Archive for Agosto, 2010

29/08/2010

Agenda Cultural

28 de agosto – sábado

Atividade: Núcleo de Dramaturgia com Paulo Zwolinski

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Horário: 14h

Entrada: Franca

 

Atividade: Projeto Cine-Arte

Exibição do filme “Os Trapalhões e o Rei do Futebol”

Direção: Carlos Manga/Brasil  Comédia Infantil

Duração: 90 min.

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B

Horário: 17h

Classificação: 14 Anos

Entrada: Franca

 

Atividade: “Concerto da Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa”

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A

Horário: 19h

Entrada: Franca

 

Atividade: Diálogo entre literatura e cinema – “Batman Begins”

Tema: Histórias em quadrinhos, literatura e cinema”

Palestrante: Prof. Vilson Gonçalves

Local: Campus Central da UEPG

Horário: 14h

Entrada: Franca

 

 

29 de Agosto- Domingo

Atividade: Concerto com a Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa

Local: Casa da Cultura de Telêmaco Borba

Horário: 18h30

Entrada: Franca

 

Atividade: Continua até 29 de agosto a Exposição de Artes Plásticas “Luizana Pelizzari”   

Local Galeria Lúcio Ribeiro- Antigo Clube Guaíra

Horário: comercial

Entrada: franca

 

 

31 de agosto – terça-feira

Atividade: XVII Semana de Geografia da UEPG

Local: Grande Auditório da Reitoria, Campus Central da UEPG

Tema: Geografia e epistemologia: ciência viva e dinâmica, aberta e plural

Horário: 18h

Evento ocorre do dia 31 de agosto a 4 de setembro

Entrada: R$ 25,00

Informações sobre a inscrição e programação no site: http://www.uepg.br/eventos/semanageo2010

 

Atividade: Lançamento da Versão Poetas da Indústria- 2010/2011

Programa Poesia no Ônibus

Local: VCG- Viação Campos Gerais

Horário: 17h

Entrada: Para convidados e imprensa

 

Atividade: Tela Alternativa

Exibição do Filme: “A embriaguez do sucesso”

Direção: Alexander Mackendrick

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B

Horário: 19h30

Entrada: Franca

Classificação: 14 anos

 

1º de setembro – quarta – feira

Atividade: Debate: Diálogo sobre mídia regional

Palestrante: Deoni Spigossa

Local: Pequeno Auditório, Campus Central UEPG

Horário: 19h

Entrada: franca

                                                                                                                                                                             Carla Onaga

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29/08/2010

Olhos aguçados e exigentes diversificam para o público

Os alunos estão diversificando o objeto a ser criticado. Cada vez mais, buscam, em meios peculiares, criticar algo novo, mesmo que o tema seja fixo. Não criticam apenas o meio. É o caso observado em ‘Antena’, ‘Na Tela’ e ‘Entre Linhas’. Busca-se algum detalhe não comentado antes. Desse modo, abrangem o público.

Até na produção do objeto de crítica os alunos estão focando atenções. Pode-se citar o caso de ‘Na Tela’ e ‘Livro Aberto’. Neste, a diagramação de “Labirinto de Vozes” é criticada. Estão mesmo colocando o dedo na ferida. Isto demonstra que os críticos estão ficando com olhos cada vez mais sensíveis, saindo de um todo, não deixando cair na monotonia. O modo de escrever também merece destaque na maioria dos textos.

Os alunos estão dando opções variadas, abrangendo público de distintas classes sociais. Seja na TV a cabo (‘Na Tela’), impresso gratuito (‘Entre Linhas’) ou em show ‘Canções de Amor’ (‘Vitrola’).

Em contrapartida, não são todos que estão com olhos aguçados e exigentes. Há texto que está repetitivo, como o caso de ‘Outros Giros’. Desde o título, “Espaço clássico para cultura clássica”, ou em partes do texto, “valioso espaço de valorização da arte”. Mais adiante, observa-se um ponto que se pode considerar também como sendo falta de edição. Dois exemplos notórios aparecem em “As aulas são pagas como em uma academia comercial e a dinâmica das aulas é equilibrada”, e “O Estúdio Arte pretende, como o nome já revela, pretende trazer mais arte para a cidade”. Outro ponto notório no mesmo texto, e do mesmo modo em ‘Livro Aberto’ e ‘Vitrola’, são as grandes sentenças. Tal fato coopera para que o leitor perca atenção facilmente.

