brasileira de ficção cientifica se destaca pela qualidade e independência da produção

O Brasil possui uma grande quantidade de mini-seriados produzidos, em geral com características e roteiro semelhantes aos de telenovela. Em junho de 2011 surge, então, a série 3%, produzida pela Maria Bonita filmes com apoio do programa do Ministério da Cultura, através do FICTV/Mais Cultura. A série tem apenas o piloto de 27 min disponibilizado na internet.

Três por cento gira em torno da ideia de que o mundo é dividido em uma parte boa e uma ruim. Aos vinte anos de idade, os que nasceram nesta segunda metade do mundo, têm a chance de participar de um processo seletivo que aprova somente 3% dos candidatos, estes passarão a viver cheio de oportunidades e prosperidade.

Três por cento é uma criação de Pedro Aguilera e teve aceitação no meio virtual. O elenco e produtores buscam, pela divulgação, atrair o interesse de alguma rede de televisão para continuar a gravar e a exibir os próximos episódios da série, que já estão todos prontos no papel.

A iniciativa é pertinente, pois mostra que o Brasil tem condições de colocar no mercado series tão boas ou melhores que as americanas. Com atores bons, qualidade de imagem compatível e roteiro pertinente, a série de ficção cientifica parece contar a historia real do vestibular, que seleciona mas dá uma oportunidade de vida melhor aos jovens, mesmo que para uma pequena parcela dos interessados. Os 27 min de trama prendem o público sem tensão, instigam a querer saber qual será o destino daqueles jovens e ainda tem sagacidade nas falas de cada personagem.

Os próximos capítulos seriam interessantes se mostrassem qual é a realidade e o destino daqueles que não passam no processo e qual a perspectiva de quem vive “no lado ruim do mundo”.

 Por Juliana Zavadzki

Serviço:

Série Três por Cento

Divulgado em maio de 2011

Produção: Maria Bonita Filmes

Direção: Daina Giannecchini, Dani Libardi e Jotagá Crema

Assista: Parte 1 http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=R_rvS7nX7pM

Parte 2: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3JFXQfuOUkE

Parte 3: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=PwpVnAjb1qU[

Foto: divulgação

07/10/2011

A experiência de driblar as falhas

Músicos usam bom humor e jogo de cintura para superar falhas de equipamento

O Empório Avenida, na região Central de Ponta Grossa, recebeu, na sexta-feira (30), duas personalidades históricas do rock nacional. Trata-se de Nasi o ex-vocalista do grupo Ira! e Maurício Gasperine ex-guitarrista da Rádio táxi, banda de pop rock dos anos 80. Embora ambos tenham se desligado de suas respectivas bandas, a identidade musical destes ainda está atreladas a elas.

Esse foi um dos aspecto evidente na apresentação da noite de sexta: o público se mostrava eufórico para ouvir músicas como “Envelheço na Cidade”, sucesso do primeiro single do grupo Ira!, Vivendo e não aprendendo, lançado em 1986. O mesmo ocorreu com a canção “Eva” da banda Rádio táxi. Durante essas canções a nostalgia tomou conta do ambiente, os presentes levantaram das mesas e cantaram do início ao fim.

Entretanto, por não se tratar de uma parceria de trabalho e sim algo pensado somente para a apresentação, o desentrosamento entre os músicos ficou evidente. Em algumas canções como “tarde vazia” os músicos erraram o compasso, desincronizando vocal de harmonia. A experiência, no entanto, falou mais alto e a situação logo foi contornada sem que a apresentação necessitasse ser interrompida.

Por fim, os problemas técnicos no equipamento, cedido pela casa, causou transtornos na performance dos músicos, principalmente na de Nasi que chegou a questionar a qualidade e procedência do microfone. Em outro ponto do show, durante a execução de um solo, após várias falhas do equipamento de som, o baixista ameaçou chutar as caixas.

