Archive for Abril, 2009

25/04/2009

Pontos Críticos



Em “Crítica de Ponta” os textos são variados e permitem uma visão crítica dos temas abordados. Nos textos apresentados é possível encontrar alguns pontos a serem melhorados. Na editoria Vitrola, a autora não especifica onde o show foi realizado, apenas encontra o nome da casa nos serviços. A frase “O artista, que começou nos anos 1980, com sucessos românticos, como “Fixação” e “Pintura íntima”, partiu para a carreira solo em 1993, deixando de apenas vender suas composições para outras bandas”, ficou muito extensa.

A autora descreve a característica do show, porém não convenceu na sua justificativa. Ou seja, o fato do cantor ter feito sua apresentação com voz e violão não seriam motivos do público cantar junto com ele. Com uma banda o público também participaria. Informação desnecessária aparece no texto, quando a autora cita “…com o público esperando em pé”.

Na editoria “Na Tela” existem repetições de palavras como “programa” e “região dos Campos Gerais”. O termo “povão”, utilizado no texto, transmite um sentido negativo ao se referir a uma classe baixa. Além disso, não demonstra através de dados que o programa é realmente direcionado a essa classe social.

Frases muito longas, dificultando o entendimento do leitor, ocorrem em “A Índia por trás do milionário”. Não apresenta uma sequencia lógica das idéias deixando o texto confuso.

Na “Ópera incentiva cultura em PG” a autora deveria ter substituído a palavra “afins” por outros exemplos. Ao citar “a existência de ótimas apresentações” no cine-teatro Ópera, poderia ter citado as apresentações que se destacaram para que o texto ficasse mais atraente.

Nas editorias Outros Giros e Entre Linhas, nos textos “Beleza natural sem estrutura física” e “Você já reclamou hoje?”, respectivamente, as autoras se sobressaíram utilizando frases curtas, detalhadas e de fácil entendimento.





Thiago Copla

25/04/2009

Programação musical paulista em Ponta Grossa



O rádio é conhecido pelo poder de abranger todo o país e, ao mesmo tempo, ter uma programação bastante regional. Sua linguagem simples possibilita que os ouvintes desempenhem outras atividades enquanto escutam, fazendo do rádio um meio presente no cotidiano. A rádio Jovem Pan de Ponta Grossa, no entanto, falha ao não envolver as características locais em sua programação.





Situada na freqüência modulada (FM) 103,5, a rádio prioriza a música em vez do noticiário e conta com uma programação fechada. A Jovem Pan reproduz a grade de programas enviada pela matriz, situada em São Paulo – SP. Quanto às notícias, a filial em Curitiba, por segurança – leia-se comodismo – prefere não modificar a ordem das coisas integrando acontecimentos locais.

A opção de grade fechada ignora a necessidade de notícias e as preferências musicais da região. A pré-programação também impede a divulgação de artistas locais, tocando apenas músicas comerciais. A Jovem Pan é famosa entre os jovens que curtem o pop, internacional, vendável.





A rádio, claramente, está preocupada com uma grande audiência generalizada, sem se importar em cultivar as características implícitas na cultura mais tradicional. O poder do rádio em penetrar nas regiões menores e mais afastadas é ignorado. Os interessados nas músicas consideradas pop são o grande alvo. Basicamente, o show só funciona para o próprio público.

Cláudia Alenkire



Serviços:

Rádio Jovem Pan – Ponta Grossa

Endereço: Rua Jacob Holzmann, 233 – Olarias

CEP: 84035-300

Telefone : (042) 3901-5806

Freqüência: 103,5 MHz

Página Oficial: http://www.clickpanpg.com.br

24/04/2009

‘Singles’ românticos na ponta da língua

A atração do sábado, 18/04, em Ponta Grossa foi o show do cantor e compositor Leoni, que lotou uma casa de shows da cidade. O artista, que começou nos anos 1980, com sucessos românticos, como “Fixação” e “Pintura íntima”, partiu para a carreira solo em 1993, deixando de apenas vender suas composições para outras bandas.