Algo bem triste de se ver é a falta de algumas editorias no blog. Não há uma semana que não falte pelo menos um texto. Esta semana não foge do habitual. Editorias como ‘Projetor’ e ‘Em Cena’ não aparecem. Se o objetivo é conquistar e manter um público, é necessário que se tenha um padrão.

Laís Franco

27/08/2010

Espaço clássico para cultura clássica

Com uma localização de fácil acesso, o teatro Estúdio Arte pretende, como cita um de seus colaboradores, “tratar sobre tudo aquilo que pode envolver arte”. A proposta dos dois professores responsáveis, Marcos De La Cruz , encarregado da parte que envolve dança, e Flavio Fann, encarregado do teatro, consolida-se no centro de Ponta Grossa como um valioso espaço de valorização da arte.

O prédio antigo foi reaberto para o empreendimento. No local, desde 1929, funcionava o salão social de um importante clube da cidade. A restauração do glamour clássico do prédio faz parte dos planos dos professores e no salão principal, onde as aulas ocorrem, já é possível perceber a volta de alguns aspectos históricos.

O ambiente é aconchegante e a sala ideal para ensaios de dança e teatro, contando com chão de madeira e um imenso espelho. Ao entrar pela porta no andar térreo e subir dois lances de escada já é possível sentir-se em casa, à vontade até mesmo para começar a dançar. As aulas são pagas como em uma academia comercial e a dinâmica das aulas é equilibrada entre a descontração e a aprendizagem, contando com uma boa acústica para as músicas.

Por enquanto, o espaço só oferece atividades durante o período da noite, sendo que às segundas e quartas ocorrem as aulas de Dança de Salão e as terças e quintas as de Tango.  A casa ainda abre espaço para pessoas ou grupos que queiram se apresentar, como é o caso das comédias stand-up, que ocorrem a partir das 20:30 horas de quinta-feira, mostrando a preocupação dos organizadores em oferecer-se como um espaço alternativo para o teatro ponta-grossense.  Oficinas e apresentações de teatro também acontecem em diversos horários.

Embora a localização seja privilegiada (próximo da Avenida Balduíno Taques, centro de PG), o espaço ainda está um pouco escondido por ser no segundo andar do prédio, mas há indicações na porta e na sacada que permitem sua localização. O Estúdio Arte pretende, como o nome já revela, pretende trazer mais arte para a cidade e é um passeio imperdível para aqueles que apreciam as artes clássicas, como a dança e o teatro. Através da iniciativa, os organizadores do projeto colaboram para melhorar a qualidade de vida local.

Mayara Ferreira

Serviço:

Local: Teatro Estúdio Arte

Onde: Largo Professor Colares, 101, Centro – em frente ao cemitério São Luis.

O quê: Aulas de Dança de Salão: segundas e quartas as 19:00

Aulas de Tango: terças e quintas as 19:00

Obs: 40% de desconto para cavalheiros sem par.

Comédia Stand-up: quintas-feiras, ás 20:30

27/08/2010

Um velho programa na TV a cabo local

Sabor e Cia é o mais novo programa da TVM, canal 14 da TV a cabo de Ponta Grossa. O programa é, na verdade, velho ou já conhecido de parte dos telespectadores do cabo local. Embora seja recente no veículo, não traz nada de diferente e é mesmo semelhante a programas já existentes na TV aberta, como Mulheres, da TV Gazeta, ou Mais Você, da Rede Globo. Sabor e Cia mostra, de forma rápida, como fazer um prato de comida diferente, além de levar um entrevistado para falar sobre algum tema que seja de interesse do público.

Os pratos apresentados merecem destaque, pois tentam expor uma culinária simples, não usual e tampouco extravagante, que seja acessível ao telespectador. Durante o programa são exibidas dicas, talvez não muito úteis, mas que trazem algumas informações ao público, como orientação para conservar melhor os alimentos ou cuidados que se deve ter com a alimentação. A entrevista, que ocorre logo após a culinária, passa ao telespectador curiosidades. No entanto, nem sempre com tema capaz de chamar atenção do telespectador.