Contudo, a experiência de anos de estrada fez com que os músicos contornassem as diversas situações, reagindo com bom humor. Desta maneira, em muitas das situações o público nem percebia a falha, ou reagia de forma positiva, rindo e “segurando no refrão”.

Por Maykon Lammerhirt

Serviço:

Músico: Nasi e Maurício Gasperini

Local: Empório Avenida

Início: 23 horas

Data: 30/09

Foto: Maykon Lammerhirt

07/10/2011

Sobre capas de diário

Jornais de Ponta Grossa privilegiam matérias locais, enquanto impresso de Castro foca a região; factualidade está presente nos três

Em jornais impressos, a capa é o chamariz para as vendas. É na primeira página que os editores colocam as informações mais importantes de determinado espaço de tempo, em certa região – de acordo com a área de circulação do jornal. Por isso a visibilidade que os temas ganham na capa revelam muito sobre o ângulo e importância que cada veículo noticioso emprega a eles.

Nos jornais impressos diários de Ponta Grossa (Diário dos Campos – DC e Jornal da Manhã – JM) e de Castro (Página Um – P1), as capas têm diferentes características, que demonstram a linha editorial de cada um, como verificado nas edições de quinta-feira, 06 de outubro. O P1, por exemplo, privilegia matérias regionais, que pauta municípios como Piraí do Sul, Telêmaco Borba e Tibagi. Já os outros dois impressos têm o foco em notícias de Ponta Grossa, além de publicarem matérias estaduais. São poucas as chamadas regionais nestes diários, que se dizem jornais dos Campos Gerais (inclusive na circulação, onde o Diário dos Campos é distribuído em 24 municípios e o Jornal da Manhã em 22).

Quanto aos temas, política, economia e policial prevalecem nos três impressos, com chamadas bem parecidas nos dois ponta-grossenses. A factualidade é, sim, importante para o jornalismo. Entretanto, os jornalistas da região não estão dando conta de produção de matérias mais “frias” nos jornais diários, que possam abranger as cidades da região. As reportagens ficam restritas aos especiais de final de semana (como os cadernos culturais Urbe, do JM, e Find!, do DC). É possível explorar mais, durante a rotina produtiva semanal, as matérias não-factuais. E, além disso, dar visibilidade às mesmas nas capas, mostrando não só o que acontece na região, mas o que é esta região, o que se pode encontrar nas vivências, costumes e tradições dos Campos Gerais.

Por Eduardo Godoy

 Serviço:

Página Um

Cidade: Castro

Circulação: Arapoti, Carambeí, Castro, Curitiba, Jaguariaíva, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Telêmaco Borba e Tibagi.

Tiragem diária: 12 mil

Periodicidade: terça-feira a sábado

Site: www.paginaum.com

Diário dos Campos

Cidade: Ponta Grossa

Circulação: Arapoti, Carambeí, Castro, Curitiba, Guamiranga, Imbaú, Ipiranga, Irati, Imbituva, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Reserva, São João do Triunfo, Sengés, Teixeira Soares, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.

Tiragem: 12 mil/dias úteis, 15 mil/domingo

Periodicidade: terça-feira a domingo

Site: www.diariodoscampos.com.br

Jornal da Manhã

Cidade: Ponta Grossa

Circulação: Arapoti, Carambeí, Castro, Guamiranga, Imbaú, Ipiranga, Irati, Imbituva, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Prudentópolis, Reserva, São João do Triunfo, Sengés, Teixeira Soares, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.

Tiragem: 12 mil/dias úteis, 14 mil/domingo

Periodicidade: terça-feira a domingo

Site: www.jmnews.com.br

 

Foto: reprodução

07/10/2011

Easy Rádio

O poder de segmentação da frequência musical

Em meio a padronizadas emissoras radiofônicas, que entopem a programação com sertanejos universitários, pagodes, e pop’s diversos, surge em Ponta Grossa uma FM com uma proposta menos agitada: a 107.7, homônima da frequência. Sem querer desmerecer tais estilos musicais, mas emissoras que tocam esses gêneros existem aos punhados. A 107 FM vem atender um tipo de público que há muito tempo não tem uma rádio direcionada, assim como tantos outros públicos que não apreciam produtos massivos e até agora não possuíam uma rádio própria.