Leoni particulariza no repertório do show a atenção para os fãs que o acompanham desde o início de carreira. As escolhas das músicas são feitas pelo próprio público no site do artista através de votação, tornando visível a interação entre o público e o cantor.

O show “A noite Perfeita”, título de uma de suas músicas, mostra o novo formato de apresentação do cantor, que não tem mais vínculo com gravadoras. Voz e violão é característica marcante do show, principalmente porque permite ao público cantar junto com ele. Apesar do atraso de três horas, com o público esperando em pé, a apresentação não foi cansativa… pelo contrário, o show durou duas horas e unia o repertório antigo ao inédito, o que envolvia as pessoas.





O cantor foi receptivo e carinhoso com os fãs após o show e atendeu a todos que quiseram entrar no camarim. Todas as músicas do cantor estão disponíveis no site para download, que faz da internet uma ferramenta contra a pirataria.



Isadora Camargo



Serviço:

http://www.leoni.com.br

Empório Avenida: Av. Bonifácio Vilela, n° 483, Ponta Grossa. Informações: 42.3028-7715 / 42.9902-7239 1° lote R$15,00 – 2° lote R$20,00 – R$30,00 camarote

Realizado dia 18/04/09

Fotos: Cleber Facchi

24/04/2009

Em meio às emoções



Sonia Ditzel Martelo, escritora pontagrossense, e ganhadora de mais de uma centena de medalhas, troféus e diplomas durante o transcorrer da carreira literária, não economizou sentimento em ‘Emoções’. O livro de 121 páginas é dividido em quatro partes: Frases, Trovas, Crônicas e Poemas. Sendo o último citado, o maior capítulo do livro.





A autora logo acerta pela escolha da capa da obra, que atrai o leitor pela ousadia da imagem exposta. O desenho, que prende a atenção também pelas cores, retrata uma mulher que seduz um palhaço em meio às lágrimas. Imagem que complementa o título, e desperta interesse no leitor.

Frases, como “quem tem um bom livro, nunca está só”, abrem o trabalho da autora, que retrata, ao longo da obra, poemas e trovas sobre sentimentos de tristeza, saudade, amor e indiferença. Além de oferecer também, para os não simpatizantes do gênero sentimental, alguns poemas sobre religião, consciência ambiental e música.

As crônicas da coletânea também se restringem a sentimentalidade. A exemplo de Em Memória de Minha Mãe, que aborda o dia das mães de alguém que já não tem mãe, além do texto Claudemir, escrito em homenagem a um aluno já falecido.





Para os apaixonados, ‘Emoções’ é um ótimo companheiro para as noites vagas. Sonia Martelo sintetiza em seus poemas as emoções cotidianas de quem guarda (ou guardou) alguém especial no coração, o que propicia ao leitor uma leitura repleta de lembranças pessoais.



Carla Yarin



Serviço:

DITZEL MARTELO, Sonia Maria. Emoções. 121 p.

Produção independente. O livro não informa ano de publicação e edição. Obra disponibilizada na biblioteca do campus Central da UEPG.

Fotos autora: Divulgação

24/04/2009

Beleza natural sem estrutura física


O Buraco do Padre se localiza no distrito de Itaiacoca, distante 26 km do centro de Ponta Grossa. O local é considerado uma furna, apesar da abertura em sua base. No interior há uma cascata formada pelo rio Quebra Perna. O nome da furna deve-se à tradição dos padres jesuítas de subir até o alto da cratera para orar e meditar.

O Buraco do Padre tem 43 m de altura e 30 de diâmetro. O platô é formado por um planalto arenítico, típico da região, e um riacho de águas puras, nas quais os visitantes podem relaxar. Para chegar à queda d’água, a atração principal, caminha-se 1 km do estacionamento até a furna por uma trilha de fácil acesso.

Os que decidirem conhecer o local, não devem se desanimar com as péssimas condições do caminho. O importante é ir preparado para enfrentar a estrada de terra e apostar na certeza de que será recompensado pela paisagem e a queda d’água. No final da tarde há um show das andorinhas que saem das pedras da cratera formando um espetáculo de sombras sobre as águas do riacho.

