Archive for Abril, 2010

30/04/2010

Muito mais que crítica

Estamos evoluindo a cada edição a passos comedidos e estudados. Mas está na hora de exigirmos mais. Sem desafios, não há limites para serem transpostos. Algumas das imagens usadas para ilustrar as editorias parecem ter sido feitas com relaxo e preguiça. Imagem também é informação e, bem feitas, colaboram com o conteúdo no texto.

 

 

Nas editoria Entre Linhas fotos de jornais em cima de mesas, camas, da internet, de scanner, já foram feitas e refeitas. Por que não inovar? Ao menos uma mão segurando o jornal já mudaria o padrão das fotos. Outra questão que gera duvidas é o produto da crítica ser o jornal laboratório do curso de jornalismo. Essas análises já foram feitas por professores em sala de aula e apenas relatadas pelo autor no blog.

 

 

Na editoria outros giros, a autora comenta que os dois bares são frequentados pelos universitários, mas a foto mostra os bares fechados e não há ninguém nem sequer tomando a ‘cervejinha do boteco’. A autora também não cita quantas pessoas vão ao lugar durante a semana e quanto isso dobra na quinta-feira (dia de pico), como funciona o atendimento aos clientes. E a crítica praticamente não existe, é apenas uma descrição do local e do que acontece.

 

 

Na editoria Projetor nota-se uma evolução. Enfim, estamos abandonando a sinopse e começando a analisar o filme, apesar da crítica acanhada que a autora fez. Vale ressaltar que não é obrigatório a família assistir e gostar de filmes de aventura com os excessos que a autora citou. Uma opção para essa editoria, é criticar filmes que serão exibidos. Com o auxílio da agenda cultural, a autora poderia ter visto antecipadamente ‘Gabriela Cravo e Canela’ ou ‘Se eu Fosse você 2’ (o último encontra-se em qualquer locadora) e feito a crítica. Seria uma opção de serviço e daria tempo do leitor ver a crítica e interessar-se pelo filme.

 

 

Amanda Cruz

 

28/04/2010

Ação e alienígenas para a família


Com uma mistura de aventura, ação e comédia, o longa-metragem da Walt Disney, ‘A Montanha Enfeitiçada’ apresenta um motorista de táxi que tem a vida transformada ao conhecer dois irmãos vindos de outro planeta e donos de poderes sobrenaturais. Juntos, eles passam a correr da perseguição de alienígenas que desejam utilizar os poderes dos adolescentes para o mal.

Além da procura por sua nave espacial, os dois jovens buscam informações sobre a Terra que possam salvar o planeta da destruição pelos próprios habitantes. Essa é a mensagem (principal) que o filme transmite aos espectadores.

 

Por ser uma produção do gênero aventura, o filme é carregado de efeitos especiais nas cenas de ação, como pode ser notado quando Seth (Alexander Ludwig) pára um carro com próprio corpo. A música tema se repete várias vezes durante o filme, o que acaba sendo cansativo. Outro clichê dos roteiros de aventura que pode ser identificado são os gritos dos personagens presentes em todas as cenas que remetem ao gênero. Entretanto, por ser uma película feita para a família, os exageros são aceitáveis.  

‘A Montanha Enfeitiçada’ (2009) faz parte do projeto Rede Estadual de Cinema (REC) e foi exibido no domingo, 18/04, no Cine-Teatro Ópera, centro de Ponta Grossa, às 15h com entrada livre

 

Ana Cláudia Massambani

 Serviço

 

Filme: “A montanha enfeitiçada”

Direção: Andy Fickman

Gênero: Aventura

Roteiro: Alexander Key (romance), Mark Bomback (roteiro), Matt Lopez (argumento e roteiro)

Elenco: Dwayne Johnson, Anna Sophia Robb, Alexander Ludwig, Carla Gugino, Ciarán Hinds, Cheech Marin

Duração: 98 min.

