Archive for Abril 20th, 2011

20/04/2011

Agenda Cultural

20 de Abril – quarta-feira:

Evento: Projeto Quarta Cultural – práticas musicais com o seminário “Formas Musicais”

Ministrado pelo professor Isaque Lacerda, do Conservatório Artístico Musical Maestro Paulino Martins Alves

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B

Horários: às 17h30 e às 20h30

Entrada Franca

21 de Abril – quinta-feira:

Evento: 9° ABRILPRORAPPG

Gravação ao vivo do DVD ABRILPRORAP 2011

Participação de grupos de RAP do Paraná, performance de B. BOYS, grafiteiros e DJ’s

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A

Horários: 15h

Ingressos: R$ 10,00 (preço único) – Na compra do ingresso, grátis um DVD dos grupos

Informações: www.hiphoppg.com.br

De 25 a 29 de Abril:

Evento: “12ª Conferência Municipal de Cultura- Reunião Setorial”

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Horários:

25/04- 20h- Setorial de Artes Populares (folclore, escolas de samba, hip-hop, artesanato, entre outros);

26/04- 20h – Setorial de Artes Cênicas (teatro, circo, dança, ópera e mímica);

27/04- 20h – Setorial de Artes Visuais (artes plásticas, cinema, fotografia, vídeo, moda, filatelia, arquitetura, entre outros);

28/04- 20h- Setorial de Música;

29/04- 14h- Setorial de Literatura.

26 de Abril – terça-feira

Evento: Projeto Tela Alternativa – Exibição do Filme: “A vida dos outros”

Direção: Florian Henckel von Donnersmarck – 2006 – Alemanha – Drama – 132 min.

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B

Horário: 19h30

Ingressos: Entrada Franca

Classificação: 12 anos

27 de Abril – quarta-feira

Evento: Projeto Quarta Cultural “Adriano Sátiro e seu Lado Bom”

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Horário: 20h

Ingressos: R$ 2,00 (preço único)

Classificação: Livre

Mais informações: fones: (42) 3301-7222 e (42) 9915-1422 ou pelo site

28 de Abril- Quinta- feira

Evento: “Noite da Seresta”- Apresentação de músicos da região

Local: Cine-Teatro Ópera- Auditório A

Horário: 20h

Entrada franca

20/04/2011

Viagem ao Egito sem sair de Ponta Grossa

Uma opção para quem não tem condições de visitar museus arqueológicos é o espaço particular do arqueólogo Moacir Santos

Por fora é como qualquer casa do bairro, não tem placa ou qualquer outra diferenciação. Mas ao passar pelo portal, que remete à entrada de uma pirâmide, deixa-se a Rua José Joaquim, no bairro Oficinas, para entrar em outro tempo. Uma época que pode ser dos grandes salões de museus famosos ou mesmo o antigo Egito.

Com o intuito de mostrar as peças utilizadas pelos antigos egípcios, o arqueólogo, professor e artista plástico Moacir Santos iniciou uma coleção de réplicas em tamanho original. A iniciativa de expor os objetos reproduzidos pelo próprio arqueólogo veio a partir de um presente: uma máscara funerária egípcia do século 2 a.C.

A exposição “Vida e Imortalidade” leva o visitante a uma viagem ao mundo antigo.  O passeio inicia com a mostra de estátuas de reis e rainhas, além de utensílios de uso pessoal. Passa-se, então, a sala ‘Imortalidade’, composta de réplicas de múmias, adornos funerários e a máscara que deu origem a coleção.

O museu combina iluminação e som para transportar os visitantes ao período antigo. As luzes são agradáveis, há uma música de fundo calma, e cada peça tem uma pequena explicação sobre sua origem e utilidade. Porém, uma falha é o sub-aproveitamento da exposição. A localização afastada do centro da cidade e a pouca divulgação faz com que até mesmo quem mora perto do museu não saiba de sua existência.

Em 2011 o museu completa 10 anos e passa por reformas, o que restringe ainda mais as visitações. Atualmente o museu não tem horário fixo de funcionamento, abrindo preferencialmente para grupos escolares que ligam para agendar visitas.

Mariane Nava

Serviço:

Endereço: Rua José Joaquim da Maia, 154 Oficinas

Telefone: (42)32292109

Ingressos: R$ 5,00

Visitas apenas sob agendamento.

Mais informações: http://www.museuarqueologico.blogspot.com/

Foto: Adrian Delponte

20/04/2011

Dos pequenos aos gigantes, um espaço para o futebol paranaense na televisão

Mesmo com alguns erros, RPC transmite o futebol do estado, dando espaço às equipes regionais

A transmissão do Campeonato Paranaense de Futebol feita pela Rede Paranaense de Comunicação (RPC) é uma forma de apoio ao futebol do estado.  Faz 10 anos que a afiliada da Rede Globo transmite o Paranaense. Apesar de indícios de que a audiência não é grande em algumas regiões do estado, a emissora continua com a transmissão, que ajuda os clubes estaduais.