Apesar de a infraestrutura oferecer uma área para camping com dois sanitários, quiosques e pias, tudo se encontra em situação precária. A estrutura física do Buraco do Padre é um problema enfrentado pelos turistas, já que no local não existem guias e nem lanchonete. A pouca divulgação faz com que a frequência dos visitantes seja baixa.


Mônica Bueno


Serviço:

O acesso ao local se dá pela Rodovia do Talco. A partir do Campus Uvaranas da UEPG deve-se percorrer 16 km e virar à direita numa estrada não pavimentada. Após 6 km deve-se virar à esquerda para o acesso ao Buraco do Padre.

Entrada Franca
Telefone: (42) 3220-2677 (Águia Florestal)
Horário: 8h às 18:30

Site da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa: http://pg.pr.gov.br/bpadre

Fotos: Gisele Manjurma

24/04/2009

Você já reclamou hoje?


‘Fala Cidadão’ é um espaço criado em setembro de 2007 pelo ‘Jornal da Manhã’, de Ponta Grossa/PR, que tem como responsável o jornalista Alexandre Costa. Surgiu como vertente de um projeto de jornalismo público, que objetiva trazer ao debate questões como educação, saúde e a falta de infraestrutura nos bairros.



As reclamações chegam principalmente por e-mail e telefone e são publicadas de terça à sábado. A iniciativa, além de dar voz ao leitor, cobra do poder público resposta e solução aos problemas. Desta forma, o cidadão ajuda a pautar assuntos de interesse coletivo.

Embora haja cobrança imediata, não é feito acompanhamento do problema em longo prazo. Mesmo com a divulgação de resposta da prefeitura e suas ações, algumas reclamações não são solucionadas e voltam ao espaço, em poucas semanas ou meses. Ainda com o retorno, o jornal não destaca o assunto transformando em matéria.



Se o jornal desse mais atenção aos protestos recorrentes, com matéria aprofundada sobre o problema, as chances de o poder público responsável solucionar os casos seriam maiores. Quanto maior o espaço, mais visibilidade o leitor teria. Sendo assim, mais assuntos seriam pautados, o que convergeria em jornalismo público.


Letícia Scheifer



Serviço:

‘Fala Cidadão’ – Jornal da Manhã – R$1,75

Editoria ‘Cotidiano’, de terça à sábado.

Contato: 3220-6255 ou pelo e-mail falacidadao@jmnews.com.br

Site do jornal: www.jmnews.com.br

Fotos: Letícia Scheifer

24/04/2009

Ópera incentiva cultura em PG

O Cine-Teatro Ópera é um dos principais pontos culturais de Ponta Grossa, que abriga projetos de incentivo ao cinema, poesia, música, teatro e dança. Foi construído em 1947 e inaugurado em 1950. Em 1997, o Ópera se tornou igreja evangélica, como outros pontos da cidade na época. Em 2002 iniciou-se a reforma do prédio, interrompida por dois acidentes. O primeiro, a queda de uma alça do prédio e o segundo, um incêndio no telhado, que atrasa em quase um ano a reinauguração do cine-teatro.



O prédio foi construído no estilo art-deco, movimento popular internacional de design dos anos 25 a 39 que engloba vários estilos (Eclectismo), entre eles Construtivismo, Modernismo, Art Noveau e outros.

Após a reforma, o espaço foi adequado para facilitar o acesso público, com estrutura para deficientes físicos, como elevadores e banheiros. Apesar de ter atrações culturais toda semana, faltam parcerias com universidades e escolas.

A vantagem do cine-teatro Ópera para a cultura local é, ainda, a existência de ótimas apresentações, algumas nacionais e, principalmente, com entrada franca, o que viabiliza o acesso da população às programações da cidade.



A falta de programação infantil, entretanto, é um problema presente. A grade de eventos é vasta, como os projetos Cine Arte e Tela Alternativa, festivais (música e teatro) e afins, porém apenas para adultos. A divulgação de alguns eventos também é precária, considerando-se um público sem hábitos de participação cultural. Para tanto, propagandas em folders, rádio, televisão e jornais são essenciais.


