Archive for Abril 8th, 2011

08/04/2011

Agenda Cultural

8 de abril- Sexta-Feira

Evento: Projeto Tela Alternativa – Sessão Especial em homenagem a Elizabeth Taylor- Exibição do Filme: Gata em Teto de Zinco Quente (Cat on a Hot Tin Roof)
Direção: Richard Brooks- 1985- EUA- Drama- 107min.
Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B
Horário: 19h30
Entrada Franca

9 de abril- Sábado

Evento: Espetáculo teatral para crianças “ O Pequeno Príncipe”
Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B
Horário: 16h
Ingressos: R$ 7,00 antecipado ou com Bônus (Bônus será distribuído nas escolas). R$ 14, 00 na bilheteria do teatro, no dia do espetáculo

Evento: oficina: “Pêssanka – a arte ucraniana de decorar ovos”
Local: Sesc Ponta Grossa
Horário: das 8h às 12h
Ingressos:Comerciário:R$15,00 Não comerciário: R$22,50

10 de abril- Domingo

Evento: 5ª etapa SESC de Caminhada e Corrida de Rua
Horário: a partir das 8hrs
Os valores das inscrições dependem das categorias de caminhada.
http://www.sescpr.com.br

11, 12 e 13 de abril

Evento: Discussões e reflexões em torno do Estatuto da criança e do adolescente
Local: Salão Social do Sesc Ingressos: Comerciário: 15,00 Não comerciário: 22,50
13 de abril-Quarta

Evento: Mostra Imagens e poéticas no documentário “Rejoneo”, 2010, dir. Eduardo Baggio. “Caminhão de cavalo”, 2009, dir. Adriano Justino, 10 min. Local: Cine Teatro Ópera – Auditório B Horário: 20h Entrada franca

08/04/2011

A Princesa dos Campos mais apimentada

Novo pub de Ponta Grossa, o Pimenta Doce, se diferencia por oferecer balada teen aos domingos

O recém inaugurado ‘Pimenta Doce Pub Club’ embora também tenha um nome que se refira à pimenta, como em outro barzinho da cidade, é diferente por oferecer baladas teen quinzenalmente aos domingos, para adolescentes de 10 a 17 anos.

Durante a inauguração, no último domingo, o ‘Pimenteen’ atraiu cerca de 200 meninos e meninas com idade entre 13 e 15 anos. No bar, opções pouco sedutoras, como: refrigerante, energético, chocolate, chiclete e pizza. A bebida alcoólica é proibida para menores de 18 anos. No entanto, coquetéis de fruta, Milk shake e drinks de licor sem álcool são alternativas mais atraentes que despertariam a sensação de ambiente adulto. O que seria adequado, já que o valor do convite e a música são de balada de gente grande.

O notebook conectado às caixas de som rendeu a impressão de improviso e teve constantes problemas técnicos para a DJ Fergath. Músicas e movimentos foram interrompidos por segundos que pareciam eternos. Felizmente quanto ao repertório, a DJ agradou ao público. Os adolescentes dançaram e cantaram incansavelmente ao som de cantoras pop, como Lady Gaga, Rihanna, Katy Perry e com bandas como Black Eyed Peas.

A programação do Pimenta Doce parece com a de outros pubs locais nos seguintes aspectos: a transmissão de jogos de futebol acontece às quartas e os shows de bandas aos finais de semana. O que se espera é que através das baladas teen que até então eram inexistentes na cidade, o pub se diferencie dos concorrentes e ofereça diversão para o público jovem ponta-grossense.

Alana Fonseca

Serviço:
Localização: Rua Santos Dumont, 732, centro. Antigo “O Coliseu”, próximo à academia Bio Ativa.
Balada Teen: Quinzenais, aos domingos, das 16h às 22h.
Preço: R$15 feminino
R$20 masculino
R$30 VIP
Outras programações no site.

