O bom, o mau, o feio e o mais ou menos

Cleber Facchi

 

Antes de começar apenas uma “regra”: Fica proibido fazer qualquer tipo de crítica relacionada à diagramação ou o projeto gráfico de qualquer produto analisado enquanto o Crítica de Ponta não encontrar uma formatação e um visual adequado. Padrão é algo que não existe no blog há um bom tempo. Fontes diferentes, fotos desalinhadas (se é que usam fotos), cadê a parte do serviço? Uma manutenção se faz necessária. Ou até quando vão brincar com esse Frankenstein virtual?

 

Uma semana, esse é tempo para que diversos acertos possam se evidenciar, assim como se torna possível dizer adeus a alguns pequenos, porém irritantes erros. Em sete dias o medo que tomava conta de boa parte dos textos publicados no blog parece aos poucos abandonado, em alguns trabalhos de maneira mais latente, enquanto em outros ainda se mantém preso, quase como um vício.

No lado “bom” (brincadeira com o filme homônimo de Sergio Leone) das publicações estão (novamente) dois trabalhos voltados a editoria de cinema. Tanto “O orgulho do cinema soviético” (que belo título) como “Antes tarde do que… Tarde demais?” conseguem cumprir com suas funções, mesclando com perspicácia o uso de informações sobre as obras retratadas, como deixando que a crítica flua de maneira mais natural. Destaque também ao texto da editoria Antena, embora acabe se perdendo muito no apresentar de informações, deixando para a crítica em si um espaço bem reduzido.

A face mais desafiadora dos textos ainda não se manifestou, parece que os críticos aqui têm algum tipo de dívida com os produtos analisados, mas isso é algo que se resolve com o tempo. O lado “feio” fica por conta do visual do blog, uma repaginada é sempre bem vinda e nesse caso necessária. Já no resto dos textos fica tudo no “mais ou menos”.

Em “Esporte não se resume a futebol” quando o autor começa a formular sua crítica – dando inclusive boas justificativas, usando o Rugby como exemplo de outros temas a serem tratados dentro do periódico em analise – há um corte e o texto passa a focar abruptamente em outro assunto. Já “Herança para seus leitores” faz a analise de um livro de 2004, mas veja bem, Miguel Sanches Neto acaba de lançar Então Quer Ser Um Escritor?, seu novo livro de contos. O leitor anseia sempre por ineditismos, guarde conteúdos antigos para quando indispuser de novidades.

Apenas um cuidado, principalmente quando foram tratar de estabelecimentos comerciais, como ocorre em “Um Mesmo Nome para um novo bar”. Redobrem a atenção para que o texto não abandone seu formato de crítica se convertendo em propaganda. E tudo bem que o texto descreve bem o local, fomentando a imaginação do leitor, mas uma foto (uma única foto) seria assim tão difícil?

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