Local : Cine-Teatro Ópera – Auditório A

Horário: 15h

Dia da exibição: 18/04

Ingressos: Entrada franca

Classificação: 10 anos

Fotos: Divulgação

Trailer disponível em: http://disneydvd.disney.go.com/race-to-witch-mountain.html

 

27/04/2010

Febre Amarela em Ponta Grossa

Um bar chamado “Amarelo” ou “Amarelinho” não é novidade em lugar algum. Ainda mais em cidades universitárias, que são rodeadas de bares e restaurantes e que são o destino certo da maioria dos alunos depois das aulas, ou até mesmo antes do término escolar.

Em Ponta Grossa não podia ser diferente. Em frente ao campus Uvaranas da UEPG, há dois bares, um ao lado do outro, o Amarelo e o Amarelinho. À primeira vista parecem ser apenas simples botecos, onde as pessoas sentam-se para tomar uma cerveja, jogar sinuca e conversar sobre a vida. Na verdade, eles são isso mesmo. Porém, de todos os bares e restaurantes presentes em volta do campus, estes são os que possuem maior movimento de clientes e são conhecidos em toda cidade, talvez em toda a região.

 

Os “Amarelos” funcionam de segunda à sexta-feira e se engana quem pensa que o movimento maior é no último dia útil da semana. Na quinta-feira, a presença de clientes em ambos ultrapassa a dos outros dias. E o público, em sua maioria de universitários, é visto com suas bolsas, mochilas e jalecos por saírem de suas aulas com destino certo.

Eventualmente, os proprietários contratam músicos para animar a noite dos clientes. Porém, mesmo quando não há músicos contratados, os amadores veem ali uma chance de mostrar suas habilidades. É comum encontrar pessoas em suas mesas com violões e/ou pandeiros animando o ambiente. A diversão não teria hora para acabar, se dependesse apenas dos frequentadores, mas não pode ir muito longe na noite, pois há residências nas proximidades e pessoas que precisam trabalhar ou estudar no dia seguinte.

 Para os moradores de Uvaranas, ou para aqueles que estão de passagem por lá, Amarelo e Amarelinho são opções para quem quer relaxar depois de um longe de dia de estudo ou trabalho.

 

 

Raísa Jorge

 

 

Serviço

 

Endereços

Bar e Restaurante Amarelo: Avenida General Carlos Cavalcanti, 5001

Bar e Lanchonete Amarelinho: Avenida General Carlos Cavalcanti, 5005

 

Horários de funcionamento

Amarelo: Segunda à sexta-feira a partir das 11h (servem almoço)

Amarelinho: Segunda à sexta-feira a partir das 16h

26/04/2010

“Dissonantes” de volta num único show nos Campos Gerais



Quando se fala nas opções musicais em Ponta Grossa, o cenário encontrado, geralmente, é repetitivo. A banda curitibana “Dissonantes” fez uma apresentação no Empório Avenida, casa de shows no centro da cidade, dia 17 de abril, não fugindo desta “repetição” de estilo. Os Dissonantes definem-se “incluídos no rock n’ roll”, apesar de não gostarem de rótulos. Na estrada desde 2001, a banda voltou para uma apresentação única em Ponta Grossa, depois de quatro anos longe da cidade.

Com acervo de músicas próprias, Raphael Machado, Thiago Rosiak e Bruno Zotto conquistaram seu público. A ênfase no estilo iê iê iê dos “Beatles” traz um reconhecimento imediato por parte de quem os ouve. Apesar de terem algumas composições mais difundidas – como “Baby nunca mais”, “Amor retrô” e “Tua cara” – o repertório conhecido se limita a uma pequena parcela das pessoas do evento. Assim, a quantidade de músicas próprias torna cansativa a apresentação para os que desconheciam previamente a banda.

Na ocasião, cerca de 80 pessoas estiveram presentes, deixando com muito espaço vazio na noite do show. Além dos “Dissonantes”, três DJ’s e a banda “Casa 2!” participaram do evento.

O grupo subiu ao palco apenas às 2h30 da manhã, já com menos público que a primeira atração a se apresentar. Os “Dissonantes” demonstram domínio do palco e do repertório proposto.