Beatriz Bidarra



Serviço:

Cine-Teatro Ópera

Rua Xv de novembro 452/468

Capacidade:

Auditório A: 698 lugares

Auditório B: 141 lugares

Auditório C: 98 lugares

Crédito das fotos: Giabrielle Amaral

24/04/2009

A Índia por trás do milionário


Baseado no romance ‘Q & A’ do autor Vikas Swarup, o vencedor de 8 Oscar e 4 Globos de Ouro faz jus às estatuetas que ganhou. O filme mostra uma Índia diferente da imponência creditada pela mídia, com crianças brincando em meio à sujeira da cidade e uma sala de aula superlotada, ‘Quem quer ser um milionário?’ (Slumdog Millionaire) conta a história de Jamal Malik – interpretado pelo novato Dev Patel – que vence o prêmio máximo de um show de TV: 20 milhões de rúpias.



Logo no início, um conflito entre as religiões muçulmana e hindu resulta no assassinato da mãe do personagem principal e começa a aventura dos dois irmãos. Em seguida o uso de menores para lucrar nas ruas, seja com prostituição ou destruindo uma capacidade física, são exemplos das criticas presentes no filme.

A dinâmica do longa metragem, que trabalha com a temporalidade de presente e passado, é um recurso capaz de prender a atenção do espectador. Isso ajuda a entender a sequência de acontecimentos na vida do protagonista. A trilha sonora de A. R. Rahman é outro aspecto técnico que ajuda a compor harmoniosamente a obra.



Ao enfrentar inúmeras situações conflituosas, o indiano vivencia tudo o que respondia no show. As cenas de sofrimentos, as histórias por trás de cada resposta e o grande amor de Jamal, Latika (Freida Pinto), passam a realidade de uma Índia ignorada.

O filme de crítica aos problemas do país consegue ainda, em meio a todas as deficiências sociais, mostrar uma sutil história de amor sem prejudicar a intenção de denúncia da produção.


Jennifer Ann Thomas


Serviço: “Quem quer ser um milionário?”

está sendo exibido no Shopping Palladium, Rua Ermelino de Leão, 703, Ponta Grossa.

Horários: Segunda, Terça e Quinta – até às 18:00h. R$10, 00, – Meia R$5,00 Após às 18:00hs. R$12,00 – Meia R$6,00

Sexta, Sábado, Domingo e Feriados – Até às 18:00h R$12,00 – Meia R$6,00 Após às 18:00hs. R$14,00 – Meia R$7,00

Quarta Promoção: R$5,00

Aposentados, idosos e portadores de deficiência pagam meia entrada.

Censura:16 anos

Gênero: Aventura

Fotos: Divulgação


24/04/2009

Um jeito atípico de fazer jornalismo



O programa televisivo ‘JB Urgente’, apresentado por João Barbiero, exibe reportagens que vão desde denúncias policiais até eventos culturais de Ponta Grossa e região. Com uma linha próxima ao que faz o apresentador José Luiz Datena, da Rede Bandeirantes, Barbiero traz ao programa críticas aos problemas da região dos Campos Gerais, juntamente com momentos cômicos e bem-humorados em conversas que mantém ao vivo com a equipe de produção. A maneira de interagir com a equipe pode colocar em dúvida o caráter de jornalismo sério que, algumas vezes, o JB tenta transparecer.



Algo que marca o ‘JB Urgente’ e o torna acessível é a linguagem bastante coloquial do apresentador. Nota-se que o programa é realmente direcionado ao “povão”. A linguagem de Barbiero na televisão é semelhante à utilizada por radialistas das mais diversas regiões do País. Inclusive, o programa também é transmitido pela rádio Difusora AM, de Ponta Grossa.

O apresentador parece não se importar em ler as notícias que transmite e, em boa parte do programa, tenta manter uma relação de conversa amigável com o telespectador, principalmente na leitura de e-mails que recebe. Atividade essa que ocupa a maior parte do programa.