08/04/2011

Nervosismo faz cobertura de comemoração virar um show de erros

Insegurança e falta de atenção tomaram conta de grande parte do Paraná TV

Exibido na sexta-feira, 1º de abril, a edição especial do Paraná TV – 1ª edição sobre os 100 anos da Imigração Holandesa no Brasil foi recheada de erros. O programa é transmitido pela Rede Paranaense de Comunicação (RPC TV) e o que era para ser uma homenagem aos imigrantes que se instalaram em Carambeí, Campos Gerais do Paraná, se tornou um circo de nervosismo, erros primários e desatenção.

Dividido em duas partes, o telejornal apresenta primeiro as notícias de interesse estadual e depois libera a transmissão para as praças nas principais cidades paranaenses. Na edição de sexta-feira foram feitos dois links ao vivo no estadual e dois pela TV Esplanada, com vinheta especial para a comemoração. Cíntia Capri foi a repórter responsável pelas entradas direto do Parque Histórico de Carambeí, palco principal das festividades, e demonstrou um nervosismo incomum para a profissão.


(Imagem: Reprodução)

Na voz de Capri, a insegurança era transparente. Além disso, não houve preparação de seus entrevistados. Em uma das entrevistas, a repórter fez uma afirmação seguida de pergunta e o entrevistado respondeu contraditoriamente. Em outro caso, ao entrevistar uma criança de um grupo folclórico, a jornalista fez uma pergunta com resposta pronta, o que não saiu como planejado. Cintia quis que a menina respondesse que na escola havia várias crianças descendentes de holandeses. A resposta foi negativa e a repórter descontraiu pedindo para que as crianças dançassem.

Além dos erros de Cintia Capri, os editores e câmeras também demonstraram estar desatentos ou o nervosismo tomou conta por fazerem dois links no jornal estadual, nada freqüente para Ponta Grossa. Cortavam ao vivo para câmeras que não estavam posicionadas, gerando ‘corre-corre’ e para o estúdio ao invés de colocarem matérias no ar. Um mapa interativo com os caminhos para se chegar a Carambeí por várias estradas do Paraná mais complicou do que explicou. As matérias produzidas e gravadas por Silvio Bona e pela própria Cíntia Capri felizmente não foram comprometidas por falhas.

Não se sabe qual o motivo pela grande quantidade de erros. O que se sabe é que o telespectador não quer assistir um telejornal com falhas tão grandes. Quer um produto com qualidade, se tratando de projetar sua região para todo o estado.

Eduardo Godoy

Serviço:
Paraná TV – 1ª edição Canal 7 (TV aberta)
Edição de 01/04/11
Horário: 12h às 12h40 Alguns vídeos disponível em: http://www.rpctv.com.br

08/04/2011

Cantar histórias também é uma forma de contá-las

Cia. de teatro Nunseikitem apresenta a peça “Quase Mudos” no palco do ‘Conexão Cultural Tigre’ em Ponta Grossa

Se no mundo do teatro só cantar ao invés de falar faz uma pessoa ser considerada muda, o título da peça “Quase Mudos” é muito bem empregado pois, 90% dessa encenação é cantada. É na música que as histórias são verbalizadas pelos atores, que munidos de cavaco, pandeiro e violão, dão um show musical no palco. Os atores em interação com a platéia pedem por palmas, gritos, e até estaladas de dedos. A parte sonora é excelente, já na atuação e no roteiro há o que melhorar.

A peculiaridade dos atores chama a atenção. As mensagens transmitidas por tais histórias são muito interessantes, fazem o espectador pensar. Algumas têm teor moral, representam a conciliação, outras o tom questionador e crítico da vida em sociedade abordando o respeito aos sonhos individuais. As falas são compostas por citações de poetas renomados, como Carlos Drummond de Andrade, e trechos de músicas nacionais populares ajudando assim na instrução das crianças e jovens e aproximação com os adultos. No entanto, por vezes as expressões dos atores são sem naturalidade e de difícil compreensão para o público. Outro problema é que as histórias são contadas em diferentes blocos que não parecem ter amarração (lógica).