A transmissão sofre com algumas falhas técnicas: troca de câmera em lances importantes – como na hora de gols ou grandes defesas – ou com o barulho da torcida, que  muitas vezes atrapalha a narração do jogo.

A frase “RPC TV, o melhor do Paranaense para você” reforça a proposta da emissora em transmitir e apoiar o futebol estadual, porém vê-se nos comentários de Gil Rocha um apelo maior aos times da capital. As análises, frequentemente, apontam para formas do Coritiba melhorar no jogo, as opções que o time alviverde tem no banco, enquanto pouco é comentado sobre o Roma, adversário interiorano, como se viu na transmissão do dia 17 de abril, domingo.

A narração é carregada de regionalismo e gírias paranaenses, que dão um aspecto interessante. Ao contrário dos comentários, a narração sempre tenta demonstrar os dois times de forma igualitária, assim como dar espaço ao som das duas torcidas. Os erros de nome de jogadores são irrelevantes perante a facilidade com que Luis Augusto Xavier tem para narrar os acontecimentos do jogo de forma clara e empolgante.

A transmissão foi dividida dentro da rede. Enquanto a maior parte do estado assistiu o jogo Coritiba x Roma Apucarana, a região de Londrina acompanhou Rio Branco x Arapongas, mais uma forma de apoiar as diversas regiões do futebol do estado.

 Jean Marcel

Serviço:

Programa: Transmissão do Campeonato Paranaense (Roma Apucarana x Coritiba)

Data: 17/04

Horário: 16h

Emissora: Rede Paranaense de Comunicação (RPC) afiliada da Rede Globo

Equipe de Transmissão: Luis Augusto Xavier (Narrador) e Gil Rocha (Comentarista)

Foto: reprodução

20/04/2011

Expressão corporal e cultural

Espetáculo de Dança em Ponta Grossa apresenta vários ritmos musicais e presta homenagem a diferentes culturas

As comemorações da Páscoa tiveram início, no sábado, dia 16 de abril, com um Espetáculo de Dança no Cine Teatro Ópera. A apresentação promoveu a integração cultural e prestou homenagem aos diversos ritmos existentes em Ponta Grossa. Com cerca de 1h30 de duração, o espetáculo contou com a presença de grupos e academias de danças da cidade.

O grupo Ritmo da Rua apresentou “Desencontros”, espetáculo cênico-musical que reuniu música, dança e teatro. A utilização de luzes e sombras auxiliou a dança a contar sua história. A sensualidade da dança do ventre, o som e movimento da roda de capoeira, a beleza da dança flamenca e a graça das danças infantis deram colorido especial ao espetáculo.

O destaque da noite ficou com os grupos gaúchos. A beleza das prendas (roupas femininas), a coreografia perfeita, a paixão pela dança e pela própria cultura fizeram os artistas “dançarem com o olhar”.

O clímax do espetáculo ficou por conta do pequeno Valter, apresentando a chula e boiadeira (danças típicas gaúchas). O garoto deu um show de sapateado no palco junto com seu parceiro de peça. Já a dança de salão “Estudantina” não foi bem interpretada. O casal estava desajeitado e a moça atrapalhada com o salto. Os erros foram muitos, com direito inclusive a uma “pernada” na cabeça do parceiro. Uma coreografia mais simples e melhor ensaiada teria produzido efeito melhor.

Não se pode esquecer que se tratam de apresentações de academias de dança e não de grupos profissionais. Os erros fazem parte do show. A ideia é mostrar ao público que qualquer pessoa pode se divertir e compartilhar sua cultura através da dança.

Fernanda Rosas

Serviço:

Atividade: Páscoa Beneficente com Espetáculo de Dança – Apresentação de diversos grupos e academias de dança locais

Promoção: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A

Data: 16/04/2011

Horário: 20h

Ingressos: uma caixa de bombom

Entidades beneficiadas com a arrecadação: Fundação Educacional Pestalozzi (Guaragi) e Bando da Leitura

Classificação: Livre

Foto: Fernanda Rosas

20/04/2011

Ritmo americano com produção brasileira

Ed Motta, cantor de soul e blues alternativo, mostra seu estilo musical “Fora da lei” em Ponta Grossa

A Apresentação do cantor e compositor Ed Motta no Cine Teatro Ópera, na noite de 7 de abril, trouxe o ritmo do soul americano no estilo brasileiro. Para muitos fãs do jazz norte-americano (e aqui incluem-se fãs de cantores como Ray Charles e Stevie Wonder), a apresentação esteve fraca como representação do estilo, mas ganha o belo humor de Ed Motta – que desta vez não esteve acompanhado de sua banda, mas deixou o público do Teatro ópera eufórico com o show.