Ana Carolina Miola

Serviço

Banda Dissonantes
Raphael Machado – Baixo/vocal
Thiago Rosiak – Guitarra/vocal
Bruno Zotto – Bateria

Contatos
Número para contato: (41) 8485-9985
Email: contato@dissonantes.com.br
Página virtual: http://www.myspace.com.br/dissonantes

Link da música Baby Nunca Mais: http://www.youtube.com/watch?v=BuC-4Lf9X5c

Fotos: Ana Carolina Miola

26/04/2010

Por um jornalismo (de verdade) no rádio de PG

É comum em programas de caráter informativo de emissoras radiofônicas de Ponta Grossa fazer a leitura das capas de jornais e de portais da internet. 

Como conseqüência, o público ouvinte tem acesso a uma informação limitada, já que as chamadas de capa, por si só, oferecem apenas uma parte da ideia principal da notícia. Isso faz com que os interessados no assunto tenham que buscar outros meios para ter acesso aos detalhes e complementos da informação.

No entanto, não tem como generalizar. Em algumas emissoras as principais matérias de jornais são lidas na íntegra, mas há um responsável – contratado ou estagiário – por produzir boletins para a própria rádio. É o caso da Rádio Sant’Ana, que apesar de fazer a leitura de manchetes, no programa matinal “Repórter Cidade”, apresenta também entrevistas ao vivo e informações enviadas pelas assessorias de instituições públicas, como Instituto Médico Legal (IML) e Corpo de Bombeiros. Outras emissoras de Ponta Grossa, como a Mix e a Jovem Pan, por exemplo, oferecem pouca ou nenhuma informação que tenha caráter jornalístico.

O que merece ser ressaltado é o fato de que a cidade possui duas escolas de Jornalismo e disponibilidade de profissionais aptos a fazer a apuração necessária e qualificar os programas jornalísticos das rádios, produzindo conteúdos próprios e exclusivos.

Dessa forma, seria possível garantir o compromisso de informar com propriedade e independência.

 

Michelle Ferrari Pavoni

Serviço:

Rádio Sant’Ana (900kHz AM)

Programa Repórter Cidade: Segunda à Sábado das 7h às 8h30

Apresentação: Alexandre Costa e Vitor Hugo Gonçalves

 

Rádio Mix (94,7 FM)

 

Rádio Jovem Pan (103,5 FM)

25/04/2010

“Simplesmente, o Cheres”

É “dessa vontade de conhecer o mundo que nasceu no Cheres um fazedor de poesias”. Pela leitura de Amar não é preciso, pode-se encontrar em Luiz Fernando Cheres não apenas um “fazedor de poesias”, como se auto-define o autor do livro, mas um contista distinto ao habitual das produções literárias ponta-grossenses.

 

A começar pela estrutura da obra, o leitor se depara com um livro sem começo nem fim definidos. A poesia, iniciada em um lado do livro em “Amar Não é Preciso”, se encontra com a coletânea de contos iniciada na face oposta, em “Um Beijo Longe dos Lábios”. Por mais que “Amar Não é Preciso” chame mais à atenção, com fonte e ilustração mais evidentes, é do leitor a escolha de um início e final à leitura.


A poética do autor é simples na escrita, e desperta reflexões. Poemas e contos, em sua maioria curtos, se estendem ao imaginário, e deixam ao leitor a sensação de que há muito mais nos textos além do que está escrito. Como no poema I em “Quatro poemas perdidos”, uma das seis repartições de “Amar Não é Preciso”, no qual o autor metaforiza as pedras para mostrar que há mais por trás dos acontecimentos do que se poderia esperar. Esta é uma das possíveis interpretações.Seus textos são carregados de uma sensualidade que se destaca mais na beleza do corpo humano, do que nas ações dos personagens. O tom erótico de alguns poemas e contos, como em “Sem Que Ninguém Veja”, onde palavras são usadas sem nenhum pudor, são características do autor. Aos mais acostumados a poemas clássicos, a escrita de Cheres pode causar certo choque. “… teu longo beijo/teu mar de sêmen/em língua de cão/mansa/molhada…”.

 


Os contos possuem caráter urbano, e por mais intimistas que sejam, retratam o sujeito da cidade, como no conto “Quando a Vida Continua”, e “O cheiro dele”, onde um trabalhador apodrecido internamente é devorado por abutres. Além disso, a religiosidade local é tratada de forma criativa em contos como “Corpo de Cristo” e “Luta Corporal”. “Outro dia chamaram o padre. Aí, ela recebeu a hóstia e – virgem do céu! -devolveu…Vomitou o corpo de Cristo!…”, diz o texto do conto “Corpo de Cristo”.

