Archive for Maio, 2009

31/05/2009

Pensamos no leitor?

Qual é o intuito do blog de crítica de mídia produzido pelos alunos do 2º ano de Jornalismo da UEPG? Inicio esse texto desta forma tentando colocar-me no lugar dos leitores que procuram o Critica de Ponta. Devemos pensar sobre o que eles buscam encontrar aqui. Acredito que pretendem encontrar crítica de produtos que abrangem os Campos Gerais, principalmente que não encontrariam em outros lugares.

Digo isso por notar que está se tornando frequente (desculpe-me o gerundísmo), na editoria Projetor, críticas de produtos veiculados no país todo. Metade das dez postagens feitas até agora optaram por filmes que estão(avam) em cartaz no cine Multiplex Palladium de Ponta Grossa, como acontece nesta edição. Acredito que a programação do cinema do município interesse o leitor, mas criticas sobre esses filmes são encontradas com facilidade em outros meios.

Buscar alternativas como produções próprias da região, ou que são transmitidos em outros projetos, tal qual o “Tela Alternativa” no Cine Teatro Ópera, já abordado em outras edições do blog, são soluções para trazer a “novidade” para as críticas de cinema do Critica de Ponta. Não sei se por coincidência ou outro fator, mas os autores de edições passadas que optaram por essas produções citadas acima fizeram textos menos descritivos, já que tanto falamos da tentativa de fugir desse “mal”.

Em contrapartida, a editoria Vitrola merece respeito por apresentar pluralidade nas escolhas. Aqui já foram citados gêneros como choro, clássico, rock, música popular brasileira (MPB) e musical. E a característica continua nesta edição. A autora critica uma dupla da cidade que tem como gênero o sertanejo universitário.

Apesar de cometer um deslize no nome de uma das músicas que apresenta como uma das mais famosas da dupla (‘Ursinho de dormir’, o correto é ‘Ursinho de Pelúcia’) Thalita Milan faz uma boa crítica levantando pontos positivos e negativos. Ainda ressalta, sem pudores, sua comparação a favor da dupla com outros cantores no trecho: “Nas apresentações, Giba e Nando tocam músicas de outros cantores e também composições próprias, que, em termos de qualidade técnica, não ficam atrás de canções de duplas mais famosas.”

Cláudia Alenkire

30/05/2009

Do papel às vozes (literárias) no palco



O concurso de ‘interpretação poética’ do 25° Jogos Estudantis Municipais de Ponta Grossa (JEM) levou mais de 200 pessoas na quinta-feira, dia 28/05/09, ao Centro de Cultura da cidade, que tem 176 lugares. No local, estavam familiares, professores e treinadores das mais de 25 crianças que se apresentaram. Além de outros (usuários ou frequentadores), que não necessariamente conheciam os intérpretes.





As apresentações (infantis) foram avaliadas por três jurados designados pela Secretaria Municipal de Cultura de Ponta Grossa (PR), e divididas por idade em três grupos: grupo um, composto por alunos nascidos em 1994 e 1995; grupo dois, crianças nascidas em 1996 e 1997 e grupo três, formado pelas pessoas que nasceram em 1998 e 1999. Os aspectos analisados nas apresentações foram a pronúncia, a interpretação dramática e a criatividade.

Foram interpretadas poesias de vários gêneros, como os infantis da pontagrossense Edi Tozetto, os poemas do gaúcho Mario Quintana e alguns sonetos de Vinícius de Morais. Henriqueta Lisboa e Florbela Espanca também foram lembradas. O melhor desempenho foi dos meninos, pois nenhum esqueceu a letra e todos se fizeram ouvir, desde o que interpretava gritando até o mais modesto (quase envergonhado).





Já algumas meninas erraram de palco e de noite pois, ao invés de interpretar uma poesia, dançaram. Até havia fundos musicais, porém o incrível é que, justamente, algumas garotas que entravam sem música dançavam e, com isso, o que era para ser interpretado acabava declamado de forma mecânica e sem nenhuma emoção. Porém, o que se viu na platéia não foram expressões de descontentamento ou reprovação e sim grandes gargalhadas de um público que se divertiu.