O cantor variava entre o baixo e o teclado para tocar músicas pedidas pelos fãs. A apresentação durou 1h e 40 minutos, com alguns momentos de conversa e detalhes sobre a vida de Ed Motta contada por ele. No entanto, a apresentação ficou devendo para o ritmo de jazz e blues clássicos, porém o cantor fez sucesso com a técnica de reprodução de sons instrumentais com a boca. Ele cantou a maioria de seus clássicos misturados a um conjunto de músicas recentes, como “Nicole VS Cheng” e “A turma da pilantragem”. A mistura da língua inglesa com o português dá o toque ao estilo de Ed Motta, que volta a produzir suas músicas com o estilo “pop jazz” no Brasil.

A trilha do álbum Piquenique conta com um mistura de cenas de humor e amor do cotidiano com cinema noir, estilo cinematográfico que mistura o gênero policial com drama. Ao som do teclado e com um humor irreverente, Ed Motta demonstrou ao público suas trilhas favoritas de seriados e filmes que o inspiraram no último álbum – que revive clássicos do soul Mann brasileiro e combina inúmeras histórias de amor “tão clichês”, como diria a música “Colombina”, do próprio cantor.

Gildo Antônio

Serviço:

Local: Cine Teatro Ópera

Endereço: Rua XV de novembro com esquina para a Augusto Ribas.

Data: 7 de Abril.

Horário: 20h30.

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada).

Foto: Gildo Antônio

20/04/2011

Pavor para alguns, entretenimento para outros

O filme que encerrou as gravações em 1999 ainda gera polêmica e espanto aos espectadores

Subconciencious Cruelty, ou Crueldade do Subconsciente é um filme blasfemo e surrealista do diretor canadense Karim Hussain, que demorou quatro anos para ser concluído. Em 80 minutos de filmagem, o diretor e escritor do filme coloca assuntos polêmicos e atuais em pauta: sexo, religião, violência, incesto e necrofilia.

Logo nos primeiros minutos de filme, é gravado o assassinato de um bebê recém nascido, a fim de mostrar ao público uma forma do personagem controlar a vida colocando-se no papel do “criador”.

Apesar de o conteúdo do filme ser forte e extremamente ligado às políticas mundiais, não existe uma seqüência a se seguir, deixando o público perdido pela maior parte do tempo. As cenas são chocantes e desrespeitosas principalmente quando tratam de religião. Em uma das cenas, um personagem vestido de Jesus Cristo é perseguido por mulheres nuas que, em seguida, insinuam cenas de sexo com o mesmo e logo após comem seus órgãos vitais.


A impressão que se dá ao assistir a este filme é que o autor não se preocupou, nem sequer por um instante, com quem viria a assistir suas gravações. O desenvolver do filme mais parece com pequenos delírios de um homem cuja mente é perturbada por assuntos mal resolvidos.

Entende-se que o objetivo de um filme deste gênero não é ganhar alta audiência e nem agradar os apreciadores de filmes hollywoodianos, mas mesmo os filmes alternativos devem ter a preocupação com a moral e com aquilo que pode ferir de alguma forma a sociedade.

Por ser um filme censurado e polêmico, os que tiverem curiosidade de conhecer a obra terão mais facilidade de encontrá-la através da internet para download.

Juliana Zavadzki

Serviço:

Nome: Subconsciencious Cruelty

Diretor: Karim Hussain

Ano de lançamento: 1999

Duração: 80 min

Foto: reprodução

20/04/2011

Para o almoço, outra opção é a saúde

E agora, pela Rádio Sant’Ana, “A hora do doutor”! Com o doutor Ricardo Mussi. O médico do povo, o pai de família, o seu amigo, doutor Ricardo Mussi! Esta é a mensagem da vinheta de abertura do programa, acompanhada por uma sequência de “bom dia” por parte do locutor. Feita a apresentação ao público, o doutor define o tema do dia: Acidente Vascular Cerebral (AVC), também conhecido por derrame.

Ao esclarecer termos complicados do linguajar médico e falar com uma entonação clara e sutil, Mussi discorre sobre as características da doença: o que é, quais os sintomas, como pode ser evitado e quais as providências a serem tomadas. Apesar da explicação milimétrica, o doutor poderia ser mais dinâmico na locução: o ritmo lento gera desatenção no ouvinte, acarretando perda de informações importantes durante o programa.

As críticas negativas, no entanto, ficam por aí. A aproximação com o público está de parabéns: o radialista conversa com o ouvinte e quando precisa explicar o que ocorre no organismo de quem sofre da doença, utiliza comparações com objetos do dia-a-dia (como um cano cheio d’água e uma veia). Além disso, ao início de cada bloco Mussi cita novamente o tema do programa e relembra tópicos passados, seguindo a regra da conhecida redundância radiofônica.