O horário em que é transmitido o programa – das 10 às 11 da manhã, com reprise das 15 às 16 da tarde – pode facilmente concorrer com programas semelhantes da TV aberta. Porém, algumas falhas durante a exibição Sabor e Cia poderiam ser evitadas, como por exemplo a comunicação entre a apresentadora e o técnico de filmagem.

Durante a gravação do programa fica evidente um certo improviso da apresentadora, Telma Saad, diante de uma câmera. Em certos momentos, ela não consegue concluir frases, nem se desenrolar de situações embaraçosas, e frequentemente utiliza as palavras “coisa” e “negócio”. Além disso, por vezes, interrompe os entrevistados. Os típicos “bate-papo de elevador” também são usuais no programa. Resta saber a quem interessa tal bate-papo, uma vez que não envolve necessariamente o público.

Rafaela Mendes

Serviço:

Canal: TVM canal 14

Exibição: de segunda a sexta, das 10h às 11h, com reprise às 15h às 16h.

Também é possível assistir via web: http://www.redetvm.com.br/

26/08/2010

Sertanejo Universitário: uma febre pontagrossensse

Quando o assunto é sertanejo universitário, Ponta Grossa está muito bem servida. As rádios da cidade atendem esse público, crescente, com músicas, promoções de festas e shows com os intérpretes de maior sucesso. E é de olho nesse mercado que a Rádio Mundi FM 99,3 exibe o programa “Viola da Mundi”.

Todos os domingos, das 12 até ás 14 horas, a dupla sertaneja de maior sucesso dos Campos Gerais, Giba e Nando, os amantes do gênero musical podem se entreter com várias músicas, podem participar do programa por telefone e internet, além de dar boas risadas com as paródias que os apresentadores fazem.

Fernando Rodrigo Cellarius (Nando), de Ponta Grossa, e Luis Marcelo Silva (Giba), de Taquarituba, conseguem, apesar de pouca experiência em rádio, envolver os ouvintes. Por ser um programa de puro entretenimento, o clima é bastante descontraído e, às vezes, descompromissado. Mas, a audiência parece ser grande!

O que é interessante é que a dupla, antes conhecida como Gilberto Alves e Fernando, é agenciada pela respectiva emissora de rádio. Ao que tudo indica, uma boa oportunidade para a Mundi utilizar o sucesso dos rapazes para se promover.

Uma segunda opção para os ouvintes ligados do mesmo estilo musical é o programa “Arranca Toco”, da rádio T (FM). Todos os domingos das 9 às 13 horas e 20 minutos as personagens Toco, Claudinho e Juca Bala apresentam músicas sertanejas, algumas piadas forçadas e promoções.

Juliana Spinardi

Serviço:

VIOLA DA MUNDI

Rádio Mundi – 99,3

Todos os domingos

Das 12 às 14 horas

ARRANCA TOCO

Rádio T – 93,1

Todos os domingos

Das 9 às 13 horas e 20 minutos

25/08/2010

Menestrel Oswaldo Montenegro faz “Canções de Amor”

“Chato”. Este talvez seja o adjetivo que a crítica musical brasileira mais atribuiu ao cantor e diretor de cinema Oswaldo Montenegro, que fez um show  no dia 20 de agosto, no Cine Teatro Ópera, em Ponta Grossa. Mas Oswaldo é um daqueles artistas que deve possuir o “segredo” do sucesso. Caso contrário não manteria uma carreira de mais de 30 anos, com 39 CDs, cinco DVDs, 17 peças de teatro e, só neste mês de agosto/10, mais de 10 apresentações.

Divulgação

Os álbuns não vendem muito, mas também não encalham nas lojas. Oswaldo soube manter o sucesso conquistando, principalmente, o público feminino. A comparação a um menestrel (poeta e cantor medieval), que a crítica faz, não se deve apenas à sua aparência (de cabelos longos e barba branca), mas também às composições. No show “Canções de Amor”, o público conferiu músicas que parecem mais poemas cantados, acompanhadas pelo violão de Oswaldo e pela flauta de Madalena Salles, amiga do cantor.