A divulgação da peça não foi muito antecipada e abrangente em Ponta Grossa, mas a organização está perdoada por ter escolhido um local estratégico para fisgar a atenção do público que passa despercebido e acaba parando algum tempo para assistir a encenação. O espetáculo é trazido pelo projeto “Conexão Cultural”, uma parceria entre Tubos e Conexões Tigre e o Instituto Carlos Roberto Hansen com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura.

Maria Fernanda Teixeira

Serviço:
Reapresentação da peça- dia 05 às 9h e às 14h
Dia 06 às 9h
Na Praça barão do Rio Branco
Foto: Afonso Verner

08/04/2011

Além do normal tem o trivial

Emissoras norte-americanas tocam música do cantor ponta-grossense Carlos Canteri

A jornada de Carlos Canteri pelos Estados Unidos durante o ano de 2008 rendeu frutos. A canção “Beyond the Normal”, uma das faixas de seu disco de estreia, foi lançada pela “Jango Airplay Radio”, na cidade de Nova York, e já está tocando em várias emissoras americanas. O cantor pretende lançar o álbum “Essences” no Cine-Teatro Ópera, Centro de Ponta Grossa, nos próximos meses.

Emplacar uma canção em emissoras de rádio norte-americanas não é tarefa pra qualquer um. A estada em Los Angeles, na Califórnia, para estudar música, proporcionou ao cantor contatos importantes. “Beyond the Normal” foi remixada por Brian Scheuble, famoso produtor norte-americano, e o resultado final é bastante positivo. O inglês fluente do cantor é um dos destaques do álbum. Não parece um brasileiro cantando.

As letras em português podiam ter sido excluídas do disco. Elas retiram a emoção das outras músicas por parecerem versões “abrasileiradas” de músicas famosas que empobrecem a canção original. Não combinam com o restante do álbum. Ao invés de cantar em português, o músico poderia utilizar ritmos brasileiros como influência.

O disco possui músicas agradáveis de ouvir, com melodias simples e letras sentimentais. Em formato acústico (voz e violão/guitarra) e no estilo Pop/Rock, o cantor demonstra potencial. Falta, porém, um toque de inovação, de originalidade, um ritmo, uma batida mais forte. A impressão é que as músicas são todas parecidas. Dá a sensação de estar ouvindo mais do mesmo. Carlos Canteri demonstra talento e paixão pela música. Falta ao cantor ir além do normal e do trivial.

Fernanda Rosas

Serviço:
CD “Essences” – Sony ATV Brazil / Blast Publishing. Vendas: Tel. (042) 9978.0750 email. info@carloscanteri.com
Gravação realizada no Estúdio Mix Music – Estado de São Paulo em Junho de 2010.
Produção, mixagem e masterização por Fábio Ferreira, exceto o single “Beyond the Normal” por Brian Scheuble – Los Angeles/CA
Fabricação: Disc Makers – EUA.
Em breve os cd´s estarão disponíveis nas lojas Fnac, Saraiva, Americanas.com, Letras Megastore, dentre outras.
Para ouvir o álbum: http://www.youtube.com/carloscanteri.

08/04/2011

Tropa de Elite contra a corrupção

Filme de José Padilha tenta renovar a cara do cinema nacional e fazer o público pensar

Com o peso de fazer jus ao primeiro longa-metragem da série de filmes, “Tropa de Elite 2: o inimigo agora é outro”cumpriu sua missão e proporcionou ao público o amadurecimento de uma ideia, de um personagem e de uma situação. O segundo filme é inegavelmente uma obra mais completa e complexa. Com Wagner Moura na pele de Capitão Nascimento, o Tropa de Elite retrata agora que “o inimigo é outro”.

Ainda que o filme não se desprenda da amarra da primeira filmagem, a questão agora é outra: colocar à prova tudo o que o público estava acostumado, como a violência nas favelas e o tráfico de drogas. O Tenente Coronel Nascimento se vê numa encruzilhada após uma revolução no presídio Bangu I, e então passa a contar com a opinião pública a seu favor.

