Archive for Junho, 2009

19/06/2009

Seu único defeito era não existir





“A Mulher Invisível”, comédia brasileira de 105 minutos que está em cartaz de 11 a 18 de junho, no Multiplex Shopping Palladium, é um exemplo de que o Brasil também possui produções cinematográficas de qualidade.

Composto por personalidades como Selton Mello, Vladimir Brichta, Fernanda Torres e Luana Piovani, o elenco do filme não deixa a desejar na atuação, além de possuir, naturalmente, o dom de fazer o público rir.



O longa conta a história de Pedro (Selton Mello), que, após ser abandonado por sua esposa Marina (Maria Luisa Mendonça), se trancafia durante três meses dentro de seu apartamento. Já alucinado pela partida de sua amada, Pedro cria em sua mente a mulher ideal, Amanda (Luana Piovani). Porém, o problema surge quando Pedro passa a acreditar que Amanda é de carne e osso.

Apesar do filme não apresentar cenas de sexo, o longa é recomendado para maiores de 14 anos. Entretanto, o Multiplex Shopping Palladium não obedece essa indicação. Na sessão do dia 17 de junho, diversas crianças assistiram ao filme. A linguagem vulgar, e as cenas dos atores seminus, geraram comentários desagradáveis, o que constrangeu algumas famílias presentes na sessão.



Além de boas risadas, ‘A Mulher Invisível’ proporciona momentos de nostalgia às pessoas que já vivenciaram uma ‘pós-separação’ – o que gera lembranças ao espectador. Dirigido por Cláudio Torres, o longa-metragem possui também um site, com informações, fotos, promoções e vídeos para os fãs.

Carla Yarin

Serviço:

Título Original: A Mulher Invisível

Gênero: Comédia

Censura: 14 anos

Duração: 105 minutos

Ano: 2009

Língua: Português

Cinema: Shopping Palladium – Multiplex – Sala 3

Segunda, Terça e Quinta – 19h30hr/ 21h30h – R$12,00 – Meia R$6,00

Sexta, Sábado, Domingo e Feriados – 15h30 / 17h30 – R$12,00-Meia R$6,00

20h00/ 22h00 – R$14,00 – Meia R$7,00

Quarta Promoção R$5,00 – 15h30/ 17h30/ 20h00/ 22h00

Aposentados, idosos e portadores de deficiência pagam meia entrada

Site ‘A Mulher Invisível’ – http://wwws.br.warnerbros.com/amulherinvisivel/site/

Os créditos das fotos são do site.

19/06/2009

Beleza funerária no centro Ponta Grossa

Uma alternativa de passeio para quem deseja espairecer, mas não tem muito tempo ou recursos para fugir da rotina – pois a maioria dos pontos turísticos convencionais são distantes da cidade – é o Cemitério São José, no centro de Ponta Grossa.

O Cemitério, que ocupa uma quadra toda da avenida Balduíno Taques, abriga uma grande diversidade arquitetônica de jazigos, mausoléus, túmulos, lápides e estatuetas sacras. Essa diversidade faz do lugar uma verdadeira exposição artística em pleno centro da cidade. A arquitetura varia do estilo helenista – como pode ser visto no mausoléu maçônico – e gótico, até as tumbas modernas.

Além disso, em razão da sua antiguidade, o Cemitério São José é um museu histórico. Há sepulturas datadas do século XIX. As mais antigas são de 1890, de Corina Portugal e da família Ribas.

Contudo, infelizmente alguns túmulos estão defasados, não pela antiguidade, mas por algum motivo desconhecido que leva indivíduos a roubarem suas peças. Faltam placas e crucifixos em algumas sepulturas.

Durante a história da humanidade, diversos artistas, inclusive os mais renomados (à guisa de exemplo: Van Gogh, Goethe, Chopin), tiveram como matéria-prima para suas obras o sofrimento. É essa mesma fonte de inspiração que motiva a arte funerária. Ao passear pelo Cemitério São José, percebemos esse potencial artístico da dor.

O cemitério é um bom lugar para quem quer fugir da vida cotidiana.