São músicas lentas, com letras elaboradas, daquelas que os homens não entendem, mas as mulheres choram. Por isso, seu público predominante é o feminino. Unanimidade entre Oswaldo e Madalena, a canção “Não há segredo nenhum” é a xodó da dupla. A experiência de cantor no cinema com o musical ‘Léo e Bia’ (ao contrário de sua carreira musical, o filme foi bem aceito pelos críticos de cinema) e no teatro enriquece seu show.

Preservando a comparação, “Canções de Amor” promete ser a atração do menestrel Oswaldo Montenegro para a corte pontagrossense. Principalmente para as rainhas!

Leonardo Barretta

Serviço:

Show: “Canções de Amor”, de Oswaldo Montenegro e Madalena Salles

Local: Auditório A, Cine Teatro-Ópera.

Horário: 20 de agosto, às 21h

Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)

24/08/2010

Os diversos caminhos do labirinto

Labirinto de Vozes é um livro com 39 poesias (entre elas “A Lua de Gelo”, que deu ao autor o 2° lugar no Concurso de Poesia Regional), do pontagrossense Rafael Guimarães, professor de língua portuguesa e francesa, graduado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. A obra é um livro de bolso, tem capa dura, com uma bela imagem de um pôr-do-sol, e tem como tema a subjetividade do autor, religião e amor.

Já no prefácio do livro há avisos de que a obra é um labirinto, que permite múltiplas interpretações. Ao entrar no labirinto, os textos são curtos e ágeis. Porém, no meio do livro os poemas ficam mais densos e complexos. Mais ao final, a obra volta a ser mais rápida. Os textos mostram alguém que se vê perdido e confuso em meio a um mundo de ilusões.

O autor varia em técnicas e estilos, carregando as frases de figuras de linguagem. Ele se utiliza de verso livre, rimas, simétrica, aliteração e onomatopéias para compor. Guimarães aposta, muitas vezes, em alegorias para transmitir o sentimento desejado. O livro tem poemas de fácil compreensão e alguns com linguagem mais rebuscada.

A diagramação é pouco atrativa e, em alguns momentos, os espaços poderiam ser melhor aproveitados. Há casos em que apenas quatro linhas ocupam o topo da página, deixando um imenso espaço em branco, que poderia ser preenchido pelos desenhos que estão espalhados pela obra, de autoria do irmão Leandro Gouvêa.

Por vezes, parece que o autor se perde em meio ao labirinto que ele mesmo viveu e criou através de palavras. Mas não se deve esquecer que Guimarães alerta sobre os mistérios da obra, além das diversas leituras e interpretações que se poderia fazer da mesma.

Marco Antonio Favero

Serviço:

Nome: Labirinto de Vozes

Autor: Rafael Guimarães

Editora: Edição do Autor

Número de páginas: 78

Preço: R$ 12,00

Onde comprar: Verbo Livraria, Letras MegaStore, na livraria do Mosteiro da Ressurreição e com o autor (Rua: Conselheiro Barradas, n°149, em Uvaranas)

23/08/2010

Onde está a notícia?

Circula com periodicidade mensal, desde abril deste ano, na região dos Campos Gerais, o jornal A Notícia Campos Gerais, conforme expediente. Com 16 páginas, o tablóide peca de início. O título do jornal que ostenta “Notícia”, não condiz com o conteúdo do impresso. Apenas na última página, um pequeno espaço é reservado para algumas notas. Diga-se de passagem, as informações anunciam eventos voltados para setores elitistas da sociedade, diferente do que, em geral, se espera de um jornal gratuito, que deveria trazer conteúdos atrativos às camadas da população não acostumadas a comprar jornais diários.

Faltam créditos (de identificação autoral) na maioria das imagens, presentes apenas em duas das quatro páginas de colunismo social contido no impresso. Quatro páginas de coluna social para um jornal de 16 parece exagero? Tal espaço poderia ser menor e dar lugar a conteúdos de relevância social. A diagramação falha por não criar uma identidade ao jornal. Os recursos gráficos utilizados ao longo do impresso não asseguram unidade editorial, pois variam muito de uma página para outra. Não há em nenhum local do impresso a referência de que ele seja gratuito. Por mais que se diga dos Campos Gerais, na edição analisada (agosto/2010), somente a matéria intitulada “Carambeí” traz informações de fora de Ponta Grossa.