Já que a opinião pública estava a favor do Tenente Coronel, o governo foi obrigado a exonerá-lo do BOPE e dar a ele um cargo de inteligência na Secretaria de Segurança Pública. De terno e gravata, Nascimento acaba descobrindo que mesmo que o batalhão tinha se tornado uma máquina de guerra capaz de erradicar o tráfico no Rio de Janeiro, o inimigo desde o começo, é outro. São os agentes penitenciários, as milícias, os políticos corruptos, ou seja o próprio sistema.

Escrito por José Padilha e Bráulio Montovani, o frisson da sequência de ação de roteiro forte, personagens marcantes e da sensacional narração de Nascimento, Tropa de Elite 2 mostra que aqueles “maconheiros” do primeiro filme que enriqueciam o tráfico precisam ser deixados de lado por um instante, já que isso ficou pequeno perto de toda a corrupção que assola o Brasil. Nesse filme os “maconheiros” transformam-se em eleitores que dão oportunidade e poder para pessoas sem escrúpulos, capazes de presidir Conselhos de Ética parlamentar.

Luiza Slaviero

Serviço:
Filme: Tropa de Elite 2
Brasil, 2010 – 116 min. Ação/Drama
Direção: José Padilha
Roteiro: José Padilha e Bráulio Montovani
Elenco: Wagner Moura, André Ramiro, Maria Ribeiro, Pedro Van Held, Irandhir Santos, Seu Jorge, Milhem Cortaz, Fernanda Machado, Tainá Muller.

08/04/2011

“Muito do mesmo” sobre esporte no radio ponta-grossense

Programas esportivos locais são parecidos: notícias sem nenhuma análise detalhada sobre o assunto os tornam repetitivos

Não surpreenderia se algum dia os programas esportivos do rádio em Ponta Grossa fossem transmitidos em rede entre as emissoras que cobrem o futebol local. As três emissoras que transmitem os jogos do Operário Ferroviário Esporte Clube ao vivo – MZ FM, Rádio Sant’ana AM e CBN Ponta Grossa AM – possuem formatos de programas muito parecidos.

Não me refiro à transmissão dos jogos do “Fantasma”, onde cada uma possui suas características, causadas principalmente por seus narradores. Os três programas semanais de esportes (MZ Esportes, Show dos Esportes e Momento do Esporte CBN) transmitem pequenas notas sobre grandes clubes brasileiros e dão mais destaque ao futebol do Paraná, principalmente ao clube local. Tudo bem, a ideia é cobrir o time da cidade para que a população fique informada sobre ele. No entanto, as três emissoras se restringem em “passar informações”. Falta uma tradicional “mesa-redonda” sobre os assuntos. Entrevistas ao vivo, sejam com jogadores ou dirigentes do clube, também não são ouvidas. As transmissões tornam-se quadradas e praticamente iguais. Quem deseja ouvir todos os noticiários esportivos acaba recebendo as mesmas informações e praticamente do mesmo modo.

Vale lembrar também de aspectos que o Crítica de Ponta já apontou e que não podem passar em branco: se os três programas possuem a palavra “esporte” no nome, não podem ficar presos somente ao futebol e ao futsal da cidade. Esporte é muito mais que chutar uma bola ao gol! A cidade oferece outros desportos que caberiam no programa. Os nomes deixam explícita a intenção de cobrir não só o futebol, mas são raras as edições em que outros esportes aparecem na transmissão.

Rodrigo de Souza

Serviço:
MZ Esportes
Rádio MZ FM 90,7.
Segunda à sexta, das 20h às 21h.
Apresentação: Alex Freire, Diomar Guimarães e Emmanuel Fornazari.

Show dos Esportes
Rádio Sant’ana AM 900
Segunda à Sexta, das 11h às 11h30.
Apresentação: Edson Garcia

Momento do Esporte CBN
CBN Ponta Grossa AM 1300
Segunda à sexta, das 11h às 12h.
Apresentação: Joel Brasília, Ivan Vinicius, Valter de Souza (Valtão) e Isak Ortiz.