Stiven de Souza

Serviço:

Cemitério São José

Rua Balduíno Taques, Ponta Grossa – Centro

Horários: das 8 às 18

19/06/2009

Curso ‘livre’ de teatro



A partir do mês de agosto deste ano ocorre o primeiro Curso Livre em Teatro na UEPG, um projeto de extensão em artes cênicas oferecido pelo Núcleo de Estudos em Teatro da Universidade (NET/UEPG). O projeto tem como público alvo a população de Ponta Grossa e região. Após a inscrição, os participantes passarão por um processo de seleção, pois há um limite de 30 vagas. O processo seletivo tem como critério o currículo e uma entrevista que questiona o porquê da intenção de fazer o curso.

Apesar de ter seis patrocinadores – sendo eles a Caixa Econômica Federal, o Governo Federal, a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, o Governo do Paraná, a Secretaria Municipal de Cultura de Ponta Grossa e a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI) – é cobrada o valor de R$ 1000,00 em dez parcelas por cada participante.

O curso é tido como um projeto de extensão. No entanto, a UEPG não oferece o curso superior em Artes Cênicas, e, por ter uma grande carga horária (960 horas/aula em nove meses), não torna possível participar do projeto de extensão e de qualquer outro curso superior ao mesmo tempo.

O valor é outro fator que torna o curso pouco acessível. É caro mesmo tendo entre seus patrocinadores dois grandes nomes como a Caixa e o Governo Federal. É, também, questionável que um projeto com este preço seja oferecido por uma instituição de ensino superior pública e gratuita.


Milena Rezende


Serviço:

As inscrições, que são gratuitas e vão até 26 de junho, acontecem na sede da Proex (Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais) da UEPG que fica na Praça Marechal Floriano Peixoto, 129 – próximo à Catedral de Sant’Ana, ou pelo site www.uepg.br/proex/net. Após o processo de seleção, os participantes escolhidos deverão pagar a taxa de R$100 de matricula. A atividade é dividida em três semestres sendo que o primeiro começa no dia 3 de agosto deste ano e vai até 21 de outubro. Em 2010, o projeto tem início no dia 1º de março e termina em 29 de maio. O terceiro e último semestre vai de 7 de junho a 28 de agosto de 2010.

Mais informações nos telefones: (42) 3225-8422 / 3222-9652 / ou 3223-4377 – Ramal 24, em expediente normal.

19/06/2009

Irradiando o amor

Quer encontrar um novo amor? As alternativas são muitas: sites de relacionamento, bate-papos virtuais ou até mesmo um casual encontro na pracinha. Quem mora em Ponta Grossa ou na região dos Campos Gerais tem outra opção: o programa ‘Toque Geral’, que vai ao ar todos os domingos a partir das 18 horas pela rádio Mundi FM.



Apresentado por Marcelo Rangel, Márcio Ricardo, Amanda, Rizada e Cupido, o ‘Toque Geral’ tem como objetivo fazer as pessoas encontrarem a “outra metade de sua laranja”, ou, como dizem os próprios apresentadores, “o programa que foi feito para você encontrar a tampa para a sua panela”.

Durante duas horas, homens e mulheres respondem perguntas sobre relacionamentos amorosos e falam sobre suas características pessoais a fim de conquistar quem está do outro lado do rádio. O formato do programa se torna monótono, pois todos os solteiros ressaltam as mesmas qualidades de si mesmos para impressionar um possível pretendente.



Ponto a ser destacado no ‘Toque Geral’ é a interação direta entre os apresentadores e o público, visto que o programa é produzido no estúdio 6 da rádio Mundi, localizado no Shopping Palladium. Aproveitando-se do grande movimento no local aos domingos, o apresentador e deputado estadual Marcelo Rangel tem uma grande oportunidade de promover não apenas sua voz (como faz todos os dias na rádio) como também a sua imagem.