A Notícia Campos Gerais está, assim, mais para informativo do que para um jornal propriamente dito. Não obstante, vale ressaltar a presença de matérias de cunho histórico que resgatam nomes e momentos culturais da região princesina, como “Mansão Vila Hilda”, “A praça Roosevelt” e “Você sabe quem foi Vicente Machado?”.

Kevin Willian

Serviço

Jornal: A Notícia Campos Gerais

Jornalista responsável: Christopher Eudes

Contato: anoticiacamposgerais@hotmail.com

Fone: (42) 84030685

Distribuição gratuita em bancas de Ponta Grossa e região

Fotos: Kevin Willian

20/08/2010

Crítica de Ponta… com senso analítico


É evidente que os textos do Crítica de Ponta registram uma melhoria, seja na estrutura, pauta ou apresentação. Nesta semana, em particular, os alunos do segundo ano de Jornalismo provaram que procuram aperfeiçoar a leitura crítica (sobre mídia e cultural).
Além de textos bem escritos, as pautas fugiram do comum. É um avanço e, talvez, indicação de que os autores estão com o olhar crítico mais abrangente. É o caso dos textos das editorias ‘Antena’, ‘Projetor’ e ‘Em Cena’. Os autores de tais editorias criticaram outros aspectos que não apenas os produtos. A autora de Em Cena, por exemplo, aponta possíveis causas da falta de apresentações de peças teatrais em Ponta Grossa. Equivoca-se, contudo, ao apresentar opiniões pessoais sobre o assunto.
A editoria Antena, desta mesma edição, é um exemplo a ser seguido como texto crítico: sem se prender à descrição do produto, o autor explora uma questão que vai além da programação radiofônica da cidade, que é um aspecto pouco avaliado, mas que merece importância.
O texto da editoria Livro Aberto atende aos principais quesitos de uma crítica literária, uma vez que a leitura do texto desperta o interesse pelo livro. Entretanto, o autor poderia ter explicado melhor alguns trechos como “fazendo desaparecer alguns hábitos saudáveis e memoráveis”, que são termos relativos.
Mesmo com a evolução dos textos, alguns ainda apresentam o velho problema dos textos do ‘Crítica de Ponta’: o excesso de adjetivos e longa descrição dos produtos. O texto da editoria Projetor (cinema), por outro lado, apresenta um excesso de adjetivação e traz uma opinião pessoal sobre o assunto.

E, por fim, o equívoco da editoria Na Tela é criticar um produto que já pautado no blog. Os estudantes poderiam ficar mais atentos e pesquisar textos já publicados pelo Crítica de Ponta para não repetir tema.


Ana Cláudia Massambani

20/08/2010

Mostra de documentário com público restrito

A mostra de documentário, exibida no Pequeno Auditório do Campus Central da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), fez parte da programação da XIX Semana de Estudos em Comunicação. Exibida na terça (10) e quarta (11), o evento exibiu “Vlado: 30 anos depois” e “La Ciudad de los fotógrafos”. Um aspecto comum aos dois dias: a falta de interessados em participar da Mostra.

O filme exibido na quarta-feira conta a saga de vários fotógrafos que registraram distintos conflitos sociais. O objetivo dos protagonistas era realizar uma cobertura dos anos de ditadura no Chile (1973-89).

A organização da Semana de Comunicação tentou, a fim de levar mais pessoas ao auditório, mudar o horário da exibição. Das 19 horas, passou para 17 horas. A mudança foi feita apenas no último dia e anunciada somente na Rádio Resistência, evento que acontece ao meio dia no pátio do Campus Central da UEPG, onde estavam poucos interessados diretos na Mostra.

Mesmo com a mudança, o número de presentes na Mostra de DOC não aumentou. Somente três pessoas compareceram. Onde estariam os outros interessados? Ninguém mais se deu ao trabalho de subir as escadas do Bloco A do prédio central para assistir uma obra até então não exibida na Universidade. Algo que faltou também foi um debate ao término da apresentação. Porém, a ausência de público foi o fator mais significativo na Mostra de Doc em agosto de 2010.


Andressa Kaliberda


Serviço:

Filme: La ciudad de los fotografos

Local: Pequeno auditório – Campus Central da UEPG

Data: 11 de agosto de 2010, 17 horas

Gênero: Documentário

Direção: Sebastián Moreno