Mônica Bueno



Serviço:

Próximo concurso cultural do JEM 2009: Festival de Dança

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A

Data e horários:

30/05: 15h Grupo I 16h Grupo II 17H Grupo III

31/05: 15h – Grupo IV16h Grupo V

Ingresso: Entrada Franca

30/05/2009

Sertanejo para ouvir e dançar



Músicas românticas são um clichê do gênero sertanejo.. Melodias que falam de amor predominam em composições que vão desde as modas de viola, chamadas músicas ‘de raiz’, até nas canções do recente ‘sertanejo universitário’. O gênero surgiu com duplas como João Bosco e Vinicius e hoje é presença confirmada em festas universitárias por todo o Brasil. Em Ponta Grossa, essa realidade não é diferente. A dupla Giba e Nando faz parte da nova geração de cantores que compõem sobre o amor, para não fugir à regra, mas com ritmos dançantes e mais alegres que as músicas tradicionais.





Giba e Nando consolidaram seu trabalho se apresentando em casas noturnas da cidade. Alguns problemas, dentre eles a saída de um membro da banda, provocaram a diminuição da freqüência de shows. Nas apresentações, Giba e Nando tocam músicas de outros cantores e também composições próprias, que, em termos de qualidade técnica, não ficam atrás de canções de duplas mais famosas. ‘Vai’ e ‘Ursinho de dormir’, as músicas mais famosas, são ótimas para aqueles que gostam de sertanejo para dançar.





No release de Giba e Nando (à disposição no primeiro site do serviço), alguns erros de português (gramática básica) tornam a apreciação do trabalho menos atraente. Além disso, a agenda de shows é algo difícil de achar na web, bem como outras informações essenciais que devem constar no site de qualquer banda. Problemas pequenos, mas que só podem ser superados com incentivo adequado por parte dos patrocinadores.



Thalita Milan

Serviço:

http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/gibaenando/

http://www.garagemmp3.com.br/giba-e-nando

Crédito das fotos: divulgação

30/05/2009

No jornalismo, para evitar erros, também se experimenta



O jornal laboratório do Curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Foca Livre, na segunda edição de 2009, aborda como tema problemas ambientais que poderão acontecer com a instalação de um novo aterro sanitário em Ponta Grossa, e dedica uma página inteira para assuntos como sites de relacionamento e crimes virtuais. Porém, não houve grande aprofundamento, além de erros estéticos e de texto. O impresso mensal é produção de alunos de Jornalismo da UEPG.





A matéria de capa diz respeito à implantação de novo aterro sanitário sem licença ambiental. Há pluralidade de fontes, ou seja, tanto os não interessados na implantação do projeto quanto os interessados são ouvidos. Dentro da matéria há um ‘box’ (quadro explicativo) com uma foto cuja legenda é “Catadores são induzidos por PGA(Ponta Grossa Ambiental) a apoiar aterro”. A palavra induzidos faz parecer que o jornal está contra a PGA, por não apresentar no corpo do texto indícios mais sólidos para comprovar a informação.

A página cinco (do jornal) fala sobre temas relacionados à Internet. Na matéria sobre popularidade das redes sociais, o repórter esclarece vários pontos importantes, mas no momento em que fala sobre pessoas serem demitidas pelo fato de empresas olharem os perfis dos funcionários, não há mais esclarecimentos sobre o assunto.





Esteticamente algumas páginas são cansativas para leitura, com muitos blocos de texto e poucas imagens.. As legendas das fotos são muito maiores do que as palavras dos textos e as caixas usadas em algumas matérias são escuras, dificultando a leitura.



Cristhiano Correia



Serviço:

Foca Livre

Ano 17, edição número 129

Maio de 2009

Essa edição ainda pode ser encontrada no Departamento de Comunicação da Universidade Estadual de Ponta Grossa( UEPG)

30/05/2009

No teatro, uma cantada improvisada (de Veríssimo)



Vencedores por W.O. (sigla inglesa para a palavra walkover, que expressa o ato de uma equipe vencer pela falta de concorrentes), porém com classe, Thalita Milan e Daniel Petroski, foram os únicos participantes da categoria teatro no I Concurso de Calouros da Semana de Integração da Resistência (Seintre). O evento foi realizado na noite de 20 de maio de 2009, no Circo do SESC Ponta Grossa, centro da Cidade.