08/04/2011

A escrita como forma de exercício

Autores organizam expressões normativas da linguagem materna e estrangeira

Desenvolvido a partir do esforço de profissionais da área de Letras junto ao Centro de Estudos Lingüísticos e Literários do Paraná (CELLIP), o livro Linguagem, texto e ensino – discussões do CELLIP aborda, em três partes, gêneros distintos da linguagem: a primeira está atrelada a formas de pluralidade na escrita e técnicas de desenvolvimentos da mesma; na segunda, a maneira de organizar e os métodos na elaboração de um texto ganham mais ênfase; já no ultimo o foco é voltado para o estudo das línguas estrangeiras e algumas de suas peculiaridades.

O livro ganha destaque na sua linguagem simples. Termos técnicos vêm respaldados por um contexto bem claro, tornando a leitura muito mais agradável e menos pesada. Em contrapartida, alguns trechos deixam o leitor em dúvida sobre o assunto, pois a incessante procura por exemplos e a forma de disposição dos segmentos de cada capítulo interrompe o ritmo que o leitor comum está acostumado em outros livros, sendo neste ponto menos restrito a formas normativas e mais a um conteúdo científico.

A forma como são distribuídas as três partes presentes no texto têm extrema relevância na proposta do livro. Pegando como exemplo a parte um, que conta com autores conceituados nacionalmente, como Jair Ferreira do Santos, Miguel Sanches Neto e Benito Martins Rodrigues, pode-se perceber o estilo literário de cada um, apesar das abordagens diferentes. Deste modo, o livro se torna uma alternativa de estudos lingüísticos que ele mesmo propõe.

Dhiego Tchmolo

Serviço:
Nome: LINGUAGEM, TEXTO E ENSINO: DISCUSSÕES DO CELLIP
Organizadoras: Pascoalina Bailon de Oliveira Saleh e Silvana Oliveira
Editora: UEPG
Ano: 2010
Páginas: 122
Preço: R$ 29,00

08/04/2011

Quando a imagem pessoal vale mais que a informação

Baseada em publicações nacionais de revistas de celebridades, revista Fix possuí conteúdo com baixo índice de informação

A Revista mensal Fix circula em Curitiba, Ponta Grossa, e cidades dos Campos Gerais, a proposta editorial visa atender o público maior de 15 anos de idade. Com assuntos que variam de agronegócios até festas infantis, a Fix não cumpre o que propõe em seu editorial que se diz ser um “Jornalismo atraente trazendo o que é verdadeiramente notícia”.

Com assuntos voltados à elite das cidades onde circula, a revista deveria não apenas fazer o papel de ‘coluna social’, mas inserir notícias voltadas aos seus leitores, como é próprio da maneira mais básica de se fazer jornalismo. A impressão e o papel possuem boa qualidade, mas o excesso de fotos faz da maior parte das páginas um ensaio fotográfico com pouquíssimo valor informativo.

A publicação peca pela quantidade de informação, e quando possui uma matéria que ocupa a página inteira erra outra vez ao fazer de seus patrocinadores as principais fontes das reportagens e entrevistas. Os assuntos são separados por editorias ou colunas e sempre expressos em pequenos textos com muita adjetivação.

As reportagens são assinadas apenas como ‘da Redação’, ‘da assessoria’, e as fotos são creditadas como ‘Fotos Fix’, o que restringe a autoria dos produtos, ressaltando o caráter do veículo como algo unificado e estático, sem a assinatura dos autores.

A Fix cumpre parcialmente seu papel no jornalismo segmentado, mas deveria prezar por conteúdos mais informativos que interessassem aos seus leitores e não apenas à imagem, como faz agora.

Adrian Delponte

Serviço
Revista: Revista Fix
Ano: 05 – 2011
Número: 51
Circulação: Mensal
Distribuição: R$ 10,90
Site: http://www.revistafix.com.br