Érik Gasparetto


Serviço
Livro:
Amar Não é Preciso – Um Beijo Longe dos Lábios

Autor: Luiz Fernando Cheres

Editora: UEPG/PROEX, 2009. 174p.

Capa: A partir de Magritte, Os amantes, 1928

Fotos: Érik Gasparetto

 

 

25/04/2010

Foca repaginado, mas ainda longe do esperado


A primeira edição de 2010 do Jornal laboratório impresso do curso de Jornalismo da UEPG, o Foca Livre, já está disponível à comunidade. Repaginado, tanto visual quanto editorialmente, este ano a proposta é fazer uma cobertura ampla dos fatos que envolvem a cidade, e não restrito apenas aos que se passam dentro da Universidade. Por ser um jornal laboratório, o fator experimental compõe a dinâmica de trabalho. E, por seu caráter mensal, o periódico busca trabalhar com maior profundidade os assuntos pautados.


 

O principal destaque de um jornal é a sua capa. Questiona-se nesta primeira edição o espaço ocupado pela fotografia principal na primeira página. Até mesmo o título da matéria fica em segundo plano. Isso ocorre porque a foto ocupa mais de 1/3 da primeira página. Outro ponto levantado é o demasiado uso da centralização no decorrer do jornal. Na editoria especial, o fator “cor” poderia ter sido explorado com maior profundidade. As charges trazem leveza à editoria, mas há uma massiva construção em blocos de textos, que por vezes levam o leitor a pensar que tudo não passa de uma ‘coisa só’.

 

Em destaque positivo estão as informações de interesse público transmitidas pelo jornal, como nas matérias “Atendimento odontológico de graça” e “Feira Verde incentiva melhorias na cidade”. Através de abordagens simples, os textos informam ações sociais importantes que ocorrem em Ponta Grossa. Há um longo caminho a ser percorrido até que tudo se ajuste, mas com o tempo provavelmente haverá mais surpresas positivas do que negativas ao longo de novas edições. Visto que, para a maioria dos estudantes, essa é a primeira experiência em produção, edição e construção de um jornal que se apresenta como experimental.

 

 

Giancarlo Biagini

 


Serviço

Foca Livre – Jornal laboratório dos alunos do 2º ano de Jornalismo da UEPG – Ano 18, nº 136 – Abril de 2010. Distribuição Gratuita.

Professores responsáveis: Paula Melani Rocha e Carlos Alberto de Souza.

E-mail: focalivre2010@gmail.com

 

Fotos: Giancarlo Biagini

24/04/2010

= AGENDA CULTURAL=

16 à 30 de Abril

Atividade: Exposição de Pintura da Oficina de Artes e Galeria Débora Brückmann, com 18 obras dos alunos.

Local: Galeria do Capitólio Vest & Art


 

24 de Abril – Sábado

Atividade: Concerto da Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa com Participação Especial do Coro Cidade de Ponta Grossa- Pequenas peças de Tchaikovski e Missa Brevis de Hayden

Promoção: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo

Horário: 20h

Promoção: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo

Local: Igreja Nossa Senhora do Pilar- Palmeirinha

24/04- 20h-

Ingressos: Entrada Franca

Classificação: Livre



 24 de Abril – Sábado

Atividade: Projeto Cine-Arte – Exibição do Filme “GABRIELA, CRAVO E CANELA”.

Direção: Bruno Barreto- (1983), 99min.

Promoção: JM NEWS e SMCT

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B (Rua XV de Novembro, Centro PG)

Horário: 17h

Ingressos: Entrada Franca

Classificação: 14 anos


 24 de Abril – Sábado

Atividade: ‘’Show de Rap’’

Horário: 20h

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa ( Rua Dr Colares, 436, Centro)

Ingressos: a definir


 

 25 de Abril – Domingo

Atividade: Projeto REC- Rede Estadual de Cinema- Exibição do Filme “Se Eu Fosse Você 2”

Direção: Daniel Filho- Gênero: Comédia- 2009- 96min.