O concurso contou com as categorias poesia, música e teatro. Thalita & Daniel, estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, adaptaram a crônica ‘A mulher da minha vida’, de Luís Fernando Veríssimo. Mesmo cientes de que não havia competição, os atores arrancaram gargalhadas e conquistaram a simpatia da platéia. O esquecimento do texto em alguns momentos foi o principal problema que assolou a dupla. Porém, os improvisos bem feitos, resultado de um talento (tavelz nato!) dos participantes, fez com que o problema passasse despercebido. A inserção de um técnico de som, ou um contra-regras (profissional que auxilia nas questões técnicas de um espetáculo) engrandeceria a produção e evitaria algumas falhas, como a trilha sonora que sofreu variações bruscas no volume.

Daniel, no papel de um galã atrapalhado, se esforçou para incorporar o personagem, porém, em diversos momentos, se desprende das características da figura dramática o que desestruturou a personalidade da figura que interpretava. Com a graça e a malemolência (ao entrar rebolando e dançando no palco) de Thalita, além do vômito cenográfico e do vestido curtinho que chamava atenção, a atriz (estudante de Jornalismo) consegue transmitir com a representação a essência de sua alcoolizada personagem.





Espera-se que o concurso perdure pelas próximas Semanas da Resistência, e que a baixa de participantes nessa primeira edição do Concurso de Calouros, seja suprida pelo surgimento de novos talentos da dramaturgia.



Tuanny Honesko



Serviço:

I Show de Calouros da VI Semana de Integração da Resistência.

Local: SESC Ponta Grossa, localizado na rua Theodoro Rosas, 1247. Fone: (42) 3222-5432.

Data: 20 de maio de 2009.

Horário: 19h (a apresentação de teatro foi por volta de 21h30min).

Texto: “A cantada”, de Luís Fernando Veríssimo.

Atores: Thalita Milan e Daniel Petroski.

Crédito das fotos: Giseli Manjurman

30/05/2009

Um bar que procura ser um Pub



Para quem gosta de ambientes estilizados como Pubs, Ponta Grossa oferece opções. ‘Pub’ é um estilo antigo de comércio originário da Europa, onde é servida uma variedade de bebidas alcoólicas. A Choperia Baviera, localizada na região central da Cidade (próximo da UEPG) é toda decorada com peças antigas e que passam a impressão de se estar em outra época. As luzes baixas em lustres estilizados e as cortinas nas janelas tornam o ambiente aconchegante. Conforto e aconchego são as principais características de um Pub.





Como Pub o lugar funciona há 16 anos. O recinto tem dois andares, fachada com paredes decoradas (construídas) em madeira na horizontal e o telhado imitando o estilo arquitetônico com azulejos, que evidenciam a manutenção de um formato (quse) europeu. Dentro o piso, as mesas, cadeiras, janelas e pilares de madeira deixam o ambiente com um ar interiorano. Todas as características favorecem o lugar, tornando-o interessante e curioso. A proposta da Choperia Baviera é se aproximar o máximo possível de Pub… promessa que não é cumprida em sua totalidade.





A decoração e estilização são prejudicadas pelo excesso de público do lugar. O bar que recebe, em grande maioria, o público jovem, não controla o número de pessoas que entra. Assim ele abandona a proposta de Pub por trazer desconforto e tumulto nas noites de grande movimento. Além do incômodo, as pessoas não conseguem se localizar no ‘clima europeu’ e interiorano do lugar. A impressão que se tem, quando o bar está muito cheio, é de estar em uma pequena danceteria onde as pessoas não dançam.



Liandra Cordeiro



Serviço:

Choperia Baviera

Endereço: Rua Senador Pinheiro Machado, s/n, Centro – Ponta Grossa PR

Aberto de quarta-feira a sábado. O preço da entrada varia conforme o tipo de apresentação do dia.

30/05/2009

Na Televisão… ‘A véia, tá boa?’