Felipe Liedmann

Serviço:

Programa Toque Geral

Rádio Mundi FM 99,3

Todos os domingos das 18 às 20 horas

Apresentação: Marcelo Rangel, Márcio Ricardo, Amanda, Rizada e Cupido

Fotos: Divulgação

19/06/2009

Medicina levada a sério


Levar informação aos telespectadores nem sempre é uma tarefa fácil. Quando se trata de um campo de conhecimento específico, por exemplo a medicina, a tarefa é ainda mais complicada. Corre-se o risco de usar termos técnicos e não explicá-los, o que prejudica o entendimento do telespectador. Esse problema não acontece no programa Medicina Preventiva, exibido na TV Vila Velha numa parceria com o Hospital Unimed. Os entrevistados, geralmente médicos, trazem informações sobre saúde e bem-estar. O jornalista Marcelo Franco conduz bem o programa, “traduzindo” termos da medicina para o telespectador.


Medicina Preventiva é gravado em um estúdio do Shopping Palladium, em Ponta Grossa. O local definitivamente não é apropriado. Falta isolamento acústico e, no decorrer do programa, ouve-se constantemente uma voz feminina que anuncia avisos para os compradores do shopping. A produção do programa parece não se preocupar com isso e o apresentador conversa com seus entrevistados formalmente. Marcelo Franco não abre espaço para intimidades, como acontece em outros programas locais, o que, por outro lado, deixa Medicina Preventiva um programa sério demais. Ele também apresenta o jornal da emissora.

Alguns enquadramentos mais criativos e uso de materiais audiovisuais poderiam tornar o programa mais dinâmico. Se o objetivo da produção é levar conteúdos de forma clara para o telespectador, devem repensar como atraí-lo. Não só de pautas interessantes se faz um programa. Medicina Preventiva, contudo, cumpre a função de informar. E só.

Thalita Milan


Serviço:

O programa é exibido pela TV Vila Velha, toda terça-feira, às 20h. O canal é do sistema a cabo da cidade.

Para mais informações: www.tvvilavelha.com.br

14/06/2009

Opinar ou Informar?

Está claro que os autores do blog ‘Crítica de Ponta’ estão com os olhos abertos para novas possibilidades. Críticas não devem se limitar a produtos, mas devem também pensar no processo de produção e no modo de circulação. Criticar a falta de determinado produto também é um tipo de crítica, pois pressiona os responsáveis a tomarem atitudes. Isso é algo que está surgindo no ‘Crítica de Ponta’, por estar cada dia buscando produtos e percebendo a falta de alguns deles nos Campos Gerais. E o blog está aprendendo a lidar com essas alternativas.

Porém, ainda existe o medo de ousar na hora de escrever o texto. A dificuldade de fugir do texto informativo pode ainda ser percebida em algumas editorias. A função do blog é criticar os eventos culturais da região e, para isso, não se pode ter medo de realmente criticar, seja bom ou ruim. É isso que o leitor quer.

Nesta edição, a atenção vai para as editorias que se desprenderam do produto e pensaram na estrutura. A editoria “Em Cena” pensou no espaço. O autor expôs o cenário atual, criticou e propôs mudanças. A editoria “Projetor” também pensou no espaço e menos do produto. O tema escolhido é original, mas a autora se limitou à explicação do que é um cineclube e fez apenas uma pequena crítica ao fato do público não considerar o espaço de debate.

Claro que outras editorias que optaram por produtos não devem ser desvalorizadas. Dessas, a crítica “Animais em Foco” merece destaque pela boa dinâmica e embasamento crítico. Já a crítica “Mosteiro em Pauta na Literatura” deixa o leitor com dúvidas. Não é possível entender, afinal, do que se trata o livro. Uma pequena descrição do tema já resolveria o problema. Uma dúvida que fica para quem lê a crítica é entender por que a notoriedade do Mosteiro contido no livro é questionável. Porque as pessoas não conhecem?

No geral, o ponto principal que os autores do blog devem prestar atenção é na diversidade de temas. Obviamente, a crítica aos produtos é muito válida e muitas vezes demasiada esclarecedora e informativa. Entretanto, considerar que se a editoria tem recebido um mesmo formato de crítica por semanas, uma inovação vai enriquecer o blog. Pode atrair mais leitores e ampliar debates.