O programa instiga a participação do público através de cartas e telefonemas, tanto a respeito de dúvidas quanto sugestões de temas. Com apenas 30 minutos de duração, “A hora do doutor” é uma maneira rápida de ficar por dentro sobre como manter a saúde em dia.

 André Luiz Lungarezi de Moura

Serviço:

Rádio: Sant’Ana AM 900 kHz

Programa: A hora do doutor

Horário: 11h30 às 12h, de segunda à sábado

Apresentação: Dr. Ricardo Mussi

Foto: divulgação

20/04/2011

Onde estão os botequins da Belle Époque ponta-grossense?

Livro conta o desenvolvimento de Ponta Grossa através do convívio social dos moradores

Lançado em março de 2011, o livro Os botequins da Belle Époque Ponta-grossense, de Niltonci Batista Chaves e Robson Rumbelsperger, atrai leitores logo pela capa – que imita um azulejo xadrez, encontrado em bares e botequins tradicionais. O preto e branco das páginas e as fotos de Rodrigo Czekalski dão clima de nostalgia ao livro.

Apesar de gostoso de ler e muito bem contextualizado, o livro deixa a sensação de que faltou alguma coisa. Para ilustrar a socialização no período do século XX, muitos bares do Rio de Janeiro são citados, assim como intelectuais e artistas da época. Mas, é justamente dos botequins da Belle Époque ponta-grossense que sentimos falta. Para não cometer injustiças: alguns são citados, apenas citados. É compreensível que a intenção do livro é falar sobre lazer e sociabilidade. Mas, por conta do título do livro, os leitores, ao começar a leitura, esperam encontrar em algum momento histórias dos bares e boêmios daqui. E não encontram.

O leitor quer saber como surgiu o Bar do Tito, o Botequim da XV, o Boteco da Visconde. Histórias de quem passou por lá e como esses lugares serviam de ponto de encontro para os moradores da cidade.

O passado de Ponta Grossa e sua evolução econômica, a importância da Rua XV de Novembro, do Diário dos Campos e da Cervejaria Adriática, fotos saudosistas e outras atraentes: é o que o leitor pode esperar de Botequins da Belle Époque Ponta-grossense. Para os que querem conhecer e conversar sobre os bares ou cafés da cidade, o jeito é deixar o livro na estante para, pessoalmente, se inteirar sobre o assunto.

Marrara Laurindo

Serviço:

Livro: Os botequins da Belle Époque ponta-grossense

Autor: Niltonci Batista Chaves e Robson Vinicius Rumbelsperger

Editora: Estudio Texto

Ano: 2011

Paginas: 120

Preço:R$ 30,00

Onde Comprar: Botequim Original, rua VX de Novembro 492

Foto: Marrara Laurindo

20/04/2011

Um pouco de blog, um pouco de site e muito pouco de imparcialidade

A página veicula informação e opinião sobre a política de Ponta Grossa e região

O Blog do Johnny é uma página que traz notícias da política de Ponta Grossa e região, além de informações de bastidores. O endereço está no ar desde Junho de 2009 e no ano passado ficou em terceiro lugar no Júri Acadêmico do Concurso Top Blog.

As características de um blog ficam apenas no nome. A página se parece muito mais com um site, já que exibe propagandas de empresas e de outros blogs. Um ponto positivo do endereço é a interatividade proporcionada ao leitor: no ‘blog’ estão disponíveis os endereços de redes sociais e e-mail do autor. O endereço é atualizado constantemente e a divulgação do conteúdo é feita pelas contas em redes sociais, como Twitter e Facebook.

O visual agradável da página é prejudicado pela falta de padrão nos títulos das reportagens e notas. Alguns títulos estão em caixa alta e outros em caixa baixa, o que impossibilita a distinção do que é um ‘chapéu’ (jargão jornalístico que se refere a uma palavra que resume o assunto na abertura do texto) e do que realmente é um título. A aparente falta de crédito nas fotos que acompanham os textos é outro aspecto negativo; os créditos só ficam visíveis quando o leitor passa o mouse sobre a imagem.

A maior dúvida fica sobre a imparcialidade do autor sobre os temas tratados. No ‘blog’, os conteúdos noticiosos não têm nenhuma separação visível dos textos puramente opinativos. Além disso, a biografia do autor, também disponível no site, exalta sua caminhada política e social, além das filiações partidárias que já teve.

Afonso Verner

Serviço:

Endereço da Página: http://www.blogdojohnny.com.br/

Twitter: http://twitter.com/blogdojohnny

Facebook: http://www.facebook.com/blogdojohnny

Email: johnny@blogdojohnny.com.br

Foto: reprodução