Promoção: Governo do Paraná/ Secretaria de Estado da Cultura/ Museu da Imagem e do Som e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A (Rua XV de Novembro, Centro PG)

Horário: 15h

Ingressos: Entrada franca

Classificação: 10 anos

ssss

Leonardo Barretta

 

 

 

 

 

24/04/2010

Cada vez mais críticos

A prática leva a perfeição. Ditado valioso quando levado à sério. É o que aparenta estar acontecendo entre os alunos responsáveis pelas críticas no blog – pelo menos aquelas que não foram derrubadas pela edição.


Embora acanhados, os apontamentos sobre as características dos produtos midiáticos nos textos se tornam cada vez mais “reais”. Os adjetivos sem fundamentos estão começando a ceder espaço para a verdadeira apresentação do produto de forma clara.


Um bom exemplo disso é o texto da editoria Livro Aberto, “Poemethos sobre uma simples rotina”. No texto, o autor cita frases encontradas no livro para defender o foco de sua crítica.

Apesar de notáveis melhoras, os textos ainda possuem suas falhas. Mais uma vez a crítica de cinema tem um “Q” de sinopse, as pautas continuam, de certa forma, previsíveis e ainda é possível encontrar os famigerados adjetivos perdidos no meio dos textos.


Se a evolução das críticas mantiver este ritmo, espera-se que a cada semana os alunos do segundo ano consigam dar mais e mais trabalho para os futuros ombudsmans.

Lucas Nobuo Waricoda

21/04/2010

A vida de Chico Xavier nas telas

   

             Francisco Cândido Xavier, popularmente conhecido como Chico Xavier, teve sua vida levada ao cinema. Ele é reconhecido como médium e um dos principais divulgadores do espiritismo no Brasil.

            O filme, que conta com direção de Daniel Filho, enfoca a vida de Chico, um homem que viveu cercado de polêmicas. Muitos não acreditavam na sua mediunidade, outros até o intitulavam de falsário, mas havia aqueles que o admiravam e veneram. A produção do filme foi muito cuidadosa nesses aspectos. O médium não foi tratado como ‘’Deus’.

 

            Mostra-se toda polêmica envolvendo suas visões e psicografias. Porém, como toda biografia, o longa metragem trata Chico como mocinho, enfatizando sua vida cercada de dificuldades e lutas.

            Apesar de Chico Xavier ser um médium Espírita, a produção do filme tomou cuidados para não entrar na polêmica das religiões. O filme mostra as psicografias e visões de Chico, deixando de lado a questão da ‘’vida após a morte’’, um dos pilares do Espiritismo.

            Apesar de ser um drama, o filme traz algumas cenas de comédia, tirando um pouco da tensão presente. O longa conta com a atuação de Ângelo Antônio, Matheus Costa e Nelson Xavier interpretando Chico Xavier. Além da participação de Christiane Torloni, Tony Ramos e Letícia Sabatella, dentre outros atores.

  Augusto Travensolli

                                                                                                                             

 Serviço:

Em cartaz no Multiplex Palladium (Rua Ermelino de Leão, 703, Ponta Grossa/PR).

Filme: Chico Xavier

Elenco: Tony Ramos (Orlando), Christiane Torloni (Glória), Giulia Gam (Rita), Letícia Sabatella (Maria), Luis Melo (João Candido), Ângelo Antônio (Chico Xavier 1931/1959), Matheus Costa (Chico Xavier 1918/1922) e Nelson Xavier (Chico Xavier 1969/1975).

Produção e direção: Daniel Filho

Classificação: Livre 

Sala: 1 

Programação: 09 A 15/04
Sexta/Sábado/Domingo e Quarta 14:30 – 17:00 – 19:30 – 21:45
Segunda/Terça e Quinta 15:30 – 19:00 – 21:15

Preços:

Segunda-feira: R$ 8,00

Terça-feira e Quinta-feira: R$ 10,00

Quarta-feira: R$ 5,00 (preço único)

Sexta-feira, Sábado, Domingo e feriados: Matine R$ 12:00/ Noite R$ 14:00 (aposentados, estudantes, idosos e portadores de deficiência pagam meia entrada)

Trailer disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=UFB9jF7s8dY

Fotos: Divulgação