Com diferentes bordões, o apresentador Augusto Canário interage com os telespectadores do programa ‘Tribuna da Massa’ de maneira informal. ‘E a véia, tá boa?’ é a sua resposta para os e-mails que chegam ao decorrer da ‘Tribuna’ com críticas pessoais, como comentários sobre a sua aparência. Mesmo sem relação com o conteúdo apresentado, os bordões chamam a atenção do público.





Exibido de segunda à sexta, entre 12:25h e 13:50h, pela TV Tibagi, afiliada da Rede Massa (no Paraná), o programa aborda questões populares de maneira sensacionalista. Canário grita, pula e deita no chão após as matérias. Além disso, passa sermão no autor do crime noticiado. Violência doméstica e assassinatos são os temas mais comuns.

Dentre os quadros exibidos, o que se destaca é o ‘Gente Procurando Gente’, por dar voz ao telespectador que muitas vezes utiliza o espaço para divulgar ofertas de emprego e expor a procura por familiares desaparecidos. A idéia poderia ser mais bem aproveitada se o apresentador não ridicularizasse os cidadãos após os depoimentos.





‘Tribuna da Massa’ é mais um programa que não se sabe se é para ser levado a sério, como ‘JB Urgente’ (TVE-PG) e o ‘Programa do Zeca’ (TV Vila Velha). Apesar das características peculiares, o programa representa um estilo televisivo (em certos aspectos) popular, que não tem a pretensão de ser um telejornal tradicional, em que a seriedade e a imparcialidade são um objetivo.



Gisele Barão



Serviço:

Programa Tribuna da Massa – Segunda a Sexta, 12:25h às 13:50h.

Apresentador: Augusto Canário

TV Tibagi, afiliada Rede Massa. (Canal 34)

Crédito Fotos: Divulgação

30/05/2009

Cinema bom para rir… e aprender história



Uma Noite no Museu 2. Agora, a trama (dois) conta com dois macacos e Larry Daley (Ben Stiller) como um rico empresário, além de apontar à aviação como invento dos irmãos Wright, e não de Santos Dumont. Uma Noite no Museu 2, procurando repetir o sucesso do primeiro filme da série, repete a história das obras de arte que ganham vida no Museu de História Natural de Nova York, onde o macaco encrenqueiro que agora tem um companheiro para infernizar Larry e aquela (mesma) visão estadunidense de que foram eles que inventaram o avião.





Após sobreviver à primeira noite no Museu, Larry Daley deixa a função de vigia noturno e abre uma empresa de invenções. Assim como o clichê norte–americano, ele se torna um empresário bem sucedido, extremamente dependente de novas tecnologias, afastado da família e, claro, infeliz.





A trama principal do filme se passa no Instituto Smithsonian, onde seus amigos do primeiro filme foram levados, pois seriam transferidos para Washington por conta de uma reformulação do museu nova-iorquino. No entanto, o artefato egípcio que dá vida às obras durante a noite fica em NY e, portanto, Jedediah (Owen Wilson), Octavius (Steve Coogan), Teddy Roosevelt (Robin Williams) e todos os outros voltariam a ser apenas objetos novamente. A função de Larry não é mais cuidar deles, mas salvá-los e fazer com que retornem às festas e confusões noturnas no museu.



Guilherme Capello



Serviço:

Em cartaz no Multiplex Palladium (Rua Ermelino de Leão, 703, Ponta Grossa/PR)

Uma noite no museu 2

Título Original: Night at the Museum: Battle of the Smithsonian

Gênero: Comédia

Censura: 12 anos

Duração: 105 minutos

Ano: 2009

Língua: Inglês

Horários: SEG, TER e QUI 16:00 20:00 SEX, SAB, DOM e Quarta 14:00 16:00 18:00 20:00 22:00

Fotos: Divulgação

23/05/2009

Uma boa dose de ousadia é bem vinda.





Criticar e fazer parte do processo de produção às vezes se traduz em uma tarefa inglória. Saber de antemão, em inúmeras vezes, as características de como os textos se apresentarão é triste em contraponto com a curiosidade existente quando não se tem nenhum conhecimento sobre o que vai ser analisado. Contudo, não raras às vezes as novidades em vários textos apresenta evoluções fascinantes na escrita a partir da lógica de desenvolvimento de criatividade e ousadia quando existe uma produção semanal como esta.