Juliana Cardoso
13/06/2009

As várias funções de uma Rádio evangélica

“Rede Aleluia, a rede da família”. É assim que se designa a rádio Aleluia (FM 93,1) a única de denominação gospel nos Campos Gerais do Paraná. A rede pertence à Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), coordenada pelo pastor Edir Macedo.

Não há jornalistas trabalhando na filial da emissora em Ponta Grossa, que já existe há 10 anos. A programação é feita exclusivamente por pastores, mas nem por isso os ouvintes ficam sem receber notícias do Brasil e do mundo.

A grade diária da ‘Aleluia FM’ consiste basicamente na transmissão de músicas religiosas nacionais e internacionais, melodias instrumentais, além de fornecer, a cada duas horas, informações jornalísticas (transmitida via satélite pela Rádio Aleluia, do Rio de Janeiro) e orientações sobre saúde, beleza e cultura entre os programas de evangelização. Os ouvintes podem ligar e participar das enquetes que surgem durante as palestras dos pastores.


A rádio também tem espaço para músicas seculares (não evangélicas) no programa “Terapia do Amor”, que inicia às 23h e 30min e finaliza a 1h, de segunda a sexta-feira. É caracterizado por ajudar pessoas na área sentimental, como uma espécie de correio elegante radiofônico. Os ouvintes interessados em conseguir um relacionamento ou prestar uma homenagem à pessoa amada ligam para oferecer alguma música em especial ou fornecer seus dados (como características físicas e preferências) para tentar conseguir um amor (humano).

Gisele Manjurma

Serviço: Rádio Aleluia 93,1 FM
Site: http://www.redealeluia.com.br

Endereço:Rua Júlio de Castilho, 728, Centro
Fone/Fax:3025 1338
Fotos: Gisele Manjurma

13/06/2009

Mosteiro em pauta na literatura

O livro abordado nesta crítica literária pertence à série Visões De Ponta Grossa, editada pelo Instituto Cidade Viva, em 2001. A Edição Mosteiro da Ressurreição 25 anos, escrito em 2006, é uma parceria entre o organizador, Niltonci Chaves, e a foto-jornalista Zaclis Veiga.
O livro pode ser considerado de caráter fotojornalístico, tanto pela técnica fotográfica quanto pelo aspecto informativo das imagens. A fotografia traz ao leitor uma compreensão acessível e universal.

Outro ponto central da obra é a linguagem, em inglês e português, o que o populariza pelos lugares em que é divulgado. Os detalhes apontados pelo autor desmistificam a lógica clichê de remeter mosteiro a um pensamento de clausura.
O badalar dos sinos avisa aos 29 monges do Mosteiro da Ressurreição que é chegada a hora de deixar suas celas individuais e se dirigir em rigoroso silêncio para capela. Em poucos minutos terá início o primeiro Ofício do dia.
Ao contrário do apontado pela apresentação do livro, a notoriedade nacional do Mosteiro é questionável. Na região e Estado, claro, não resta dúvida! Além disso, a publicidade interna existente em algumas séries de ‘Visões De Ponta Grossa’ compromete a estética do livro.

As fotos no interior do livro são apresentadas sem legenda, deixando aberta a interpretação e o entendimento do leitor, possibilitando uma contemplação agradável. Contudo, para quem deseja mais informações, elas podem ser encontradas enumeradas no final do livro.
A pluralidade de fontes e a condição de matérias completas do livro com o trabalho conjunto de jornalistas e historiadores não permite uma análise severa da obra. O que torna uma crítica construtiva mais pertinente e, sobretudo, coerente.


Vanessa Kruchelski Huk

Serviço:
Visões de Ponta Grossa – Mosteiro da Ressurreição – 25 anos. Veiga, Zaclis.
Editora: Pós-escrito.
Curitba-PR 2006.
Endereço-Mosteiro da Ressurreição: Rod BR 376. S\n.km 5, Ponta Grossa-PR
Créditos para fotos:
http://www.ressurreicao.org.br/…/imagens/visoespg.jpg – capa do livro
http://farm4.static.flickr.com/3114/2613549069_e3284d67cb.jpg?v=0 – Mosteiro por Milléo

13/06/2009

E se a comunidade utilizasse o Centro de Cultura?