A ideia é tocar em um ritmo mais tranquilo, seguindo exemplo de outras rádios no Paraná que já fazem isso – Tribuna FM Soft, de Apucarana, Ouro Verde FM Easy e Transamérica Light, de Curitiba, dentre outras. Até as propagandas e vinhetas da emissora são produzidas em um formato “light” para condizer com a frequência das músicas. Elton John, Eric Clapton, Tina Turner e os atuais Colbie Caillat e Bruno Mars marcam presença na programação da 107FM.

O melhor da música contemporânea”, informa a vinheta, que na verdade é o máximo de informação entre as músicas. Não há locução e, portanto, não há indicação dos cantores e muito menos dos nomes das canções, as vinhetas que marcam o fim de uma música e o começo de outra. O problema da “seleção contemporânea” é que ela é composta predominantemente por faixas internacionais, especialmente anglo-saxônicas, enquanto poderia explorar o rico acervo da música popular brasileira, que segue o mesmo ritmo “soft”.

Por Maria Fernanda Teixeira

Serviço:

107 FM, Ponta Grossa: 107,7 MHz

Tribuna FM Soft, Apucarana: 89,5 MHz

Ouro Verde FM Easy, Curitiba: 105,5 MHz

Transamérica Light, Curitiba: 95,1 Mhz

Foto: reprodução

07/10/2011

Casa cheia e muita risada

Espetáculo “Procura-se mulher perfeita.com” lota Cine Teatro Ópera no último domingo e garante diversão ao público presente

Ingressos esgotados e Cine Teatro Ópera lotado para uma peça teatral não é algo muito comum em Ponta Grossa, mas o espetáculo “Procura-se mulher perfeita.com” conseguiu esse feito no último domingo, dia 02.

Escrita, dirigida e protagonizada pelo ator Vitor Branco, a comédia está em cartaz no Brasil há 10 anos. O roteiro é fraco e trata basicamente da história do quarentão Alberto (Vitor Branco), recém separado após 15 anos de casamento, que começa a procurar mulheres em jornais e sites de relacionamentos, incentivado pelo amigo Deco (Wanderlei Grillo).

Apesar da simplicidade do roteiro e do uso de chavões e estereótipos, o espetáculo se sustenta durante duas horas de apresentação em razão do humor irreverente, da interação com a plateia e do improviso, que garante leveza às cenas. Tem-se a impressão que os atores também estão se divertindo.

Com cenário simples, a apresentação utilizou recursos sonoros e visuais para imprimir sequência aos atos. Como o espetáculo envolve relacionamentos amorosos, as situações de sexo foram sugeridas com a completa escuridão e o uso das vozes dos personagens.

Outro aspecto positivo ficou por conta das referências à região de Ponta Grossa e que serviram para aproximar o público do espetáculo. Os atores conversam diretamente com os espectadores durante a peça: o protagonista escolhe alguém da primeira fila para ficar fazendo graça. A utilização da autocrítica para fazer graça também funciona e arranca risos do público.

A crítica fica por conta do excesso de merchandisings (publicidade das empresas patrocinadoras). Mas esse detalhe não retirou a empolgação da plateia, que ficou satisfeita e aplaudiu os atores em pé. A peça cumpriu o papel prometido: garantir muitas risadas durante todo o espetáculo.

Por Fernanda Rosas

Serviço:

Procura-se mulher perfeita.com”

Classificação: 12 anos

Texto e direção: Vitor Branco

Elenco: Vitor Branco (A Próxima Vítima, Os Maias, Uga Uga, A Praça é Nossa), Wanderlei Grillo (ex Malhação), Ana Morisa e Wither Dalu’s.

Foto: Fernanda Rosas