Os exageros e as piadas de Barbiero deixam o jornalismo em segundo plano em diversos momentos do ‘JB Urgente’. Tal característica o torna mais um programa de entretenimento do que informativo. Porém, João Barbiero se destaca nos momentos de crítica (ou acusação), o que aparentemente o transforma em ajudante do povo e um mediador entre o poder público e a população da região dos Campos Gerais, embora o próprio apresentador seja membro da atual gestão municipal de Ponta Grossa.



Felipe Liedmann

Serviço:

TV Educativa – Canal 58

Dias: Quartas e Quintas

Horário: 21h

TV Vila Velha – Canal 16 (Cabo)
Dias: Sextas e Sábados
Horário: 21h

Apresentação: João Barbiero
Fotos: Divulgação
18/04/2009

Frases de tirar o fôlego

Uma das maiores vantagens do Crítica de Ponta, é explorar assuntos que vão além do habitual dos grandes meios de comunicação. Dessa maneira, desligado de um padrão comercial o blog proporciona ao leitor um conteúdo além do convencional. Porém, o não aproveitamento desses temas é o que acaba prejudicando alguns trabalhos.

Em grande parte dos textos, o maior problema é o uso de frases excessivamente longas. Tais frases tornam o texto cansativo e acabam desorientando o leitor. Um exemplo é um trecho do texto Projeto leva literatura a crianças: ‘A proposta, que começou com 5 crianças e uma professora, foi reconhecida pelo governo federal como o primeiro Ponto de Leitura de Ponta Grossa, dentre os nove existentes no Paraná, com apoio do Ministério da Cultura’. Ufa! O uso de frases curtas torna o texto dinâmico e agradável ao leitor.

Outro deslize são as repetições. Na crítica Entrevistas e reportagens de ‘alto estilo’, a palavra ‘programa’ aparece cinco vezes no texto. Outras palavras como ‘apresentado’, ‘apresenta’ e ‘apresentadora’ são repetidas diversas vezes. No mesmo texto o autor aponta o quadro ‘bem estar com alto estilo’ e cita-o como ‘interessante’, porém, não dá poucos detalhes sobre o mesmo.

De todos os textos, o da editoria Entre Linhas é o mais confuso. Cheio de repetições (duas vezes no primeiro parágrafo aponta a mesma idéia sobre o jornal ser bimestral) e repleto de frases muito longas que diversas vezes, deixa o leitor perdido no texto. A autora esquece de apontar qual edição do jornal a editoria está criticando, nem no serviço a informação é encontrada.

Na editoria Antena, o autor aponta o programa “Padrão de qualidade” como o de maior audiência dos Campos Gerais, porém, não mostra dados que comprovem isso. Quando o texto trata dos apresentadores do programa, cita Saulo Risada, Ivan o Terrível e Bigode. Mas quem são eles? Esses são seus verdadeiros nomes? Uma foto mostrando o programa e seus apresentadores contribuiria para melhor ilustrar a matéria.

A sessão Vitrola abre o texto falando de Ponta Grossa como uma cidade de caráter universitário, mas quem disse que o caráter da cidade é esse? No terceiro parágrafo a autora diz: ‘Em alguns dias da semana, o Botequim apresenta bandas que tocam de Ana Carolina a João Bosco e Aldir Blanc e aceitam palpites dos ouvintes em seu repertório’, a autora esquece, porém, de dizer em que dias isso acontece, tanto no texto como na parte de serviço. Um destaque para o texto conta ainda com boas ilustrações que contribuem para a estética do blog.

Em ‘Cafundó’ me confundiu pela primeira vez temos uma crítica de cinema, não um texto onde o autor passe o tempo todo descrevendo o filme, como vem acontecendo em algumas edições. Outro bom texto é o da sessão Outros Giros, com frases curtas, texto rápido e altamente detalhado. A autora deveria explicar o que são as paredes feitas com taipa de pilão. E os Bugios não rugem, eles guincham, chiam, assobiam ou cuincham.



Cleber Facchi