Parece que quando o assunto é teatro na cidade de Ponta Grossa (PR) o referencial é o Cine Teatro Ópera. É certo que o lugar é bom e a estrutura merece respeito. Porém, existem outros lugares que poderiam ser usados para fazer teatro na cidade.
Um exemplo disso é o Centro de Cultura. Foi inaugurado em 15 de setembro de 1988 “com a proposta de servir como espaço cultural à comunidade pontagrossense”, e de ser “um espaço democrático para todas as manifestações culturais, possuindo um auditório de 176 lugares e uma galeria de arte para exposições – Galeria João Pilarski”, como informa o site da Prefeitura Municipal. Mas, o local é pouco utilizado para expressões teatrais.


Alguns grupos da cidade utilizam o espaço para realizar seus ensaios. No entanto, quando resolvem apresentar os espetáculos pensam em todos os lugares, menos no próprio Centro de Cultura. É notável que o espaço precisa ser melhorado. O pequeno palco necessita ser redimensionado e a falta de um sistema de som e luz deve ser resolvida.

Em algumas ocasiões a Academia pontagrossense de Letras e Artes (APLA) utiliza o espaço para os concursos de declamação poética. O grupo de teatro da Universidade Aberta para a Terceira Idade (UATI) também já se apresentou no local. Contudo, a própria Prefeitura Municipal transferiu o concurso de declamação poética dos Jogos Estudantis Municipais (JEM) para o Cine Teatro Ópera, dividindo espaço com outros projetos como o Tela Alternativa (projeto que exibe filmes não-comerciais e promove um debate após todas as sessões).
Percebe-se assim, que o prédio, restaurado e tendo suas características da época restabelecidas, é um local pouco utilizado resumindo-se apenas a exposições de obras de artes.


Daniel Petroski

Serviços:
Endereço: Rua Dr. Collares, 436
Telefone: 3223 2951
Horário de funcionamento: das 9h às 11h30 e das 14h às 17h
Tela Alternativa: Todas as terças-feira às 19h, no Cine Teatro Ópera.
Fotos: Daniel Petroski

13/06/2009

Animais em foco na TV a cabo

Dinâmico e interessante, ‘Cia. Animal’ é melhor do que muitos programas que ocupam as grades das emissoras televisivas princesinas, apesar do baixo orçamento (evidente pela produção). Yuri Nágea e Ângela Pauli fazem a apresentação em um cenário extremamente simples: eles ficam em pé, na frente de um painel com o logotipo do ‘Cia. Animal’ . Simples, porém funcional. O programa não exige muito além disso. Porém, o enquadramento da câmera poderia ser diferente, mostrando os apresentadores de corpo inteiro.


A atração dá dicas sobre as melhores maneiras de cuidar dos animais domésticos, dos mais simples como peixes até as raças de cachorros mais difíceis. O programa também veicula reportagens feitas pelo próprio apresentador, o que se torna um problema. Yuri deixa a desejar como repórter. Há falta de preparo e as perguntas não têm muita profundidade ou perspectiva. O áudio é outro elemento pouco atrativo. Em alguns momentos o som parece oscilar, se tornando mais alto ou mais baixo do que o resto da programação.

No ar pela TVM todo domingo às 10h, pelo sistema de TV a cabo de Ponta Grossa, com reprise na quarta-feira às 21h, o programa tem dinamismo, tratando de temas que interessam o público a quem se destina. Os apresentadores têm qualidade, mas um repórter mais bem preparado poderia acrescentar mais, além de trazer melhores informações aos telespectadores.

José Renan Vallim

Serviço:
Domingo às 10h
Reprises quarta-feira às 21h
Apresentação: Yuri Nágea e Ângela Pauli
TVM – (TV a cabo canal 14 em Ponta Grossa/PR)
Fotos: Divulgação