Título mais atraente. Essa é a marca da inovação em um dos textos dessa semana do blog. “O exercício da arte perdida” cumpre a função de chamar o leitor para o texto a partir da curiosidade que se apresenta em querer saber que exercício é esse, assim como quais são as comparações humorísticas que o autor do livro realiza em sua obra.

Já o texto “Falta de pluralidade no Jornal da educativa”, expõe o problema da escassez de fontes no programa apenas no último parágrafo, como esse é o foco, o trecho deveria vir antes para não haver o desinteresse do leitor ao decorrer do texto enquanto aguarda a informação.

Ao mergulhar no texto de cinema a espera é de um pouco menos de descrição e um olhar mais analítico sobre o filme. A possibilidade de tornar a crítica mais atraente, principalmente a quem ainda não teve a oportunidade de assistir, é largamente maior do que a previsibilidade de uma descrição.

Em “Uma rádio diferente” o programa abordado é uma produção do próprio curso de Jornalismo da UEPG, o que nos mostra que não é preciso ir muito longe para conseguir um bom assunto. Outro ponto é que o programa é produzido por outros alunos, que também podem saber a partir de nós uma crítica de seu trabalho, além do espaço que aqui é fornecido para conhecimento exterior.

A repetição de palavras, bastante presente em edições anteriores, é um problema que diminuiu, mas ainda ocorre, como no caso de “maquetes de casas típicas e fotos do início da colônia, assim como documentos históricos que contam a formação da colônia.” São coisas básicas, mas que tornam a leitura mais agradável e aumentam a credibilidade dos próprios produtos.

A proposta inicial do blog, mostrar a cultura alternativa dos Campos Gerais, vem sendo muito bem cumprida. A escolha dos assuntos é diversa e interessante, assim como a maneira como os relativamente pequenos textos, contêm críticas com conteúdo, situando também o leitor do que se trata. Porém, ainda pode-se tentar descrever menos e criticar mais.

O que se tem visto é que os autores estão mais à vontade na produção dos textos, ousando mais, arriscando. Isso é positivo, pois mesmo ainda errando, estamos inovando e sempre aprendendo.



Bia Bidarra

23/05/2009

Um pouco da Holanda na história de Castro



Chamada de ‘Cidade Mãe’ do Paraná, Castro é fortemente marcada por sua história. Os primeiros imigrantes holandeses chegaram ao município em 1911 e impulsionaram a comercialização dos produtos de origem animal e vegetal na Região dos Campos Gerais (do Paraná). Mais tarde, nos anos 1950, os imigrantes fundaram a colônia Castrolanda, localizada seis quilômetros da cidade de Castro.





Hoje, Castrolanda é conhecida por ser uma das maiores bacias leiteiras do Estado e por abrigar o maior moinho da América Latina. Construído em homenagem ao 50º aniversário da imigração holandesa em Castro, o moinho foi inaugurado em 2001 e inspirado em um dos maiores da Holanda, o Woldzigt.

O Memorial de Imigração Holandesa tem o moinho “De Immigrant” (‘O Imigrante’) de 37 metros de altura até a ponta da asa em posição vertical e 26 metros de envergadura. Durante a visita ao local, é possível acompanhar o funcionamento na moagem dos cereais de forma artesanal. Um pequeno museu no interior do moinho exibe roupas tradicionais holandesas, maquetes de casas típicas e fotos do início da colônia, assim como documentos históricos que contam a formação da colônia.





Além da grande estrutura do moinho, a construção possui outros atrativos. Na parte inferior do memorial são vendidos artesanatos típicos, produzidos pelos próprios moradores de Castrolanda. E também, a estrutura abriga um agradável café e um salão de festas. O acesso ao cotidiano e história da colonização holandesa no Sul do Brasil pode feito em visita ao município de Castro, localizado nos Campos Gerais do Paraná.



Mari Lopes



Serviços:

Local: Memorial da Imigração Holandesa

Horário de Visitação: Sexta a Domingo e Feriados 14h às 18h

Agendamento de visitas com o moleiro Rafael: (42) 9106-7079

O Café Bar “Café de Molen”: sextas, sábados, domingos e feriados, das 14 às 18 horas e sextas, sábados e véspera de feriados das 19h às 0h.